Transamérica Rio de Janeiro

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Transamérica Rio de Janeiro
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Rádio Transamérica do Rio de Janeiro Ltda.
País Brasil
Frequência(s) FM 101.3 MHz
Sede Rio de Janeiro, RJ
Slogan A sua rádio onde você estiver
Fundação 23 de outubro de 1977 (42 anos)
Fundador Aloysio de Andrade Faria
Pertence a Conglomerado Alfa
Proprietário(s) Aloysio de Andrade Faria
Formato Comercial
Gênero Entretenimento e Música
Faixa etária Público de 25 a 49 anos
Afiliações Rede Transamérica
Idioma Português
Prefixo ZYD 467
Nome(s) anterior(es) Transamérica FM Rio de Janeiro (1977-2000)
Transamérica Pop Rio de Janeiro (2000-2019)
Cobertura Rio, Grande Rio, Baixada Fluminense, Região dos Lagos, Região Serrana RJ, Região Sul RJ, Parte da Região Norte RJ
Dados técnicos Potência: 40 kW
Classe: E1
RDS: Sim
Página oficial www.radiotransamerica.com.br/pop/rio-de-janeiro

Transamérica Rio de Janeiro é uma emissora de rádio brasileira sediada no Rio de Janeiro, capital do estado homônimo. Opera no dial FM na frequência 101.3 MHz e é uma filial da Rede Transamérica.

História[editar | editar código-fonte]

Quinta emissora própria da Rede Transamérica, a Transamérica FM do Rio de Janeiro foi lançada em 23 de outubro de 1977 e era localizada junto ao Estúdio Transamérica, que cumpria a mesma função do estúdio em São Paulo servindo para produção de programas e edição de LPs para artistas mediante aluguel. Tal qual as demais filiais, a programação inicial da Transamérica FM era essencialmente musical, segmentada ao formato adulto-contemporâneo (MPB, jazz, blues e música instrumental) voltado as classes A e B[1], trazendo também pequenos boletins informativos. Todos os módulos eram gravados em fitas de rolo em São Paulo e enviados para a filial.[2]

Em 1979, a Transamérica FM aparecia na quarta colocação entre as rádios mais ouvidas do Rio de Janeiro, sendo a segunda mais ouvida no FM com 46 mil ouvintes (disputando a preferência com a Rádio Cidade, líder com larga vantagem).[3] Com o avanço dos anos, a Transamérica FM perdeu audiência frente ao surgimento das demais FMs. Em 1981, aparecia em 10.º lugar na listagem de emissoras mais ouvidas do Rio de Janeiro, com 2,49%.[4] Nesta década, a rede Transamérica FM investiu em conteúdo ao vivo nas filiais e no segmento jovem como forma de alavancar a audiência.[5]

Em 1985, estreia os boletins O Planeta em Órbita, derivado do sucesso do tabloide O Planeta Diário. No entanto, permaneceram pouco tempo no ar por conta das críticas e reclamações de leitores-ouvintes ao texto e ao conteúdo que supostamente iam ao ar "distorcidos" comparado ao jornal.[6] Os investimentos em produção local e produtos de humor fizeram a emissora saltar da oitava colocação para a segunda colocação na pesquisa do Ibope (de 40 mil para 160 mil ouvintes por hora).[7] No auge, disputava a preferência do público com as rádios Cidade e 98 FM.[8][9] Alguns dos nomes de destaque da época foram Selma Vieira e Adriana Riemer.[10] A rádio fugiu algumas vezes do padrão pop tocando até funk e axé. Hoje em dia, possui normalmente sua programação pop/rock.[11]

Com a implementação da Rede Transamérica via satélite, a partir de 1991, a emissora passou a retransmitir alguns programas da sede paulista. Em 2000, passou a ser chamada de Transamérica Pop Rio de Janeiro com a divisão das vertentes da rede, sendo esta afiliada à Transamérica Pop.

Em janeiro de 2001, entrou no ar a equipe esportiva local da emissora.[12] A equipe esportiva seguia a mesma linha da emissora, puxando para o humor os comentários esportivos. Até 2008, contava com nomes como Marcelo Barros, Leonardo Baran, Marco Palito, Clayton Carvalho, Felipe Rolim e Fernanda Gentil. Na época, Alvaro José dirigia o Comercial e Conteúdo e saiu neste ano. Logo após, viveu uma crise no setor, que chegou a ter a divisão esportiva desativada por falta de patrocínios e pela baixa audiência. Em março de 2012, retomou a equipe de esportes, mesmo sem muito sucesso, com Edílson Silva e Ronaldo Castro[13], além de Ricardo Moreira, Alexandre Chalita, Calos Alberto Parizzi e Gonçalves.[14]

Em 2014, a emissora passa a ter na equipe o Garotinho, além de Gérson Canhotinha de Ouro, Gilson Ricardo, Bruno Azevedo e Bruno Cantarelli, indo nos lugares de Edílson Silva, Ronaldo Castro, Carlos Alberto Parizzi, Hélio Júnior, Nunes, Sérgio Guimarães e Rogério Ribeiro, que passaram a ocupar o lugar destes na Bradesco Esportes FM. Além destes, vieram também os narradores Fernando Bonan e Ruy Fernando, os comentaristas Áureo Ameno e Formiga e a repórter Andréa Maciel. Permaneceram na equipe o narrador Alexandre Chalita e o narrador, repórter e plantonista Rodrigo Gomes.

Em abril de 2015, Garotinho deixa a Transamérica e se muda para a Super Rádio Tupi ao lado de Gilson e Gérson. Mesmo assim, continuará comandando a equipe da rádio. Após as saídas destes, saíram da equipe também os narradores Alexandre Chalita e Fernando Bonan e o comentarista Áureo Ameno.[15]

Em agosto de 2016, a Transamérica contrata o repórter Sérgio Américo, ex-Tupi, mas ele deixa em novembro para se integrar a Bradesco Esportes FM. Em 14 de outubro de 2017, terminou a parceria de 2 anos feita pela Transamérica com o portal FutRio para a transmissão de jogos dos times cariocas, causando a saída dos profissionais do site que trabalhavam na rádio, fazendo com que restassem apenas três profissionais na equipe.

Em maio de 2018, estreia o programa POPLine Transamérica, uma parceria da rádio com o portal de conteúdo musical POPLine.[16][17] A atração fica no ar até o ano seguinte, quando é transferido para a Mix FM Rio.[18]

Referências

  1. «Para quem gosta de ouvir uma boa rádio». Diário do Paraná. 9 de junho de 1977. p. 2. Consultado em 24 de julho de 2019 
  2. Silvia Dias de Souza (27 de agosto de 1978). «No ar». Diário do Paraná. p. 5. Consultado em 24 de julho de 2019 
  3. «Tema: FM, uma realidade». O Fluminense. 10 de abril de 1979. Consultado em 24 de julho de 2019 
  4. «Rádio Cidade FM 102,9 MHz». Jornal do Brasil. 3 de agosto de 1981. Consultado em 24 de julho de 2019 
  5. Luiz Antonio Mello (17 de dezembro de 1985). «Uma virada no mercado de música jovem». Jornal do Brasil. Consultado em 24 de julho de 2019 
  6. Luiz Antonio Mello (1985). «O Planeta em Órbita foi para o espaço. Tchau». Jornal do Brasil. p. 23. Consultado em 24 de julho de 2019 
  7. Luiz Antonio Mello (14 de abril de 1989). «Radialista faz sucesso mentindo». Jornal do Brasil. p. 12. Consultado em 25 de julho de 2019 
  8. Suzane Tavares Veloso (20 de abril de 1986). «No ar, o que as FMs não falam». Jornal do Commercio. p. 1. Consultado em 25 de julho de 2019 
  9. Paulo Ricardo Moreira (20 de abril de 1989). «Um grito parado no ar». Tribuna da Imprensa. p. 3. Consultado em 25 de julho de 2019 
  10. «Adriana Riemer, a "sonhóloga" Erotildes Durão». Jornal do Commercio. 22 de dezembro de 1985. p. 5. Consultado em 25 de julho de 2019 
  11. Carlos Massaro (14 de novembro de 2018). «Transamérica chega aos 40 anos em operação no Rio de Janeiro». Tudo Rádio. Consultado em 25 de julho de 2019 
  12. Ferreira Netto (30 de novembro de 2000). «Transaesporte». Tribuna da Imprensa. p. 3. Consultado em 25 de julho de 2019 
  13. Rádio de Verdade (17 de maio de 2012). «Edílson Silva vai para a Rádio Transamérica Rio». 15:26. Consultado em 18 de maio de 2012 [ligação inativa]
  14. Carlos Massaro (31 de janeiro de 2012). «Cariocas ficam sem o futebol pela Transamérica do Rio». Tudo Rádio. Consultado em 25 de julho de 2019 
  15. Esporte e Mídia (1 de maio de 2015). «Saiba mais sobre a equipe da Transamérica FM após a saída de Garotinho». Consultado em 1 de maio de 2015 
  16. «POPline anuncia programa de rádio semanal na Transamérica RJ». Midorama. 18 de maio de 2018. Consultado em 25 de julho de 2019 
  17. Carlos Massaro (18 de maio de 2018). «Transamérica terá programa POPline em grade local no Rio de Janeiro». Tudo Rádio. Consultado em 25 de julho de 2019 
  18. «É nesta quinta! POPline e Mix se unem para programa de rádio sobre o universo pop». POPLine. 1 de abril de 2019. Consultado em 25 de julho de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]