Ereção

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A ereção do pênis, clitóris ou mamilo acontece quando estas estruturas se tornam firmes e dilatadas. O mecanismo da ereção depende de uma complexa interação psicológica, neurológica, vascular e endócrina. O termo também é aplicado a todo o processo que leva ao estado de ereção.

Ereção do pênis[editar | editar código-fonte]

A glândula pituitária, a próstata e o hormônio testosterona têm um papel importante no processo de ereção do pênis.

Uma ereção peniana acontece quando as duas estruturas tubulares que correm o comprimento do pênis, os corpos cavernosos, se tornam cheios de sangue. Isso pode ser resultado de qualquer um de vários estímulos fisiológicos. O corpo esponjoso é uma estrutura tubular simples localizada logo abaixo dos corpos cavernosos, que contém a uretra, através da qual a urina e o sêmen passam durante o ato de urinar e na ejaculação, respectivamente. O corpo esponjoso pode também ser preenchido de sangue, mas comparativamente menos que os corpos cavernosos.

A ereção peniana, (Imagem da diferença entre um pênis ereto e outro flácido.) geralmente ocorre a partir da estimulação sexual, mas também pode ocorrer em momentos em que a bexiga urinária está cheia ou espontaneamente durante o decorrer do dia ou noite. Uma ereção resulta do inchamento e aumento do pênis. A ereção possibilita a relação sexual de ocorrer e outras atividades sexuais como a masturbação, embora não seja essencial para todas as atividades sexuais.

Na presença de estimulação mecânica, a ereção é iniciada pela divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo com uma mínima participação do sistema nervoso central. Os ramos parassimpáticos se estendem do plexo sacral até as artérias que vascularizam o tecido erétil; com a estimulação, esses ramos de nervo começam a liberar óxido nítrico (NO), um agente vasodilatador, nas artérias-alvo. As artérias então dilatam, preenchendo o corpo esponjoso e os corpos cavernosos do pênis com sangue. A ereção é cessada quando a estimulação parassimpática é descontinuada. A estimulação da divisão simpática do sistema nervoso autônomo causa a constrição das artérias do pênis, forçando para fora o sangue do tecido erétil.

O córtex cerebral pode iniciar uma ereção mesmo na ausência de uma estimulação mecânica direta (em resposta a um estimula visual, auditivo, olfatório, imaginado ou tátil, por exemplo) atuando através dos centros eréteis nas regiões sacrais e lombares da medula espinhal. O córtex cerebral pode cessar uma ereção mesmo na presença de estimulação mecânica, assim como fatores psicológicos, emocionais e outros ambientais.

O termo oposto à ereção é detumescência.

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Drake, Richard, Wayne Vogl and Adam Mitchell. Grey's Anatomy for Students. Churchill-Livingston, 2004. (ISBN 0-443-06612-4)
  • Harris, Robie H. (et al.), It's Perfectly Normal: Changing Bodies, Growing Up, Sex And Sexual Health. Boston, 1994. (ISBN 1-56402-199-8)
  • Milsten, Richard (et al.), The Sexual Male. Problems And Solutions. London, 2000. (ISBN 0-393-32127-4)
  • Tanagho, Emil A. (et al.), Smith's General Urology. London, 2000. (ISBN 0-8385-8607-4)
  • Williams, Warwick, It's Up To You: Overcoming Erection Problems. London, 1989. (ISBN 0-7225-1915-X)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]