Força fraca

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Força nuclear fraca ou interação fraca é uma das quatro forças fundamentais da natureza. É comumente vista no decaimento beta relacionado a radiação. Ela afeta todos os léptons e quarks. É mediada pelos bósons W e Z. A força nuclear fraca (ou simplesmente força fraca) é a força que cinde as partículas. O Modelo padrão da física de partículas, desenvolvido em 1968 por Sheldon Glashow, Abdus Salam e Steven Weinberg, descreve a interação eletromagnética e a interação fraca como dois aspectos diferentes de uma mesma interação eletrofraca[1] .

Corrente neutra[editar | editar código-fonte]

Em 1933, Enrico Fermi, físico italiano, introduziu o conceito de interação fraca, que em conjunto com o recém postulado neutrino, entrariam na teoria do decaimento beta. Assim numa interação fraca um neutrino é sempre produzido com um pósitron, ou um antineutrino com um elétron, o que dá um conjunto de carga eletricamente carregado.

Esperava-se que nas correntes fracas e raras, a interação entre neutrino e a matéria, um neutrino desse um elétron. Observou-se esse fenômeno mas também um fenômeno inesperado, um neutrino que interagia guardando a sua carga nula. Era preciso concluir na existência de uma corrente neutra, o que já permitia de relação indireta com as previsões da teoria electrofraca.

Gargamela[editar | editar código-fonte]

A Gargamela no museu Microcosmo do CERN.

Foi em 1973 na experiência da câmara de bolhas Gargamela, do CERN, com um feixe de neutrinos que permitiu estabelecer a existência de interacção fraca electricamente neutra, a força nuclear fraca[2] -.[3]

Referências

  1. S.L. Glashow. (1961). "Partial-symmetries of weak interactions". Nuclear Physics 22: 579–588 pp.. DOI:10.1016/0029-5582(61)90469-2.
  2. CERN- Gargamelle (En)
  3. CERN- Gargamelle (FR)
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