Mark Chapman

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Mark David Chapman
Nome Mark David Chapman
Nascimento 10 de maio de 1955 (56 anos)
Fort Worth, TX, EUA
Nacionalidade Estados Unidos norte-americana
Crime Assassinato de John Lennon
Pena prisão perpétua, com possibilidade bienal de liberdade condicional após 20 anos de pena.
Situação Cumpre a pena, preso desde 1980.

Mark David Chapman (Fort Worth, EUA, 10 de maio de 1955) é um prisioneiro americano que cumpre pena de prisão perpétua. Na noite de 8 de dezembro de 1980, cometeu o crime que chocou o mundo e que o tornou trágicamente famoso: Ele assassinou o músico inglês e ex-Beatle John Lennon, em Nova York, através de cinco disparos por arma de fogo no corpo do célebre artista. Condenado à prisão perpétua desde seu julgamento em 1981, sua liberdade condicional, com possibilidade bienal permitida a partir do ano 2000 (após vinte anos no cumprimento de sua pena), foi negada seis vezes[1].

[editar] Biografia

Chapman alegou que cometeu o crime. Sabe-se que "ouvir vozes" (o termo técnico é alucinação auditiva) é um fenômeno concernente a diversos transtornos mentais, podendo ocorrer também com pessoas normais, não sendo este o caso e não ficando provado que era verdade, foi efectivamente condenado.

Chapman matou Lennon na noite de 8 de dezembro de 1980, numa segunda-feira, pouco antes das 23 horas, em frente ao edifício Dakota, onde o ex-Beatle vivia. Horas antes, Lennon autografara para Chapman uma cópia de seu recém-lançado álbum Double Fantasy.

Entrada do Edifício Dakota, local exato onde John Lennon foi executado

Mark visitava várias vezes o prédio de John para perguntar dele, dizia-se "um grande fã".

Chapman, então com 25 anos, citou o romance O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, como inspiração para o crime. O livro trata da história de um adolescente revoltado. Chapman dizia identificar-se com o protagonista do livro, que odiava a falsidade, e desferiu cinco tiros acertando quatro nas costas de Lennon. Mas seu motivo principal foi o fato de Lennon ter dito várias coisas consideradas por Chapman como blasfêmia contra Deus, como se declarar mais popular que Jesus[2]. Como razão para o assassinato, tem repetido várias vezes: "Na altura achava que graças ao crime ficaria famoso, deixava de ser um zé-ninguém".

Yoko Ono, viúva de John Lennon, Ringo Starr, George Harrison (quando vivo) Paul McCartney , Pete Best e Elton John dizem-se ofendidos quando escutam o nome do assassino. [carece de fontes?]

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Referências

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