Pedro Paulo Rangel

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Pedro Paulo Rangel
Nascimento 29 de junho de 1948 (63 anos)
Rio de Janeiro, RJ
IMDb: (inglês) (português)

Pedro Paulo Rangel (Rio de Janeiro, 29 de Junho de 1948) é um ator, diretor, tradutor, arranjador e letrista brasileiro.

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[editar] Teatro

Filho do casal de funcionários públicos Alzira Marques Rangel e Lélio Rangel, desde cedo esteve envolvido com o teatro e ainda adolescente escreveu a peça Quando os Pais Entram de Férias. Convidado a integrar o elenco de uma peça infantil na Igreja de Santa Terezinha, no Rio Comprido, conheceu o ator Marco Nanini, com quem fez o curso de Formação de Atores no Conservatório Nacional de Teatro, atual Escola de Teatro da Universidade Federal do estado do Rio de Janeiro, UNIRIO.

Teve a sua primeira experiência em teatro profissional em 1968, atuando na peça Roda Viva, de Chico Buarque de Hollanda, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa.

Em 1972, atuou na peça Castro Alves Pede Passagem, de Gianfrancesco Guarnieri.

Em 1982, recebeu seu primeiro Prêmio Moliére de melhor ator, por seu trabalho na peça A Aurora da Minha Vida, de Naum Alves de Sousa. Anos depois, ganharia mais dois: em 1989, pela atuação em Machado em Cena – Um Sarau Carioca, de Luís de Lima; e em 1994, por sua interpretação como o Padre Antônio Vieira, no monólogo O Sermão da Quarta-feira de Cinzas, de Moacir Chaves. Este personagem também lhe valeu os prêmios Shell e Mambembe.

[editar] Televisão

Em 1969, fez sua estréia na televisão, na Rede Tupi de São Paulo no elenco da telenovela Super Plá, de Bráulio Pedroso. Ainda na Tupi, participaria de mais duas novelas: Toninho on The Rocks, de Teixeira Filho, em 1970 e, Dinheiro Vivo, de Mário Prata, em 1979.

Em 1972, estreou na TV Globo, a convite do ator e diretor Moacyr Deriquém, na telenovela Bicho do Mato, de Francisco de Assis e Renato Corrêa e Castro. Em seguida, integrou o elenco da novela A Patota, de Maria Clara Machado, contracenando pela primeira vez na televisão com Marco Nanini.

Em 1975, protagonizou o primeiro nu masculino da televisão brasileira, na telenovela Gabriela, adaptação de Walter George Durst. Foi nesse ano também que ganhou seu primeiro protagonista, o jovem aventureiro Carlos de O Noviço, adaptação de Mário Lago. Em 1976, participou de Saramandaia , de Dias Gomes e em 1978, despontou em O Pulo do Gato, de Bráulio Pedroso.

A partir de então, manteve-se afastado das novelas por quase dez anos, dedicando-se somente ao cinema e teatro.

Voltou a trabalhar na TV Globo em 1981, desta vez, na linha de shows da emissora. Convidado por Jô Soares, integrou o elenco do novo programa do humorista na época, o Viva o Gordo (1982), no qual interpretou diversos personagens e protagonizou vários esquetes ao lado de Bia Nunnes. A experiência de trabalho com o humor foi tão proveitosa que, anos depois, voltaria a participar de outros programas do gênero, como TV Pirata (1988) e O Belo e as Feras (1999).

Em 1988, participou da telenovela Vale Tudo, Gilberto Braga, como Audálio Polyana, e no mesmo ano, fez parte do elenco da minissérie O Primo Basílio, também de Gilberto Braga.

No ano de 1991, esteve na minissérie O Sorriso do Lagarto, adaptação de Walther Negrão. Em seguida, encarnou o homossexual Adamastor, na novela Pedra Sobre Pedra (1992), de Aguinaldo Silva, e ainda integrou o elenco de O Mapa da Mina (1993), última novela do autor Cassiano Gabus Mendes.

Seus trabalhos a seguir foram: em 1995, na minissérie Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados, adaptação de Leopoldo Serran; em 1996 na novela O Fim do Mundo (1996), de Dias Gomes; em 1997 na novela A Indomada, de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares; em 1998, na segunda versão de Pecado Capital , de Glória Perez, e uma participação especial no primeiro capítulo da novela Torre de Babel, de Silvio de Abreu.

Em 2000, participou: da minissérie A Invenção do Brasil, criada e dirigida por Guel Arraes e Jorge Furtado; da novela O Cravo e a Rosa, de Walcyr Carrasco; e da minissérie A Muralha, adaptação de Maria Adelaide Amaral.

Em 2002, despontou: na minissérie O Quinto dos Infernos, de Carlos Lombardi, e na novela Sabor da Paixão, de Ana Maria Moretzsohn, . Logo depois, esteve no elenco da minissérie Um Só Coração (2004), de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira.

Um dos seus personagens de maior sucesso em novelas veio em Belíssima (2005), de Silvio de Abreu, onde deu vida a Argemiro Falcão, irmão da arquivilã Bia Falcão (Fernanda Montenegro). Dois anos depois, fez uma participação especial em Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (2007), de Glória Perez.

Além de seus trabalhos em novelas e minisséries, fez várias participações, em diversos seriados e especiais de sucesso da TV Globo como, no interativo Você Decide, entre 1992 e 1998, atuando em sete episódios, e, em 2004, no seriado A Diarista.

No mesmo ano, ao lado de Andréa Beltrão, Marisa Orth, Drica Moraes e Selton Mello, protagonizou Os Aspones (2004), seriado escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado. No ano seguinte, fez participações especiais em A Grande Família (2001), como Frank, irmão de Lineu , e no humorístico Sob Nova Direção (2005).

Em 2007, esteve na novela Desejo Proibido, de Walther Negrão, e atualmente pode ser visto na minissérie Som & Fúria, co-produção da Rede Globo com a produtora O2 Filmes, em que dá vida a Lourenço Oliveira, famoso diretor de teatro, que morre e volta para atormentar o protagonista Dante. Atualmente, está se preparando para entrar ao ar como Ferdinando em Cama de Gato, interpretando o pai do protagonista, Marcos Palmeira, casado com Julieta, Suely Franco.

Novelas
Minisséries, Programas e Seriados
Especiais

[editar] Cinema

Trabalhou no cinema, atuando em filmes como Prova de fogo (1980), de Marco Altberg, e Menino do Rio (1982), de Antonio Calmon. Esteve no elenco do filme Amélia, de Ana Carolina Soares, inspirada na vida de Sarah Bernhardt. E ainda, participou dos longas Caramuru - A Invenção do Brasil (2001) e O Coronel e o Lobisomem (2005), de Maurício Farias.

Filmes

[editar] Prêmios

Como melhor ator

[editar] Ligações externas

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