Maria Teresa Carlota de França

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Maria Teresa Carlota
Duquesa de Angoulême, Delfina de França e Rainha Consorte da França e Navarra (de jure)
Delfina de França
Reinado 16 de setembro de 1824
a 2 de agosto de 1830
Predecessora Maria Antonieta da Áustria
Sucessora Título novo
 
Marido Luís Antônio, Duque de Angoulême
Casa Bourbon
Nascimento 19 de dezembro de 1778
  Palácio de Versalhes, Versalhes, França
Morte 19 de outubro de 1851 (72 anos)
  Palácio de Frohsdorf, Frohsdorf, Áustria
Enterro Mosteiro de Kostanjevica, Nova Gorica, Eslovênia
Pai Luís XVI de França
Mãe Maria Antonieta da Áustria


Maria Teresa Carlota de Bourbon (em francês: Marie Thérèse Charlotte de Bourbon) (Versalhes, 19 de dezembro de 1778Frohsdorf, 19 de outubro de 1851) foi uma Madame Real, duquesa de Angoulême e delfina de França. Primogênita de Luís XVI de França, e da arquiduquesa austríaca Maria Antonieta, casou-se em 10 de junho de 1799, aos vinte e um anos de idade, com o então duque de Angoulême (que tornaria-se delfim de França com a subida ao trono de seu pai Carlos X em 16 de setembro de 1824, após a restauração Bourbon), numa tentativa de preservar a linhagem de Luís XVI, decapitado na Revolução Francesa.

Após passar sua primeira infância na corte francesa, onde sua mãe era detestada, Maria Teresa foi detida juntamente com seus pais e irmão durante a Revolução Francesa.[1] Depois da fuga de Varennes, Luís XVI foi deposto e a monarquia abolida em 21 de setembro de 1792; a família real foi posteriormente presa na Torre do Templo. Nove meses após a execução de seu pai, sua mãe Maria Antonieta foi julgada, condenada por traição, e guilhotinada em 16 de outubro de 1793. Maria Teresa foi a única criança real a sobreviver.

Após a abdicação do tio em favor de Luís Filipe de Orleães, Maria Teresa é vista por monarquistas como rainha consorte da França e Navarra, pelo fato de que em 2 de agosto de 1830, entre o momento em que seu tio Carlos X assinou o ato de abdicação e quando seu marido Luís, delfim de França assina o documento para renunciar seus direitos a favor de seu sobrinho Henrique, Conde de Chambord, passaram-se ​​vinte minutos, durante os quais seu marido foi teoricamente Luís XIX.

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Maria Teresa Carlota por Adolf Ulrik Wertmüller, 1786

Maria Teresa era a primogênita do rei Luís XVI de França e de sua esposa Maria Antonieta da Áustria.[2] Ao nascer, toda a Corte esperava pelo nascimento dum varão, haja vista que o casal real ainda não possuía filhos. A princesa recebeu o nome de sua avó, a imperatriz Maria Teresa da Áustria, e como de costume na família real, o título de Madame Real (Madame Royale).

Maria Teresa foi batizada em 1778 no dia do seu nascimento, na Capela Real do Palácio de Versalhes pelo cardeal-bispo de Estrasburgo Louis-René-Édouard de Rohan-Guéménée, na presença de Nicolas Honoré Brocquevielle, pároco de Nossa Senhora de Versalhes, seu padrinho foi um primo de seu pai, o rei Carlos III de Espanha, representado por Luís Estanislau Xavier, o conde de Provença. Sua madrinha foi a sua avó materna, a imperatriz Maria Teresa, representada pela condessa de Provença, Maria Josefina de Saboia.

A educação de Maria Teresa foi posta sob a responsabilidade da princesa de Guémenée, substituída mais tarde pela amiga mais próxima da rainha, a duquesa de Polignac. Em sua tenra infância não era apegada com a mãe, pelo fato de seu pai a mimar e dar-lhe tudo o que queria. Maria Antonieta estava determinada que a filha não deveria crescer para ser arrogante como as tias solteiras do marido. Em contraste com a imagem dela como uma rainha materialista que ignorou a situação dos pobres, Maria Antonieta tentou ensinar sua filha sobre os sofrimentos dos outros. No Natal 1784 Maria Antonieta levou alguns dos melhores brinquedos de Maria Teresa e deu às crianças pobres para as festas de Ano Novo.

Prisão e revolução[editar | editar código-fonte]

Palácio das Tulherias[editar | editar código-fonte]

Maria Teresa Carlota e seu irmão Luís Carlos por Élisabeth Vigée-Le Brun, 1784

Enquanto Maria Teresa crescia, a Revolução Francesa acontecia fora do palácio. O descontentamento social misturara-se a um enorme déficit de orçamento, arruinando a economia francesa e fortalecendo um sentimento antiabsolutista. Em 1789, a França se encontrava à beira da falência por vários motivos, pelo envolvimento na revolta das treze colônias americanas, pela seca e consequentemente pela fome, entre outros. Os antimonarquistas colaboravam com o sentimento de revolta ao denigrir a imagem de Maria Antonieta, atribuindo-lhe boatos de luxúria e vaidade.

Em 14 de julho de 1789, a velha prisão real da Bastilha é tomada pela multidão. A situação em Versalhes se tornava crítica ao ponto de alguns membros da família real começarem a se exilar nos países vizinhos. O primeiro-ministro, o barão de Bretevil, fugiu para a Prússia. O tio mais novo de Maria Teresa, o conde d'Artois, foi enviado ao exterior por ordens de seu pai, enquanto sua governanta a duquesa de Polignac fugia para a Suíça.

A nova governanta real foi a marquesa de Tourzel, cuja filha Pauline se tornou a melhor amiga da Madame Real. Em outubro, o Palácio de Versalhes foi invadido e a família real forçada a transferir-se para Paris. Foram colocados no Palácio das Tulherias, então em estado precário, onde seria mais fácil vigiar Luís XVI.

Enquanto a situação política se deteriorava, o rei e a rainha se conscientizaram que suas vidas estavam em perigo. Com a ajuda de alguns aristocratas, o rei, a rainha, o delfim, a Madame Real e alguns criados empreenderam fuga ao vizinho Sacro Império Romano-Germânico que ficou conhecida como Fuga de Varennes. No caminho, todavia, a guarda revolucionária capturou e trouxe a família real de volta ao Tulherias.

Torre do Templo[editar | editar código-fonte]

Marie Teresa Carlota

No outono de 1792, toda a família foi presa na Torre do Templo, após a abolição oficial da monarquia. Em janeiro de 1793, Luís XVI é julgado e condenado à morte na guilhotina. A execução de seu pai foi um golpe duro para Maria Teresa, que era muito apegada ao seu pai. Em julho, seu irmão foi retirado da companhia dela, de sua mãe e  de sua tia. Um mês depois foi sua mãe que foi retirada dela e Maria Teresa foi deixada sob os cuidados de sua tia Isabel.

Em outubro de 1793, Maria Antonieta foi levada à prisão de Conciergerie e acusada de traição, de incesto com seu filho, entre outros crimes. Apesar da falta de provas para tais acusações, a rainha foi declarada culpada e condenada à guilhotina. Foi executada por Sanson em 16 de outubro. Em maio de 1794, a tia de Maria Teresa, Isabel, também foi executada.

Durante todo o período de reclusão no templo, Maria Teresa nunca soube o que realmente havia acontecido com sua família. Tudo o que sabia era que seu pai estava morto e sentiu-se completamente isolada e infeliz. Foram encontradas em sua cela na prisão as seguintes inscrições: "Maria Teresa é a criatura a mais infeliz no mundo. Não pode obter nenhuma notícia de sua mãe, embora lhe tenha pedido mil vezes. (…) Viva, minha boa mãe! quem eu amo tanto, mas de quem eu posso não ouvir som algum. Oh, meu pai! olhe para mim daí do céu, a vida é tão cruel. Oh, meu Deus! perdoe aqueles que fizeram minha família morrer."

Exílio e casamento[editar | editar código-fonte]

Maria Teresa Carlota no exílio por Heinrich Friedrich Füger, 1795

Logo Maria Teresa deixou Viena para viajar para a Lituânia, onde seu tio, o conde de Provença, estava sob a proteção do czar Paulo I da Rússia. Seu tio, que proclamou-se Rei da França como Luís XVIII, como seu tio não tinha filhos ele queria que Maria Teresa casasse com seu sobrinho Luís Antônio, Duque de Angoulême, herdeiro do trono. Maria Teresa aceitou imediatamente, feliz por voltar a ser parte de uma família. Luís Antonio era o filho mais velho do conde d'Artois, futuro Carlos X de França. Não parecia em nada com seu pai atraente, famoso por sua sensualidade, Luís era tímido, gago, e era impotente. No entanto, o casamento foi realizado em 1799 e apesar das deficiências de seu marido, Maria Teresa o amava muito. Devido ao fato de ser impotente Maria Teresa e Luís não tiveram filhos.

Grã-Bretanha[editar | editar código-fonte]

A família real mudou-se para a Grã-Bretanha, onde se estabeleceram-se na Hartwell House em Buckinghamshire, seu sogro gastava a maioria de seu tempo em Edimburgo, onde tinha sido lhe dado apartamentos na casa de Holyrood.

Os longos anos de exílio terminaram com a abdicação de Napoleão Bonaparte em 1814 e a primeira restauração de Bourbon, quando Luís XVIII sentou no trono da França, vinte e um anos após a morte de seu irmão Luís XVI.

Restauração da monarquia[editar | editar código-fonte]

Luís XVIII tentou orientar um curso intermediário entre liberais e ultra-realistas liderados pelo conde d'Artois. Ele também tentou suprimir os muitos homens que afirmavam ser o irmão mais novo de Maria Teresa, pois esses reclamantes causavam muita angústia à princesa.

Maria Teresa desconfiava dos muitos franceses que haviam apoiado a República Francesa ou Napoleão Bonaparte. Ela visitou o local onde seu irmão morreu, e o cemitério de Madeleine onde seus pais foram enterrados. Os restos reais foram exumados em 18 de janeiro de 1815 e re-enterrados na Basílica de Saint-Denis, necrópole real da França, em 21 de janeiro de 1815, no 22º aniversário da execução de Luís XVI.

Em março de 1815, Napoleão retornou à França e rapidamente começou a ganhar partidários e criou um exército no período conhecido. Luís XVIII fugiu da França, mas Maria Teresa, que estava em Bordeaux na época, tentou reunir as tropas locais. As tropas concordaram em defendê-la, mas não para causar uma guerra civil com as tropas de Napoleão. Maria Teresa ficou em Bordeaux apesar das ordens de Napoleão para que ela fosse presa quando seu exército chegou. Acreditando que sua causa estava perdida, e para poupar a destruição sem sentido, ela finalmente concordou em seguir para o exílio. Suas ações fizeram com que Napoleão comentasse que ela era "o único homem de sua família".

Depois que Napoleão foi derrotado na Batalha de Waterloo em 18 de junho de 1815, a casa de Bourbon foi restaurada pela segunda vez, e Luís XVIII retornou a França.

Em 13 de fevereiro de 1820, a tragédia ocorreu quando o filho mais novo do conde d'Artois, o duque de Berry, foi assassinado pelo bonapartista, Pierre Louvel. Logo depois, a família real foi aplaudida quando se soube que a duquesa de Berry estava grávida no momento da morte do marido. Em 29 de setembro de 1820, ela deu à luz um filho, Henrique, Conde de Chambord, o chamado "filho do milagre", que mais tarde, seria o pretendente Bourbon ao trono francês.

Madame la Dauphine[editar | editar código-fonte]

Maria Teresa Carlota

Em seu reinado, Luís XVIII procurou ganhar apoio entre os liberais e ultramonárquicos, liderados por seu irmão Carlos. Ele também procurou reprimir todos aqueles jovens pretendentes que afirmavam ser Luís CarlosDelfim de França, que tinha morrido em 1795, vítima de maus tratos praticados pelos revolucionários franceses. Uma das personalidades mais famosas que afirmou ser o delfim foi o relojoeiro alemão Karl Wilhelm Naundorff.

Luís XVIII morreu em 16 de setembro de 1824 e foi sucedido por seu irmão mais novo, o Conde d'Artois, como Carlos X de França. Agora Maria Teresa e Luís Antonio eram os herdeiros do trono e a princesa tinha o direito de ser tratada como ''Madame la Dauphine''. No entanto, o sentimento anti-monarquista estava crescendo novamente. O ultramonarquismo de Carlos X alienou a classe média e a classe trabalhadora.

Em 1830 uma revolta fez com que a família real foi traída por seu primo Luís FilipeDuque d'Orleães. Luís Felipe Considerou que Carlos X tinha que abdicar seus direitos e os direitos de seu filho Luís Antonio sob a coroa francesa. A abdicação de Carlos X foi seguida vinte minutos mais tarde pelo duque de Angoulême, portanto, considera-se que Maria Teresa tornou-se rainha consorte da França por cerca vinte minutos. Essa traição fez de Luís Filipe, Rei dos Franceses.

Últimos anos e morte[editar | editar código-fonte]

Após a Revolução de 1830, a família real foi forçada a deixar a França e procurar exílio em vários países, quando em 1833 Carlos decidiu-se mudar para Praga como um convidado do imperador austríaco. Em 1836, o tio de Maria Teresa, morreu de cólera. Até então eles haviam se mudado de Praga, perto Gorica, Eslovénia. O marido de Maria Teresa morreu em 1844. Ele foi enterrado ao lado de seu pai na cripta da família Bourbon em Nova Gorica.

Maria-Teresa, em seguida, mudou-se para Schloss Frohsdorf, um castelo barroco nos arredores de Viena. Passava os dias a fazer caminhadas, leitura, corte e costura e orando. Seus sobrinhos, Henrique, Conde de Chambord, e sua irmã Maria Luísa Teresa se juntaram a ela lá.

Maria Teresa Carlota morreu em 19 de outubro de 1851, três dias depois do quinquagésimo oitavo aniversário da execução de sua mãe. A causa de sua morte foi pneumonia. Encontra-se sepultada na Igreja de Santa Maria da Anunciação, na Cripta da Família Bourbon Nova Gorica, na atual Eslovénia.

O mistério da condessa da trevas[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2013, a sepultura de uma mulher em Hildburghausen, na Turíngia, Alemanha, foi exumada para obter DNA para testes, para determinar se ela era Maria Teresa. A mulher, que deu seu nome como Sophie Botta, viveu em um castelo na área de 1807 até sua morte em 1837, e nunca falou em público, ou foi vista fora sem seu rosto sendo velado. Ela era acompanhada por Leonardus Cornelius van der Valck, "um secretário na embaixada holandesa em Paris de julho de 1798 a abril de 1799", e juntos eram conhecidos como os Condes das Trevas. Van der Valck referiu-se a Botta como "Sua Graça" e eles só falaram um com o outro em francês. Alguns historiadores alemães acreditam que ela era a verdadeira Maria Teresa, que trocou de lugar com sua amiga, e possível meia-irmã, Ernestine Lambriquet, após a revolução. Possivelmente como ela estava muito traumatizada para retomar um papel na sociedade, mas também como resultado de uma gravidez, após abuso por seus captores, que foi referido em uma carta de um amigo da família, no Tribunal espanhol, em 1795.

Esta pesquisa revelou que a Condessa das Trevas não era Maria Teresa, mas sim, outra mulher cuja identidade permanece um mistério. Em 28 de Julho de 2014, emitiu os resultados que provaram sem qualquer dúvida que a Dunkelgräfin não era Maria Teresa.

Representações na cultura[editar | editar código-fonte]

Literatura[editar | editar código-fonte]

  • Les Adieux à la Reine - Chantal Thomas (2002)
  • The Hidden Diary of Marie Antoinette - Carolly Erickson (2005)

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ancestrais[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • François de Barghon Fort-Rion: Les Mémoires de Madame d'Angoulême 1858
  • Alfred Nettement, Vie de Marie-Thérèse de France, fille de Louis XVI, Jacques Lecoffre 1859
  • Imbert de Saint-Amand, La Jeunesse de la Duchesse d'Angoulème, Dentu 1886
  • Imbert de Saint-Amand, La Duchesse d'Angoulème et les deux Restaurations Dentu 1887
  • Adolphe Lanne, Une officine royale de falsifications, Dujarric, 1903 — Contient une étude intitulée Le Récit d'une sœur (pp. 51–130) dans laquelle l'auteur analyse les Mémoires laissés par la duchesse d'Angoulême. Ces Mémoires concernent la captivité de la famille royale dans la tour du Temple.
  • Joseph Turquan, Madame, duchesse d'Angoulème, Émile-Paul 1909
  • Tony-Henri-Auguste de Reiset, Autour des Bourbons, Mme de Chanterenne et la fille de Louis XVI, Émile Paul 1927
  • Paul Sainte-Claire Deville, L'Orpheline de la prison du Temple, Perrin 1929
  • Frédéric de Saxe-Altenbourg, L'Enigme de Madame Royale Flammarion 1954
  • G. Lenotre, La Fille de Louis XVI, Perrin 1955
  • Roger Langeron, Madame Royale, hachette 1958
  • Marie-Madeleine-Louise de Sion, Le Vrai Visage de Madame la duchesse d'Angoulème, Beauchesne 1959
  • André Castelot, Madame Royale, Éditions Perrin 1962
  • Marie-Magdeleine de Rasky, La Révolution française, une histoire de famille, Madame Royale, Scriptoplan 1977
  • Michel-Bernard Cartron, Marie-Thérèse, duchesse d'Angoulème: la vertu et le malheur, Communication et Tradition 1999
  • Monique de Huertas, Madame Royale, Pygmalion-Gérard Watelet 2000
  • Philippe Delorme, Les Princes du malheur - Le destin tragique des enfants de Louis XVI et de Marie-Antoinette, Éditions Perrin, Paris, 2008.
  • Noëlle Destremau, Madame Royale et son mystère Nouvelles Éditions Latines 2008
  • (em inglês) Susan Nagel, Marie-Thérèse : the Fate of Marie Antoinette’s daughter, London, 2008
  • Alexandra de Broca, La Princesse effacée, Éditions Robert Laffont, Paris, 2010. Predefinição:Isbn
  • Hélène Becquet, Marie-Thérèse de France, l’orpheline du Temple, Perrin, Paris, 2012. Predefinição:Isbn
  • Chronique de la Révolution, Editions Larousse, 1989
  • Sylvie Yvert, Mousseline la Sérieuse, Héloïse d'Ormesson, 2015
  • Anne Muratori-Philip, Madame Royale, Fayard, 2016

    Referências

    Nota[editar | editar código-fonte]

    Maria Teresa Carlota de França
    Casa de Bourbon
    Ramo da Casa de Capeto
    19 de dezembro de 1778 – 19 de outubro de 1851
    Precedida por
    Maria Antonieta da Áustria
    Coat of arms of Marie Thérèse of France, Madame Royale, as Dauphine of France.png
    Delfina de França
    16 de setembro de 1824 – 2 de agosto de 1830
    Sucedida por
    Título novo
    Precedida por
    Charlotte Marguerite de
    Montmorency
    Coat of arms of Marie Thérèse of France, Madame Royale, as Duchess of Angoulême.png
    Duquesa de Angoulême
    10 de junho de 1799 – 16 de setembro de 1824
    Sucedida por
    Nenhuma