Monsters, Inc.

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Monsters, Inc.
Pôster promocional
 Estados Unidos
2001 •  cor •  92 min 
Direção Pete Docter
Codireção David Silverman
Lee Unkrich
Produção Darla K. Anderson
Produção executiva John Lasseter
Roteiro Andrew Stanton
Daniel Gerson
História Pete Docter
Jill Culton
Jeff Pidgeon
Ralph Eggleston
Elenco John Goodman
Billy Crystal
Steve Buscemi
James Coburn
Jennifer Tilly
Mary Gibbs
Gênero Animação
Fantasia
Comédia
Música Randy Newman
Companhia(s) produtora(s) Pixar Animation Studios
Distribuição Walt Disney Studios Motion Pictures
Lançamento Estados Unidos 2 de novembro de 2001
Brasil 14 de novembro de 2001
Portugal 22 de março de 2002
Idioma Inglês
Orçamento US$ 115.000.000
Receita US$ 562.816.256
Cronologia
Monsters University (2013)
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Monsters, Inc. é um filme de animação e comédia americano de 2001, produzido pela Pixar Animation Studios em parceria com a Walt Disney Pictures, com direção de Pete Docter. Lançado em 2 de novembro de 2001, com orçamento de US$ 115 milhões, rendeu US$ 255.873.250 no país de origem e US$ 525.366.597 mundialmente.[1] Recebeu em geral críticas positivas, tendo aprovação de 95% dos críticos no Rotten Tomatoes. Foi lançado em DVD em 17 de setembro de 2002.[2]

A Disney-Pixar anunciou para 2013 uma prequela do filme, Monsters University. O filme se passa num momento anterior a Monsters, Inc., quando Mike e Sulley estavam na universidade preparando-se para entrar na fábrica do primeiro filme.

Enredo[editar | editar código-fonte]

O filme conta a história sobre monstros que assustam crianças para conseguir seus gritos e gerar energia para seu mundo.

A cidade em que se desenrola boa parte da ação, Monstrópolis - é bem similar ao mundo dos humanos, exceto pelos seus habitantes: monstros, com todos os caracteres - chifres, dentes afiados, cores berrantes, partes do corpo com tamanho desproporcional, pêlos, garras ou aspecto asqueroso.

Mike e Sullivan são monstros empregados da firma Monstros S/A (Monsters Inc., no original). Sua tarefa é assustar crianças pequenas todas as noites. Assim, quando as crianças gritam, é armazenada uma certa quantidade de energia, vital para a sobrevivência e a comodidade do mundo dos monstros.

O ponto de contato entre os dois mundos é a porta do armário dos quartos de crianças por toda a Terra. É por esse portal que os monstros invadem momentaneamente o mundo humano, assustam as crianças e depois retornam, pelo mesmo buraco de minhoca. A empresa mantém um imenso depósito de portas, e as processa por um sistema industrial e automatizado, qual uma linha de produção. É uma verdadeira fábrica, com turnos, gerentes, recepcionista, vestiários, e etc. A Monstros S/A é responsável pela captação e pela posterior distribuição da energia em Monstrópolis.

Os dois monstros formam uma equipe: Sullivan é quem assusta as crianças, e Mike é seu auxiliar - manuseia o equipamento que controla as portas e armazena a energia. Dividem o mesmo apartamento e são muito amigos. Eles são os recordistas da empresa em quantidade de energia armazenada, e participam dos comerciais da companhia. Apesar de sua popularidade, Sullivan também conquista algumas rivalidades. A maior delas é com Randall, o qual não se contenta em ser o segundo melhor da empresa e quer bater o recorde de seu rival. Malandro e provocador, Randall costuma provocar Sullivan e Mike enquanto tenta usurpar a liderança tida por Sullivan

Existe a crença, no mundo dos monstros, de que humanos são potenciais transmissores de doenças. Há uma preocupação, por parte dos monstros assustadores, em evitar ao máximo o contato com os infantes e os objetos que fazem parte de seu quarto. Quando um desses objetos é trazido acidentalmente para o mundo dos monstros, há a adoção de medidas profiláticas urgentes e extremas. O órgão responsável por isso é a CDA - Child Detection Agency.

Acidentalmente, aparece uma garotinha humana no mundo dos monstros. A princípio, a culpa pelo acidente parece ser de Sulley, que havia retornado à linha de produção fora do horário de expediente, a fim de resolver uma pendência burocrática de Mike. No local, ele nota uma porta fora do depósito e resolve abri-la. É surpreendido então por Boo, uma pequena garotinha que com ele passa a brincar.

A reação de Sullivan é de espanto e horror. Ele, que todos os dias assustava dezenas de crianças com seu rugido, foge apavorado do pequeno ser de olhos brilhantes e sorriso maroto que o persegue sem cessar, pois o enxerga como um grande e bonito brinquedo com o qual deseja se divertir ou talvez um animal de estimação (ela só o chama de "gatinho"). Inicialmente, ele a repele como quem repele um ser abjeto, e ela, em sua inocência, é toda ternura para com ele. Com o passar do tempo, o monstro vai se afeiçoando à criança, desenvolvendo um amor e um cuidado semelhante ao de um pai por uma filha.

A partir daí, Mike e Sullivan passam a experimentar grandes e cômicos sobressaltos a fim de encobrir a presença de Boo em Monstrópolis e para devolvê-la a seu mundo. Por fim, eles acabam descobrindo que a presença da garotinha na empresa não fora acidental, mas sim integrava um plano urdido pelo Sr. Waternoose, chefe da empresa, em conluio com Randall, a fim de aumentar a produção de energia por intermédio da tortura infligida a crianças abduzidas pelos monstros e trazidas para esse fim à fábrica.

Inicialmente, a dupla de vilões tenta incriminar Sullivan e Mike, expulsando-os não só da fábrica, mas sim do seu mundo, através de uma porta que dava para os Himalaias. Aí eles descobrem que estão numa zona remota no Nepal e, conhecem o tão famoso Abominável Homem das Neves, a quem contam o que estava a acontecer. Este indica-lhes uma forma de retornarem à fábrica, pois ele sabe que há monstros que assustam crianças da povoação mais próxima. Sullivan espia a povoação até começar a ouvir crianças a gritar. É nesse momento que sabe que o portal de volta abriu, entra numa das casas e retorna ao seu mundo através de um dos armários. Mike faz o mesmo, aparecendo na fábrica no dia seguinte. Assim que o patrão os vê na empresa, manda Randall matá-los de uma vez por todas. Porém, estes conseguem ser mais fortes e conseguem dominá-lo. Abrem uma porta, cujo buraco dava para uma trailer de um parque de campismo, algures numa zona tropical, para onde eles lançam Randall. Este é confundido com um crocodilo pela família que ocupava esse mesmo trailer e é espancado pelos mesmos. Sulley e Mike destroem a porta do trailer afim de Randall ser banido e não voltar a eles.

Durante a convivência com Boo, Sullivan percebe que o riso das crianças gera muito mais energia que o grito de pavor. Entretanto Mike e Sullivan armam uma cilada a Waternoose para que este seja finalmente apanhado por tudo o que havia feito. Sullivan usa engenharia social para que o patrão lhe revele tudo sobre o seu macabro plano. Tal acontece, mas junto a agentes da CDA, o que Waternoose não sabia. Estes ao obterem esta confissão prendem-no de imediato. Logo de seguida, é Sullivan quem passa a dirigir a fábrica. Com esta nova chefia, a empresa passa por uma reformulação em seus princípios, e as turmas de assustadores passam a ser de "divertidores". O clima na fábrica também melhora muito, torna-se mais ameno e divertido; como também esta entra num período de prosperidade e estabilidade para com os seus trabalhadores que, nunca havia atingido antes.

Então é revelado que em todo este tempo, Mike reconstruiu a porta de Boo, que havia sido triturada pela CDA logo após os escândalos com Waternoose e a prisão do mesmo. Sullivan então coloca o último pedaço da porta, permitindo que esta abra o buraco de minhoca novamente para a Terra. No final, Sullivan reencontra Boo, que ainda se lembra dele e o saúda chamando de "gatinho".

Durante os créditos, além de serem exibidos os erros de gravação, é mostrado que Mike e Sulley fizeram uma peça teatral musical sobre suas aventuras com Boo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Músicas[editar | editar código-fonte]

Faixas[editar | editar código-fonte]

  1. If I Didn't Have You (EUA, na música do Brasil, final créditos) - John Goodman, Billy Crystal
  2. The Scare Floor - Randy Newman

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Oscar 2002 (EUA)

Ano Categoria Obs. Resultado
2002 Melhor Filme de Animação Pete Docter Indicado
Melhor Edição de Som Gary Rydstorm e Michael Silvers Indicado
Melhor Trilha Sonora Randy Newman Indicado
Melhor Canção Original "If I Didn't Have You" Venceu

Grammy 2002 (EUA)

Ano Categoria Obs. Resultado
2002 Melhor Canção (Filme/Televisão/Mídia Visual) "If I Didn't Have You" Venceu
Melhor Álbum (Filme/Televisão/Mídia Visual) Randy Newman Indicado

BAFTA 2002 (Grã-Bretanha)

Ano Categoria Obs. Resultado
2002 Melhor Filme Infantil Pete Docter Venceu
Melhor Som Randy Newman Indicado
Prêmio Anthony Asquith de Melhor Música Gary Rydstorm, Michael Silvers e Randy Newman Indicado

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]