Salete Lemos

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Salete Lemos
Nascimento 1955 (61 anos)
 São Paulo
Ocupação Jornalista[1]
Filho(s) 2
Nacionalidade Brasil Brasileira
Atividade fins de 1970—presente

Salete Lemos (Estado de São Paulo, 1955) é uma jornalista brasileira Formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e com especialização em macroeconomia, finanças, teoria econômica, comércio exterior e economia ambiental pela Fundação Getúlio Vargas, ela faz parte de uma geração de jornalistas que cresceu na mídia impressa antes de ingressar na televisão.

A comunicadora ganhou o Prêmio Esso em 1984, com a matéria «Os 20 anos do BNH», como repórter especial do Jornal da Tarde,[2][3] e em 1987 repetiu o feito como repórter do Estado de São Paulo.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira como revisora de texto do jornal Diário de S. Paulo e, em seguida, de O Estado de S. Paulo. Lá, passou para a redação na editoria de esporte. Assídua leitora de jornais, ela se incomodava em não conseguir entender os cadernos de economia. Para decifrá-los, passou a «perseguir» o editor de economia, Celso Ming, para tirar dúvidas.[4] Depois de passar pela revista Exame, Rádio Jovem Pan, SBT, onde comentava economia e mais tarde assumia a bancada do jornal TJ Brasil aos sábados, e CBN, foi trabalhar na Rede Globo em 1997.[1][5] Sobre o período curto no jornalismo global, a Folha de S.Paulo publicou:

«Salete Lemos está deixando a Globo. Há cinco meses sob o mesmo teto, contratante e contratada concluíram que o casamento não correspondeu às expectativas. O desligamento deverá se consumar sem multa rescisória. O acordo previa dois anos de parceria.»[6]

Após a saída da Globo, a jornalista foi para a Rede Record, onde co-ancorava a apresentação do jornal com Boris Casoy.[7] Passou também pela TV Cultura, onde apresentou o Cultura Noite, que estreou em junho de 2006 e era exibido de segunda a sexta, às 22h. Foi demitida em 2007, supostamente por fazer fortes criticas aos bancos e ao governo brasileiro,[8] aparentemente por pressão da Febraban. Chegou a declarar ter ojeriza a televisão aberta, mas abria exceção à TV Cultura. Foi apresentadora do Fala Sério que havia estreado em outubro de 2008, e do CNT Jornal de julho de 2008 até janeiro de 2013, ambos na Rede CNT.

De temperamento forte, a jornalista chegou a encerrar antes da hora a apresentação do Jornal da Record - 2ª Edição, em maio de 2001, por não suportar o cheiro de solvente utilizado na reforma do cenário, e disse ao vivo que não podia continuar por causa do «cheiro de tíner».[9][10] O jornal acabou dezoito minutos antes do horário normal. Apesar do episódio ela não foi punida pela direção da casa.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Fora do trabalho, a jornalista encontra tempo para o surfe, que é sua grande paixão, jogar bola, estudar inglês, além de fazer academia e aproveitar o tempo com os seus filhos Iuri e Marina.

Referências

  1. a b Da redação (22 de julho de 1997). «Bóris mexe os pauzinhos». Jornal do Brasil (arquivo digital da Biblioteca Nacional). Consultado em 23 de julho de 2014. 
  2. Adm. do sítio web (2009). «1984 – Prêmio principal». Prêmio Esso de Jornalismo. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  3. Da redação (19 de dezembro de 1984). «E a notícia se fez». Revista Veja, edição 850. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  4. Da redação (10 de fevereiro de 2011). «Economia e política serão abordados em palestra». Diário Online. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  5. Adm. do sítio web (2014). «Nosso time de palestrantes». DMT Consulting. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  6. Da redação (21 de junho de 1997). «Notas – desligamento». Ilustrada – Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  7. Da redação (31 de dezembro de 2005). «Após 8 anos, apresentador Boris Casoy deixa a TV Record». Perfil News. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  8. Da redação (29 de agosto de 2007). «Salete Lemos critica TV Cultura e diz que foi demitida por censura». Zapping – Folha Online. Consultado em 14 de outubro de 2015. 
  9. Da redação (13 de junho de 2001). «Televisão: «tontinha»». Revista Veja, edição n° 1704. Consultado em 17 de outubro de 2015. 
  10. Da redação (10 de Junho de 2001). «Saia justa sem perder pose ao vivo». Diário de Pernambuco. Consultado em 17 de outubro de 2015. 
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