The Elder Scrolls V: Skyrim

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
The Elder Scrolls V: Skyrim
Desenvolvedora(s) Bethesda Game Studios
Publicadora(s) Bethesda Softworks
Diretor(es) Todd Howard
Produtor(es) Craig Lafferty
Ashley Cheng
Projetista(s) Bruce Nesmith
Kurt Kuhlmann
Emil Pagliarulo
Escritor(es) Emil Pagliarulo
Programador(es) Guy Carver
Artista(s) Matthew Carofano
Compositor(es) Jeremy Soule
Motor Creation Engine
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 3
Xbox 360
Série The Elder Scrolls
Conversões/
relançamentos
Nintendo Switch
PlayStation 4
Xbox One
Data(s) de lançamento Microsoft Windows, PlayStation 3 & Xbox 360
11 de novembro de 2011
PlayStation 4 & Xbox One
28 de outubro de 2016
Gênero(s) RPG eletrônico de ação
Modos de jogo Um jogador
The Elder Scrolls IV: Oblivion

The Elder Scrolls V: Skyrim é um RPG eletrônico desenvolvido pela Bethesda Games Studios e publicado pela Bethesda Softworks. É o quinto jogo da série The Elder Scrolls, seguindo The Elder Scrolls IV: Oblivion. Foi lançado em 11 de novembro de 2011 para PlayStation 3, Xbox 360 e PC. É o primeiro jogo ocidental da história a receber 40/40 (nota máxima) na conceituada revista japonesa Famitsu. O Jogo Conseguiu três prêmios no VGA 2011, incluindo melhor jogo do ano.[1] Os acontecimentos deste jogo passam-se duzentos anos depois da, já quase esquecida, crise de Oblivion, no ano 201 da quarta era (4E 201) na província de Skyrim, no norte de Tamriel, e 30 anos após a mais recente Grande Guerra, onde o Aldmeri Dominion e o Império lutaram arduamente, mas que quase extinguiu os humanos de Tamriel, e para evitar tal derrota, acordaram com a Aldmeri Dominion, rendendo duas forças e sujeitando-se as suas exigências.

Skyrim é a terra natal de um povo bravo chamados de Nords (uma raça de humanos) onde além da Grande Guerra, irrompeu uma guerra civil após o assassinato do Alto Rei de Skyrim, Torygg. E diante de todas estas guerras e problemas, a província se encontra dividida: de um lado se quer a separação do Império que agora está em ruínas, e do outro lado se quer permanecer leal.

The Elder Scrolls V: Skyrim foi o jogo da saga mais bem avaliado, ganhando 6 prêmios, e é amplamente considerado um dos melhores jogos eletrônicos já feitos.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Skyrim é um jogo de RPG que mantém a tradicional jogabilidade de mundo aberto encontrada na série The Elder Scrolls.[2] O jogador é livre para andar pela terra de Skyrim a sua vontade, tanto a pé quanto a cavalo, ou fazendo Fast-Travels (Viagens rápidas). Em Skyrim há nove grandes "posses", com nove capitais que são as cidades do jogo, várias pequenas aldeias,[3] grandes extensões de regiões selvagens e montanhas. Cada vilarejo e cidade possui sua própria economia, que o jogador pode manipular ou sabotar se escolher fazer isso.[3] Ao visitar as cidades, o jogador pode completar atividades como cozinhar, agricultura, cortar madeira e mineração, como também aceitar trabalhos para ganhar dinheiro.[3] Qualquer trabalho que um NPC pode realizar também pode ser feito pelo jogador.[4] O nível do jogador aumenta quando suas habilidades aumentam. Dezoito habilidades estão presentes em Skyrim, e o sistema de classes de Oblivion foi removido.[5] Perks (ou bônus) são capacidades específicas de cada habilidade (18 habilidades no total), organizada em um sistema de grupo de ramificações chamado de "árvores de habilidades". Cada aumento de nível permite que outro benefício seja escolhido. Existem 280 perks (ou bônus), e agora é possível passar do nível 81, mas depois disso a taxa de aumento das habilidades é reduzida.[6] O HUD na tela apenas aparece quando a vida, energia ou mágica do jogador estão se esgotando. Itens e esquemas de equipamentos podem ser salvos por um menu de rápido acesso, e o menu de inventário na tela de pause é apresentado em uma sobreposição em estilo bússola;[2] enquanto que no inventário, o jogador pode girar e se aproximar dos itens adquiridos.[7]

Armas podem ser criadas pelo jogador em uma forja, e são atribuídas a cada mão individualmente, permitindo empunhamentos duplos.[8] Ao custo de energia, o jogador pode correr e pular. Escudos podem ser usados para bater, e tempo certo é necessário para bloquear um ataque com o escudo. Cada tipo de arma possui vantagens específicas e papéis; como exemplo, o jogador ganha a habilidade de movimentos de finalização. Há mais de oitenta e cinco tipos de feitiços, que podem ser usados ​​em formas de combate à distância e perto. Tipos de feitiços possuem qualidades específicas; um feitiço congelante diminui e drena energia, enquanto um feitiço de fogo causa danos prolongados através da queima, que também pode atear fogo ao ambiente.[9] Jogadores podem equipar um feitiço por mão e poderão recarregar feitiços antes de lançá-los para maior poder.[3] Ao praticar tiro com arco, as flechas demoram mais para serem puxadas do que nos jogos Elder Scrolls anteriores, porém fazem um dano maior. Um jogador equipado com um arco pode usá-lo defensivamente em combates corpo a corpo, em um movimento de contra-ataque (Bash). O jogador pode ser furtivo, e personagens não-jogáveis (NPCs) se alertam se os movimentos do jogador forem detectados.[9]

Skyrim faz uso do sistema de inteligência artificial Radiant AI criado para Oblivion, que foi melhorado para permitir que NPCs "façam o que eles quiserem sob parâmetros extras".[10] O sistema melhorado permite maior interação entre os NPCs e seu ambiente; NPC's podem realizar tarefas como agricultura, moagem e mineração no mundo do jogo. Os NPC's podem interagir com o personagem do jogador através de conversas, e podem pedir favores e treinar o personagem, ou desafiar o personagem do jogador para um duelo. Eventos como duelos são encontros gerados aleatoriamente, pegando influência do jogo anterior da Bethesda, Fallout 3.[11] Skyrim introduz o sistema Radiant Story, que governa aventuras e como elas funcionam. Aventuras paralelas são dinamicamente alteradas baseadas nas ações do jogador, e são feitas para as habilidades e progresso do jogador no jogo. Como exemplo, o jogador pode ser enviado para um calabouço que não foi explorado anteriormente, e enfrentar inimigos que são derrotados com mais eficiência com o estilo de combate preferido dele.[12]

Folclore[editar | editar código-fonte]

Skyrim utiliza a Creation Engine, permitindo novos efeitos de tempo.[13] Dragões são encontrados aleatoriamente no mundo do jogo e em dungeons ou "Dragon's Lair'

Folclore é algo comum no mundo de jogo de Skyrim. Criaturas como mamutes e tigres de dente de sabre são encontrados pelo jogo e podem ser mortos, sendo algumas hostis.[2] Os lendários dragões têm uma influência particular na jogabilidade e na história,[12] e são oponentes marcantes para o jogador. Dragões podem aparecer em qualquer momento, em qualquer lugar e podem atacar qualquer coisa. Raças diferentes de dragões são encontradas por Skyrim. Eles podem falar diretamente com o jogador através da língua nativa do mundo, Dracônica.[11] Dragões podem atacar cidades e vilarejos aleatoriamente, devastando cidades sem aviso prévio;[10] frequentemente, dragões mergulham para o chão, marcham através das ruas das cidades e cospem fogo, que envolve e provoca danos significativos às estruturas da cidade. Nem todos os dragões são hostis.[12]

Através de um curso de eventos, o personagem do jogador pode descobrir que ele/ela é um Dovahkiin.[12] Por causa disso, o personagem garante a habilidade de usar os Dragon shouts. Essas são poderosas habilidades adquiridas por matar dragões e absorver suas almas, exemplos incluem teletransportação, reduzir a velocidade do tempo e chamar um dragão para ajudar o jogador. Gritos de dragões (Thu'um) são descritos como gritos de guerras falados na língua nativa dos dragões (Dovahzul).[14] Existem mais de vinte tipos diferentes de gritos de dragões que podem ser adquiridos durante o jogo, e eles se tornam mais efetivos enquanto o jogador absorve mais almas de dragões mortos. Alguns NPC's também podem usar gritos de dragões.[15]

Dublagem[editar | editar código-fonte]

Durante todo o desenvolvimento, foram empregados mais de 70 dubladores para gravar as vozes de NPCs, o total de linhas de dialogo gravadas é de mais de 60.000

Estes, são os dubladores dos principais personagens do jogo:

  • Daniel Riordan dubla Alduin
  • Christopher Plummer dubla Arngeir
  • Joan Allen dubla Delphine
  • Max von Sydow dubla Esbern
  • Paul Eiding dubla Felldir the Old
  • Paul Ganus dubla Hakon One-Eye,  Eorlund Gray-Mane, Hrongar, Unmid Snow-Shod, Bolgeir Bearclaw e Nords homens em geral
  • Michael Hogan dubla General Tullius
  • Lynda Carter dubla Gormlaith Golden-Hilt
  • Claudia Christian dubla Legate Rikke, Aela the Huntress, Adrianne Avenicci, Brina Merilis, Laila Law-Giver, e faz vozes adicionais
  • Charles Dennis dubla Odahviing
  • Charles Martinet dubla Paarthurnax
  • Vladimir Kulich dubla Ulfric Stormcloak
  • Michael Gough dubla Heimskr
  • Alexander Brandon dubla Ancano e Amaund Motierre
  • Andy Morris dubla Cicero
  • Stephen Russel dubla Mercer Frey, Clavicus Vile, Cynric Endell, Belethor, Mallus Maccius, Lucan Valerius, Viarmo e faz vozes adicionais
  • Colleen Delany dubla Lydia, Ria, Lisette, Vittoria Vici, Carlotta Valentia, Mephala e faz vozes adicionais
  • Lani Milena dubla Irileth, The Night Mother, Nocturnal, Suvaris Atheron e Jenassa
  • Popeye Vogelsang dubla Farkas, Idolaf Battle-Born, Avulstein Gray-Mane, Klimmek, Maul, Argis the Bulwark e faz vozes adicionais
  • Corri English dubla Elisif the Fair, Ysolda, Ingun Black-Briar, Fastred, Karita, Sylgja, Brelyna Maryon, Jordis the Sword-Maiden além de vozes adicionais
  • Christian Svensson dubla Farengar Secret-Fire, Thonar Silver-Blood, Bolli, Hemming Black-Briar, Asgeir Snow-Shod e Nords homens em geral

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Skyrim não é uma sequência direta de Oblivion; ao invés disso, é um novo capítulo na série The Elder Scrolls, se passando duzentos anos depois dos eventos de Oblivion.[15] Na premissa de Skyrim, o Império começa a ceder territórios para as nações Élficas uma vez governadas, porque não há nenhum herdeiro para o trono do Imperador. Os Blades não tem ninguém para defender, e gradualmente morreram, foram assassinados ou se isolaram do resto do mundo.[15] Depois do assassinato do Rei de Skyrim, uma guerra civil irrompe entre as raças nativas Nord — sendo a maioria aqueles que desejavam que Skyrim se separe do Império, e o resto sendo aqueles que desejam que Skyrim permaneça no Império.[16]

Como os jogos Elder Scrolls anteriores, Skyrim começa com o personagem do jogador como um prisioneiro desconhecido, condenado por cruzar a fronteira e ser confundido com um Stormcloak. Tendo que enfrentar, nesse novo capítulo da série,[16] Alduin. Alduin foi, em tempos remotos, o líder dos dragões que dominavam o mundo e escravizavam todos os seres humanos, até que um dia foi derrotado por nórdicos, depois da derrota de Alduin, os outros dragões começaram a serem mortos, isso, muito tempo antes da história que o jogador vive em Skyrim. O personagem do jogador é o último Dragonborn (Nascido do Dragão), um caçador de dragões ungido pelos deuses para ajudar a afastar a ameaça que Alduin representa para Skyrim e Tamriel. Ajudando o jogador está Esbern (dublado por Max von Sydow) e Delphine talvez os últimos Blades vivos.[15]

Cenário[editar | editar código-fonte]

O mundo de jogo de Skyrim é a província de Skyrim. É a província do norte de Tamriel, o continente onde todos os jogos da série se passaram. Skyrim é praticamente do mesmo tamanho que Cyrodiil, o mundo de jogo de Oblivion,[17] que tem 41 quilômetros quadrados em área. Em Skyrim há nove cidades, maiores que as cidades de Cyrodiil, como também pequenos vilarejos e expansões selvagens. Muito da topografia de Skyrim é montanhosa, e dragões são frequentemente encontrados ao se explorar as regiões selvagens. Há mais de 150 dragões espalhados por toda Skyrim, e quando o jogador entra em um calabouço pela primeira vez, os monstros do local se travam ao nível do jogador permanentemente, mesmo se visitados depois com um nível mais alto. Viagens rápidas é um aspecto que retorna, permitindo que o jogador viaje instantaneamente para qualquer locação marcada que foi anteriormente visitada.[18]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Requisitos do Sistema
Mínimo Recomendado
Microsoft Windows
Sistema Operacional Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 (32 ou 64 bit)
CPU Intel ou AMD 2 GHz dual-core Intel ou AMD quad-core
Memória 2 GB RAM 4 GB RAM


Placa de Vídeo Placa de Vídeo onboard com 512 MB of RAM e compativel com Direct X 9.0c Nvidia GeForce GTX 260 ou ATI Radeon HD 4890 1 GB
Placa de Som Placa de som compativel com DirectX
Rede Acesso a Internet para ativação pelo Steam

Skyrim foi conceitualizado pouco tempo depois do lançamento de Oblivion em 2006,[19] e começou a produção depois do lançamento de Fallout 3 em 2008.[20] Foi oficialmente anunciado no Spike Video Game Awards em dezembro de 2010, quando o produtor executivo Todd Howard subiu ao palco para apresentar o trailer que anunciava sua data de lançamento "11–11–11".[21] Apareceu como história de capa da edição de fevereiro de 2011 da revista Game Informer, quando sua história e conteúdo foram reveladas pela primeira vez.[20]

Jeremy Soule, compositor que escreveu a trilha sonora de Morrowind e Oblivion, retorna para fazer a trilha de Skyrim. "Sons of Skyrim" é o tema principal do jogo, e foi gravado com um coral de mais de trinta pessoas, cantando na língua Dracônica do jogo.[22] A língua foi concebida pelo artista conceitual Adam Adamowicz, que desenvolveu um alfabeto de 34 runas para o jogo.[14] Matt Miller, jornalista da Game Informer, descreve que a língua interpreta um "papel integral na história e jogabilidade [de Skyrim]".[23] O léxico de Dracônica foi expandido quando precisado; como o desenhista chefe Bruce Nesmith explica em uma entrevista para a PlayStation Official Magazine (UK), palavras foram introduzidas para o léxico "toda vez [que o estúdio queria] para dizer algo".[10] O ator Max von Sydow dubla Esbern, um Blade que ajuda o jogador através da aventura principal.[22]

No universo de Skyrim está o uso de uma "língua de dragão". O alfabeto foi construído para esteticamente parecer pertencente a dragões, assim o uso de marcas semelhantes a garras.[14]

Skyrim utiliza a Creation Engine, um motor de jogo desenvolvido internamente pela Bethesda.[13] A draw distance renderiza mais longe do que os jogos Elder Scrolls anteriores; falando para a Official Xbox Magazine em março de 2011, Howard descreve uma draw distance "todo o caminho". Como exemplo, ele descreveu como o jogador pode "olhar para um garfo, ou uma maçã, e depois olhar para uma montanha, e [...] então correr para o topo daquela montanha".[24] O motor do jogo permite uma iluminação dinâmica, permitindo sobras criadas por qualquer estrutura ou item.[11] SpeedTree foi usada para produzir a flora em jogos anteriores; no lugar dela, a flora é produzida usando tecnologia própria da Bethesda. Os desenvolvedores afirmaram que isso permite mais detalhe à flora;[15] a tecnologia permite que os desenhistas deem pesos diferentes a tipos de árvores e determinar como o vento as afeta. O vento também afeta o mundo de jogo em outras áreas também, como determinando o fluxo e direção das águas dos rios e córregos.[11] O motor permite que a neve caia de forma dinâmica, escaneando o mundo de jogo e então determinando onde e como a neve vai cair no terreno. Títulos futuros desenvolvidos pela Bethesda também farão uso da Creation Engine.[25] Animações de personagens e criaturas são geradas pelo conjunto de ferramentas de comportamento da Havok. Permite que os personagens passem de forma fluída de corridas para caminhadas, como também aumentar a eficiência da câmera de terceira pessoa.[11] Também permite conversas entre o personagem do jogador e NPCs renderizados em tempo real. NPCs se movimentam, realizam tarefas e fazem gestos corporais enquanto conversam com o jogador. Crianças também estão presentes no jogo,[15] e NPCs interagem entre si, como lutarem um com os outros por dinheiro que o personagem deixou.[26]

A direção de arte de Skyrim é descrita como "bem diferente" em relação a de Oblivion, conforme afirmado pelo diretor de arte Matt Carofano.[27] Ele descreveu a direção de arte de Oblivion como "fantasia européia padrão", e dessa forma o objetivo para Skyrim era fazer o mundo de jogo parecer realista.[27] Em março de 2011, em entrevista para a Official Xbox Magazine, Howard resumiu o mundo de jogo de Oblivion como sendo aparentado com as atmosferas mais "refinadas e acolhedoras" dos jogos Elder Scrolls anteriores Arena e Daggerfall, e como a "maravilha de descoberta" do mundo de jogo de Morrowind foi perdida.[24] Ele disse que o mundo de Skyrim "caminha entre Morrowind e Oblivion", tendo sua cultura própria e única.[24] Outro objetivo era fazer cada locação em Skyrim parecesse única;[27] o mundo de jogo é descrito como sendo feito a mão. Nesmith explica que "em Oblivion nós geramos algumas paisagens, e não há nada disso mais".[28] Enquanto os calabouços de Oblivion foram criados por apenas um artista, os calabouços de Skyrim foram criados por uma equipe de oito desenhistas.[28] Com o desenho de personagens, esforços foram feitos para que cada raça fosse única em relação a outra.[27] Além disso, a criação de personagens foi aprofundada em relação aos jogos The Elder Scrolls anteriores, introduzindo novas opções de customização, como barbas e rostos pré-construídos, pinturas de guerra e cicatrizes, em outras palavras simplificando a construção facial.[12][27]

Creation Kit[editar | editar código-fonte]

Pacote que permite aos jogadores editarem e criarem seus próprios mods (modificações) do jogo.

High-Resolution Texture Pack[editar | editar código-fonte]

Uma DLC gratuito que substitui as texturas do jogo, aumentando o realismo do jogo.

Fall of the Space Core, Vol 1[editar | editar código-fonte]

Uma homenagem ao jogo Portal 2, introduzindo ao universo de Skyrim um Space Core, ou droide espacial.

Dawnguard[editar | editar código-fonte]

Em 1 de maio de 2012, Bethesda anunciou que o primeiro conteúdo para download (DLC) de Skyrim, chamado Dawnguard, foi lançado para Xbox 360 no verão de 2012 e em Fevereiro de 2013 para Playstation 3 por conta de problemas. Dia 4 de outubro foi disponibilizado para PC pelo Steam. Esse DLC adiciona diversas facções, magias , lugares, seguidores, itens e criaturas. O enredo foca na história do clan Volkihar , um grupo dos mais poderosos vampiros de toda a província sobre a ordem de Lorde Harkon , e os Dawnguards a nova reformada ordem de caçadores de vampiros sobre a ordem de Isran. Nesse DLC é possível escolher o lado que seu Dragonborn vai se aliar.[29]

Hearthfire[editar | editar código-fonte]

Hearthfire foi o segundo DLC pago de Skyrim, disponibilizado para Xbox 360 em 4 de setembro, e dia 5 outubro para PC através do Steam.[30] Que introduzirá ao jogo a compra de terrenos, a construção de casas, com apenas um quarto, ou com salas de trofeus, arsenais, estufas e muito mais, além de poder contratar mordomos e bardos. Será possível, também, adotar crianças e trazer sua esposa para morarem juntos. Mas será preciso gastar um pouco de tempo para educar as crianças e manter os Skeevers e os Gigantes afastados.[31]

Dragonborn[editar | editar código-fonte]

Último DLC de The Elder Scrolls V: Skyrim. Esse novo Add-On foi disponibilizado para os jogadores de Xbox 360 em 4 de dezembro de 2012, Windows dia 5 de fevereiro de 2013 e Playstation 3 dia 12 de fevereiro de 2013. A expansão torna a ilha de Solstheim acessível, possibilita a montaria Dracônica (montar em dragões), novos Shouts, magias, poderes, armas, mais missões, um novo tipo de dragão, um novo reino em Oblivion, armaduras, joias novas, roupas e muitas horas de jogo a mais.[32]. O enredo é o seguinte: Viajar para a ilha de Solstheim e encontrar Miraak, um antigo Sacerdote do Dragão misterioso que uma vez já foi governante da ilha. Ao contrário dos Sacerdotes do Dragão de Skyrim, este indivíduo é supostamente um "Dragonborn" muito parecido com o Dovahkiin jogável, e possui a capacidade de absorver as almas dos Dragões. Hermaeus Mora, o Príncipe Daedrico do Conhecimento, possuí grande envolvimento durante o desenrolar da história. Este DLC está sendo o aclamado como o melhor DLC já feito para Skyrim.[33]

Música[editar | editar código-fonte]

The Elder Scrolls V: Skyrim (Featured Music Selections)
Trilha sonora de Jeremy Soule
Lançamento 11 de novembro de 2011 (2011-11-11)
Gênero(s) Trilha Sonora de Vídeo game
Duração 18:02
The Elder Scrolls V: Skyrim — Original Game Soundtrack
Trilha sonora de Jeremy Soule
Lançamento 23 de dezembro de 2011 (2011-12-23)
Gênero(s) Trilha Sonora de Vídeo game
Duração 218:19 (Duração Total)
63:00 (Disco 1)
56:04 (Disco 2)
56:41 (Disco 3)
42:35 (Disco 4)
Gravadora(s) Direct Song

O grupo escolhido pelo Jeremy Soule para compor a música de Skyrim também foi responsável pelos trabalhos em Morrowind e Oblivion. Ele compôs "Sons of Skyrim", música tema do jogo e foi gravada com um coro de mais de 30 pessoas, cantando na língua dos dragões.[34] O Diretor Criativo Todd Howard imaginou a música tema para Skyrim como uma música de Elder Scrolls cantando por um coro de bárbaros. Isso se tornou uma realidade quando a ideia foi aprovada por Jeremy Soule, que gravou o coro de 30 homens em três gravações diferente e juntou em três camadas separadas ao mesmo tempo para criar o efeito de 90 vozes. A linguagem, Draconiana, foi criada pelo artista de conceito da Bethesda Adam Adamowicz, e ele desenhou os 34 caracteres do alfabeto rúnico para o jogo.[35] O léxico Dracônico pode ser expandido conforme a necessidade; o designer-chefe Bruce Nesmith explicou que, palavras foram introduzidas no léxico "sempre que [a equipe] precisava dizer algo".

Como os dois títulos anteriores da série, a trilha sonora de Skyrim será vendida exclusivamente pelo DirectSong de Jeremy Soule; em 4 de Novembro 4 de 2011 foi anunciado que a única distribuição física do álbum teria 4 CDs, disponíveis no mesmo dia de lançamento do jogo. Todas as copias pre-encomendadas antes de 23 de Dezembro seriam pessoalmente autografada por Soule.[36] Em 17 de Outubro, no Tweet de Pete Hines, Vice Presidente de Relações Públicas e Marketing da Bethesda, postou que "A trilha sonora de Skyrim terá 4 CDs",[37] um álbum de 4 discos lançado foi descoberto por um funcionário da Digital Song durante um erro de exibição da conta.[38] Nas encomendas feitas antes do lançamento pelo sítio Amazon.de foram adicionado 5 faixas promocionais da trilha de Skyrim, este álbum foi intitulado de The Elder Scrolls: The Old Republic Day One - Limited Edition.[39]

Legendary Edition[editar | editar código-fonte]

Anunciada em 25 de abril de 2013[40], a Legendary Edition é, basicamente Skyrim, com todas as suas DLCs e atualizações já em disco

Special Edition[editar | editar código-fonte]

Na E3 de 2016 a Bethesda (criadora do jogo), confirmou que terá uma versão especial chamada Special Edition, que terá o jogo original remasterizado para as plataformas Xbox One, PC e PlayStation 4.[41] A sua data de lançamento foi confirmada para 28 de Outubro de 2016.

Referências

  1. Marcus Oliveira. «"E os vencedores do VGA 2011 são..."». Kotaku Brasil. Consultado em 27 de dezembro de 2011.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  2. a b c Reilly, Jim (11 de janeiro de 2011). «New Elder Scrolls V Skyrim Details». IGN. Consultado em 25 de junho de 2011 
  3. a b c d Piotrowicz, Luke (16 de junho de 2011). «E3: The Elder Scrolls V: Skyrim Impressions». gamemarshal.com. Consultado em 25 de junho de 2011 
  4. «New Elder Scrolls V: Skyrim Gameplay Preview!». Bunker 37. 17 de junho de 2011. Consultado em 25 de junho de 2011 
  5. «First 'Skyrim' Info And Screens Surface». The Sixth Axis. 8 de janeiro de 2011. Consultado em 25 de junho de 2011 
  6. Cottee, James (6 de fevereiro de 2011). «Skyrim to Feature Branching Perk System, Horse Armour». games.on.net. Consultado em 25 de junho de 2011 
  7. Bertz, Matt (28 de janeiro de 2011). «The Elder Scrolls V: Skyrim». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  8. Plunkett, Luke (8 de janeiro de 2011). «The Next Elder Scrolls Has New Combat & Levelling». Kotaku. Consultado em 25 de junho de 2011 
  9. a b Bertz, Matt (24 de janeiro de 2011). «Skyrim: Building Better Combat». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  10. a b c «The Future Of Fantasy (The Elder Scrolls V: Skyrim)». PlayStation Official Magazine (UK) (55): 70–81. Primavera de 2011 
  11. a b c d e Bertz, Matt (17 de janeiro de 2011). «The Technology Behind The Elder Scrolls V: Skyrim». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  12. a b c d e Helgeson, Matt (3 de fevereiro de 2011). «Special Edition Podcast: Todd Howard Skyrim Q&A». The Game Informer Show. Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  13. a b Francis, Tom (12 de dezembro de 2010). «Confirmed: The Elder Scrolls V: Skyrim will use an entirely new engine». PC Gamer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  14. a b c Miller, Matt (20 de janeiro de 2011). «Skyrim's Dragon Shouts». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  15. a b c d e f Miller, Matt (fevereiro de 2011). «Emerging From Legend». GameStop Corporation. Game Informer (213): 46–60 
  16. a b «Alduin's Wall». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  17. Moriarty, Colin (4 de maio de 2011). «The Elder Scrolls V: Skyrim: The Basics». IGN. Consultado em 25 de junho de 2011 
  18. Onyett, Charles (31 de março de 2011). «The Elder Scrolls Evolved: What's New in Skyrim». IGN. Consultado em 25 de junho de 2011 
  19. Howard, Todd (8 de março de 2011). «Welcome Back Elder Scrolls». The Elder Scrolls. Bethesda Softworks. Consultado em 25 de junho de 2011 
  20. a b Nick (16 de dezembro de 2010). «The Bethesda Podcast Episode 6: Enter the Dragon». Bethesda Blog. Bethesda Softworks. Consultado em 25 de junho de 2011 
  21. «Skyrim's unveiling to the world». Bethesda Blog. Bethesda Softworks. 13 de dezembro de 2010 
  22. a b Hanson, Ben (14 de janeiro de 2011). «The Sounds Of Skyrim». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  23. Miller, Matt (6 de janeiro de 2011). «Translating The Cover». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  24. a b c Evans-Thirlwell, Edwin (9 de março de 2011). «From Morrowind to Skyrim: how Bethesda built its latest gameworld». Official Xbox Magazine. Consultado em 25 de junho de 2011 
  25. Cullen, Johnny. «Future Bethesda titles to "take advantage" of Skyrim engine, says Hines». VG24/7. Consultado em 25 de junho de 2011  Texto "date-26 de janeiro de 2011" ignorado (ajuda)
  26. Raven, Chriss (8 de janeiro de 2011). «The Elder Scrolls V: Skyrim – Details and info». TGN.TV. Consultado em 25 de junho de 2011 
  27. a b c d e Hanson, Ben (26 de janeiro de 2011). «The Art Of Skyrim». Game Informer. Consultado em 25 de junho de 2011 
  28. a b Channell, Mike (março de 2011). «The Elder Scrolls V: Skyrim». Offical Xbox Magazine (70): 30–45 
  29. «Skyrim adding Dawnguard DLC this summer». GameSpot. May 1, 2012. Consultado em May 1, 2012  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  30. «Próximo DLC de The Elder Scrolls V: Skyrim pode se chamar Heartfire». BaixakiJogos. Consultado em 23 de agosto de 2012 
  31. «Bethesda faz anúncio oficial de Hearthfire». Bethesda. Consultado em 28 de agosto de 2012 
  32. «Skyrim vai nos levar do volta à Morrowind em um próxima expansão?». Kotaku". Consultado em 16 de outubro de 2012 
  33. «Nova DLC Dragonborn». Guia Skyrim. Consultado em 8 de janeiro de 2013 
  34. Hanson, Ben (January 14, 2011). «The Sounds Of Skyrim». Game Informer. Consultado em January 14, 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  35. Miller, Matt (20 de janeiro de 2011). «Skyrim's Dragon Shouts». Game Informer. Consultado em 10 de novembro de 2011 
  36. «Elder Scrolls V: Skyrim 4 CD Set». DirectSong. Consultado em 10 de novembro de 2011 
  37. Twitter / @DCDeacon: @robertwery Isto é apenas ...
  38. «Skyrim soundtrack coming soon as digital download at directsong.com : skyrim». Reddit.com. 23 de outubro de 2011. Consultado em 10 de novembro de 2011 
  39. Amazon.de Video Games: The Elder Scrolls: The Old Republic Day One ~ Limited Edition]
  40. «Bethesda anuncia The Elder Scrolls V: Skyrim – Legendary Edition». 25 de Abril de 2013. Consultado em 02 de Junho de 2014  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  41. «E3 2016 | Remasterização de Skyrim é confirmada pela Bethesda; veja trailer». Omelete. Consultado em 20 de junho de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]