Carlos Ayres Britto

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Carlos Ayres Britto
Carlos Ayres Britto
55º Presidente do Supremo Tribunal Federal do  Brasil
Mandato: 19 de abril de 2012
até 18 de novembro de 2012
Precedido por: Cezar Peluso
Sucedido por: Joaquim Barbosa
Ministro do Supremo Tribunal Federal do  Brasil
Mandato: 25 de junho de 2003[1]
até 18 de novembro de 2012
Nomeado por: Luiz Inácio Lula da Silva
Precedido por: Ilmar Galvão
Sucedido por: Luís Roberto Barroso
Nascimento: 18 de novembro de 1942 (72 anos)
Propriá-SE
Esposa: Rita de Cássia Pinheiro Reis de Britto
Alma mater: Universidade Federal de Sergipe
Religião: Holismo[2]

Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto (Propriá, 18 de novembro de 1942) é um poeta, acadêmico, professor, magistrado e jurista brasileiro. Foi presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Carreira[editar | editar código-fonte]

Bacharel em Direito (1966), pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual se tornaria professor, é mestre (1982) e doutor (1998) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Na sua trajetória profissional, ocupou, em Sergipe, os cargos de Consultor-Geral do Estado no governo José Rollemberg Leite (1975-1979), Procurador-Geral de Justiça [3] entre 1983 e 1984, e Procurador do Tribunal de Contas do Estado. Em 1990, foi candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores[4] [5] , porém não foi eleito.

Em 2003, foi nomeado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, em virtude da aposentadoria do ministro Ilmar Galvão. Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral no período de 6 de maio de 2008 a 22 de abril de 2010, sucedendo ao ministro Marco Aurélio e sendo sucedido pelo ministro Joaquim Barbosa. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[6] . Foi eleito presidente do STF em 14 de março de 2012, com posse no cargo em 19 de abril, onde permaneceu até 18 de novembro de 2012, quando completou 70 anos e, conforme a regra do artigo 40, § 1º, II da Constituição Federal, foi aposentado compulsoriamente.[7]

Após deixar o STF, retornou à advocacia e tornou-se presidente da Comissão Especial de Defesa da Liberdade de Expressão da Ordem dos Advogados do Brasil.[8]

É autor de diversas obras jurídicas e de poesia[9] . Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.

Livros[editar | editar código-fonte]

Jurídico[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

  • 1980 - Teletempo. edição do autor.
  • 1984 - Um lugar chamado luz. edição do autor.
  • 1998 - Uma quarta de farinha. Curitiba: editora ZNT.
  • 2001 - A pele do ar. Aracaju: Gráfica e Editora J. Andrade.
  • 2003 - Varal de borboletras. Aracaju: Gráfica e Editora J. Andrade.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
Antonio Cezar Peluso
Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
2012
Sucedido por
Joaquim Barbosa