Cândido Mota Filho

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Cândido Motta Filho Academia Brasileira de Letras
Nascimento 16 de setembro de 1897
São Paulo
Morte 4 de fevereiro de 1977 (79 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade  Brasileiro
Ocupação Advogado, professor, magistrado, jornalista, escritor, ensaísta e político

Cândido Motta Filho (São Paulo, 16 de setembro de 1897Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 1977) foi um advogado, professor, magistrado, jornalista, escritor, ensaísta e político brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Seu pai foi advogado e professor de Direito Penal na Faculdade de Direito de São Paulo, deputado, senador e Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura do Estado de São Paulo.

Motinha, assim o chamavam seus amigos mais chegados e os sempre irreverentes estudantes da Academia, também se formou pela mesma Faculdade, turma de 1919, e, tal como o pai, fez parte do corpo docente como professor catedrático de Direito Constitucional. Mais tarde, seria nomeado para o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Na mocidade, engajou-se ao movimento modernista tendo participado ativamente de Semana de Arte Moderna de 1922.

Com Cassiano Ricardo e Menotti del Picchia, promoveu o Movimento Verde-Amarelo, que procurava imprimir novos rumos à literatura brasileira.

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Introdução ao estudo do pensamento nacional, ensaio (1926);
  • Bernardino de Campos, biografia (1931);
  • Alberto Torres e o tema da nossa geração, crítica (1933);
  • Introdução ao estudo da política moderna, política (1934);
  • A função de punir, direito (1936);
  • Rui Barbosa, esse desconhecido, ensaio (1937);
  • O caminho das três agonias, crítica (1938);
  • A defesa da infância contra o crime, direito (1938);
  • Da premeditação, direito (1939);
  • Do estado de necessidade, direito (1940);
  • O Poder Executivo e as ditaduras constitucionais, política (1942);
  • O conteúdo político das constituições, política (1951);
  • Notas de um constante leitor, crítica (1958);
  • A vida de Eduardo Prado, biografia (1967);
  • Contagem regressiva, memórias (1972);
  • Dias lidos e vividos, memórias (1977).

Lorbeerkranz.png Academia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]

Foi eleito em 7 de abril de 1960 para a cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo Aloísio de Castro, e recebido em 20 de julho de 1960 pelo acadêmico Josué Montello.

Prêmio Jabuti[editar | editar código-fonte]

Em 1968 recebeu o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, pela publicação da biografia de Eduardo Prado.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Edgar Santos
Ministro da Educação do Brasil
1954 — 1955
Sucedido por
Abgar Renault
Precedido por
Aloísio de Castro
Lorbeerkranz.png ABL - quarto acadêmico da cadeira 5
1960 — 1977
Sucedido por
Rachel de Queiroz
Precedido por
Vicente de Paulo Vicente de Azevedo
Jabuti 01.jpg Prêmio Jabuti - Biografia e/ou Memórias
1968
Sucedido por
Afonso Arinos de Melo Franco


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