Fiat Uno

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Fiat Uno
2010Uno9.jpg
Construtor Fiat
Produção 1983 - presente
Tipo de Carroçaria Hatchback
Designer Centro Estilo Fiat para América Latina[1]
Centro Estilo Fiat da Itália[1]
Informações técnicas
Motor Fire 1.0 Evo 8V Flex[2]
Fire 1.4 Evo 8V Flex[2]
Distância entre os eixos 2.376 mm[3]
Comprimento (mm) 3.770 mm[3]
Largura (mm) 1.656 mm[3]
Altura (mm) 1.548 mm[3]
Tanque de Combustivel 48 litros
Velocidade máxima 149 km/h gasolina / 151 km/h etanol (Way 1.0)[3]
170 km/h gasolina / 172 km/h álcool (Attractive)[3]
170 km/h gasolina / 172 km/h etanol (Sporting 1.4)[3]
151 km/h gasolina / 153 km/h álcool (Vivace)[3]
165 km/h gasolina / 167 km/h álcool (Way 1.4)[3]
Outros modelos
Cronologia
Último
Último
Fiat Mille
Próximo
Próximo

O Uno é um automóvel compacto fabricado pela Fiat, lançado na Europa em 1983 e descontinuado naquele continente em 1995, embora tenha continuado a ser produzido em outros países. Seu projeto começou a ser desenvolvido no final dos anos 1970, fruto de uma competição entre dois centros de estilo europeus, ganha finalmente pela Italdesign Giugiaro, do projetista Giorgetto Giugiaro. A versão definitiva do Uno foi lançada em 1983 na Europa, para substituir na naquele continente o Fiat 127. No ano seguinte, o carro foi lançado no Brasil com o objetivo de suceder o Fiat 147, trazendo pequenas mudanças em relação ao modelo europeu, como novo capô e a posição do estepe, o qual é localizado no porta-malas do europeu, enquanto no brasileiro fica junto ao motor.

Lançado inicialmente em 3 versões (S, CS e SX, a última com apelo mais esportivo), foi inicialmente rejeitado pelos consumidores tradicionais, que não aceitaram o fato do carro ser tão diferente do que era visto pelas ruas, e logo o veículo foi apelidado de “Botinha Ortopédica”.

A reviravolta do Uno começou nos primeiros dias de 1990, através de incentivos fiscais motivou a marca a lançar a versão 1.0 do carro, já produzida para exportação. Era o Mille, uma versão depenada, com motor mais fraco que os então existentes e inicialmente apenas com duas portas.

Essa foi a versão responsável por uma revolução no mercado brasileiro: A busca por veículos cada vez mais econômicos e acessíveis à uma maior fatia de consumidores. E o termo Mille pegou tanto que virou praticamente um novo nome para o veículo anos depois.

Em 1996, a Fiat ensaiou retirar o carro de linha, pois ele já começava a apresentar o peso da idade em seu desenho. Assim, surgiu o Palio, novo carro global da empresa, com um desenho moderno e com uma farta variedade de versões, que substituíram as mais luxuosas do Uno, como a CS e a 1.6R.

Assim, o Uno continuou existindo somente em suas versões 1.0, que anos após anos recebiam novas nomenclaturas (SX, EX, Young, Fire) e pequenas mudanças na grade (curiosamente, em todos anos entre 2002 e 2008 a grade mudava).

Em 2004, já consagrado apenas como Mille, o veículo passou por uma profunda reforma visual, considerada polemica, pois foram adicionados cantos arredondados em suas linhas, destoando do desenho quadrado. Mas, polêmica a parte, o carro continuou sendo um dos veículos mais vendidos do país consagrados por um bom custo-benefício.

Em 2010, surgiu o Novo Uno. Uma geração totalmente nova que procurava ser uma releitura da geração anterior, adotando o conceito de “Rounded Square”, tendência de estilo já adotada por veículos como o Kia Soul e o Scion xB, esse último inexistente no Brasil. O objetivo dessa nova geração, que veio para conviver com a antiga, foi o de rejuvenescer o nome, tornar o carro mais atraente para o público jovem, dando a ele um apelo mais esportivo e juvenil, enquanto a geração antiga é mais focada nos consumidores racionais, que precisam de um robusto meio de transporte.

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[editar] Versões[2]

O Uno está disponível em 5 versões todas em 4 e 2 portas.

  • Uno Economy 1.0 (2 Portas)
  • Uno 1.0 Vivace (2 e 4 Portas)
  • Uno Way 1.0 (2 e 4 Portas)
  • Uno Way 1.4 (2 e 4 Portas)
  • Uno Attractive 1.4 (2 e 4 Portas)
  • Uno SpoRting 1.4 (2 e 4 Portas)
  • Uno Economy 1.4 (2 Portas)


Referências

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