Final Fantasy VIII

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Final Fantasy VIII
Capa do jogo, apresentando Squall e Rinoa
Desenvolvedora Square
Publicadora(s)
Diretor Yoshinori Kitase
Produtor Shinji Hashimoto
Designer Hiroyuki Ito
Escritor(es) Kazushige Nojima
Compositor(es) Nobuo Uematsu
Artista Tetsuya Nomura
Yusuke Naora
Plataforma(s) PlayStation
Microsoft Windows
PlayStation Network
Série Final Fantasy
Data(s) de lançamento
Gênero(s) Role-playing game
Modos de jogo Single-player
Classificação Inadequado para menores de 12 anos i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 13 anos i ESRB (América do Norte)
Inadequado para menores de 16 anos i PEGI (Europa)
Mídia 4 CD-ROMs
Requisitos mínimos

Final Fantasy VIII é um RPG lançado no final de 1999 pela editora e produtora Squaresoft (actual Square Enix) para a consola PlayStation e posteriormente convertido para PC, em 2010 foi disponibilizado para a PlayStation 3 e PlayStation Portable através da PlayStation Network.

A história desenrola-se em redor de Squall Leonhart, um jovem mercenário SeeD pouco sociável conhecido como "Lobo Solitário", que se envolve num conflito a nível global contra uma feiticeira que manipula guerras e pessoas para controlar o Mundo.

Final Fantasy VIII foi dos primeiros jogos da série a usar personagens com proporções realistas, um sistema de combate que não envolve o tradicional MP (Mana Points), grupos de personagens que nos seguem para onde quer que vamos e um sistema de armamento muito mais simplificado e realista e acompanhado com as melhores Cutscenes da época para a consola.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

À semelhança dos seus antecessores, em Final Fantasy VIII toma-se o controle de um grupo de um personagem, o qual se poderá deslocar livremente pelos cenários, como cidades e o próprio mundo. Em determinadas áreas, o jogador se depara-rá aleatoriamente com uma situação de batalha, onde terá de defrontar um ou mais inimigos. - O que ao decorrer do jogo pode ser empedido através do uso da Habilidade "EncNone" do GF DIablos

Deslocamento nos cenários[editar | editar código-fonte]

À semelhança do capítulo anterior, Final Fantasy VII, os cenários são pré-renderizados, implicando que o cenário apresenta um motor gráfico diferente do original processado pela máquina (e usado para modelar os personagens e objectos com que se interage). A principal diferença neste sector reside no facto de, pela primeira vez na série, estarem visíveis todos os membros da equipa, ao invés apenas do personagem principal (ou o primeiro membro). Recorrendo somente às teclas direccionais ou ao Analógico Esquerdo, é possível andar e correr livremente pelos cenários. Ao contrário dos RPG tradicionais, onde se obtem dinheiro através de batalhas ou exclusivamente da venda dos drops, no FF VIII era possível obter dinheiro apenas se deslocando (andando) pelo mapa, e ao contrario do que alguns pensavam não era por determinado periodo de tempo, mas por um numero especifico de passos (24300 passos), então seu personagem recebia um salário que variava em função de um factor: o nível SeeD.

Batalha[editar | editar código-fonte]

Uma batalha em Final Fantasy VIII.

Uma vez desencadeada uma batalha, o mecanismo de controlo dos personagens é completamente remodelado, não sendo controláveis directamente, mas sim por intermédio de comandos específicos, como atacar e executar magias. Esta é, porém, a premissa base de muitos videojogos do género, estruturada por turnos, onde a cada um pode corresponder uma acção de um personagem.

Limit Breaks[editar | editar código-fonte]

Os personagens de Final Fantasy VIII utilizam ataques especiais chamados de "Limit Breaks", como em Final Fantasy VII. Embora o Limit Breaks no Final Fantasy VII são desencadeados após o jogador ter recebido danos suficiente, em Final Fantasy VIII, a disponibilidade de Limit Breaks depende se o estágio atual de saúde do personagem estiver em risco, sendo possível utilizar a opção Limit Break. A magia "spell Aura" aumenta a probabilidade dos Limit Breaks seja exibido independentemente de um personagem estiver a utilizar hits de pontos restante, enquanto vários estados podem prevenir enfermidades no Limit Breaks. Eles são semelhantes ao "Desperation Attacks" de Final Fantasy VI, em que são aleatoriamente desencadeado quando um personagem esta a beira da morte.

Final Fantasy VIII também introduziu elementos interativos para complementar os Limit Break com animações. Estas seqüências interativas, que variam entre personagem, arma, e a gama de Limit Break são selecionados aleatoriamente com magias e feitiços de precisão cronometrada pelos botões do controle. Concluir com sucesso uma seqüência interativa aumenta o resultado de ataque com grande potência.

Mini-jogos[editar | editar código-fonte]

Triple Triad[editar | editar código-fonte]

O Triple Triad é um jogo de cartas, que tem por objectivo virar as cartas do oponente numa grelha de 3x3. As cartas representam as várias personagens e monstros do jogo.

Equipamentos e sistema de habilidades[editar | editar código-fonte]

Armas[editar | editar código-fonte]

Gunblade[editar | editar código-fonte]

Gunblade é uma arma da série de videogames Final Fantasy que é o resultado da junção de um Revolver com uma espada. A empunhadura das armas é no mesmo local, e o cano da arma fica na lâmina da espada, entre a lâmina e a empunhadura fica o gatilho. Squall e Seifer são especialistas em manipular esse tipo de arma.

Junction[editar | editar código-fonte]

Não existem armaduras ou escudos, ou uma infinidade de armas, apesar de haver a possibilidade de se trocar de armas em menores quantidades. Invés de armaduras, são usadas junções (Junctions) entre GFs (Guardian Forces) e magias (magics). Para que se possa invocar os GFs, deve-se criar a junção do personagem com a desejada Guardian Force; por outro lado as magias são usadas como junção para aumentar atributos (Health Points, Strength, Evade, Status & Elemental Defense, etc).

Algumas magias como Ultima e Apocalypse ganham grande destaque pelo grande impulso que dão aos atributos.

Diferentemente de todos os jogos da série até então, as magias e invocações não se baseiam em MP (Magic Points). No caso das magias há três maneiras de aquisição: o comando Draw usado em batalhas, Draw Points ou refinaria, elas são armazenadas e cada personagem pode armazenar até 100 de cada tipo diferente de magia. No caso dos GFs, há várias maneiras de conseguí-los mas em geral são encontrados durante certos tipos de inimigos.

Guardian Forces[editar | editar código-fonte]

Guardian Forces ou GF's são espíritos ou divindades com poderes que podem ser atribuídos a elementos da natureza ou a magias do próprio jogo,que são controladas por personagens durante a saga de Final Fantasy VIII. No português seriam "Forças Guardiãs".

As Guardian Forces são usadas apenas em batalhas, tendo pouca participação direta no enredo de Final Fantasy VIII. Salvo o caso de Odin, Guardian Force que no final do 3 °Cd do jogo, ataca Seifer, inimigo de Squall(personagem principal), e acaba sendo destruído. Mas após a destruição de Odin, surge Gilgamesh, que havia aparecido como um dos principais inimigos em Final Fantasy V. Mas, ao contrário do que se pensa, Gilgamesh não é outra forma de Odin.

Os elementos devem ser levados em conta durante uma batalha envolvendo GF's, Algumas delas como: Shiva, Ifrit e Quezacotl são ligadas respectivamente à: Gelo, Fogo e Trovão. Ainda existem outras GF's elementais como Pandemona (Ar) e Brothers (Terra); e outras vinculadas a magias como Diablo (Demi), Siren (Silence) e Alexander (Holy).

Algumas GF's podem aprender a habilidade Boost, onde o jogador deve segurar o botão select do controle e apertar diversas vezes o botão " quadrado", elevando assim o poder do golpe desferido pela GF.

Existem cartas das GF's, que são muito raras e poderosas, sendo conseguidas ou por trocas em eventos paralelos à trama principal ou derrotando a própria GF, ganhando ao final da batalha a GF e sua carta.

As GF's ainda são presentes em outros jogos da série como em Final Fantasy X.

Não são necessários pontos ou energia para invocá-los, basta equipá-los: Quando se seleciona o comando GF, deve-se esperar a barra de invocação esvaziar-se. Quanto maior a compatibilidade com o Guardian Force, menor o tempo de espera para que a invocação seja efetuada por completo; para adquirir compatibilidade deve-se equipá-los e usá-los por determinado tempo: mais uso, maior compatibilidade. Os GFs também contam com seus próprios pontos de vida (HP), e toda vez que atingido durante a invocação, o GF perde Health Points.

História[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Great Hyne é Criadora da humanidade e acredita-se ser a primeira feiticeira. Chamar uma feiticeira de Descendente de Hyne demonstra grande respeito.

A lenda conta que Great Hyne criou as pessoas. Foram dados as feiticeiras um fragmento do próprio poder de Hyne. É difícil determinar quantas feiticeiras existem hoje, pois muitas mantêm seus poderes escondidos. Entretanto, acredita-se que elas evitam desperdiçar seus poderes.

Os poderes das feiticeiras são passados através da história pelo processo da incorporação. Qualquer pessoa que tem a capacidade de incorporar o poder da grande feiticeira é uma candidata.

A introdução ao jogo em si é dada a partir de uma animação em CG, com elementos de um teaser. Esta animação atua (apesar de não estar completamente explícito) como uma sinopse do enredo. Também é feita a apresentação crua à história que se dá início logo após a animação, que mostra uma batalha entre o protagonista Squall Leonhart e Seifer Almasy. Posteriormente é revelado que a batalha travada entre os dois fazia parte de um treinamento para o teste SeeD.

O jogo se passa num cenário futurístico, com pequenos traços medievais. As Eras são dividas de acordo com a feiticeira de cada época. Narra-se a passagem dos poderes da feiticeira Edea para Rinoa Heartilly, e as tentativas de feiticeira Ultimecia, do futuro, de comprimir o tempo e dominar o presente, utilizando os poderes da feiticeira Adel, que permanecia congelada e aprisionada numa base espacial. A história se inicia com a sucessão da batalha entre os estudantes do Balamb Garden, Seifer e Squall. Squall é um rapaz de passado misterioso, e cuja sua relação com a instrutora Quistis e Seifer é inicialmente desconhecida. Ele é aspirante a SeeD, e durante suas missões adquire experiência e conhece a maioria de seus companheiros.

Freqüentemente os personagens sonham com um acontecimento passado, que futuramente vem ao seu conhecimento, são conexões causadas por uma garota chamada Ellone. A trama se desenvolve em torno de armações políticas e magia, mesclada com a personalidade e passado dos personagens, que vão sendo revelados durante o jogo.

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Squall Leonhart, especialista em GunBlade
  • Quistis Trepe, instrutora SeeD.
  • Zell Dincht, Lutador e SeeD. Vive com seus pais adotivos em Balamb.
  • Selphie Tilmitt, SeeD, natural de Trabia Garden.
  • Rinoa Heartilly, integrante e líder dos Forest Owls.
  • Irvine Kinneas, atirador de elite da Galbadia Garden.
  • Edea (Matron), feiticeira e, ironicamente, idealizadora dos SeeDs. Fundou Balamb Garden.
  • Headmaster Cid, Diretor e Fundador dos SeeDs e Balamb Garden, juntamente com Edea.
  • Norg, shumi que garantiu fundos para que Cid pudesse erguer Balamb Garden.
  • Seifer Almasy, rival de Squall desde criança. Também utiliza Gunblades.
  • Fujin, de poucas palavras, companheira de Raijin(irmão) e Seifer.
  • Raijin, sempre junto de Fujin(irmã) e Seifer.
  • Feiticeira Adel, foi congelada e enviada ao espaço, para evitar que seu enorme poder despertasse novamente.
  • Ultimecia, feiticeira do futuro, que tenta dominar o presente possuindo o corpo das feiticeiras deste tempo.

Áudio[editar | editar código-fonte]

  • O compositor regular da série Nobuo Uematsu escreveu e dirigiu a trilha sonora de Final Fantasy VIII, que foi lançado em quatro discos compactos pela DigiCube no Japão, e pela Square EA na América do Norte. Além disso, um regime especial de músicas selecionadas do jogo orquestradas pelo Shiro Hamaguchi, foi liberado sob o título de "FITHOS LUSEC WECOS VINOSEC", e uma coleção de arranjos em piano realizado pelo Shinko Ogata, foi lançada com o título de "Piano Collections: Final Fantasy VIII".
  • Esse jogo foi também o primeiro a receber uma música cantada, lançada como single no Japão para divulgar o jogo, "Eyes on me", cantada por Faye Wong, e que também foi a primeira música de um jogo a entrar nas paradas e ser premiada. A partir de então, músicas cantadas apareceram nas seqüencias da série. Mesmo assim, vale frisar que seu antecessor já apresentava uma música com apoio vocal - e mesmo em Final Fantasy VI tentava colocar isso com uma ópera inteira cantada montada com música de sintetizador - foi inclusive composta uma letra para a ópera.
  • As músicas "Liberi Fatali", e "Eyes On me" se tornaram duas das canções mais conhecidas da série. A última canção foi lançada em um CD single no Japão e vendeu mais de 400.000 exemplares, estabelecendo o recorde de música de video game mais vendido em disco lançada naquele país naquela altura. "Liberi Fatali" foi tocada durante as Olimpíadas 2004 em Atenas durante o evento de nado sicronizado feminino.

Mundo do jogo[editar | editar código-fonte]

Sitios[editar | editar código-fonte]

SeeD e Balamb Garden[editar | editar código-fonte]

A Garden de Balamb foi fundada há 12 anos atrás, seguida das gardens de Galbadia e Trabia. Cada garden tem um administrador chamado Master e um diretor. O diretor de Balamb, Cid, é também seu fundador.

Força Mercenária da Garden de Balamb. Estudantes de 15 anos ou mais podem participar dos exames escritos e missões de campo. Eles precisam ser aprovados nos dois para entrar na SeeD. Os membros da SeeD são pagos pela Garden de acordo com seus ranks. Dentro da Garden seus status não são diferentes dos demais estudantes. SeeD conduzem missões em todo o mundo. Muitas missões envolvem apoio em batalha e trabalhos encobertos. SeeD são altamente requisitados por grupos que desejam um pequeno grupo de especialistas. As operações de batalha dos SeeD são notáveis pela suas habilidades no uso da para-magia. A Balamb Garden pesquisa o uso conjunto dos GF's com a para-magia. Para isso, os SeeD da Balamb Garden dominam as mais poderosas formas de para-magia.

SeeDs são, aparentemente, mercenários especializados em combate, e originados em Balamb Garden. Durante a trama, porém, se descobre que a comunidade foi desenvolvida para confrontar o poder da feiticeira, criada por Cid e Edea - que desenvolveu o conceito que deu origem a ambos Balamb Garden e SeeD (ironicamente, Edea viria a se tornar uma feiticeira). Futuramente também é revelado que devido à sua antiga estrutura, Balamb Garden pode mover-se, inclusive sobre a água e terra.

Eventos[editar | editar código-fonte]

Lunar Cry[editar | editar código-fonte]

Se refere à queda dos monstros vindo da lua. Destruiu completamente as cidades de Centra. Ocorre quando existe um ponto de saturação de monstros na lua. Acredita-se que existem certas forças na Terra que proporcionam tal fenômeno. Esse fenômeno ocorreu várias vezes na história e continuará a ocorrer no futuro.

Os monstros são criaturas da lua. Eles caem na Terra a intervalos regulares. Esse fenômeno é conhecido como Lunar Cry. Os monstros oriundos da terra desde o último Lunar Cry se juntam aos que caem da lua. O fenômeno do Lunar Cry também transforma alguns animais em monstros.

Criaturas[editar | editar código-fonte]

Moomba[editar | editar código-fonte]

Uma mutação de algum animal desconhecido. Detalhes são incertos. Lembram-se de pessoas ao lamberem seu sangue. Na verdade são pessoas da vila Shumi quando atingem um estágio de pureza tornando-se essas criaturas. Elas não falam.

Chocobos[editar | editar código-fonte]

Os chocobos, clássicas mascotes da série Final Fantasy, permanecem como um dos meios possíveis de locomoção mas somente no mundo em geral. O sistema de captura dos mesmos é, porém, distinto, e as diferentes espécies de chocobo diferenciadas por cores (um traço característico de Final Fantasy VII) são inexistentes.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento de Final Fantasy VIII começou em 1997 durante a localização da versão americana de Final Fantasy VII. Como acontece com grande parte da produção desde Final Fantasy VII o veterano e criador da série Hironobu Sakaguchi serviu como o produtor executivo, no qual estava focado trabalhando no desenvolvimento do filme Final Fantasy: The Spirits Within deixando a produção e direção do projeto Final Fantasy VIII nas mãos de Yoshinori Kitase. Shinji Hashimoto foi designado para ser o produtor no lugar de Sakaguchi.

Desde o início, Kitase queria uma temática que combinasse fantasia e realismo. Para este fim, ele pretendia incluir um elenco de personagens que pareciam ser pessoas comuns. Personagens criados pelo diretor e caracter design Tetsuya Nomura e diretor de arte e batalha visual Yusuke Naora esforçou para conseguir manter essa impressão, mediante a inclusão de personagens realista proporcionado um fim ao estilo dos personagens super deformed utilizados em desenhos nos títulos anteriores. Além disso, Naora tentou aumentar o realismo do mundo através de uma brilhante iluminação predominantemente com efeitos e sombras distribuídas conforme o caso. Outras medidas incluídas em execução foram as viagens de carros, e da utilização de tecnologia motion capture para dar ao jogo personagens com movimentos reais no jogo e nas seqüências das Cenas em Computação Gráfica.

O escritor Kazushige Nojima manifestou que a dinâmica dos jogadores era se envolver no relacionamento do protagonista sendo um desafio muito importante para ele. Tanto Final Fantasy VII como Final Fantasy VIII teve característica reservada, protagonistas calmos, sob a forma de Cloud Strife e Squall. Em Final Fantasy VIII, no entanto, Nojima trabalhou para dar aos jogadores instintos reais sobre o que o personagem estava pensando, algo como o contraste direto com a movimentação de Final Fantasy VII, que incentivava o jogador a especular. Esta abordagem sobre Final Fantasy VIII é refletida pelo uso freqüente de diálogos que tem lugar apenas na mente de Squall, permitindo que o jogador leia o seu pensamento e compreenda o que ele está pensando ou sentindo, mesmo quando ele mantém esses pensamentos para si mesmo.

Em 1999, o salão de baile de dança de Final Fantasy VIII foi caracterizado como uma demonstração técnica do poderio gráfico do PlayStation 2. Em 2000, foi lançada uma versão para PC Windows. Esta versão apresentava gráficos suave, áudios melhorados, bem como a inclusão do Chocobo World, um minigame estrelando Boko, um Chocobo em destaque uma das side-quests em Final Fantasy VIII. Para a maioria dos jogadores Norte Americanos e europeus, a versão do jogo para PC foi a única forma de jogar no Chocobo World, sendo que esse minigame foi originalmente concebido para ser jogado através do PocketStation, um console portátil da Sony que nunca foi lançado fora do Japão.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy VIII recebeu comentários muito positivas pelos críticos e foi bem sucedido comercialmente. Dentro de dois dias em seu lançamento norte-americano, em 9 de setembro de 1999, Final Fantasy VIII tornou-se o início de venda de vendas do meracado de jogos nos Estados Unidos, uma posição que detinha mais de três semanas. Extrapolando um total de mais de US$ 50 milhões doláres nas treze semanas a seguinte tornando-se a venda mais rápida de venda um título da série Final Fantasy. No Japão, vendeu cerca de 2,5 milhões de unidades nos primeiros quatro dias de lançamento batendo recorde. Mais de seis milhões de unidades foram vendidas no total, até o final do ano de 1999. Em 31 de março de 2003, o jogo tinha enviado 8,15 milhões de cópias por todo o mundo, sendo que 3,7 milhões dessas cópias sendo transferida para 4,45 milhões de estrangeiros no Japão. O jogo foi votado pelos leitores da revista japonesa Famitsu como o 22ª melhor jogo de todos os tempos em 2006.

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Edge 9/10
GameSpot 9,5/10
IGN 9/10
game Informer 9,5/10
Famitsu 37/40
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic 90 de 100
Game Rankings 89,8%

As críticas sobre a jogabilidade foram mistas. O site IGN disse que o aspecto mais fraco do jogo centrava na evocação dos Guardian Force: apesar de demonstrar sequências de ataques "incrivelmente cinematográficas", acabavam por tornarem-se tediosas. Além disso, consideraram que o sistema de batalha era intensamente complicado, ainda que pareça bastante inovador tornava-se muito confuso até mesmo para os que são "fanáticos por RPG's". A revista oficial PlayStation Magazine afirma que o sistema de Junção é uma falha importante, devido à lotação de feitiços repetitivos, enquanto que a revista Edge do Reino Unido comentou que o sistema de batalha era consiste ao mesmo tempo "desconcertante" pois havia uma amálgama de opções intrincadas e técnicas que "a maioria dos jogadores não iria...usar". A GameSpot elogiou o sistema de batalha do jogo, comentando que as "possibilidades de personalização [com o sistema de junção] são imensas".

Em geral, Final Fantasy VIII foi comparado favoravelmente aos seus antecessores. A Gaming Age citou o enredo e os gráficos como duas importantes melhorias comparado-os com Final Fantasy VII, embora considerou as música "dificilmente atrasadas". Apesar de questionar o jogo pela falta de vozes das suas personagens, a Game Revolution elogiou a sua história e a sua conclusão. A Edge marcou Final Fantasy VIII como "um jogo mais comprido que FFVII". Por outro lado, a revista também achava que a duração do jogo deixou a sua história incapaz de "oferecer consistentemente um forte diálogo". Além disso, ela encontrou algumas erros no enredo "... não adequadamente manipulados e preparados", deixando-o "difícil não cumprimentar tais momentos ... mas nada com indiferença". Globalmente, a Edge considerou Final Fantasy VIII ser "mais um jogo excelente feito pela Squaresoft que nos leva a Fantasia Final", resumindo-a como "esteticamente surpreendente, raramente menos atraente, e quase sem um vilão consistente durante a execução do jogo". A Electronic Gaming Monthly ofereceu observações semelhantes, afirmando que o desenvolvimento das personagens no jogo é empolgante e que "é o melhor RPG de todos os tempos" e que "Final Fantasy VIII é o auge no seu género". A cena de introdução de Final Fantasy VIII foi classificado em segundo lugar, pela Game Informer entre a lista dos "Top 10 Video Game Openings".

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]