Final Fantasy VII

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Final Fantasy VII
Final Fantasy VII
Produtora Square
Editora(s) Square, SCEA
Plataforma(s) PlayStation, PC
Data(s) de lançamento Japan 31 de Janeiro, 1997
North America 3 de Setembro, 1997
7 de Outubro, 1997
Europe 14 de Novembro, 1997
Gênero(s) RPG
Modos de jogo Single-player
Número de jogadores 1
Classificação ESRB: T, PEGI: 12+
Média 3 CD-ROM (PSX) 4 CD-ROMS (4, PC)
Controles Joystick; teclado e mouse

Final Fantasy VII é um role-playing game (jogo de interpretação de papéis) produzido pela Square (actual Square Enix) e distribuído pela Sony Computer Entertainment como o sétimo título da série Final Fantasy. O seu lançamento original ocorreu em Janeiro de 1997 no Japão na plataforma da Sony, a consola PlayStation. Em 1998, o jogo foi re-lançado para o Windows da Microsoft e em 2009 na PlayStation Network.[1]

O jogo foi o primeiro da sua série a utilizar gráficos 3D, apresentando personagens totalmente renderizadas em paisagens pré-renderizadas. Este também foi o primeiro título da série a ser distribuído na Europa. A produção de Final Fantasy VII começou em 1994 e o jogo estava originalmente planejado para ser lançado no SNES, para mais tarde planejar-se o seu lançamento no Nintendo 64. Contudo, dado que os cartuchos da Nintendo não possuíam a memória necessária, a Square decidiu lançar o jogo no PlayStation.

A música foi composta pelo veterano da série, Nobuo Uematsu, enquanto que o também desenhista veterano Yoshitaka Amano foi substituído por Tetsuya Nomura.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy VII começou a ser desenvolvido quando a Square abandonou a Nintendo em troca da então nova PlayStation da Sony. Segundo a Square, a razão da mudança foi devido às limitações do cartucho usado pelas consolas da Nintendo.

Foi o primeiro jogo da série Final Fantasy a ser desenvolvido para PlayStation, e depois também lançado para PC.

As versões para PlayStation foram produzidas na América do Norte, Europa e Austrália pela Sony Computer Entertainment, e a versão para PC nos Estados Unidos pela Eidos Interactive. As versões para Playstation na América do Norte foram bastante criticadas, devido aos erros gramaticais. Para manter fidelidade ao jogo, a própria Square foi quem tratou da tradução de japonês para inglês. A versão para PC teve diversos erros corrigidos.

Esse novo empreendimento da Square em pouco tempo virou febre no mundo todo; vendeu 2,5 milhões de cópias em apenas um fim de semana, e 9,8 milhões de cópias até hoje, batendo o recorde de vendas da série e estimulando a venda da PlayStation. É um marco em desenvolvimento técnico e artístico, considerado como o jogo mais influente da história dos videojogos e um dos fatores decisivos que deu à Sony a liderança no mercado.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy VII foi o primeiro jogo da série Final Fantasy a apresentar gráficos tridimensionais

A tela de batalha é uma representação em 3D de uma área, tal como o interior de um edifício ou um campo verde, na qual o jogador comanda o personagem contra inimigos controlados pelo sistema. Os personagens são SD (super deformados) nos mapas, mas os modelos são mais realistas e em escala normal quando em cenas de combate. Final Fantasy VII é o primeiro jogo da série a ter modelos de personagem com polígonos completamente renderizados, em vez de "sprites" em 2D.

O jogador controla seu personagem com liberdade para conversar e explorar as vilas e cidades a procura de itens e armas. O jogo também possui vários minigames, que são essenciais para conseguir os melhores itens. No jogo também é possível o personagem sobrevoar pelo mundo através da Highwind, explorar o oceano com um submarino ou andar sobre vários tipos de chocobos. É também permitida a reprodução de chocobos, através da qual é possível obter animais de cores diferentes, cada vez mais rápidos e resistentes nas corridas da Gold Saucer.

As magias, habilidades e invocações são realizadas por meio de Materias. São esferas para serem equipadas nas armas ou armaduras, que possuem espaços para acoplá-las. Cada Materia contém várias habilidades ou magias, e para usá-las e liberar todas é necessário equipá-la e evoluí-la junto com o personagem. Para realizar os movimentos mais poderosos é necessário a combinação de Materias no equipamento.

Não há mais magias ou habilidades específicas de cada personagem, exceto pelos Limit Breaks, ataques especiais e devastadores que só podem ser usados depois de se receber uma certa quantidade de dano. Os Limit Breaks também podem ser evoluídos de acordo com o nível do personagem.

Materias[editar | editar código-fonte]

Materias são esferas formadas pela solidificação do fluido de Lifestream (fluxo da vida). As Materias são acopladas nas armas e armaduras dos personagens e oferecem habilidades especiais e magias a eles. Existem vários tipos de Materia e cada uma fornece um poder para o portador. O limite de Materia é determinado pelo número de espaços para colocá-las que os equipamentos têm. Existem espaços que são unidos, permitindo combinação de Materias.

As materias quando são usadas em batalha recebem pontos de habilidade (AP) e eles aumentam o nível da matéria, o que provoca aumento na eficiência delas. Quando elas chegam no nível máximo, uma nova materia do mesmo tipo no nível inicial é criada.

Existem cinco grupos de Materia:

  • Magia (verde): Permite que o portador desfira magias comuns.
  • Invocação (vermelha): Permite que o portador invoque criaturas para ajudar nas batalhas por um turno (Summons).
  • Comando (amarela): Permite que o portador use um comando especial como mímica, roubar e manipulação. Existe também a materia enemy skills que permite aprender e usar magias de inimigos.
  • Suporte (azul): Elas são combinadas com outra Materia para melhorar seu efeito através das ligações que os equipamentos podem possuir para combinar duas matérias, como fazer uma magia atingir todos os inimigos, fazer a magia ficar mais forte, etc.
  • Independente (roxa): São Materias que dão habilidades extras ao portador ou ao grupo inteiro, como cobrir automaticamente aliados feridos contra ataques, aumentar poder mágico, atrair Chocobos no campo, etc.

Existem também as Master materias, elas são de três tipos: Magia (permite usar todos os tipos de magia), Invocação (permite usar qualquer invocação) e Comando (permite usar qualquer comando). Elas são obtidas combinando todas as outras do tipo no nível máximo, ou matando Ruby Weapon.

História[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em Final Fantasy VII, o jogador entra no papel de Cloud Strife, um mercenário a serviço do grupo de ecoterrorismo chamado AVALANCHE, sob a liderança do explosivo Barret Wallace. A primeira missão é explodir um dos reatores de Mako (energia gerada a partir do Lifestream, a "vida" do planeta) da empresa Shinra, que controla boa parte do mundo. Essa exploração do Lifestream está degradando o planeta, mas poucos fazem algo a respeito, pois têm a vida facilitada pela nova energia, fora o forte controle militar exercido pela companhia Shinra.

Cloud já foi um soldado da própria Shinra, mas, por razões desconhecidas de início, deixou a empresa e passou a trabalhar como um mercenário disposto a qualquer coisa, se o pagamento for satisfatório. Ele passa a trabalhar para o grupo AVALANCHE após encontrar sua amiga de infância, Tifa Lockhart, dona de um bar chamado Seventh Heaven em Midgar que serve como esconderijo do grupo.

Com o progresso da história, Cloud, embora sem demonstrar um particular interesse pela causa de Barret, acaba sendo arrastado pelos acontecimentos até tomar conhecimento do retorno de Sephiroth, um grande herói de guerra que havia sido dado por morto no incidente de Nibelheim, há cinco anos. Sephiroth já fora um ídolo para Cloud, mas enlouqueceu por motivos misteriosos, e Cloud sabe o risco que ele representa.

Ao longo do jogo, Cloud conhece uma jovem florista chamada Aerith Gainsborough, uma Cetra, onde nasce um relacionamento entre os dois. Ela entra pra AVALANCHE, e mais tarde novos personagens também participam do grupo.

Muito do que Cloud julgava conhecer revela-se como mentira, com grandes revelações e reviravoltas envolvendo seu passado e outros personagens.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.
  • Cloud Strife (クラウド・ストライフ, Kuraudo Sutoraifu): Nasceu em Nibelheim. Quis ser um membro da Soldier, onde trabalhava Sephiroth que era seu ídolo desde pequeno. Cloud tem um passado obscuro, momentos de sua vida estão escondidos por uma amnésia que nem mesmo ele sabe quando e como começou. Agora como mercenário, se une ao grupo AVALANCHE, e tem uma chance de descobrir segredos sobre seu passado.
  • Aerith Gainsborough ou Aeris Gainsborough (エアリス・ゲインズブール, Earisu Geinzubūru): Aerith nasceu em Icicle Lodge. Ela é a última descendente dos Cetra, uma raça superior conhecida como The Ancients. Aerith ainda criança vai para Midgar com sua mãe, que lá morre. Após a morte de sua mãe, Aeris é adotada por Elmyra. Ela se encontra por acaso com Cloud, com quem se une posteriormente para lutar contra Shin-ra. Nasce um relacionamento entre Aerith e Cloud,que se assemelhava com seu primeiro amor Zack Fair.
  • Barret Wallace (バレット・ウォーレス, Baretto Wōresu): Sua cidade natal é Corel, uma vila destruída pela explosão de de um dos antigos reatores Mako da Shin-ra. Formou e lidera o grupo AVALANCHE na luta contra a Mega corporação Shin-ra que tenta sugar o Lifestream do planeta.
  • Tifa Lockhart (ティファ・ロックハート, Tifa Rokkuhāto): Tifa nasceu em Nibelheim, mesma cidade de Cloud, e viveu sua infância junto a ele. Foi treinada por Great Zack. Trabalha num bar, esconderijo da Avalanche (da qual também faz parte). Apesar de possuir características marcantes como: sinceridade, companheirismo e otimismo. Ela guarda pra si seus sentimentos por Cloud.
  • Red XIII (レッドXIII, Reddo Sātīn): Red XIII nasceu na cidade-observatório Cosmo Canyon, onde é conhecido como Nanaki. Assim como Aeris, Red XIII (nome que ganhou junto com uma tatuagem de Hojo, que o usava como cobaia de seus experimentos) também pertence a uma raça poderosa, ambicionada pela Shin-ra. Red XIII tem inteligência superior à dos humanos, o que o torna um personagem essencial no desenrolar da trama.
  • Cid Highwind (シド・ハイウィンド, Shido Haiwindo): Cid vive em Rocket Town (cidade-testes da Shin-ra para experimentos espaciais). É um engenheiro espacial e ex-piloto da Shin-ra, cujo sonho de voar no espaço ficou distante após o fracasso da primeira tentativa. Cid une-se ao grupo Avalanche, do qual será piloto. Sua participação é decisiva em alguns momentos.
  • Vincent Valentine (ヴィンセント・ヴァレンタイン, Vinsento Varentain): Ex-membro dos Turks, Vincent é encontrado pelo grupo Avalanche dentro de um caixão, na Mansão de Shinra, em Nibelhein. Vincent tem uma forte relação com o passado de Sephiroth, cuja verdadeira mãe é Lucrecia, por quem já foi apaixonado em vida. Experimentos do cientista Hojo causaram tanto a separação quanto a união dessas três personagens da história. Um tanto sombrio, agora ele quer se vingar de Hojo, da Shinra e de Sephiroth.
  • Cait Sith (ケット・シー, Ketto Shī): é uma dupla formada por um gato que anda em cima de um Moogle (criatura presente nos FF que se parece com um bicho de pelúcia), a quem dá ordens com seu megafone. Trabalha em Gold Saucer, trapaceando as pessoas. Cait Sith é na verdade um espião de Shinra. Ele se infiltra entre os membros da Avalanche e passa informações para Shinra. Mais tarde se arrepende e também entra para o grupo. Sua verdadeira história é desconhecida.
  • Yuffie Kisaragi (ユフィ・キサラギ, Yufi Kisaragi): Yuffie não tem um comportamento adequado de acordo com os padrões de Wutai (cidade natal de Yuffie, onde imperam as tradições de um clã ninja da qual sua família faz parte). Ela tem o péssimo hábito de roubar pequenas coisas e foi exatamente isso que promoveu o encontro inusitado com o grupo Avalanche, ao qual ela também se une para combater a corporação Shin-ra, que derrotou seu pai em uma revolta originada em Wutai.
  • Sephiroth (セフィロス, Sefirosu): Sephiroth é considerado um dos mais cruéis vilões de RPG. O que se sabe sobre ele é que é filho de Lucrécia (amada de Vincent), mas mais tarde descobriu que foi uma experiência genética de Hojo, e que seu passado remonta a Nibelheim, aparentemente sua cidade-natal. Por causa do passado trágico, Sephiroth pensa ser produto do projeto JENOVA, que tentava criar um humano com poderes de Cetra. Seu objetivo é destruir a Terra em nome da que pensa ser sua mãe morta, Jenova. Com sua espada (Masamune) ele é o símbolo de poder para os cadetes da elite Soldier, até mesmo para Cloud, que o considerava um soldado exemplar.
  • Zack Fair: Muito pouco é revelado sobre este personagem no game. Zack é um personagem que tem extrema importância na história de Cloud, Aeris e Sephiroth, mais precisamente nos fatos anteriores à trama que são revelados em flashbacks. Zack é um SOLDIER de primeira classe. Natural de Gongaga saiu de sua vila para se tornar um SOLDIER deixando a casa de seus pais. Ao se tornar um SOLDIER conhece Aerith que se apaixona por ele, Cloud com 16 anos virando seu melhor amigo e discípulo, e observa o seu maior herói Sephiroth se tornar vilão. Zack morre depois de matar um exército inteiro para proteger Cloud e conseguir reencontrar sua amada Aerith.

Mundo do jogo[editar | editar código-fonte]

Ancients (Cetra)[editar | editar código-fonte]

Os Cetra foram uma raça poderosa que habitou o planeta há milhares de anos. Eram uma raça itinerante, chegavam a um planeta, se instalavam, usufruíam de seus recursos e depois partiam para outro planeta. Essa atividade se dava pela busca da "Terra Prometida" (Promised Land), onde acreditavam que poderiam passar o resto de seus dias. Com o tempo alguns dos Cetra se cansaram de viajar de planeta em planeta e permaneceram no mundo até o fim de seus dias. A raça humana os conhece como Ancients, os ancestrais da vida no planeta. Os Cetra possuíam um conhecimento além da compreensão humana. E esse conhecimento está extremamente ligado ao planeta, o que lhes permitia dominar o Lifestream, a "vida" do planeta, e usar a magia. Esta raça desapareceu do planeta vítima da chegada de Jenova. As últimas Cetra de que se teve notícia foram Ilfana e Aeris. Ilfana foi vítima das experiências do Prof. Hojo. Após a morte de sua mãe Ilfana, Aeris era a última sobrevivente dos Cetra.

Shin-ra[editar | editar código-fonte]

É a única empresa capaz de sugar o Lifestream da Terra e transformá-la em energia através de vários reatores espalhados pelo mundo. Por isso ela monopolizou o comércio de energia e cresceu tanto que não só conseguiu dominar Midgar, como também toda a região, o comércio automobilístico, o exército e ainda fez o Prefeito de Midgar como um mero bibliotecário, sem poder algum na cidade.

Projeto J-E-N-O-V-A[editar | editar código-fonte]

O projeto JENOVA foi realizado pelo Dr. Gast, então chefe do departamento de pesquisas da Shin-Ra. O espécime Jenova foi encontrado na Northern Crater e confundido com um Ancient. O projeto tinha como objetivo recriar um Ancient que controlasse os poderes do planeta. Os experimentos foram realizados em Nibelhein. Uma das células de JENOVA foi implantada em uma moça chamada Lucrécia, que deu luz a Sephiroth.

Recepção[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
PSM 5/5
GameSpot 9,5/10[2]
GamePro 5/5
IGN 9,5/10[3]
Official PlayStation Magazine (US) 5/5
Famitsu 38/40[4]
1UP.com A+[5]
Electronic Gaming Monthly 9,5/10
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic 92 de 100
Game Rankings 92%
MobyGames 93 de 100
TopTenReviews 3.7428 de 4

Final Fantasy VII teve muitas críticas positivas e sucesso comercial estrondoso, estabeleceu vários registros de vendas. Dentro de três dias de seu lançamento no Japão, o jogo tinha vendido 2,3 milhões de cópias. Esta popularidade inspirou milhares de revendedores na América do Norte para atender a demanda pelo título aos públicos. Na semana de estréia do jogo na América do Norte, vendeu em torno de 330.000 cópias, alcançado 500.000 unidades vendidas em menos de três semanas. A dinâmica construída na abertura do jogo estimulou boas vendas durante semanas e assim continuando por vários meses; A Sony tinha anunciado que o jogo havia vendido um milhão de cópias no continente até ao início de Dezembro, o analista de negócios Edward Williams de Monness, Crespi, Hardt & Co. fez o seguinte comentário, a "Sony redefiniu o novo estilo dos (RPG) em uma categoria ampliando uma alta audiência com o lançamento de Final Fantasy VII". Final Fantasy VII já vendeu mais de 9,8 milhões de exemplares no mundo inteiro a partir de Dezembro de 2005, tornando-se o título mais vendido da série.

Embora a Square Enix tenha feito o anúncio de que Final Fantasy VII seria produzido para a plataforma da Sony em vez da Nintendo, o jogo continua a manter forte seguidores. Está em segundo colocado no "Top 100 jogos favoritos de todos os tempos" sondagem feita pela revista japonesa Famitsu durante Março de 2006, enquanto os usuários do site GameFAQs escolheram Final Fantasy VII como o "Best Game Ever", em 2004 e em 2005 e segundo colocado em 2009.

Críticas[editar | editar código-fonte]

O jogo recebeu elogios de vários críticos mundialmente. A GameSpot comentou que "nunca antes se viu tecnologia, jogabilidade, narrativa sendo combinados em um só, e que poderia ser visto em Final Fantasy VII", manifestação especial a favor dos gráficos belíssimos do jogo para a época, áudio e história. A Jay da IGN insistiu que os camponentes gráficos do jogo estavam fora "anos luz , jamais visto em um PlayStation", e considerou o seu sistema de batalha como seu ponto mais forte. O site RPGamer elogiou a trilha sonora do jogo, tanto em variedade como grande volume, afirmando que " Uematsu tinha feito um trabalho excepcionalmente maravilhoso" e "é talvez a sua melhor composição". Em Janeiro de 2005, foi selecionado pela Electronic Gaming Monthly como o sexto na sua lista dos" 10 mais importantes jogos...que ajudaram a redefinir a indústria de jogos desde 1989...". Citando seu "belo corte de cenas e uma profunda, introspectiva narrativa", alegaram que a "que o jogo da Square foi...o primeiro RPG a superar, em vez de copiar, filme com um boa narrativa". No final de 2007,a revista Dengeki PlayStation elogiou Final Fantasy VII como a "melhor história", "melhor RPG", e "melhor jogo global" nos respectivos prêmios das características retrospectiva sobre lançada no PlayStation original. A GamePro disse que é o décimo quarto jogo mais importante e mais inovadoras no mundo dos vídeo games de todos os tempos.

Apesar das críticas positivas, Final Fantasy VII também recebeu algumas críticas negativas. Como da GameSpy é o sétimo classificado, no seu "25 Jogos mais superestimados" lista feita em Setembro de 2003. A PlayStation Magazine (OPM) questionou junto a GameSpot que o jogo tinha uma progressão altamente linear. A OPM considerou a tradução do jogo "um pouco enlameada" e sentiu que as animações de convocar summons eram "entediante". O RPGamer disse que "o jogo está longe de ser perfeito", citando a sua tradução como" embalado em erros ortográficos e outros erros mais obscuros gerando uma parcela de confusão". A GamePro também considerou a tradução do japonês para o Inglês uma fraqueza muito significativa no jogo, e a IGN considerou a opção de usar apenas três personagens em um momento como "a única falha do jogo".

Compilação de Final Fantasy VII[editar | editar código-fonte]

Compilation of Final Fantasy VII é um projeto da Square Enix de criar jogos e animações complementando a história do jogo original.

O final do jogo é muito obscuro, abrindo um leque de possibilidades. Ao contrário dos outros jogos de Final Fantasy, em Final Fantasy VII não aparece a mensagem "The End", no final, isso mostra que a Square tinha planos de fazer expansões para o jogo. Vendo uma possibilidade, a Square anunciou que iria fazer um filme, Final Fantasy VII: Advent Children. Enquanto a data de lançamento não era liberada, outros jogos foram aparecendo. O primeiro deles foi o para celular, Before Crisis. Depois veio o Crisis Core. Para explicar alguns detalhes complicados da história do jogo e o que aconteceu depois do final, fizeram algumas histórias. Até que finalmente veio o tão esperado filme, que concluiu a história de maneira surpreendente. Para finalizar a franquia Final Fantasy VII, foi lançado o Dirge of Cerberus, para PlayStation 2, que não agradou muito. Atualmente existem 6 compilações para Final Fantasy VII:

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Jogos PlayStation - FINAL FANTASY® VII. Página visitada em 15 de Julho de 2010.
  2. Kavasin, Greg (29 de Setembro de 2009). Final Fantasy VII Review for PlayStation (em inglês) GameSpot. Página visitada em 06/09/2009.
  3. Boor, Jay (3 de Setembro de 1997). IGN: Final Fantasy Review (em inglês) IGN. Página visitada em 06/09/2009.
  4. Final Fantasy VII - Famitsu Scores Archive (em inglês). Página visitada em 06/09/2009.
  5. 1UP Staff (1 de Janeiro de 2000). Final Fantasy VII Review from 1UP.com (em inglês) 1UP. Página visitada em 06/09/2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Final Fantasy VII