Hino da Flandres

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De Vlaamse Leeuw ('O Leão Flamengo) é o hino regional da Flandres. A letra é da autoria de Hippolyte Jan Van Peenen. A música é de Karel Miry.

Texto original[editar | editar código-fonte]

Zij zullen hem niet temmen, de fiere Vlaamse Leeuw,
Al dreigen zij zijn vrijheid met kluisters en geschreeuw.
Zij zullen hem niet temmen, zolang een Vlaming leeft,
Zolang de Leeuw kan klauwen, zolang hij tanden heeft.
Refrão:
Zij zullen hem niet temmen, zolang een Vlaming leeft,
Zolang de Leeuw kan klauwen, zolang hij tanden heeft.
De tijd verslindt de steden, geen tronen blijven staan:
De legerbenden sneven, een volk zal nooit vergaan.
De vijand trekt te velde, omringd van doodsgevaar.
Wij lachen met zijn woede, de Vlaamse Leeuw is daar.
Refrão
Hij strijdt nu duizend jaren voor vrijheid, land en God;
En nog zijn zijne krachten in al haar jeugdgenot.
Als zij hem machteloos denken en tergen met een schop,
Dan richt hij zich bedreigend en vrees'lijk voor hen op.
Refrão
Wee hem, de onbezonnen', die vals en vol verraad,
De Vlaamse Leeuw komt strelen en trouweloos hem slaat.
Geen enkle handbeweging die hij uit 't oog verliest:
En voelt hij zich getroffen, hij stelt zijn maan en briest.
Refrão
Het wraaksein is gegeven, hij is hun tergen moe;
Met vuur in't oog, met woede springt hij den vijand toe.
Hij scheurt, vernielt, verplettert, bedekt met bloed en slijk
En zegepralend grijnst hij op's vijands trillend lijk.
Refrão

Possível tradução[editar | editar código-fonte]

I. Nunca o domarão, ao feroz Leão da Flandres,
Ainda que ameacem a sua liberdade com gritos e grilhetas.
Não o domarão: não enquanto viva um Flamengo,
Não enquanto o Leão tenha garras, não enquanto tenha dentes.

Refrão:

Não o domarão: não enquanto viva um Flamengo,
Não enquanto o Leão tenha garras, não enquanto tenha dentes.
II. O tempo devora cidades, nenhum trono perdura eternamente,
Os exércitos são arrastados, mas um povo nunca morre.
O inimigo marcha contra nós, envolto em perigo mortal,
Mas nós rimos do seu furor, o Leão da Flandres está connosco.

Refrão

III. Há mil anos que luta pela liberdade, Pátria e Deus,
E tem ainda a força da sua primeira juventude.
Quando o julgam desgastado e o desprezam com um pontapé,
Ele ergue-se, ameaçador, terrível perante eles.

Refrão

IV. Pobre do insensato, do traidor e do hipócrita
Que o queira amansar para o levar a morte indigna.
Não há movimento que não perceba
À ofensa, ergue a juba e ruge.

Refrão

V. O sinal da vingança foi dado; cansado dos importúnios,
Com o olhar em fogo, salta sobre o inimigo,
Rasga, destrói, esmaga, cobre de sangue e lama
E, triunfante, ri sobre o corpo tremente do inimigo.

Refrão

Ligações externas[editar | editar código-fonte]