Língua leonesa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A língua Leonesa ou leonês (Llingua Llïonesa) é língua que surgiu a partir do latim vulgar e de contribuições de línguas pré-românicas faladas na região ocupada hoje pelas províncias espanholas de Leão, Zamora e Salamanca, e em algumas aldeias do Distrito de Bragança, em Portugal. Assemelha-se ao mirandês e ao asturiano, pertencendo ao grupo das línguas ibéricas e classificada no subgrupo lingüístico Astur-leonês.
Por ser uma língua falada por um grupo restrito, o Leonês é falado apenas no norte e oeste da província de Leão e entre gente da Serra de La Cabreira; já se encontra perto de ser extinto em Zamora e Salamanca. Em face disso, o Conselho Leonês [1], de Zamora, de Coyaza, de Mansiella de las Mulas ou La Bañeza fazem campanhas, em favor da sua não-extinção, ensinando o Leonês para a população mais jovem e, também, lutam na tentativa de conseguir aceitação desta linguagem entre a população urbana.
Essas campanhas têm obtido resultados satisfatórios. Houve um aumento do número de jovens que tem do Leonês se utilizado, ao menos na escrita.
A comunidade que vive em território Leonês e vários partidos políticos têm lutado para criar uma comunidade autônoma leonesa, à margem da comunidade de Castela e Leão, que obteve autonomia em 1983.

