Morangos Silvestres

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Morangos Silvestres
Smultronstället
Morangos Silvestres (PT/BR)
Ingmar Bergman e Gunnar Sjöberg durante as filmagens de Smultronstället.
 Suécia
1957 • p&b • 91 min 
Direção Ingmar Bergman
Produção Allan Ekelund
Roteiro Ingmar Bergman
Elenco Victor Sjöström
Bibi Andersson
Ingrid Thulin
Idioma sueco
Música Erik Nordgren
Direção de arte Karl-Arne Bergman
Direção de fotografia Gunnar Fischer
Edição Oscar Rosander
Página no IMDb (em inglês)

Smultronstället (br / pt: Morangos Silvestres) é um premiado filme sueco de 1957, do gênero drama, escrito e dirigido por Ingmar Bergman. O título original, em sueco, refere-se ao lugar (stället) onde se encontram morangos silvestres (smultron) .

O elenco inclui os actores regulares nos trabalhos de Bergman, Bibi Andersson, Ingrid Thulin e Gunnar Björnstrand. Max von Sydow também aparece em um pequeno papel. Bergman escreveu todo o roteiro no hospital.

Em 2004, foi considerado pelo New York Times como um dos 1000 melhores filmes produzidos.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O professor de medicina Isak Borg dirige com sua nora Marianne de Estocolmo a Lund para receber o grau honorário da Universidade de Lund por seus 50 anos de carreira. No caminho, relembra os principais momentos de sua vida, temendo a morte que se aproxima. Conhece diversas pessoas na estrada, desde Sara e os seus companheiros de viagem , Viktor e Anders, os quais se dirigem para Itália, assim como um casal que faz lembrar Isak a sua própria vida e casamento, com cujo carro quase têm um acidente.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ingmar Bergman e Victor Sjöström nos estúdios em Solna, durante as filmagens de Morangos silvestres, em 1957.

Prêmios e reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

Festival Internacional de Berlim (1958)

BAFTA (1959)

  • Indicado na categoria de Melhor Filme.
  • Indicado na categoria de Melhor Ator (estrangeiro) (Victor Sjöström).

Globo de Ouro (1960)

  • Venceu na categoria de Melhor Filme (estrangeiro).

Oscar (1960)

O filme está na lista de melhores filmes do Vaticano, recomendado pela sua descrição da "jornada interior de um homem, do sofrimentos do remorso e ansiedade para uma sensação de paz e reconciliação".[2]

Referências

  1. The Best 1,000 Movies Ever Made (em Inglês). The New York Times. Página visitada em 11-9-2009.
  2. Film and Broadcasting. Vatican Best Films List (em inglês). Página visitada em 2-10-2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]