Bacacheri

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Bacacheri
Subprefeitura Boa Vista
Área 6,98 km²
População 23.106 hab.
Densidade 33,10[1] hab/km²
Bairros Limítrofes Bairro Alto, Boa Vista, Cabral, Hugo Lange, Jardim Social, Santa Cândida e Tingui
Principais Vias Avenida Prefeito Erasto Gaertner
Avenida Francisco Albizu
Rua Cláudio Chatagnier
Rua Fagundes Varela
Rua Paulo Ildefonso Assumpção
Rua México
Rua Nicarágua
Rua Marcelino Nogueira
Rodovia Régis Bittencourt
Pontos de referência Aeroporto do Bacacheri
Parque General Iberê de Mattos
Cindacta II
Ordem Rosa Cruz

O Bacacheri é um bairro do município brasileiro de Curitiba, capital do Paraná. Localiza-se na subprefeitura do Boa Vista, sendo que está situado na região nordeste do município. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população no ano de 2010 era de 23 734 habitantes, cujo valor representava 1,4% do total do município e estava distribuído em uma área de 6,98 km². É famoso por abrigar o Aeroporto de Bacacheri, que realiza vôos domésticos para outros estados brasileiros.

Os primeiros tempos do bairro são confundidos com a fundação, nessa região, da Colônia Argelina de imigrantes, em 1869. A colônia foi nominada porque a maior parte dos seus imigrantes era formada por franceses que vieram da Argélia, sendo existentes também alemães, suíços, suecos, ingleses e, mais tarde, italianos. O bairro cresceu e se desenvolveu e isso teve ligação, nas origens, ao trânsito direcionado para a estrada da Graciosa, que originou as inúmeras lojas da zona comercial e os serviços públicos. O Parque dos Ingleses é atração principal na história do bairro.

No bairro se localiza a Ordem Rosa Cruz e nele o museu egípcio o qual tem objetos da cultura egípcia antiga e uma múmia. Muitas pessoas confundem a Ordem Rosa Cruz com a Maçonaria, porque ambas as sociedades secretas têm a mesma filosofia.

O bairro é sede de importantes pontos de referência, conforme já citados anteriormente, são eles o Aeroporto do Bacacheri, o Parque General Iberê de Mattos, o Cindacta II e a Ordem Rosa Cruz. As principais vias públicas do bairro são a Avenida Prefeito Erasto Gaertner, a Avenida Francisco Albizu, a Rua Cláudio Chatagnier, a Rua Fagundes Varela, a Rua Paulo Ildefonso Assumpção, a Rua México, a Rua Nicarágua, a Rua Marcelino Nogueira e a Rodovia Régis Bittencourt.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome do bairro Bacacheri surgiu pela primeira vez num documento de 1778, o qual se refere a uma escritura pública que vendeu um pedaço de campo na paragem da Vila Velha, no Atuba. Já em 1820, o naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire relatou as seguintes palavras: "… e parei num pequeno sítio denominado Bacacheri, nome derivado das palavras guaranis vaca e ciri, "vaca que escorregou".[2]

Segundo o historiador Ermelino de Leão o termo vem da língua tupi e tem o significado de rio pequeno, se referindo ao rio Bacacheri que banha o bairro. Mas, a história conhecida pela maior parte das pessoas, é uma referência aos imigrantes que chegaram em Curitiba em meados do século XIX. Naquela época, se falava uma grande variedade de línguas na cidade. Tentando o aprendizado da língua oficial do Império do Brasil, esses imigrantes produziram situações irônicas as quais começaram a integrar o folclore da cidade. Uma delas relata que um dos antigos imigrantes franceses colonizadores da região possuía uma vaca de estimação denominada Chèrie (querida, em francês), desaparecida algum dia. O dono procurou seu animal e todos eram perguntados caso não viram sua "Vaca Chèrie". O sotaque possibilitou o entendimento da vaca como "baca" e o "Chèrie" "cheri", fazendo com que o local fosse de conhecimento como o da "baca cheri", isto é, Bacacheri.[2]

Outra versão, parecida com a primeira, que também envolvia imigrantes, gira ao redor do mesmo animal. Essa versão é uma atribuição ao nome do bairro Bacacheri porque algum produtor rural francês era carinhoso por sua vaquinha. Na referência ao animal, o homem teria dito minha "baca cherri". Num linguajar de confusão, "baca" significaria "vaca" e "chèrie" é o termo francês cujo significado é "querida". Os sons foram misturados e isso produziria o nome Bacacheri.[2]

Essas versões, apesar de sua preservação e sua reprodução de geração em geração, têm contestação baseada em fatos históricos. Em conformidade com a documentação, criou-se de modo prático o nome Bacacheri um século anterior à chegada desses imigrantes e o que possivelmente ocorreu de modo provável é que o termo "vacaciri" foi afrancesado para Bacacheri, uma vez que os imigrantes franceses colonizaram o bairro.[2]

História[editar | editar código-fonte]

A então estrada da Graciosa (que é hoje a avenida Prefeito Erasto Gaertner), histórico caminho que fazia a ligação entre Curitiba e o litoral do Paraná, na região Sul do Brasil, atingia o Bacacheri de antigamente. Os viajantes transitavam em direção a Paranaguá e isso facilitou que, com indução ao desenvolvimento, o comércio e os serviços fossem implantados e que os moradores fossem fixados na região. Dentre as fontes de antigamente existe uma ata da Câmara Municipal, datada de 1858, onde se pede 50 braças de terreno na estrada que liga Bacachery a Cajuru. Desde a metade do século XIX melhorias foram recebidas pela estrada da Graciosa de forma a facilitar o tráfego de meios de transporte. Os primeiros tempos do bairro estão relacionados à Colônia Argelina, criada em 1869, perto da estrada da Graciosa, formada, em sua maioria, por colonizadores franceses que vieram da Argélia. Mas a colônia não se desenvolveu.[3]

Antigo quartel do 5° Regimento de Aviação, sede atual do CINDACTA II.

Nos primeiros anos do século XX, no Bacacheri de antigamente, os imóveis predominantes eram chácaras e propriedades rurais de ocupação pecuarista. Em 1932, vinte simpatizantes do aerodesportismo fundaram o Aeroclube do Paraná e em 1937, o Exército Brasileiro construiu um complexo militar como abrigo do 5º Regimento de Aviação, pertencente, naquela época, ao Ministério da Guerra. Em 1941, o presidente Getúlio Vargas criou o Ministério da Aeronáutica e o 5º Regimento de Aviação foi elevado à categoria de destacamento da Base Aérea de Curitiba, que se localiza no Bacacheri. Em 1947, o Decreto nº 175 da prefeitura de Curitiba, aprovado pelo Conselho Administrativo do Estado, fez a delimitação oficial do bairro Bacacheri. O Bacacheri de antigamente alcançava as regiões dos bairros Jardim Social e Bairro Alto dos dias de hoje. Por meio da lei municipal nº 5541, de 1967, a prefeitura de Curitiba criou o distrito do Bacacheri.[3]

Geografia[editar | editar código-fonte]

O Bacacheri é o vigésimo-segundo maior bairro em extensão territorial de Curitiba e está localizado no nordeste do município, mais precisamente na subprefeitura do Boa Vista.[4] A área do bairro, segundo o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), é de 6,98 km², 698,10 hectares e 6 981 000 m².[4] Situa-se a 25°24'03" de latitude sul e 49°13'41" de longitude oeste e está a uma distância de 3 140 metros a nordeste do marco zero de Curitiba.[4] Seus bairros limítrofes são Tingui e Santa Cândida, a norte; Jardim Social e Hugo Lange a sul; Bairro Alto a leste; Boa Vista e Cabral, a oeste.[5]

A delimitação do bairro de acordo com o decreto municipal nº 774, de 1975 é a seguinte: ponto inicial na confluência da Rua Cel. Romão R. O. Branco e Av. Nossa Sra. da Luz. Segue pela Av. Nossa Sra. da Luz, Estrada de Ferro Curitiba - Rio Branco do Sul, Av. Paraná, Ruas Fernando de Noronha, 29 de Junho, Miguel Jorge, rua sem nome, Começo da Avenida Prefeito Erasto Gaertner. final da Av. Monteiro Tourinho paralela ao Rio Bacacheri, rua sem nome do conjunto Solar, Marginal da BR-116, Av. Edegard Stelfeld, Ruas Osório Duque Estrada, Langue de Morretes, Cel. Temístocles de Souza Brasil, Cel. Romão R. O. Branco, até o ponto inicial.[3] [4]

Rio Bacacheri.

No Bacacheri há grande variação de altitude, sendo que o bairro é cercado por altos morros na metade sul, nos extremos norte e leste, e as maiores altitudes estão no extremo oeste. A altitude máxima chega aos 950 metros e a altitude mínima se encontra no Conjunto Residencial Solar, com 895 metros. A leste e norte da localidade passa o Rio Bacacheri, que pertence à Bacia do Atuba-Bacacheri, onde o principal acidente geográfico empresta seu nome ao bairro.[6] O Bacacheri é banhado pelo rio do mesmo nome que nasce no bairro de Cachoeira e desagua no Rio Atuba.[7] [8] Passando por vários outros bairros de Curitiba, como o Tarumã, o Bairro Alto, o Tingui, o Boa Vista, o Santa Cândida, o Barreirinha e o Cachoeira.[6] Os afluentes do rio Bacacheri existentes no território do bairro do mesmo nome são o Córrego Duque de Caxias, o Córrego do Material Bélico e o Rio Tarumã.[9] Atualmente o rio Bacacheri sofre com muitos resíduos, na maioria de origem residencial. Exemplificando, no ano de 2007 se realizaram três limpezas no rio Bacacheri e se retiraram ao todo 1500 quilos de resíduos, entre os mais importantes: sacolas plásticas, madeira, embalagens, garrafas pet, resto de comida, etc.[10]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Vista parcial do Bairro Bacacheri com a zona residencial.

Em 2010, a população do bairro foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 23 734 habitantes,[1] sendo comparável a cidades paranaenses como Itaperuçu, Cambará, Piraí do Sul, Santa Helena e Ortigueira.[11] Dentre os 75 bairros que Curitiba se subdivide, o Bacacheri não estava sequer entre os 10 mais populosos, englobando 1,46% da população municipal. A área ocupada pelo Bacacheri era de 6,98 km², sendo então a densidade demográfica de 33,10 habitantes por km².[1]

Dos 23 734 habitantes, 11 032 eram homens (46,5% do total) e 12 702 mulheres (53,5%). A razão de sexo era de 86,85. Dentre os homens, a faixa etária predominante era a de pessoas que tinham entre 25 e 29 anos, que envolvia 4,2% do total. Entre as mulheres esta também é a que predomina, reunindo 4,58% do total da população do sexo feminino. Ainda segundo o IBGE, no ano de 2010 havia no total 846 domicílios.[1]

Sede da Grande Loja de Jurisdição de Língua Portuguesa da AMORC.

Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o bairro, assim como o distrito e município, está situado na Arquidiocese de Curitiba. Curitiba é a sede da arquidiocese do mesmo nome,[12] que compreende outros onze municípios[nota 1] e 136 paróquias.[13] O Bacacheri é atendido por três paróquias e um santuário: a Paróquia de São Pedro e São Paulo, no Tingüi; a Paróquia de Santo Antônio, no Boa Vista; a Paróquia do Senhor Bom Jesus, no Cabral; e o Santuário Nossa Senhora da Salette, no Jardim Social.[nota 1]

Também há os mais diversos credos protestantes, reformados e outros, como a Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis, o Espiritismo, a Igreja Congregacional, a Igreja Messiânica Mundial, a Seicho-No-Ie, a Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, a Igreja do Evangelho Quadrangular, a Igreja Presbiteriana Independente, a Igreja Batista, e a Igreja Metodista, entre outras. Existem ainda cristãos de várias outras denominações, tais como as Testemunhas de Jeová e os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon.[14] [15]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde e educação[editar | editar código-fonte]

Escola Municipal Jaguariaíva, localizada no Conjunto Residencial Solar.

Não há nenhum hospital localizado no bairro, havendo apenas cinco unidades de saúde,[6] dentre as quais podemos citar a Unidade Municipal de Saúde do Bacacheri e a Unidade de Saúde Boa Vista, assim como todas as existentes em todo o município de Curitiba, são administradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS),[16] [17] oferecendo atendimentos e consultas básicas à população e serviços de enfermagem, além de servirem como posto de vacina durante campanhas de vacinação.[18] Eventualmente as unidades organizam palestras e campanhas educativas com foco à área da saúde.[19] Na área da educação, o bairro conta com apenas cinco instituições de ensino: um colégio público estadual, um colégio particular, uma escola pública estadual e duas escolas municipais: o Colégio Estadual Leôncio Correia,[20] o Colégio Nossa Senhora do Rosário, a Escola Municipal Jaguariaíva e a Escola Municipal Eny Caldeira.[6]

Serviços, comunicações e segurança pública[editar | editar código-fonte]

20º Batalhão de Infantaria Blindado.

O Bacacheri está a cerca de 7 km da sede da 3ª Companhia do 20º Batalhão de Polícia Militar, localizada no Bairro Alto, que tem um efetivo de 26 747 pessoas e é subordinada ao 1° CRPM, sede da Polícia Militar do Paraná.[21] O bairro conta com importantes unidades do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira como o 20º Batalhão de Infantaria Blindado, o Cindacta II e o Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar.[22] [23] [24]

O serviço de abastecimento de água é feito pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Já o serviço de abastecimento de energia elétrica é feito pela Companhia Paranaense de Energia (Copel). O código de área (DDD) do bairro e de Curitiba é 041 e o Código de Endereçamento Postal (CEP) vai de 82510-000 a 82600-360.[25] No Bacacheri está situada uma das várias agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Curitiba, que localiza-se na Rua Holanda e atende ainda a bairros próximos, como o Bairro Alto, o Cabral e o Boa Vista.[26] Também há disponibilidade de acesso à internet por uma rede com tecnologia wireless (sem fio).[27]

Transporte[editar | editar código-fonte]

O Bacacheri ou mesmo a subprefeitura Boa Vista conta com o Aeroporto do Bacacheri, que atende a movimentação de pequenas e médias aeronaves e está localizado a 8 km do centro da capital.[28] No início da década de 1930, no bairro curitibano do Bacacheri foi estabelecido uma base área para aviação militar, utilizando a área do antigo Colégio Agrícola Estadual (onde era situado em Curitiba na época), que já possuía uma pista para pouso e decolagens de aeronaves. Em 1942, passou a ser integrado como propriedade do Ministério da Aeronáutica. Em 31 de março de 1980, devido a ampla utilização por aeronaves civis, a administração da Base Aérea do Bacacheri passou a ser de responsabilidade da Infraero, sendo a partir de então a receber o nome atual.[29]

Por meio de vias de transporte o bairro conecta-se com a Avenida Paraná, a Avenida Prefeito Erasto Gaertner, a Avenida Francisco Albizu, a Rua Cláudio Chatagnier, a Rua Fagundes Varela, a Rua Paulo Ildefonso Assumpção, a Rua México, a Rua Nicarágua, a Rua Marcelino Nogueira e a BR-116.[9] O transporte coletivo do município e do bairro é feito pela Rede Integrada de Transporte. Há no bairro, ao longo da Avenida Paraná, cinco estações tubo a saber: Estação Tubo Fernando de Noronha, Estação Tubo Antônio Lago, Estação Tubo Boa Vista, Estação Tubo Gago Coutinho e Estação Tubo Holanda.[30]

Cultura, turismo e lazer[editar | editar código-fonte]

Os principais pontos turísticos do bairro são o Cindacta II,[23] o Aeroporto do Bacacheri,[29] a Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis[31] e o Parque Bacacheri.[32]

O CINDACTA II tem como área de atuação os estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e partes de São Paulo. Para se ter uma ideia, os Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) são unidades que executam atividades de controle do tráfego aéreo comercial e militar, vigilância do espaço aéreo e comando das ações de defesa aérea no Brasil.[33]

O Aeroporto do Bacacheri atende a movimentação de pequenas e médias aeronaves e está localizado a 7 km do centro da capital.[28] No início da década de 1930, no bairro curitibano do Bacacheri foi estabelecido uma base área para aviação militar, utilizando a área do antigo Colégio Agrícola Estadual (onde era situado em Curitiba na época), que já possuía uma pista para pouso e decolagens de aeronaves. Em 1942, passou a ser integrado como propriedade do Ministério da Aeronáutica. Em 31 de março de 1980, devido a ampla utilização por aeronaves civis, a administração da Base Aérea do Bacacheri passou a ser de responsabilidade da Infraero, sendo a partir de então a receber o nome atual.[29]

Portal do Parque Bacacheri.

A atual GLP nasceu com o nome de Grande Loja do Brasil (GLB) em 1956 no Rio de Janeiro. Após oito anos, em 1964, ela foi transferida para Curitiba, quando foi construída a sua sede própria. A loja se divide em várias partes além do templo, tais como: Prédio da Administração da GLP; Museu Egípcio e Rosacruz; Templo Rosacruz e Heptada Martinista com o Portal de Aquenáton ao centro; Auditório Harvey Spencer Lewis; Biblioteca Alexandria; Espaço de Arte Francis Bacon; Memorial no Bosque Rosacruz; Morada do Silêncio, Chaminé da Serra (Serra do Mar).[31]

O Parque Bacacheri tem uma área de com 152 mil m2[34] e é a principal referência do bairro (de mesmo nome) que é considerado um dos mais antigos da cidade e que já foi uma colônia de franceses (originários da Argélia) com o nome de Colônia Argelina.[35] Até meados do século XX o local era chamado de Tanque do Bacacheri, pois ali era formado um pequeno lago em meio ao percurso do Rio Bacacheri. Com algumas reformas e a implantação de melhorias, a prefeitura inaugurou, em 1988, o Parque General Iberê de Mattos que anos mais tarde ganhou um nome de referência que é mais conhecido que a denominação oficial: Parque Bacacheri.[36] Com uma infraestrutura de recreação e lazer para os moradores locais e turistas, o parque oferece desde pista de caminhada até canchas de volei e futebol de areia, contando, também, com lanchonetes, bica d'água, lago, churrasqueiras e playground.[37]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (16 de novembro de 2011). «Sinopse dos dados - Setor: 410690205040062 - Bacacheri». Consultado em 15 de agosto de 2013. 
  2. a b c d Fenianos 2000, p. 9.
  3. a b c IPPUC. «Histórico dos bairros de Curitiba» (PDF). Curitiba em Dados. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  4. a b c d IPPUC (2005). «Bairro Bacacheri: Aspectos Físicos» (PDF). Curitiba em Dados. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  5. Guia Geográfico. «Bairros de Curitiba». Consultado em 29 de março de 2016. 
  6. a b c d IPPUC (2014). «Regional Boa Vista» (PDF). A cidade que queremos. Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  7. IPPUC (Fevereiro de 2003). «Mapa do Cachoeira» (PDF). Guia Geográfico. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  8. IPPUC (Fevereiro de 2003). «Mapa do Bairro Alto» (PDF). Guia Geográfico. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  9. a b IPPUC (Fevereiro de 2003). «Mapa do Bacacheri» (PDF). Guia Geográfico. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Consultado em 29 de março de 2016. 
  10. IMAP (2012). «A CONTRIBUIÇÃO DO TERCEIRO SETOR NA RECUPERAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS URBANOS, NO MUNICÍPIO DE CURITIBA» (PDF). Instituto Municipal de Administração Pública. Consultado em 29 de março de 2016. 
  11. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). «Censo 2010 - Paraná» (PDF). Consultado em 15 de agosto de 2013. 
  12. Arquidiocese de Curitiba. «Mapa». Consultado em 15 de agosto de 2013. 
  13. Fernandes, José Carlos (27 de julho de 2013). «A geração que bagunçou a paróquia». Gazeta do Povo. Consultado em 15 de agosto de 2013. 
  14. Apontador.com.br. «Igrejas,Templos e Instituições Religiosas em Bacacheri, Curitiba, PR». Consultado em 15 de agosto de 2013. 
  15. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Arquivado desde o original em 26 de fevereiro de 2015. Consultado em 26 de fevereiro de 2015. 
  16. Prefeitura de Curitiba. «UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE - BACACHERI». Consultado em 29 de março de 2016. 
  17. Prefeitura de Curitiba. «UPA BOA VISTA». Consultado em 29 de março de 2016. 
  18. Redação (13 de agosto de 2015). «Campanha de vacinação contra pólio terá 28 postos de saúde abertos em Curitiba». Gazeta do Povo. Consultado em 29 de março de 2016. 
  19. Prefeitura (5 de fevereiro de 2016). «Curitiba participa de campanha para combater o mosquito Aedes aegypti». Consultado em 29 de março de 2016. 
  20. «Histórico». Colégio Estadual Leôncio Correia. Consultado em 29 de março de 2016. 
  21. «20º Batalhão de Polícia Militar». Polícia Militar do Paraná. Consultado em 29 de março de 2016. 
  22. «20º BIB - Batalhão de Infantaria Blindada». PontosBR.com. 8 de outubro de 2013. Consultado em 29 de março de 2016. 
  23. a b Cindacta II. «Localização». Consultado em 29 de março de 2016. 
  24. Prefeitura de Curitiba (22 de outubro de 2013). «Equipe da Prefeitura conhece Parque de Manutenção da 5ª Região do Exército». Consultado em 29 de março de 2016. 
  25. Correios. «CEP de cidades brasileiras». Consultado em 20 de junho de 2011. 
  26. «Paraná». Consultado em 29 de março de 2016. 
  27. Gazeta do Povo (22 de fevereiro de 2013). «Curitiba conta com rede wi-fi gratuita em 11 pontos». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. 
  28. a b «Aeroporto do Bacacheri». Rodoferroviaria.com. Consultado em 29 de março de 2016. 
  29. a b c Infraero. «Aeroporto de Bacacheri». Consultado em 29 de março de 2016. 
  30. «Estações Tubo do Bacacheri». Google Maps. Consultado em 29 de março de 2016. 
  31. a b AMORC. «Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz». Site Oficial. Consultado em 29 de março de 2016. 
  32. Gazeta do Povo Infografia (18 de julho de 2010). «Seção - Saiba Mais - Veja mais informações sobre o Parque Bacacheri». Consultado em 13 de novembro de 2010. 
  33. DECEA. «CINDACTA II». Departamento de Controle do Espaço Aéreo. Consultado em 29 de março de 2016. 
  34. Gazeta do Povo Infografia (18 de julho de 2010). «Seção - Saiba Mais - Veja mais informações sobre o Parque Bacacheri». Consultado em 13 de novembro de 2010. 
  35. Daliane Nogueira da Gazeta do Povo (18 de julho de 2010). «Novas obras em bairro antigo». Consultado em 13 de novembro de 2010. 
  36. Parque do Bacacheri Parques de Curitiba - acessado em 13 de novembro de 2010
  37. Parque do Bacacheri (Curitiba) WikiMapia - acessado em 13 de novembro de 2010

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • FENIANOS, Eduardo Emílio. Bacacheri: Tingui: vamos voar.... Curitiba, PR: UniverCidade, 2000. 52 p. (Bairros de Curitiba; 19)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]