Jaime de Séguier

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Jayme de Séguier [1] (Barcelos, 18601932) foi um escritor português. Filho de Carlos da Silva de Séguier e de Maria Casimira de Amorim Soares de Séguier.

Em Lisboa, colaborou em jornais e revistas como o «Jornal da Noite» ou o «Diário de Notícias», bem como no semanário Jornal do domingo [2] (1881-1883), na Renascença [3] (1878-1879?), e ainda em O Pantheon [4] (1880-1881). Como escritor publicou, entre outras obras, «Alegros e Adágios» (1883), coletânea de poesias.

Foi o autor do «Dicionário Prático Ilustrado» (Diccionário Prático Illustrado - Novo Diccionário Encyclopédico Luso-Brasileiro, título completo na ortografia original),[1] publicado em 1910, em Portugal e no Brasil. Jayme de Séguier adota na primeira edição uma ortografia (e acentuação) em linha com muitas das regras que viriam a ser adotadas na Reforma Ortográfica de 1911. A obra, por vezes considerada uma tradução não oficial do dicionário francês Larousse, teve segunda e terceira edições em 1930 e 1946 e está na origem do «Dicionário Lello Prático Ilustrado», atualizado e aumentado por José Lello e Edgar Lello, cuja primeira edição é de 1952[1] e que, em 2009, foi adquirida pela Priberam, servindo de base para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.[1]

Referências

  1. a b c d «Cronologia da língua portuguesa». DicionarioeGramatica.com. Consultado em 5 de abril de 2016 
  2. Rita Correia (6 de Setembro de 2007). «Ficha histórica: Jornal do domingo : revista universal (1881-1883).» (PDF). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 1 de Dezembro de 2014 
  3. Helena Roldão (3 de outubro de 2013). «Ficha histórica: A renascença : orgão dos trabalhos da geração moderna» (PDF). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 31 de março de 2015 
  4. Helena Roldão (25 de Maio de 2013). «Ficha histórica: O pantheon: revista de sciencias e lettras (1880-1881)» (PDF). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 9 de Fevereiro de 2015 
Precedido por
Élisée Reclus
(fundador)
Olivenkranz.png Sócio correspondente da ABL - cadeira 3
1910 — 1932
Sucedido por
Armando Erse de Figueiredo



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