Metrô de Lima

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Metrô de Lima
Matrod.jpg
Trens que operam no sistema.
Informações
Proprietário Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE)
Local Flag of Lima.svg Lima
País  Peru
Tipo de transporte Estação de Metrô Metrô
Número de linhas 1 (+ 2 em obras)
Número de estações 26
Tráfego 340 mil/dia[1]
Website [1]
Funcionamento
Início de funcionamento 11 de julho de 2011 (6 anos)[2]
Operadora(s) GyM y Ferrovías S.A.[3]
Número de veículos 24
Dados técnicos
Extensão do sistema 34,4 km
Frequência Entre 6 e 10 min
Bitola Bitola padrão (1435 mm)
Eletrificação Catenária (1500Vcc)
Velocidade máxima 80 km/h

O Metrô de Lima, oficialmente Metro de Lima y Callao, é um sistema de metrô que opera na Região Metropolitana de Lima, no Peru.[4] É operado pela GyM y Ferrovías S.A..[3]

É composto atualmente por uma única linha em operação, a Linha 1, que possui 26 estações e 34,4 km de extensão.[4] O sistema entrou em operação no dia 11 de julho de 2011.[2] A Linha 2 e a Linha 4 encontram-se em implantação, enquanto que a Linha 3 encontra-se em projeto.[5]

Atualmente atende somente o município de Lima através de estações situadas em 11 distritos, porém o sistema está sendo expandido para atender também o município de Callao.[5] O sistema transporta uma média de 340 mil passageiros por dia.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Projeto Inicial[editar | editar código-fonte]

Entre 1972 e 1973, o consórcio "Metrolima", formado pela empresa peruana Electrowatt Ingenieros Consultores SA e pela alemã Lahmeyer International GmbH, elaborou o estudo de viabilidade técnico-econômico e o anteprojeto do "Sistema de Transporte Rápido Masivo de Pasajeros en el Área Metropolitana de Lima-Callao", aprovado pelo Governo Revolucionário das Forças Armadas do Peru em 1974.[6] Infelizmente, diversos fatores como a crise política causada pela doença súbita do presidente do Peru, na época o General Velasco Alvarado, o fato do local estar situado em uma zona altamente sísmica e a crise econômica internacional daquela época impossibilitaram a obtenção do financiamento de US$ 317.000.000 na época.

Dessa maneira, o projeto do "Metrolima", que contemplava um total de 5 linhas subterrâneas, foi arquivado permanentemente.

Início das Obras e Paralisação[editar | editar código-fonte]

Estação Villa El Salvador, inaugurada em 1990 quando a Linha 1 ainda não havia sido concluída.

Em 1986, o primeiro governo de Alan García criou a "Autoridad Autónoma del Proyecto Especial Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao" pelo Decreto Supremo N° 001-86 - MIPRE e com o auxílio da Lei N° 24565.[7][8] Esse órgão convocou um concurso público para a implementação do metrô e quem venceu foi o "Consorcio Tralima" da Itália. Este consórcio prontamente começou a construção da infraestrutura da via em elevado.

Em 18 de outubro de 1986 foi colocada a "pedra fundamental" para o que hoje é a Linha 1.[9] Esta linha foi a principal promessa feita em 1987 pelo recém-eleito prefeito de Lima, Jorge del Castillo.[10] As obras começaram com uma oficina de pátio de 120.000 m², no distrito de Villa El Salvador, ao sul da cidade, destinada ao estacionamento dos comboios e à manutenção dos mesmos. A construção avançou de forma relativamente rápida durante dois anos, mas quando a Linha 1 chegou ao distrito de San Juan de Miraflores (especificamente ao chegar na Estação Atocongo) o país entrou em uma profunda crise econômica e social, o que levou a obra ser paralisada após um investimento de 226 milhões de dólares em cofinanciamento com o governo italiano.[10] O seu trajeto original era continuar pela Avenida Aviación até chegar ao Hospital 2 de Mayo, no centro de Lima, mas o orçamento havia se esgotado e isso, juntamente com vários questionamentos à transparência na gestão dos recursos[11] e outros fatores como a inflação e o terrorismo (esse último deixou a capital sem energia por longos períodos), fizeram a obra ficar paralisada.

A construção do viaduto da Linha 1 ficou paralisada por mais de 20 anos até o reinício das obras em 2010.

Em 28 de abril de 1990, a três meses do fim do primeiro governo aprista, Alan García ordenou a inauguração da obra.[10] No entanto, com uma extensão curta (9,2 km) que não chegava a entrar nos distritos centrais e de maior demanda, a Linha 1 se tornou uma linha inacessível para a maior parte da população. Por essa razão, os trens operavam vazios para evitar a deterioração e excepcionalmente transportava passageiros de forma gratuita quando as empresas de transportes da capital paralisaram os trabalhos por causa de uma reivindicação sindical.

Em várias ocasiões, os candidatos a prefeito e a presidente prometeram a conclusão do projeto, embora isso nunca tenha acontecido. Assim, dada a inoperatividade do sistema, os distritos por onde passava a via do metrô começavam a "cobrir" os pilares abandonados e os trechos não concluídos para tentar diminuir, de alguma forma, o impacto negativo provocado à paisagem urbana. Assim, no acostamento central da Avenida Aviación, colocou-se grama a fim de impedir o comércio ambulante (que na época era um grave problema em Lima). Foram plantadas árvores e videiras, além de plantas que escalavam os pilares inacabados. Alguns distritos também pintaram suas colunas e muros com paisagens peruanas, como uma forma de assumir que as obras havia sido abandonadas.

Em 5 de agosto de 2001, a AATE passou às mãos da Prefeitura de Lima pelo Decreto de Emergência N° 058-2001,[12] dando esperanças de que o projeto seria retomado. No entanto, o metrô continuou operando com viagens sem passageiros para evitar a deterioração dos trens. Dessa forma, o projeto chegaria a 20 anos abandonado.[13]

No ano de 2005, a Secretaría Técnica del Consejo de Transporte de Lima y Callao (instituição no âmbito do Ministério dos Transportes e Comunicações - MTC) solicitou à Agencia de Cooperación Técnica del Japón (JICA) a formulação de um Plano Diretor de Transporte Urbano que considerasse uma rede de sete linhas para o Metrô de Lima. No entanto, o plano foi rejeitado.

Retomada do Projeto[editar | editar código-fonte]

Mapa do Metrô de Lima, incluindo as linhas 1, 2 e 4.

No ano de 2009, o governo decidiu que o Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) iria continuar na administração da Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE), autorizando uma agência do ministério chamada Provias Nacional a organizar um concurso internacional para selecionar a empresa que executará as obras civis do trecho faltante do lote 1 da Linha 1, além de instalar os equipamentos eletromecânicos do mesmo. O financiamento da obra veio de uma operação de endividamento externo com a Corporación Andina de Fomento (CAF) de US$ 300.000.000, aprovado em 18 de agosto de 2009.[14] No dia 2 de dezembro do mesmo ano, o Ministério autorizou ao Consorcio Tren Eléctrico de Lima, formado pela empresa brasileira Odebrecht e pela peruana Graña y Montero, a executar as obras.[15] A construção da continuação da Linha 1 do Metrô de Lima começou no dia 2 de março de 2010.[16]

Nesse contexto, o governo emitiu o Decreto Supremo N° 059-2010-MTC que aprovou a "Red Básica del Metro de Lima".[17] Esse dispositivo foi destinado a fornecer o quadro jurídico para a implementação do sistema como um todo, considerando em seu projeto a recente consorciada Linha 1, além de outras linhas que seriam construídas no futuro.

Trem parado na Estação Villa El Salvador, em 2011.

Em janeiro de 2011, as obras da Linha 1 estavam praticamente terminadas, restando somente a eletrificação da nova via, que estaria a cargo da empresa alemã Siemens,[18] e a renovação do material circulante pelo seu fabricante original, a italiana AnsaldoBreda. Em paralelo, o Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) organizou em conjunto com a Agencia de Promoción de la Inversión Privada (Proinversión) um novo concurso para selecionar quem iria operar o sistema. O operador escolhido foi o Consorcio Tren Lima - Línea 1, formado pela empresa peruana Graña y Montero e pela argentina Ferrovías, operadora da Linha Belgrano Norte e de outros serviços ferroviários em Buenos Aires.[19] O consórcio formado pela GyM y Ferrovías forneceu o material rodante faltante, composto por 7 trens adicionais e 48 vagões adicionais aos trens existentes. O consórcio assumiu a operação do metrô por um período de 30 anos. O lote 1 da Linha 1 foi inaugurado em 11 de julho de 2011 pelo presidente Alan García Pérez, em uma cerimônia realizada na Estação Miguel Grau.[2] Em 11 de outubro de 2011, a Autoridad Autónoma del Tren Eléctrico (AATE) passou à GyM Ferrovías S.A. a operação do Metrô de Lima. No mesmo mês se iniciaram os testes sem passageiros da Linha 1. A partir de 3 de janeiro de 2012 se iniciaram as pré-operações em 9 estações (Villa El Salvador, Parque Industrial, María Auxiliadora, Jorge Chávez, Ayacucho, Angamos, San Borja Sur, Nicolás Arriola e Gamarra) em horário limitado. Em 6 de janeiro entraram em operação as outras estações em horário completo (as 6:00 até 21:00), e entre 9 de janeiro e 4 de abril as viagens foram gratuitas para todos os passageiros. A operação comercial se iniciou em 5 de abril de 2012 com a cobrança pelo uso do serviço, sendo usado para isso um cartão recarregável que pode ser adquirido em todas as estações.[20]

Em paralelo, o Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) anunciou um concurso internacional para a construção da segunda etapa da Linha 1, que liga a Estação Miguel Grau com o distrito de San Juan de Lurigancho. Em 10 de novembro de 2011 se iniciaram os trabalhos preliminares de construção do segundo lote da Linha 1, a poucos metros do final do viaduto já construído, no cruzamento das Avenidas Aviación e Grau, em frente ao quartel Barbones no centro de Lima. Em 10 de abril de 2012 foi oficialmente lançada a pedra fundamental da construção e se deu início as obras de grande envergadura.[21] Depois de quase dois anos de trabalhos, concluiu-se o lote 2 e os aproximadamente 35 quilômetros do projeto da Linha 1, interligando assim 11 distritos de Lima, entre Villa El Salvador e San Juan de Lurigancho. Foram construídos 12,5 quilômetros de vias em elevado, com 10 estações e duas grandes pontes sobre o Rio Rímac e a Via de Evitamiento. A obra foi entregue em 12 de maio de 2014,[22] e depois de três meses de testes sem passageiros, no dia 25 de julho de 2014 foi iniciada a operação comercial da linha como um todo, permitindo viagens entre Villa El Salvador e San Juan de Lurigancho em 54 minutos, em contradição com as três horas que eram levadas de ônibus nos horários de pico.[23] A conclusão total da Linha 1 foi um dia histórico para a cidade de Lima pois sua construção levou mais de duas décadas.

Expansão[editar | editar código-fonte]

Aeroporto Internacional Jorge Chávez, que será beneficiado com a Linha 2.

Em 15 de fevereiro de 2012 o presidente Ollanta Humala anunciou a decisão do Governo Federal em construir a Linha 2.[24] A agência estatal ProInversión ficou encarregada do projeto, preparando os estudos de viabilidade econômica em coordenação com o Ministério dos Transportes e Comunicações para, em seguida, realizar a chamada de um concurso internacional a fim de entregar a concessão do projeto para investidores privados.[25] No dia 28 de março de 2014, o Consorcio Nuevo Metro de Lima venceu o concurso,[26] dando início às obras em 29 de dezembro do mesmo ano,[5] com uma cerimônia formal que contou com a presença do presidente do Peru, Ollanta Humala.[27] Como planejado, a empresa contratada ficou responsável por construir a Linha 2, que será totalmente subterrânea e ligará as partes leste e oeste da cidade, além de se conectar com a Linha 1 na futura Estação 28 de Julio e com o sistema de ônibus, conhecido como Metropolitano, na Estação Central. Além disso, o consórcio ficou encarregado em construir um trecho de 8 km da Linha 4, que ligará as partes norte e sul da cidade, desde a Estação Carmen de la Legua, em Callao, até o Anel 200 Millas, conectando-se com o Aeroporto Internacional Jorge Chávez.

Em paralelo, o governo anunciou que iria construir a Linha 3, que também ligará as partes norte e sul da cidade, para a qual o consórcio formado pelas empresas europeias Price Water House Coopers, Ingerop, Metropolitana Milanese e Alpha Consult realizou os estudos de viabilidade econômica.[28] Esses estudos foram concluídos em abril de 2015, e após serem aprovados se conhecerá o trajeto da linha e o prazo para o início das obras.[29]

Linhas[editar | editar código-fonte]

O sistema é composto por uma única linha em operação, a Linha 1, além de mais 2 em obras.[30][31] Cada linha é identificada por um algarismo e uma cor. A Linha 1, aberta em 2011, é constituída atualmente por 26 estações e 34,4 km de extensão.

A tabela abaixo lista o nome, a cor distintiva, as estações terminais, o ano de abertura, a extensão e o número de estações tanto das linhas que estão em operação quanto das linhas em implantação:

Linha Cor Terminais Ano de abertura Extensão (km) N.º de estações
Lima Metro Linea 1.svg Verde Villa El SalvadorBayóvar 2011 34,4 km 26
Logo linea 2 Metro de Lima.png Amarela Puerto de CallaoMunicipalidad de Ate Em obras Em obras 27,0 km 27
Lima Metro Linea 4 logo.svg Vermelha Carmen de la LeguaGambeta Em obras Em obras 8,0 km 8

Estações[editar | editar código-fonte]

O sistema é composto por 26 estações em operação,[30] das quais 6 são superficiais e 20 são elevadas. Além destas, mais 35 estações encontram-se em construção.[31] As estações, tanto as que estão em operação quanto as que estão em implantação, são listadas a seguir:

Lima Metro Linea 1.svg
Linha 1
Logo linea 2 Metro de Lima.png
Linha 2
Lima Metro Linea 4 logo.svg
Linha 4

Material rodante[editar | editar código-fonte]

O material rodante é composto por trens de rolamento pneumático. Atualmente estão em operação 24 trens, fabricados pela empresa italiana AnsaldoBreda e pela espanhola Alstom. A distribuição dos comboios pelas linhas será a seguinte:

A tabela abaixo mostra o modelo, o fabricante e a patente dos diversos trens que circulam ou que circularão no sistema:

Modelo/Série Rolamento Fabricante N° de Trens Período de Fabricação Ano de Entrega País de Origem Linhas
MB-300 Férreo AnsaldoBreda 5 1989 - 1994 1994 Itália
Itália
Lima Metro Linea 1.svg
Metrópolis 9000 Férreo Alstom 19 2011 - 2013 2013 Espanha
Espanha
Lima Metro Linea 1.svg
Metro Automático GoA4 Driverless Férreo AnsaldoBreda 5 2015 - 2016 2017 Itália
Itália
Logo linea 2 Metro de Lima.png
37 2017 - 2020 2020 Logo linea 2 Metro de Lima.png
Lima Metro Linea 4 logo.svg

Tarifas[editar | editar código-fonte]

Catracas na Estação La Cultura.

Em 2016, a tarifa se encontra determinada apenas para a Linha 1. No entanto, com a implementação das outras linhas, estudam-se as formas de integração tarifária que haverá entre as linhas. Há também propostas para a integração tarifária do sistema com as linhas de ônibus que utilizarão os corredores em construção.

O sistema de pagamento é realizado mediante um cartão inteligente recarregável, que deve ser colocado numa catraca a fim de o passageiro ter acesso ao sistema. Além disso, existem somente as versões de cartões para adultos (S/.1.50) e para estudantes (S/.0.75).[32]

Os estudantes das diversas instituições de ensino, para usufruir do metrô, utilizam o chamado Cartão de Meia Passagem, que é adquirido sem custo mediante apresentação de documentos que atestem a condição de estudante.[32] Também é utilizada a Licença de Meia Passagem, que é entregue pelo Ministério da Educação somente para estudantes de nível superior.[33] Os estudantes também podem utilizar a versão para adultos caso não disponham de documentos suficientes para conseguir o Cartão de Meia Passagem.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Salinas, Eduardo (17 de maio de 2015). «Metro de Lima» (em espanhol). La República. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  2. a b c «Presidente Alan García inaugura tramo 1 del Tren Eléctrico» (em espanhol). Radio Programas del Perú (RPP). 11 de julho de 2011. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  3. a b «Áreas de Negocio» (em espanhol). Grupo Graña y Montero. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  4. a b «UrbanRail.Net > South America > Peru > Lima Metro» (em inglês). UrbanRail.Net. Consultado em 4 de outubro de 2014 
  5. a b c «Mandatario inaugura construcción de la Línea 2 y Ramal de Metro Lima-Callao» (em espanhol). Andina. 29 de dezembro de 2014. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  6. «El subterráneo de Lima que nunca se construyó» (em espanhol). El Comercio. 17 de junho de 2014. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  7. «Decreto Supremo N° 001-86 - MIPRE» (PDF) (em espanhol). Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE). Consultado em 14 de outubro de 2015 
  8. «Ley N° 24565» (PDF) (em espanhol). Consultado em 14 de outubro de 2015 
  9. «Adiós a la cultura combi: manual de autoayuda para los usuarios del tren eléctrico» (em espanhol). El Comercio. 9 de janeiro de 2012. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  10. a b c Huerto, Luis (11 de julho de 2011). «El Tren Eléctrico: Lima tuvo que esperar 25 años para inaugurar este sistema de transporte» (em espanhol). La República. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  11. «Sergio Siragusa: El escándalo que persiguió a García en los 90» (em espanhol). El Comercio. 7 de novembro de 2014. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  12. «Decreto de Urgencia N° 058-2001» (PDF) (em espanhol). Consultado em 14 de outubro de 2015 
  13. Chávez, Claudia (6 de janeiro de 2012). «Más de 20 años después de su 'inauguración', el Tren Eléctrico empieza a funcionar» (em espanhol). LaMula. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  14. «Tren Eléctrico ya cuenta con recursos» (em espanhol). Terra. 24 de março de 2010. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  15. Gutiez, Karolina. «Está llegando el tren» (em espanhol). Odebrecht. Consultado em 14 de outubro de 2015 
  16. «Lima-Perú: Tren Eléctrico ó Metro ó Subterráneo» (PDF) (em espanhol). Consultado em 15 de outubro de 2015 
  17. «Decreto Supremo N° 059-2010-MTC» (PDF) (em espanhol). Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE). Consultado em 15 de outubro de 2015 
  18. «Siemens electrifica la ampliación de la línea 1 del Tren Eléctrico de Lima, consolidando así su liderazgo regional en electrificación ferroviaria» (PDF) (em espanhol). Siemens. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  19. «El consorcio Tren Lima, Línea 1 será el operador del tren eléctrico» (em espanhol). El Comercio. 22 de fevereiro de 2011. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  20. «El tren eléctrico empezó a cobrar pasajes» (em espanhol). El Comercio. 5 de abril de 2012. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  21. «Hoy se inician obras del tramo 2 del Tren Eléctrico en San Juan de Lurigancho» (em espanhol). La República. 10 de abril de 2012. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  22. «Humala inaugura extensión de tren eléctrico de Lima con inversión de $ 900 millones» (em espanhol). El Universo. 12 de maio de 2014. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  23. Medina, Isabel (24 de julho de 2014). «Tren Eléctrico: Viajar de San Juan de Lurigancho a Villa El Salvador será en menos de una hora» (em espanhol). Trome. Consultado em 15 de outubro de 2015 
  24. «Gobierno construirá Línea 2 del futuro Metro de Lima» (em espanhol). La República. 15 de fevereiro de 2012. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  25. «Encargan a ProInversión concesión de Línea 2 del Metro de Lima» (em espanhol). Gestión. 15 de fevereiro de 2012. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  26. «Metro de Lima: Paso a paso cómo se adjudicó la Línea 2» (em espanhol). El Comercio. 28 de março de 2014. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  27. «Línea 2 del Metro es la obra más importante en América Latina (ampliación)» (em espanhol). Andina. 29 de dezembro de 2014. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  28. «Proinversión: Consorcio europeo hará estudio de línea 3 del Metro de Lima» (em espanhol). Radio Programas del Perú (RPP). 13 de setembro de 2014. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  29. «Estudio de preinversión de Línea 3 de Metro de Lima estaría listo en marzo» (em espanhol). La República. 3 de março de 2015. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  30. a b «Línea 1». Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE). Consultado em 28 de maio de 2017 
  31. a b «Línea 2». Autoridad Autónoma del Sistema Eléctrico de Transporte Masivo de Lima y Callao (AATE). Consultado em 28 de maio de 2017 
  32. a b «Línea 1 del Metro de Lima - Tarifas» (em espanhol). Consultado em 20 de novembro de 2015 
  33. «Carné Universitario 2015: conoce sus nuevas características» (em espanhol). El Comercio. 9 de julho de 2015. Consultado em 20 de novembro de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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