Babirusa

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Babirusa0.jpg

Estado de conservação
Status iucn3.1 VU pt.svg
Vulnerável
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Suidae
Subfamília: Babyrousinae
Género: Babyrousa
Espécie: B. babyrussa
Nome binomial
Babyrousa babyrussa
Linnaeus, 1758

O babirusa (Babyrousa babyrussa) é um mamífero suídeo de aspecto incomum, oriundo de Sulawesi (Celebes), Togian, Sulu , Buru e Molucas[1] , pequenas ilhas da Indonésia. Esta espécie foi classificada como "vulnerável" pelo IUCN e listada pelo U.S. ESA como "em perigo de extinção", em 1996, quando sua população selvagem estaria em torno de 4000 a 5000 animais.[1]

Descrição[editar | editar código-fonte]

Mede entre 85 cm e 105 cm de comprimento mais longa cauda de 27 cm a 32 cm, pesa cerca de 90 Kg e é onívoro. Os caninos superiores do macho emergem na vertical dos alvéolos do maxilar, penetra pela pele do nariz e então sai em curva para cima e na frente da face.[2]

Os caninos da mandíbula do macho também crescem por sobre a da face. Esta particularidade aparece no macho adulto (os caninos inferiores da fêmea ou estão ausentes ou notadamente reduzidos). Este tipo de dente levou as pessoas acharem que ele era parecido com um antílope por isso o seu nome (i.e. babi = porco e rusa = cervo). A função destes dentes é desconhecida. Eles são bastante frágeis, e facilmente se quebram, mas são raramente usados em combate entre machos. Muito das informações disponível na história natural e biologia desta espécie é derivado do estudo de espécimes cativos de jardins zoológicos.[2]

O babirusa é o representante vivo exclusivo do subfamília Babyrousinae. Acreditam os estudiosos que o Babyrousa se desenvolveu desde os de Oligoceno (25 milhões de anos atrás) ao longo de uma linha evolutiva separada.

A fêmea em cativeiro pode se tornar sexualmente madura com cinco a dez meses de idade e viver em torno de 24 anos. Porém, é improvável que se reproduza antes de um ano de idade. O ciclo estro dura entre 28 e 42 dias e fêmeas em cativeiro geralmente entram novamente no cio dentro de três meses após o parto. O cio dura de 2-3 dias e a duração de gestação normalmente é de 155-158 dias, entretanto já ocorreram casos de durar 171 dias. O número de filhotes é um ou dois, mas mas já foram registrados nascimentos de trigêmeos, tanto em cativeiro como na vida selvagem e encontrados quatro fetos no ventre de uma fêmea selvagem. As fêmeas normalmente são bastante dóceis em cativeiro, mas ficam bastante agressivas quando estão com filhotes e até duas semanas após o nascimento.[3]

Crânio de babirusa

Referências


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