Deşteaptă-te, române!
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| "Desperta-te, romeno!" | |
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Pauta do hino da Roménia |
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| Nacional Hino de | |
| Letra | Andrei Mureşanu |
| Composição | Anton Pann |
| Adotado | 1989 |
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Deşteaptă-te, române! é o atual hino nacional da Roménia. Foi adotado após a Revolução romena de 1989, substituindo o anterior Trei culori. Os versos são da autoria de Andrei Mureşanu (1816 - 1863) e a música composta por Anton Pann (1796-1854).
Foi também o hino da Moldávia entre 1991 e 1994 e da República Democrática Moldava durante a sua curta existência 1917-1918.
Índice |
[editar] Letra
[editar] Em romeno
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- Deşteaptă-te, române!
- Deşteaptă-te, române, din somnul cel de moarte,
- În care te-adânciră barbarii de tirani!
- Acum ori niciodată croieşte-ţi altă soartă,
- La care să se-nchine şi cruzii tăi duşmani!
- Acum ori niciodată să dăm dovezi în lume
- Că-n aste mâni mai curge un sânge de roman,
- Şi că-n a noastre piepturi păstrăm cu fală-un nume
- Triumfător în lupte, un nume de Traian!
- Priviţi, măreţe umbre, Mihai, Ştefan, Corvine,
- Româna naţiune, ai voştri strănepoţi,
- Cu braţele armate, cu focul vostru-n vine,
- "Viaţă-n libertate ori moarte!" strigă toţi.
- Preoţi, cu crucea-n frunte! căci oastea e creştină,
- Deviza-i libertate şi scopul ei preasfânt,
- Murim mai bine-n luptă, cu glorie deplină,
- Decât să fim sclavi iarăşi în vechiul nost' pământ!
[editar] Tradução para o português
| Hinos nacionais da Roménia | |
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- Desperta, ó, romeno!
- Desperta, ó, romeno, deste sono de morte
- Em que te mergulharam os bárbaros tiranos!
- Agora ou nunca toma nas mãos a tua sorte
- À qual se curvem mesmo teus rivais ininigos
- Agora ou nunca demos as provas para o mundo
- Que em nossas veias corre um sangue do romano
- Que em nosso peito o orgulho mantemos bem profundo
- Triunfador na luta, um nome de Trajano!
- Olhai, vultos grandiosos, Mihai, Stefan, Corvinus,
- A romena nação dos vossos descendentes,
- No braço armado a fogo dos vossos paladinos,
- "Independência ou Morte!" bradamos veementes.
- A sacra cruz à frente, nossa arma e nossa história,
- Divisa é a liberdade que um santo sonho encerra:
- Melhor morrer na luta, mas cobertos de glória,
- Que outra vez ser escravos em nossa própria terra!