Galileia (Minas Gerais)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Galileia
"Terra da Manga"
Vista parcial de Galileia a partir da BR-259

Vista parcial de Galileia a partir da BR-259
Bandeira de Galileia
Brasão de Galileia
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 27 de dezembro de 1948 (65 anos)
Gentílico galileense
Prefeito(a) Rômulo Gonçalves de Oliveira[1] (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Galileia
Localização de Galileia em Minas Gerais
Galileia está localizado em: Brasil
Galileia
Localização de Galileia no Brasil
18° 59' 56" S 41° 32' 16" O18° 59' 56" S 41° 32' 16" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Vale do Rio Doce IBGE/2013[2]
Microrregião Governador Valadares IBGE/2013[2]
Municípios limítrofes Norte: Divino das Laranjeiras;
Oeste: Governador Valadares e Tumiritinga;
Sul: Conselheiro Pena;
Leste: São Geraldo do Baixio e Central de Minas.
Distância até a capital 380 km
Características geográficas
Área 721,317 km² [3]
Distritos Santa Cruz de Galileia, Sapucaia do Norte e Sede[4]
População 7 092 hab. estatísticas IBGE/2013[5]
Densidade 9,83 hab./km²
Altitude 582 m
Clima tropical quente semiúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,654 médio PNUD/2010[6]
PIB R$ 48 423 mil IBGE/2010[7]
PIB per capita R$ 6 951,38 IBGE/2010[8]
Página oficial

Galileia[nota 1] é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Rio Doce e Microrregião de Governador Valadares e localiza-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 380 km.[9] Ocupa uma área de 721,317 km², sendo que 1,7 km² estão em perímetro urbano,[10] e sua população em 2013 era de 7 092 habitantes, sendo então o 483º mais populoso do estado mineiro.[5]

A sede tem uma temperatura média anual de 23,3 °C[11] e na vegetação original do município predomina a mata atlântica. Com 80% da população vivendo na zona urbana,[12] a cidade contava, em 2009, com dez estabelecimentos de saúde.[13] O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,654, classificado como médio em relação ao estado.[6]

O povoamento da localidade teve início no final da década de 1920, após a doação de parte das terras recém adquiridas por José Pereira Sete. Em 1938, cria-se o distrito, que emancipou-se em 27 de dezembro de 1948,[4] tendo o município desenvolvido-se à base da fabricação de cerâmica, da extração mineral e da agropecuária.[9] [14] [15] Destaca-se pela produção de manga, sendo realizado anualmente o Festival da Manga, com o objetivo de divulgar os produtos da safra na cidade.[16]

História[editar | editar código-fonte]

O povoamento da área do atual município de Galileia teve início na década de 1920. José Pereira Sete e Antônio Alves da Rocha, em 1925 e 1926, respectivamente, apossaram-se de terrenos no local, tendo José Pereira doado terras que mais tarde deram origem a um pequeno povoamento, denominado São Tomé. O lugar prosperou-se e pela lei estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938, é criado o distrito de São Tomé, subordinado a Conselheiro Pena, deixando de fazer parte do então distrito de Igreja Nova (hoje município de Campanário), pertencente a Itambacuri.[4] Em 1939 é inaugurada a estação ferroviária da localidade, atendida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).[17] Pelo decreto-lei estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943, o distrito passa a chamar-se Moscovita, vindo a emancipar-se com a denominação de Galileia pela lei nº 336, de 27 de dezembro de 1948.[4]

Galileia foi emancipada sendo composta pelos distritos de São Geraldo do Baixio, Sapucaia do Norte e Sede. Pela lei estadual nº 1039, de 12 de dezembro de 1953, foram criados os distritos de Central de Santa Helena e Divino das Laranjeiras, a partir de terras de Sapucaia do Norte, sendo desmembrados para formarem o município de Divino das Laranjeiras pela lei estadual nº 2764, de 30 de dezembro de 1962. Pela lei estadual nº 12.030, de 21 de dezembro de 1995, emancipa-se o distrito de São Geraldo do Baixio e pela lei municipal nº 61, de 21 de novembro de 2006, é criado o distrito de Santa Cruz de Galileia. Atualmente restam três distritos: Sapucaia do Norte, Santa Cruz de Galileia e a Sede.[4]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 721,317 km², sendo que 1,7236 km² constituem a zona urbana e os 719,593 km² restantes constituem a zona rural.[10] Situa-se a 18°59'58" de latitude sul e 41°32'15" de longitude oeste e está a uma distância de 380 quilômetros a leste da capital mineira. Seus municípios limítrofes são Divino das Laranjeiras, a norte; Governador Valadares e Tumiritinga, a oeste; Conselheiro Pena, a sul; e São Geraldo do Baixio e Central de Minas, a leste.[9]

Relevo, hidrografia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

O Rio Doce em Galileia.

O relevo do município de Galileia é predominantemente montanhoso. A altitude máxima encontra-se na nascente do Rio São Paulo, que chega aos 832 metros, enquanto que a altitude mínima está na foz do Córrego Urucum, com 333 metros. Já o ponto central da cidade está a cerca de 120 metros.[9] O principal rio que passa por Galileia é o Rio Doce, porém o território municipal é banhado por vários pequenos rios e córregos, sendo alguns deles o Rio São Paulo, o Córrego Urucum e o Córrego São Tomé, fazendo parte da Bacia do Rio Doce.[9] [4] A vegetação predominante no município é a mata atlântica, sendo que os principais problemas ambientais presentes, segundo a prefeitura em 2010, eram o assoreamento de corpos d'água e as queimadas.[18]

Por vezes, na estação das chuvas, os rios que cortam o município, principalmente o Rio Doce, sofrem com a elevação de seus níveis, provocando enchentes em suas margens, o que exige a existência de um sistema de alerta contra enchentes eficaz. A cidade foi uma das mais afetadas pelas enchentes de 1979,[19] e em 2003 fortes chuvas provocaram novamente grandes inundações nas proximidades dos rios.[20] Atualmente existe uma série de estações pluviométricas e fluviométricas instaladas na região, que são administradas pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e que visam a alertar a população de uma possível enchente.[19]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima galileense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical quente semiúmido (tipo Aw segundo Köppen),[21] tendo temperatura média anual de 23,3 °C com invernos secos e amenos e verões chuvosos e com temperaturas elevadas.[22] [23] Os mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 25,4 °C, sendo a média máxima de 30,8 °C e a mínima de 20,1 °C. E o mês mais frio, julho, de 20,3 °C, sendo 26,7 °C e 14,0 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[11]

A precipitação média anual é de 1 101,3 mm, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 13,2 mm. Em janeiro, o mês mais chuvoso, a média fica em 241,9 mm.[11] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 30 °C, especialmente entre julho e setembro. Em julho de 2012, por exemplo, a precipitação de chuva em Galileia não passou dos 0 mm.[24] Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso também são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural da cidade, o que contribui com o desmatamento e com o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.[18]

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Galileia é o 641º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado de Minas Gerais, com uma média anual de 2,2794 raios por quilômetro quadrado.[25]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 16 195
1980 12 848 -20,7%
1991 10 819 -15,8%
2000 7 241 -33,1%
2010 6 966 -3,8%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[26]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 6 966 habitantes.[12] Segundo o censo daquele ano, 3 415 habitantes eram homens e 3 551 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 5 698 habitantes viviam na zona urbana e 1 268 na zona rural.[12] Já segundo estatísticas divulgadas em 2013, a população municipal era de 7 092 habitantes, sendo o 483º mais populoso do estado.[5]

Em 2010, segundo dados do censo do IBGE daquele ano, a população galileense era composta por 2 257 brancos (32,47%); 728 negros (10,47%); 117 amarelos (1,68%), 3 832 pardos (55,13%) e 17 indígenas (0,24%).[27] Considerando-se a região de nascimento, 35 eram nascidos na Região Norte (0,51%), 78 na Região Nordeste (1,12%), 6 770 no Sudeste (97,39%), quatro na Região Sul (0,05%) e sete no Centro-Oeste (0,10%). 6 443 habitantes eram naturais do estado de Minas Gerais (92,69%) e, desse total, 4 250 eram nascidos em Galileia (61,15%).[28] Entre os 508 naturais de outras unidades da federação, o Espírito Santo era o estado com maior presença, com 156 pessoas (2,25%), seguido por São Paulo, com 99 residentes (1,43%), e pelo Rio de Janeiro, com 71 habitantes residentes no município (1,02%).[29]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Galileia é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,654 (o 3030º maior do Brasil). A cidade possui a maioria dos indicadores próximos à média nacional segundo o PNUD. Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,546, o valor do índice de longevidade é de 0,795 e o de renda é de 0,645.[6] Segundo o IBGE, no ano de 2003 o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,38, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[30] Naquele ano, a incidência da pobreza, medida pelo IBGE, era de 38,09%, o limite inferior da incidência de pobreza era de 27,68%, o superior era de 48,50% e a incidência da pobreza subjetiva era de 29,36%.[30]

De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população de Galileia está composta por: 3 590 católicos (51,65%), 2 395 evangélicos (34,46%), 878 pessoas sem religião (12,64%), 22 Testemunhas de Jeová (0,31%) e 0,94% estão divididas entre outras denominações religiosas.[31]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

A administração municipal se dá pelo poder executivo e pelo poder legislativo.[32] Atualmente (2013) o prefeito municipal e representante do poder executivo é Rômulo Gonçalves de Oliveira, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), que venceu as eleições municipais de 2012 com 2 584 votos (58,75% dos eleitores).[1] Já o poder legislativo é constituído pela câmara, composta por nove vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[33] ) e está composta por três cadeiras do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma cadeira do Partido Social Cristão (PSC), uma do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), uma do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB), uma do Democratas (DEM), uma do Partido da Mobilização Nacional (PMN) e uma do Partido dos Trabalhadores (PT). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[34]

O município é a sede da Comarca de Galileia, classificada como de primeira entrância, que reúne, além de Galileia, os municípios de Divino das Laranjeiras e São Geraldo do Baixio e foi instalada em 9 de dezembro de 1958.[35] Havia 5 138 eleitores em agosto de 2013, o que representava 0,034% do total do estado de Minas Gerais.[36]

Economia[editar | editar código-fonte]

O Produto Interno Bruto (PIB) de Galileia é um dos maiores de sua microrregião, destacando-se na agropecuária e na área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2010, o PIB do município era de R$ 48 423 mil.[37] 1 719 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes.[37] O PIB per capita é de R$ 6 951,38.[37] Em 2011, havia 702 trabalhadores categorizados como pessoal ocupado total e 548 se enquadravam como ocupado assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam 5 384 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 1,5 salários mínimos. Havia 153 unidades locais e 151 empresas atuantes.[38]

Setor primário
Produção de milho, cana-de-açúcar e mandioca (2011)[39]
Produto Área colhida (hectares) Produção (tonelada)
Milho 150 450
Cana-de-açúcar 6 420
Mandioca 25 362

A agricultura é o segundo setor mais relevante na economia de Galileia. Em 2010, de todo o PIB da cidade, 11 159 mil reais era o valor adicionado bruto da agropecuária.[37] Segundo o IBGE, em 2012 o município possuía um rebanho de 12 asininos, 47 520 bovinos, 500 caprinos, 100 coelhos, 1 320 equinos, 750 muares, 300 ovinos, 1 850 suínos e 9 200 aves, entre estas 6 mil galinhas, 3 mil galos, frangos e pintinhos e 200 codornas.[40] Neste mesmo ano a cidade produziu 10 500 mil litros de leite de 9 200 vacas, 34 mil dúzias de ovos de galinha e 3 mil dúzias de ovos de codorna.[40]

Na lavoura temporária são produzidos principalmente o milho (450 toneladas produzidas e 150 hectares cultivados), a cana-de-açúcar (420 toneladas e 6 hectares) e a mandioca (362 toneladas e 25 hectares), além do arroz e do feijão.[39] Já na lavoura permanente destacam-se a manga (336 toneladas produzidas e 35 hectares cultivados), a banana (115 toneladas produzidas e 10 hectares cultivados) e o limão (60 toneladas e 3 hectares), além do coco-da-baía.[41]

Setores secundário e terciário
Espodumena extraída na Mina do Urucum.

A indústria, em 2010, era o setor menos relevante para a economia do município. 4 480 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto da indústria (setor secundário).[37] A produção industrial é incipiente, mesmo que comece a dar sinais de aprimoramento, sendo resumida principalmente à fabricação de cerâmica de revestimento ou à extração mineral[9] em minas como do Alto da Pitorra e do Urucum.[14] [15] Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), as principais reservas minerais do município são de berílio, feldspato e mica e de acordo com estatísticas do ano de 2000, 498 pessoas estavam ocupadas no setor industrial.[9]

O comércio também está presente em Galileia desde a época do estabelecimento dos primeiros moradores, na década de 1920, sendo favorecido pela implantação da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).[4] [17] Em 2000, 254 pessoas estavam ocupadas no setor comercial e 812 dedicavam-se à prestação de serviços[9] e em 2010 31 066 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[37]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Habitação e criminalidade[editar | editar código-fonte]

No ano de 2010 a cidade tinha 2 259 domicílios particulares permanentes. Desse total, 2 236 eram casas, 21 eram apartamentos e duas eram habitações em casas de vila ou em condomínios. Do total de domicílios, 1 430 são imóveis próprios (1 409 já quitados e 21 em aquisição), 425 foram alugados, 391 foram cedidos (204 cedidos por empregador e 187 cedidos de outra forma) e 13 foram ocupados de outra maneira.[42] Parte dessas residências conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular. 1 814 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água (80,30% do total); 2 233 (98,84%) possuíam banheiros para uso exclusivo das residências; 1 537 (68,03% deles) eram atendidos por algum tipo de serviço de coleta de lixo; e 2 243 (99,73%) possuíam abastecimento de energia elétrica.[42]

Entre 2006 e 2008, houve registro de cinco homicídios (três em 2006, um em 2007 e um em 2008),[43] cinco suicídios (um em 2006, dois em 2007 e dois em 2008)[44] e quatro óbitos por acidentes de transito (um em 2006, um em 2007 e dois em 2008).[45] Por força da Constituição Federal do Brasil, o município possui uma Guarda Municipal, que tem função de proteger os bens, serviços e instalações públicas.[46]

Saúde e educação[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o município possuía dez estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, sendo sete deles públicos e pertencentes à rede municipal e três privados. Do total de estabelecimentos, nove eram integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) e havia três leitos para internação; todos nos estabelecimentos privados.[13] Em 2012, 99,3% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[47] Em 2011 foram registrados 92 nascidos vivos,[48] sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 21,7 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos.[47] Também em 2011, 30,4% do total de mulheres grávidas eram de meninas que tinham menos de 20 anos.[49] 766 crianças foram pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2012, sendo que 0,3% do total estavam desnutridas.[50]

Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Galileia era, no ano de 2011, de 4,1 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 a 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano (antiga 4ª série) foi de 4,8 e do 9º ano (antiga 8ª série) foi de 3,4; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,0.[51] O município contava, em 2012, com aproximadamente 1 485 matrículas nas instituições de ensino da cidade.[52] Segundo o IBGE, neste mesmo ano, das seis escolas do ensino fundamental, três pertenciam à rede pública municipal, duas à rede pública estadual e uma à rede privada. Dentre as três escolas que ofereciam ensino médio, duas pertenciam à rede pública estadual e uma era escola particular.[52]

Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 2 025 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 22 frequentavam creches, 173 estavam no ensino pré-escolar, 99 na classe de alfabetização, 75 na alfabetização de jovens e adultos, 1 081 no ensino fundamental, 267 no ensino médio, 114 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 72 na educação de jovens e adultos do ensino médio, onze na especialização de nível superior, 109 em cursos superiores de graduação e três em mestrado. 4 926 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 1 094 nunca haviam frequentado e 3 832 haviam frequentado alguma vez.[53] No mesmo ano, 18,1% das crianças com faixa etária entre sete e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental. A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 56,4% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 96,7%. A distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com com idade superior à recomendada, era de 14,2% para os anos iniciais e 14,6% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 22,3%.[51]

Educação de Galileia em números (2012)[52]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 196 14 2
Ensino fundamental 1 029 72 6
Ensino médio 260 36 3

Comunicação e serviços básicos[editar | editar código-fonte]

O código de área (DDD) de Galileia é 033[54] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 35220-000.[55] No dia 10 de novembro de 2008 o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outros municípios com o mesmo DDD. A portabilidade é um serviço que possibilita a troca da operadora sem a necessidade de se trocar o número do aparelho.[56]

A responsável pelo serviço de abastecimento de energia elétrica é a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Segundo a empresa, em 2003 havia 2 190 consumidores e foram consumidos 4 283 074 KWh de energia.[9] Já o serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade é feito pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE Galileia), sendo que a água fornecida ao município é extraída do Rio Doce.[57] Em 2008, havia 2 191 unidades consumidoras e eram distribuídos em média 1 504 m³ de água tratada por dia.[58]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Entrada da cidade, na BR-259.

A frota municipal no ano de 2012 era de 1 274 veículos, sendo 605 automóveis, 63 caminhões, um caminhão-trator, 96 caminhonetes, 22 caminhonetas, um micro-ônibus, 429 motocicletas, 24 motonetas, onze ônibus, um utilitário e 21 classificados como outros tipos de veículos.[59] As rodovias que cortam o município são a BR-381, que começa em São Mateus, no litoral do Espírito Santo, passa por Governador Valadares, pela Região Metropolitana do Vale do Aço, Região Metropolitana de Belo Horizonte e sul de Minas e termina na cidade de São Paulo, sendo assim a principal ligação à capital mineira; e a BR-259, que começa em João Neiva, Espírito Santo, passa por Governador Valadares e termina em Felixlândia, na região central mineira.[9] [60]

Na década de 1930, o então pequeno povoado de São Tomé, elevado à categoria de distrito de Conselheiro Pena em 1938, passou a ter transporte ferroviário, sendo atendido pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). A estação ferroviária da localidade foi inaugurada em 11 de junho de 1939 e ainda é denominada São Tomé do Rio Doce, oferecendo transporte de passageiros com saídas diárias para Belo Horizonte e Vitória ou outras cidades que possuam estações.[17]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Manifestações culturais e instituições[editar | editar código-fonte]

Galileia conta com um conselho de cultura, paritário, criado em 2002 e de caráter normativo, um conselho de preservação do patrimônio, também paritário, criado em 2002 e de caráter normativo,[61] e legislação municipal de proteção ao patrimônio cultural material.[62] Dentre os espaços culturais, destaca-se a existência de uma biblioteca mantida pelo poder público municipal, estádios ou ginásios poliesportivos e clubes e associações recreativas, segundo o IBGE em 2005 e 2012.[63] [64]

O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural galileense, sendo que, segundo o IBGE, as principais atividades artesanais desenvolvidas em Galileia são o bordado, trabalhos envolvendo madeira e atividades com pedras preciosas.[65] Uma das principais festas populares organizadas na cidade é a Festa de São João, padroeiro municipal, celebrada anualmente na semana de seu dia, 24 de junho.[66] Na mesma ocasião, destacam-se as festas juninas, entre junho e julho, que são realizadas anualmente, sendo umas das mais conhecidas da região e contando com shows com bandas locais, cavalgadas, barracas com comidas típicas e apresentações de quadrilha com alunos das escolas da cidade.[67]

Também há o Festival da Manga, que é realizado com o objetivo de divulgar os produtos da safra na cidade, além de salgados, bombons, sorvete e tortas feitos a partir da fruta, sendo um dos maiores do gênero na região, com organização de exposições de artesanato local, barracas de alimentação com pratos típicos, parque de diversões, shows musicais com cantores regionais e a eleição da Rainha da Manga.[68] [16]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Galileia há quatro feriados municipais e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos. Os feriados municipais são o dia de São João, padroeiro da cidade, celebrado em 24 de junho; o dia do trabalhador rural, em 25 de julho; o dia do evangélico, em 31 de outubro; e o dia do aniversário da cidade, comemorado em 27 de dezembro.[35] [69] De acordo com a lei federal nº 9.093, aprovada em 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais com âmbito religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[70] [71]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Galiléia, antes da vigência do Novo Acordo Ortográfico, desde 2009

Referências

  1. a b Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Candidatos a Prefeito Galiléia/MG. Arquivado do original em 17 de julho de 2013. Página visitada em 17 de julho de 2013.
  2. a b Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais (19 de julho de 2013). Divisão Territorial do Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 14 de outubro de 2013.
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Arquivado do original em 9 de novembro de 2011. Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  4. a b c d e f g Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). Galiléia - Histórico. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Arquivado do original em 17 de julho de 2013. Página visitada em 17 de julho de 2013.
  5. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1º de julho de 2013). Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data em 1º de julho de 2013. Arquivado do original em 9 de setembro de 2013. Página visitada em 9 de setembro de 2013.
  6. a b c Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Arquivado do original em 9 de setembro de 2013. Página visitada em 9 de setembro de 2013.
  7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 » PIB a preços correntes » Comparação entre os Municípios: Minas Gerais. Arquivado do original em 9 de setembro de 2013. Página visitada em 9 de setembro de 2013.
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 » PIB a preços correntes » Comparação entre os Municípios: Minas Gerais. Arquivado do original em 9 de setembro de 2013. Página visitada em 9 de setembro de 2013.
  9. a b c d e f g h i j Cidades.Net. Galiléia - MG. Arquivado do original em 17 de julho de 2013. Página visitada em 17 de julho de 2013.
  10. a b Embrapa Monitoramento por Satélite. Minas Gerais. Arquivado do original em 6 de maio de 2011. Página visitada em 14 de outubro de 2013.
  11. a b c d Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Climatologia de Galileia - MG. Jornal do Tempo. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  12. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Censo 2010 - Minas Gerais. Arquivado do original em 3 de novembro de 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  13. a b Cidades@ - IBGE (2009). Serviços de Saúde 2009. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  14. a b Mindat. Alto da Pitorra, Laranjeiras, Galiléia, Doce valley, Minas Gerais, Brazil (em inglês). Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  15. a b Mindat. Urucum mine (Tim mine; Córrego do Urucum pegmatite), Galiléia, Doce valley, Minas Gerais, Brazil (em inglês). Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  16. a b G1 (5 de dezembro de 2011). Em MG, festival celebra fartura da manga. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  17. a b c Estações Ferroviárias do Brasil (8 de junho de 2006). São Tomé do Rio Doce. Arquivado do original em 14 de outubro de 2013. Página visitada em 14 de outubro de 2013.
  18. a b Portal ODM (2010). 7 - qualidade de vida e respeito ao meio ambiente. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  19. a b Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) (12 de abril de 2009). Relatório técnico da operação do sistema de alerta - período de dezembro de 2008 a abril de 2009. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  20. Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (19 de abril de 2005). Diagnóstico dos desastres relacionados a chuvas intensas. Arquivado do original em 19 de novembro de 2013. Página visitada em 19 de novembro de 2013.
  21. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. Institute for Veterinary Public Health. Arquivado do original em 24 de abril de 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  22. Portal Brasil (6 de janeiro de 2010). Clima. Arquivado do original em 2 de novembro de 2011. Página visitada em 7 de setembro de 2013.
  23. Biblioteca IBGE. Brasil - Climas. Arquivado do original em 2 de novembro de 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  24. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). Chuvas - Médias Diárias – 07/2012. Agência Nacional de Águas (ANA). Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  25. Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) (2010). Ranking de Descargas Atmosféricas de Minas Gerais. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  26. Sistema IBGE de Recuperação de Dados Automática (Sidra) (2010). Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  27. Sidra (Sistema IBGE de Recuperação de Dados Automática) (2000). População de Galileia por raça e cor. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  28. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  29. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  30. a b Cidades@ - IBGE. Indicadores sociais dos municípios brasileiros. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  31. Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2010). Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  32. Flávio Henrique M. Lima (8 de fevereiro de 2006). O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno. JusVi. Arquivado do original em 6 de maio de 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  33. DJI. Constituição Federal - CF - 1988 / Art. 29. Arquivado do original em 6 de maio de 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  34. Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Candidatos a Vereador Galileia/MG. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  35. a b Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) (21 de julho de 2013). Relação das Comarcas. Arquivado do original em 22 de julho de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  36. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (12 de abril de 2013). Consulta Quantitativo. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  37. a b c d e f Cidades@ - IBGE (2010). Produto Interno Bruto dos Municípios. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  38. Cidades@ - IBGE (2011). Estatísticas do Cadastro Central de Empresas. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  39. a b Cidades@ - IBGE (2011). Lavoura Temporária 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  40. a b Cidades@ - IBGE (2012). Pecuária 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  41. Cidades@ - IBGE (2011). Lavoura Permanente 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  42. a b Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Características da População e dos Domicílios: Resultados do Universo. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  43. Sangari (2011). Número e taxas (em 100 mil) de homicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais (xls). Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  44. Sangari (2011). Número e taxas (em 100 mil) de suicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais (xls). Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  45. Sangari (2011). Número e taxas (em 100 mil) de Óbitos Ac.Transporte nos municípios com 10.000 habitantes ou mais (xls). Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  46. Presidência da República (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  47. a b Portal ODM (2010). 4 - reduzir a mortalidade infantil. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  48. Portal ODM (2010). Perfil municipal. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  49. Portal ODM (2010). 5 - melhorar a saúde das gestantes. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  50. Portal ODM (2010). 1 - acabar com a fome e a miséria. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  51. a b Portal ODM (2010). 2 - educação básica de qualidade para todos. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  52. a b c Cidades@ - IBGE (2012). Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  53. Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  54. DDD Cidade. DDD. Arquivado do original em 16 de julho de 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  55. Correios. CEP de cidades brasileiras. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  56. Agencia Estado (7 de novembro de 2008). Portabilidade numérica chega a mais 8 milhões na 2ªf. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  57. Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE Galileia) (9 de junho de 2011). Qualidade da água servida à população de Galiléia. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  58. Cidades@ - IBGE (2008). Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - 2008. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  59. Cidades@ - IBGE (2012). Frota 2012. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  60. Google Maps. Acessado em 15 de outubro de 2013.
  61. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Conselho municipal de cultura e de preservação do patrimônio. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  62. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Órgão gestor e legislação da cultura. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  63. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Equipamentos culturais. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  64. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Equipamentos culturais e meios de comunicação. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  65. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Principais atividades artesanais. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  66. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Principais festas populares. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  67. Prefeitura (3 de junho de 2013). 7ª Festa Junina de Galiléia. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  68. Prefeitura (16 de junho de 2013). Festival da Manga. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  69. Calendários e Feriados (18 de março de 2012). Minas Gerais – Feriados Municipais. Arquivado do original em 15 de outubro de 2013. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  70. Sérgio Ferreira Pantaleão. Carnaval - é ou não feriado? folga automática pode gerar alteração contratual. Guia Trabalhista. Arquivado do original em 9 de novembro de 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.
  71. Presidência da República. Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995. Arquivado do original em 9 de novembro de 2011. Página visitada em 15 de outubro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Wikisource Textos originais no Wikisource
Commons Categoria no Commons
Mapas
Este é um artigo bom. Clique aqui para mais informações.