Amazônia-1

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Nasa swift satellite.jpg


Amazônia-1
Concepção artística do satélite Amazônia-1
(Crédito Obrigatório: INPE[1])
Missão
Operação Brasil INPE
Contratantes principais Brasil INPE
Plataforma Plataforma Multimissão
Tipo de missão Observação da Terra
Planeta orbitado Terra
Lançamento 2015
Duração da missão 2 anos
Massa 500,0 kg
Elementos Orbitais
Tipo Órbita heliossíncrona
Inclinação 98º
Apogeu 900 km
Perigeu 900 km
Período orbital 100,0 minutos
Excentricidade 0,00000
Instrumentos
AWFI 3 bandas no VIS
1 banda no NIR

Amazônia-1 (denominação técnica SSR-1) é um satélite de observação da Terra brasileiro, que pode ser lançado em 2018.[1]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 90, o projeto dos satélites SSR, precursor do Amazônia-1, foi revisado e os técnicos do INPE propuseram a substituição da órbita polar por uma órbita equatorial, e essa proposta foi aceita. Isso fazia sentido naquele período visto que o Brasil já tinha cobertura por órbita polar com os satélites CBERS.

O início projeto do SSR-1 sofreu vários atrasos, quer por falta de recursos, quer por entraves nas disputas das licitações. O início efetivo, só ocorreu em 2001 quando foi assinado o contrato para o desenvolvimento da Plataforma multimissão especificamente (na época) para esse fim.

Ainda em 2001, foi publicado um estudo conjunto entre o INPE e o DLR, concluiu que a maioria dos requisitos do SSR-1 podem ser atendidos por dois sensores: uma câmara VIS/NIR e outra MIR.[2] No entanto, com a publicação da revisão do PNAE em 2005, o SSR-1 deixou de ser prioridade.[3]

Atualização[editar | editar código-fonte]

Entre Setembro e Outubro de 2012, um modelo estrutural do satélite Amazônia-1 foi submetido a uma série de testes de vibração.[4]

Na revisão mais recente do PNAE, publicada em Janeiro de 2013, o Amazônia-1 reapareceu com este nome, tendo inclusive sucessores planejados (Amazônia-1B em 2017 e Amazônia-2 em 2018), no entanto, permanece a intenção de uso em órbita polar e as datas de lançamento desses satélites não poderão ser mantidas. Um atraso de 2 anos, no mínimo, já existe no cronograma do Amazônia-1.[5]

Características[editar | editar código-fonte]

As características atuais do projeto são as seguintes:[1]

  • Órbita: órbita polar
  • Período de geração de imagens do Planeta: 4 dias
  • Imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas no VIS e 1 banda no NIR)
  • Faixa de observação: 720 km com 40 metros de resolução.
  • Plataforma: Plataforma Multimissão (PMM)
  • Massa: 500 kg

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c «Amazônia-1». Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Consultado em 20 de dezembro de 2014 
  2. Rudorff, Bernardo (10 de abril de 2003). «O SATÉLITE DE SENSORIAMENTO REMOTO SSR-1 PARA MONITORAMENTO DA AMAZÔNIA» (PDF). INPE. Consultado em 27 de julho de 2013 
  3. «SATÉLITE EQUATORIAL PARA MONITORAMENTO DA AMAZÔNIA É DISCUTIDO DURANTE A SBPC». AEB. 14 de julho de 2009. Consultado em 27 de julho de 2013 
  4. «INPE testing Amazônia-1 structural model». INPE. 9 de outubro de 2012. Consultado em 27 de julho de 2013 
  5. «PROGRAMA NACIONAL DE ATIVIDADES ESPACIAIS 2012 - 2021» (PDF). AEB. 22 de janeiro de 2013. Consultado em 27 de julho de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]