Soyuz TMA-7

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Soyuz TMA-7
Insígnia da missão
Estatísticas da missão
Número de tripulantes 3
Lançamento 1 de Outubro de 2005
03:55:00 UTC
Baikonur LC1
Aterrissagem 8 de Abril de 2006
TBD UTC
Órbitas 2987
Duração 189d 19h 53m
Imagem da tripulação
Soyuz TMA-7 crew 1.jpg
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Soyuz TMA-6 Patch.png Soyuz TMA-6
Soyuz TMA-8 Soyuz TMA-8 Patch.png
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Soyuz TMA-7 foi o vigésimo-oitavo vôo à Estação Espacial Internacional de uma missão conjunta entre os Estados Unidos e a Rússia, realizado em 1 de outubro de 2005 que transportou até a estação os integrantes da Expedição 12, o astronauta William McArthur e o cosmonauta Valery Tokarev, além do turista espacial Gregory Olsen, um empresário norte-americano.

Olsen permaneceu oito dias a bordo da ISS e retornou à Terra com a missão Soyuz TMA-6, junto com os membros da Expedição 11, que encerravam seu tempo de permanência na estação.

McArthur e Tokarev retornaram da missão seis meses depois em companhia de Marcos Pontes, primeiro brasileiro no espaço, que subiu numa missão posterior, a TMA-8, e passou uma semana em órbita realizando experimentos científicos.

Tripulação[editar | editar código-fonte]

Tripulação lançada na Soyuz TMA-7: (1 de outubro de 2005)

Tripulação retornada na Soyuz TMA-7: (8 de abril de 2006)

Parâmetros da Missão[editar | editar código-fonte]

Missão[editar | editar código-fonte]

A TMA-8 foi lançada do Cosmódromo de Baikonur as 03:55 UTC de 1 de outubro de 2005 levando dois membros da Expedição 12, que substituíram os astronautas John Phillips e Sergei Krikalev, da missão anterior.

O último membro da expedição, sempre composta de três tripulantes, Thomas Reiter, da Alemanha, foi lançado de Cabo Canaveral apenas em julho de 2006 na missão STS-121 do ônibus espacial, devido atrasos técnicos e devido ao mau tempo e só pôde participar efetivamente da Expedição 13.

Este foi o último vôo que cumpriu o acordo de rodízio firmado em 1996 entre os dois países, que exigia da Rússia a realização de 11 missões das Soyuz para transportar astronautas até a estação, equilibrando o número de viagens com os norte-americanos.

Após a reentrada, quando o paraquedas-piloto foi acionado a 10 quilômetros de altura o paraquedas-principal demorou um pouco para abrir, o que causou uma certa procupação entre a tripulação e poderia ser fatal caso o paraquedas principal tivesse demorado mais para ser acionado.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pontes, Marcos. Missão Cumprida: A História completa da primeira missão espacial brasileira (em português). 1 ed. [S.l.]: McHilliard, 2011. Capítulo: 85. , 559 p. p. 361. ISBN 978-85-65213-01-2