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Neoimperialismo é uma política de dominação não só territorial, militar e econômico, como também cultural, de uma nação sobre outra. O neoimperialismo recebe esse nome pois assemelha-se muito ao imperialismo da segunda revolução industrial, praticado por diversas potências européias. As principais diferenças entre as duas políticas é a existência, no neoimperialismo, do domínimo informal (cultural e econômico), em contraste com o domínio apenas formal (territorial, militar e econômico) do imperialismo tradicional.[1]


  1. Louis, William Roger (2006). «32: Robinson and Gallagher and Their Critics». Ends of British Imperialism: The Scramble for Empire, Suez, and Decolonization. London: I.B.Tauris. p. 910. ISBN 9781845113476. [...] the concept of the 'new imperialism' espoused by such diverse writers as John A. Hobson, V. I. Lenin, Leonard Woolf, Parker T, Moon, Robert L. Schuyler, and William L. Langer. Those students of imperialism, whatever their purpose in writing, all saw a fundamental difference between the imperialist impulses of the mid- and late-Victorian eras. Langer perhaps best summarized the importance of making the distinction of late-nineteenth-century imperialism when he wrote in 1935: '[...] this period will stand out as the crucial epoch during which the nations of the western world extended their political, economic and cultural influence over Africa and over large parts of Asia ... in the larger sense the story is more than the story of rivalry between European imperialisms; it is the story of European aggression and advance in the non-European parts of the world.