Resident Evil: The Umbrella Chronicles

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Resident Evil:
The Umbrella Chronicles
Capa da versão norte-americana do jogo.
Desenvolvedora(s) Cavia, Capcom
Publicadora(s) Capcom
Designer(s) Masachika Kawata (Produtor)
Compositor(es) Masafumi Takada
Jun Fukuda
Motor Physics: Open Dynamics Engine
Plataforma(s) Wii, Playstation 3 2
Série Resident Evil
Data(s) de lançamento
    Gênero(s) Rail Shooter, survival horror
    Modos de jogo Single player, two player co-op

    Resident Evil: The Umbrella Chronicles, chamado no Japão de Biohazard: The Umbrella Chronicles (バイオハザード アンブレラ・クロニクルズ,, Baiohazādo Anburera Kuronikuruzu?), é um jogo que traz de volta a experiência de passar pelos cenários conhecidos de Resident Evil 0, I e III, além de descobrir como o império da Umbrella começou a cair.

    Visão Geral[editar | editar código-fonte]

    Resident Evil: The Umbrella Chronicles é um game que não deixa a desejar. Pelo contrário, consegue explorar muito bem a mecânica do Nintendo Wii. Esse jogo ficou em um nível muito bom, até mesmo com algumas falhas, como, por exemplo, zumbis atravessando paredes (algo que era muito comum, duas gerações atrás). Por outro lado, cenários como o salão principal da mansão, a delegacia vista em Resident Evil 3 e praticamente todas as cenas de animação, ficaram excelentes. Existe uma nítida melhora nos gráficos, quando comparados com os jogos lançados para o GameCube. A grande promessa do jogo era: responder algumas perguntas que ficaram sem respostas. Podemos dizer que o game respondeu às expectativas, e errou também. Falando primeiro dos acertos, o jogo mostrou muita coisa que anteriormente só era imaginação dos fãs: Wesker saindo do Centro de Treinamento da Umbrella (visto em Resident Evil 0), os caminhos de Rebecca, ao lado de Richard, que foram percorridos na mansão antes do time ALPHA chegar, como e por onde Wesker escapou, como Ada escapou de Raccoon City, a queda da Umbrella, sem contar nos infindáveis arquivos que o jogador encontra nos cenários que ajudam ainda mais a enriquecer a história. Mesmo assim, existem problemas que a Capcom poderia ter evitado. Por exemplo, a questão de Billy e Rebecca, Chris e Jill e ela própria, juntamente com Carlos Oliveira, andarem juntos. Quando jogamos Resident Evil 0, Resident Evil e Resident Evil III, vemos que isso não acontece. Cada um seguiu seu caminho e, no final, se encontraram (ou não). Outro grande problema: Barry Burton, um dos personagens mais queridos pelos fãs, foi esquecido nesse jogo. Quem jogar esse game antes de qualquer outro, não imagina o quanto Barry é importante. A trilha sonora não é uma superprodução, porém, é ótima. Várias músicas clássicas da série estão presentes, tanto as versões originais como as versões remixadas, como é o caso da música-tema da luta contra o Nêmesis. A canção ganhou um pouco mais de ritmo, lhe deixando mais dramática. Outras trilhas, como a música da mansão de Resident Evil 0, continuaram intactas. Entretanto, algumas realmente ficaram estranhas, como é o caso da trilha-sonora da mansão do primeiro jogo. A trilha não é ruim, porém, ficou fora de contexto, lembrando uma música tranqüila tocada em um bar.

    Quando o jogador luta contra a serpente, a música não lhe transporta para o clima tenso de uma batalha mortal, como é visto contra o Nêmesis. Outro ponto que muitos podem estranhar e que virou um fato rotineiro na série é a dublagem, que mudou mais uma vez. Chris, Jill, Rebecca, Billy e Carlos sofreram mudanças, e nada se compara com a dublagem de Wesker'

    'Resident Evil: The Umbrella Chronicles se aventura num terreno que era conhecido como Survivor: ser um game em primeira pessoa, e agora, adicionando trilhos em seu caminho. Existe uma polêmica, não pelo jogo ser nesse formato, mas um game tão importante como este ser desta forma. Existe uma grande quantidade de armas, indo da famosa e muito eficiente Samurai Edge até uma poderosa anti-tanque. Conforme o jogador for destravando as armas, elas poderão ser usadas nos cenários que o jogador escolher. Além das armas, o uso da faca e das granadas virou constante. A primeira é muito útil contra os inimigos menores, por exemplo: as pequenas aranhas, os morcegos, as abelhas e os corvos. A segunda é muito eficiente para destruir inimigos amontoados e partes do cenário. Quase tudo no cenário pode ser destruído, variando entre quadros, cadeiras e mesas. Não se engane em pensar que destruir é uma perda de tempo. Quanto mais coisas forem destruídas, mais pontos se acumulam no ranking do jogador e sem contar que muitos itens, inclusive os arquivos, estão escondidos atrás de luminárias, velas e outros objetos.

    Cenários[editar | editar código-fonte]

    O Descarrilhamento do Trem (23 de Julho de 1998)[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: III

    Este é o cenário que retrata os eventos do jogo Resident Evil Zero e se passa em um trem, em um Complexo de Treinamento da Umbrella, em uma capela e, assim como no game original, traz o desfecho, mostrando a batalha contra a Leech Queen, numa usina. Os personagens jogáveis deste cenário são Rebecca Chambers e Billy Coen.

    O Começo[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: II

    Protagonizado por Wesker, o cenário mostra os primeiros passos do vilão dentro do Complexo da Umbrella, antes do incidente da mansão. O capítulo termina no local onde está o trem tombado. William Birkin participa dos diálogos iniciais, juntamente com Sergei Vladimir ao lado de seu "guarda-costas" IVAN (um Tyrant).

    O Incidente da Mansão (24 de Julho de 1998)[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: III

    Este cenário conta os eventos do jogo original, na mansão localizada na região florestal de Raccoon City. Assim como no game, o jogador passa pela mansão, pelo jardim, pela guarita, pelo subsolo e pelo laboratório secreto, tendo seu desfecho no heliporto, numa batalha contra o Tyrant T-002, o grande chefe do cenário. Os personagens jogáveis são Chris Redfield e Jill Valentine, ambos do time ALPHA, uma divisão do grupo de táticas especiais dos S.T.A.R.S.

    Pesadelo[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: II

    A dupla que protagoniza este capítulo é Rebecca Chambers e Richard Aiken, ambos do time BRAVO, mostrando os eventos que antecedem a entrada do time ALPHA na mansão, logo depois que ela e Billy seguem rumos diferentes, com o rapaz desaparecendo no horizonte e a moça seguindo para a propriedade aparentemente abandonada em busca dos seus companheiros de equipe. Neste capítulo, descobrimos como Richard foi ferido pela serpente gigante.

    Renascimento[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: II

    Outro cenário onde o protagonista é Albert Wesker, sendo o capítulo que finalmente revela como foi o seu "renascimento" e sua transformação, após o ataque do Tyrant. Além disso, também é mostrado o caminho feito por ele para deixar a mansão, minutos antes da explosão. Nesse capítulo, Lisa Trevor, filha do arquiteto da mansão, usada nos testes virais, divide a cena com o vilão em um grande confronto. Esse cenário é considerado o mais difícil.

    A Destruição de Raccoon City (28 de Setembro de 1998)[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: III

    Um capítulo equivalente ao jogo Resident Evil 3. Nas ruas lotadas de zumbis da cidade de Raccoon City, Jill Valentine, um ex-membro dos S.T.A.R.S., participante dos eventos da mansão, e Carlos Oliveira, um membro de uma equipe de contenção biológica (U.B.C.S.), enviada pela Umbrella, se unem para fugir da cidade. Neste capítulo, reconhecemos as locações desse jogo e também de Resident Evil: Outbreak, que nos apresentou certos lugares da cidade nunca antes vistos, como algumas ruas e o metrô. O grande chefe deste cenário é o Nêmesis, em duas transformações.

    Porta da Morte[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: I

    Um capítulo especial protagonizado por Ada Wong. Nesse capítulo, a moça precisa lutar contra os monstros da cidade de Raccoon City, que está prestes a ser destruída. Para isso, Ada precisa se encontrar com um contato da "organização", entretanto, ao invés dele, outro personagem está esperando por ela. Neste cenário de destruição, o principal vilão é o T-103, visto em Resident Evil 2.

    O Quarto Sobrevivente[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: I

    Um dos personagens mais carismáticos e, ao mesmo tempo, um dos mais calados, marca presença nesse jogo. Basicamente, este cenário é uma versão moderna do minigame "The Fourth Survivor" de Resident Evil 2. HUNK terá um longo caminho, dos esgotos até o heliporto da delegacia. Não existe um chefe específico neste cenário. Para compensar, o cenário contém uma grande quantidade de inimigos, como: Cerberus, Zumbis, Hunters, Aranhas, Lickers e as Plantas Carnívoras.

    O Fim da Umbrella (18 de Fevereiro de 2003)[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: II

    Chris Redfield e Jill Valentine, os sobreviventes do incidente na mansão, agora fazem parte de uma unidade regional de contenção biológica, e escutam rumores de que uma unidade da Umbrella em algum lugar da Rússia, estaria produzindo armas biológicas em massa e testando a nova criação da empresa. Eles seguem para o local e descobrem que realmente existe uma nova arma biológica sendo testada, com o nome de T.A.L.O.S (Tyrant Armored Lethal Organic System).

    Legado Negro[editar | editar código-fonte]

    Número de Partes: II

    Um cenário novamente protagonizado por Wesker, desta vez, na Rússia, comandada por Sergei Vladmir, onde ele trabalha na mais nova criação da Umbrella, T.A.L.O.S (No caso, um protótipo do monstro Nemêsis que deu errado, durante as experiências). Os eventos deste sub-capítulo ocorrem paralelamente aos eventos de Chris e Jill, que também estão no local. Na primeira parte, os dois confrontam dois monstros T-103. Na segunda parte, Wesker confronta o antigo companheiro. Depois desse momento, a Umbrella nunca mais foi a mesma.

    Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    Sites Oficiais[editar | editar código-fonte]