Sou de Qualquer Lugar

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Sou de Qualquer Lugar
Álbum de estúdio de Daniela Mercury
Lançamento 8 de outubro de 2001
Gravação Maio — Agosto de 2001
Gênero(s)
Duração 54:21
Formato(s)
Gravadora(s)
Produção Daniela Mercury, Ramiro Musotto, Celso Fonseca, Césario Leone, Marcelo Sussekind
Cronologia de Daniela Mercury
Sol da Liberdade
(2000)
MTV ao Vivo - Eletrodoméstico
(2003)
Singles de Sou de Qualquer Lugar
  1. "Beat Lamento"
    Lançamento: 2001
  2. "Mutante"
    Lançamento: 2001
  3. "Estrelas"
    Lançamento: 2002

Sou de Qualquer Lugar é o sexto álbum de estúdio da cantora brasileira Daniela Mercury, lançado em 8 de outubro de 2001 pelas gravadoras BMG e Ariola Records. Depois do sucesso do álbum anterior Sol da Liberdade (2000), no qual a cantora promoveu experimentações com gêneros eletrônicos, ela decidiu seguir incluindo novas sonoridades em trabalho seguinte, como a música pop e dance, mas também novos gêneros que estavam crescendo em popularidade, como o xote.

Sou de Qualquer Lugar recebeu revisões negativas por parte dos críticos musicais, que não apreciaram a mudança sonora da cantora e a quantidade de gêneros diferentes no álbum, afirmando que Mercury estava desnorteada. Porém, alguns deles elogiaram e gostaram de algumas canções. O álbum foi certificado ouro pela Pro-Música Brasil (PMB), por ter vendido 150 mil cópias, e tornando-se o álbum menos vendido de Daniela Mercury até então.

O primeiro single do álbum, "Beat Lamento", recebeu um videoclipe feito à base de computação gráfica. Nele, a cantora é retratada como uma heroína, em busca de algo em um grande labirinto. "Mutante", o segundo lançamento, alcançou grande popularidade nas rádios brasileiras, sendo também incluída na trilha sonora da telenovela Desejos de Mulher da Rede Globo, e ganhando prêmios de melhor música. "Estrelas" também foi lançada como single, recebendo menos notoriedade. Mercury também embarcou em uma turnê mundial para promover Sou de Qualquer Lugar.

Antecedentes e produção[editar | editar código-fonte]

Em 2000, Mercury lançou seu quinto álbum de estúdio, Sol da Liberdade, que contou com dois singles de grande sucesso no Brasil — "Ilê Pérola Negra (O Canto do Negro)" e a regravação de Antônio Marcos, "Como Vai Você", que integrou a trilha sonora da telenovela Laços de Família e ganhou o Prêmio Globo de Melhores do Ano de música do ano em 2000.[1] A sua turnê de apoio teve passagens em países como os Estados Unidos, além do Rock in Rio III em 12 de janeiro de 2001.[2][3] Por sua crescente popularidade no exterior e pela inclusão de estilos eletrônicos no disco, Mercury estava ganhando atenção nos mercados internacionais. A cantora declarou à revista americana Billboard:

"Por anos eu tenho tentado convencer os executivos de gravadora a trabalhar com esta mulher louca que canta em português e quer entrar no mercado pop. É muito estranho para eles, mas eles lançaram o álbum [Sol da Liberdade] na Europa. Eu quero que a BMG acredite. Quando estamos tão longe, tudo parece impossível. Mas pelo menos, nós temos que tentar abrir novos espaços para artistas que cantam em outras línguas".[2]

Mercury começou a trabalhar em um novo álbum, Sou de Qualquer Lugar, em maio de 2001, terminando em agosto do mesmo ano. Para este álbum, ela recrutou compositores como Carlinhos Brown e Márcio Mello, álém de seu próprio filho, Gabriel Póvoas. Ela comentou que estava revelando outro lado como compositora e que isso resultou em dar "um pouco da cara do disco que é um pouco mais feminino". A cantora completou dizendo que com Sou de Qualquer Lugar ela estava mantendo a sua pesquisa com percussão, mas salientando que havia começado a fazer uma pesquisa com novas tecnologias desde o lançamento anterior Sol da Liberdade. "Utilizando sonoridades diferentes, timbragens diferentes dos teclados… eu acho que o grande espaço que a gente tem para alteração, para modificação, para renovação do trabalho é com timbragens", disse Mercury.[4] Sou de Qualquer Lugar foi produzido pela própria Mercury, juntamente com Celso Fonseca, Ramiro Mussoto, Cesário Leony e Marcelo Sussekind. Antes deles a gravadora tentou com que a cantora trabalhasse com o produtor Robertinho de Recife. Porém, ela não concordou. "Achei melhor sair fora. Ou faço o disco, ou não", disse ele, que gravou uma faixa.[5]

Arte da capa[editar | editar código-fonte]

A foto de uma antena parabólica é presente no encarte de Sou de Qualquer Lugar.

Na capa de Sou de Qualquer Lugar, fotografada por Jorge Davidson e feita por Gringo Cardia, Mercury exibe um visual contemporâneo, um contraste às capas anteriores em que mostrava cabelos longos e encaracolados; desta vez ela exibe cabelos em desalinho de mechas de cores diversas indo do castanho escuro ao louro médio, e lábios entreabertos num batom cor de boca. No encarte do álbum, fragmentos de fotos como se estivesse, numa delas, no "topo do mundo", em outra, uma parte de um avião; em outra, uma antena parabólica; estão presentes outras fotos, assim como a foto de um retrovisor, bem como de uma estrada vista de dentro do carro.[6]

Ainda no interior do encarte, pode-se observar um cartaz com palavras em diferentes línguas que podem ser decodificadas como "local, nacional, internacional"; na contracapa do encarte observa-se Mercury numa foto exibindo suas pernas, mas com o rosto encoberto pelos cabelos. Já no compartimento interior do álbum, onde o CD é guardado, apresentam-se duas fotos em posição de valete, exibindo o corpo nu coberto por um tecido azul, em maquiagem escura, com uma semi-franja que cai em cima de um dos olhos. Em duas fotos do compartimento exterior, exibe-se Mercury em foto da cintura para cima de biquíni preto e coleira prata colada ao pescoço e cabelos longos em desalinho.[6] Mercury comentou sobre a mudança de visual para o álbum: "Quis expor a minha sensualidade mais que em outros discos. Digo, brincando, que é um exercício de poder. Mas não há nenhum exagero, não estou uma bad girl total".[7]

Música e letras[editar | editar código-fonte]

"Eu sei que o ritmo de Baiana Havaneira é do século passado, chamado maxixe. Nós aqui temos a dança de salão chamada de gafieira, e maxixe é um gênero de música de salão com influência latina. [...] Quando eu recebi a música das mãos de Carlinhos Brown era uma guajira. Então, chamei o maestro Fred Dantas e ele disse: 'Dani, dá pra colocar um maxixe?' E Baiana Havaneira foi feita assim. O baixo, o teclado, os pratos, a guitarra são tudo da estrutura do maxixe; a única intervenção que nós fizemos mais atual foi da percussão que entra nos espaços, e depois, eu fiz uma pós-produção mudando os timbres de voz, botando um som mais envelhecido, diferente, para ficar divertido aquilo e soar mais contemporâneo, mais novo, não soar revival. A gente utilizou carrons para dar outros sons de percussão".

Mercury sobre a canção "Baiana Havaneira".[6]

A canção que abre o álbum, "De Qualquer Lugar", é uma faixa com toques de rap em que Mercury canta: "Sou de qualquer lugar /Sou minha nação /Tenho somente o sonho /E o mapa do mundo em minhas mãos /Por onde eu passar /Vão lembrar de mim /Finco minha bandeira /Eu sou brasileira, eu nasci assim". A segunda faixa, "Baiana Havaneira", escrita por Carlinhos Brown, tem uma letra metafórica e influenciada pelo maxixe. A terceira canção, "Praieira", regravação do cantor Chico Science, foi produzida por Ramiro Musotto. A cantora pediu ao produtor que fizesse um samba-reggae para as pistas de dança, para as pessoas dançarem, mas também algo influenciado pelo rock. A quarta canção do disco e primeiro single, "Beat Lamento", é um samba-rock que mistura a palavra beat[nota 1] com lamento, fazendo uma analogia da batida do coração com o eletrônico.[6]

A próxima faixa, "Aeromoça", foi escrita pela cantora juntamente com seu filho Gabriel Póvoas, e se reporta às concessões feitas ao amor sem, no entanto, deixar de voar. Musicalmente, tem influências árabes e flamencas.[6] "Estrelas", a sexta canção, um dueto com o cantor Toni Garrido, é uma canção influenciada pelo reggae.[8] A próxima faixa "Ata-Me" traz baticum em surdina. A oitava música "Mutante" é uma regravação dance de uma canção de Rita Lee e Roberto de Carvalho.[9] A próxima faixa "Um Tempo de Paixão" é uma bossa-pop que relembra as músicas da cantora Marina Lima.[8] "Bora Morar" é uma música de andamento acelerado produzida por Brown.[10] A décima-primeira canção é "Quem Puder Ser Bom Que Seja", um xote com elementos eletrônicos produzido por Gilberto Gil. "Janela" é uma balada produzida por Cesário Leony.[10] "Nossa Música" integra a música eletrônica à bossa nova. Fechando o álbum, Mercury canta um xote de sua autoria, "Nina", com citação da marcha-rancho de Chiquinha Gonzaga, "Ó Abre Alas", num arranjo de Letieres Leite.[6]

Análise da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 3 de 5 estrelas.[11]
CliqueMusic 2 de 5 estrelas.[9]
Folha de S. Paulo mista[12]
Istoé Gente mista[13]
Veja mista[14]

Sou de Qualquer Lugar recebeu revisões negativas por parte dos críticos. Sérgio Martins da revista Veja comentou que o álbum "é um cozido esquisito. Dá a impressão de ter sido feito de qualquer jeito. Tenta soar moderninho, sem êxito". Ele diz que isso vem do fato de "Daniela não saber para onde atirar. Desde que resolveu abandonar o trono da axé music, em meados dos anos 90, ela patina ora no terreno da MPB tradicional, ora no da música eletrônica. Não consegue angariar novos fãs e, pior ainda, perde antigos admiradores, que associavam sua música com a farra baiana".[14] Pedro Alexandre Sanches da Folha de S. Paulo deu uma nota média ao álbum, dizendo que "'Sou de Qualquer Lugar' é um disco atordoado, e isso se traduz particularmente na profusão e variedade de produtores convocados para concretizá-lo".[12] Silvia Ruiz da Istoé Gente comenta que "Daniela vive uma crise de identidade típica da adolescência. [...] Confusa e atirando para todo lado, a cantora reuniu cinco produtores diferentes para dar o tom do disco. [...] Nada de mais tentar pegar a onda da vez. Madonna fez isso a vida toda. E fez bem feito, com determinação. Mas não é isso que acontece com Sou de Qualquer Lugar. Daniela Mercury parece desnorteada, sem saber como se colocar no cenário atual da MPB".[13]

Com uma crítica mediana, Marco Antonio Barbosa do website CliqueMusic disse que Sou de Qualquer Lugar "é um bem acabado produto pop, com características mais universais do que propriamente baianas; tem electronica, manguebeat, Carlinhos Brown e Chiquinha Gonzaga na mistureba de Daniela. Os fãs da cantora dos tempos de O Canto da Cidade podem ficar chateados com a guinada, que desfavoreceu o batuque e privilegiou atmosferas mais cool, construções mais sutis. Deu certo? Se a intenção da estrela foi apenas fazer um disco agradável e variado, deu. Mas quem preconizava uma tal revolução na junção do axé com as mudernidades [sic] eletrônicas vai se frustrar".[9] Chris Nickson do website americano AllMusic disse que o disco era "moderno, destinado a um público amplo. Sendo a Rainha do Axé por tanto tempo, Mercury está se esforçando para o grande momento. Embora não seja o seu melhor álbum - às vezes o brilho é colocado um pouco mais densamente, obscurecendo a alma na voz maravilhosa e maleável de Mercury - ele ainda tem seus momentos. E quando ela acerta, não há ninguém no Brasil, ou do mundo latino, a ganhar dela.[11] Peter Margasak do jornal americano Chicago Reader comentou que os experimentos de Mercury com a música eletrônica eram decepcionantes. Apesar de elogiar a faixa-título, em outras músicas há uma desconexão infeliz entre a voz e o instrumental.[15]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Sou de Qualquer Lugar havia vendido 150 mil cópias pelo Brasil ao final de novembro de 2001, dado quase dois meses de seu lançamento, feito considerado baixo para os padrões de Daniela Mercury.[14] No entanto, o disco acabou por garantir um certificado de disco de ouro para a cantora, pela Pro-Música Brasil (PMB).[16]

Promoção[editar | editar código-fonte]

Para celebrar o lançamento de Sou de Qualquer Lugar, uma promoção foi estabelecida no hotsite de Mercury no UOL. As dez melhores respostas à pergunta "Qual o melhor lugar do mundo para ouvir o novo disco de Daniela Mercury?" seriam premiadas e os ganhadores receberiam um exemplar do álbum autografado pela cantora.[17] Mercury ainda promoveu o álbum com apresentações em programas de televisão, como Domingão do Faustão,[18] Planeta Xuxa,[19] Vídeo Show,[20] Hebe,[21] e Super Positivo.[22] A turnê para a promoção de Sou de Qualquer Lugar foi dirigida por Nelson Motta, com figurinos feitos por Glória Coelho e cenografia de Gringo Cardia, que também fez a capa do álbum. Ela começou no Festival de Verão de Salvador no início de 2002,[23] antes de passar pela Europa e pela América do Norte no verão setentrional do mesmo ano.[24][15] Um show da turnê seria gravado em Lisboa, Portugal, em parceria com a MTV Portugal. No entanto, depois de várias mudanças, o projeto foi realocado para Salvador, tornando-se o MTV ao Vivo - Eletrodoméstico.[25]

Singles[editar | editar código-fonte]

"Beat Lamento" foi lançada como primeiro single oficial do álbum. O videoclipe acompanhante para a faixa foi dirigido por Gualter Pupo, Maraliz e Fábio Soares. Ele foi todo feito à base de computação gráfica.[26] No clipe, a cantora transforma-se em uma heroína virtual, em busca de algo em um grande labirinto, onde diversas outras pessoas parecem estar procurando o mesmo que ela.[27] "Mutante" foi escolhida como segundo single do álbum. Após ser incluída na trilha sonora da telenovela Desejos de Mulher da Rede Globo, a canção rapidamente alcançou enorme popularidade nas rádios brasileiras.[28] "Mutante" foi reconhecida como a melhor música em duas ocasiões: uma delas foi no Prêmio da Música Brasileira em 2001, e a outra no Prêmio Multishow de 2002. A cantora comentou sobre a segunda vitória, dizendo estar surpreendida: "Pensei que fosse ganhar 'Festa'" de Ivete Sangalo, olhando para Sangalo que também estava na plateia.[29] "Estrelas", uma colaboração com Toni Garrido, também foi lançada como single em 2002.[30]

Faixas[editar | editar código-fonte]

CD[31]
N.º Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "De Qualquer Lugar"   Lenine, Dudu Falcão Ramiro Musotto 4:35
2. "Baiana Havaneira"   Carlinhos Brown Daniela Mercury 3:25
3. "A Praieira"   Chico Science Ramiro Musotto 3:43
4. "Beat Lamento"   Márcio Mello Celso Fonseca 3:38
5. "Aeromoça"   Daniela Mercury, Gabriel Póvoas Daniela Mercury 3:40
6. "Estrelas" (com Toni Garrido) Tenison Del Rey, Carlos Neto Ramiro Musotto 3:44
7. "Ata-me"   Daniela Mercury Daniela Mercury 3:18
8. "Mutante"   Rita Lee, Roberto de Carvalho Ramiro Musotto 4:24
9. "Um Tempo de Paixão"   Dalto, Cláudio Rabello Marcelo Sussekind 4:03
10. "Bora Morar"   Carlinhos Brown Daniela Mercury 4:21
11. "Quem Puder Ser Bom Que Seja"   Gilberto Gil Celso Fonseca 3:59
12. "Janela"   Kiko Furtado, Daniel Gonzaga Cesário Leone 3:49
13. "Nossa Música"   Celso Fonseca Celso Fonseca 3:53
14. "Nina"   Daniela Mercury Daniela Mercury 4:03
Duração total:
54:21

Certificações[editar | editar código-fonte]

País Provedor Certificação
 Brasil Pro-Música Brasil (PMB) Ouro[16]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Formato Gravadora
 Brasil[32] 8 de outubro de 2001 CD BMG
 Estados Unidos[11] 20 de novembro de 2001
 Itália[33] 27 de novembro de 2001

Notas

  1. Em português: batida.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Melhores do Ano: Confira todos os vencedores das 16 edições do prêmio». Gshow. 11 de outubro de 2011. Consultado em 12 de março de 2016 
  2. a b Cobo, Leila (9 de setembro de 2000). «Mercury Expands On Samba Sound». Billboard (em inglês). 112 (37): 57. ISSN 0006-2510. Consultado em 13 de março de 2016 
  3. Essinger, Silvio (12 de janeiro de 2001). «Rock in Rio: Daniela Mercury promove Axé in Rio». CliqueMusic. Consultado em 12 de março de 2016 
  4. «Daniela Mercury fala da vida e de suas paixões». Memórias do Brasil. Maio de 2002. Consultado em 13 de agosto de 2016 
  5. Bergamo, Mônica (26 de julho de 2001). «DANÇA DAS CADEIRAS». Folha de S. Paulo. Consultado em 13 de agosto de 2016 
  6. a b c d e f Marilda Santanna (2009). As donas do canto: o sucesso das estrelas-intérpretes no Carnaval de Salvador. [S.l.]: EDUFBA. p. 288. ISBN 978-85-2320-885-1. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  7. Gutierre, Gislaine (29 de setembro de 2001). «Novo CD de Daniela Mercury é tecno e sensual». Diário do Grande ABC. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  8. a b «Uma Artista sem Fronteiras». UOL. Consultado em 13 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 20 de março de 2002 
  9. a b c Barbosa, Marco Antonio. «Sou de Qualquer Lugar - Daniela Mercury (2001)». CliqueMusic. Consultado em 18 de março de 2016 
  10. a b «Daniela Mercury» (em inglês). Wilson & Alroy's Record Reviews. Consultado em 13 de agosto de 2016 
  11. a b c Nickson, Chris. «Daniela Mercury - Sou de Qualquer Lugar». AllMusic. Consultado em 18 de março de 2016 
  12. a b Sanches, Pedro Alexandre (1 de outubro de 2001). «Atordoada, Daniela Mercury opta pela variedade por indecisão». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de março de 2016 
  13. a b Ruiz, Silvia (22 de outubro de 2001). «Sou de Qualquer Lugar». Istoé Gente. Consultado em 18 de março de 2016 
  14. a b c Martins, Sérgio (28 de novembro de 2001). «A mulher mais poderosa da MPB». Veja. Consultado em 18 de março de 2016 
  15. a b Margasak, Peter (29 de agosto de 2002). «Daniela Mercury». Chicago Reader. Consultado em 18 de março de 2016 
  16. a b «CERTIFICADOS». Pro-Música Brasil. Consultado em 23 de maio de 2017 
  17. «Daniela Mercury - Site Oficial UOL - Promoção». UOL. Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2001 
  18. «Daniela Mercury - Beat Lamento». Domingão do Faustão. 21 de outubro de 2001. Rede Globo 
  19. «Daniela Mercury - Beat Lamento». Planeta Xuxa. 4 de novembro de 2001. Rede Globo 
  20. «Daniela Mercury no "Vídeo show"». BMG. 23 de julho de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2002 
  21. «Daniela Mercury anima a platéia da Hebe». BMG. 16 de dezembro de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 6 de novembro de 2003 
  22. «Daniela Mercury - Beat Lamento». Super Positivo. 2001. Rede Bandeirantes 
  23. «Daniela Mercury lança em Salvador show dirigido por Nelson Motta». Folha de S. Paulo. 23 de janeiro de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  24. «ESPANHA ASSISTE A DANIELA MERCURY EM REDE NACIONAL». JEX. 30 de julho de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  25. Vargas, Nicolas. «Daniela Mercury - Eletrodoméstico». MTV Brasil. Consultado em 22 de maio de 2017. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2004 
  26. Barbosa, Marco Antonio (12 de novembro de 2001). «Daniela Mercury lança clipe na rede». CliqueMusic. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  27. «Daniela Mercury - Site Oficial UOL - Clipe». UOL. Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2001 
  28. Ferreira, Mauro (21 de abril de 2003). «MTV ao Vivo – Eletrodoméstico». Istoé Gente. Consultado em 1 de maio de 2017 
  29. «Lágrimas na festa do Prêmio Multishow». Istoé Gente. 17 de junho de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  30. «Daniela Mercury faz turnê em Portugal». Virgula. 15 de abril de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016 
  31. «NOVO CD». UOL. Consultado em 27 de maio de 2017. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2001 
  32. Vazquez, Lorena. «SOU DE QUALQUER - DANIELA MERCURY». CD Point. Consultado em 27 de maio de 2017 
  33. «Sou De Qualquer Lugar Import». Amazon.fr. Consultado em 18 de março de 2016