Chapadinha

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Município de Chapadinha
"Chapada das Mulatas"
Bandeira de Chapadinha
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Fundação 29 de março de 1938
Gentílico chapadinhense
Prefeito(a) Ducilene Belezinha[1] (PRB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Chapadinha
Localização de Chapadinha no Maranhão
Chapadinha está localizado em: Brasil
Chapadinha
Localização de Chapadinha no Brasil
03° 44' 31" S 43° 21' 36" O03° 44' 31" S 43° 21' 36" O
Unidade federativa  Maranhão
Mesorregião Leste Maranhense IBGE/2008 [2]
Microrregião Chapadinha IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Vargem Grande, Mata Roma, Urbano Santos, São Benedito do Rio Preto, Timbiras, Codó, Afonso Cunha, Coelho Neto e Buriti.
Distância até a capital 245 km
Características geográficas
Área 3 247,159 km² [3]
População 102 354 hab. IBGE/2010[4]
Densidade O numerador (dividendo) tem que ser um número! hab./km²
Clima Tropical úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,604 médio PNUD/2010 [5]
PIB R$ 297 461,862 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 4 265,66 IBGE/2008[6]
Página oficial

Chapadinha é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população estimada é de 80.210 habitantes segundo dados estatísticos do IBGE do ano de 2013.

História[editar | editar código-fonte]

Primeiros habitantes[editar | editar código-fonte]

Índios Anapurus da Tribo Tupi Segundo historiadores a vida nomadista dos índios Anapurus, chegaram a ocupar terras pelo Brasil a fora principalmente terras litorâneas, e que em razão das perseguições dos colonos europeus, fez com que os mesmos se dividissem em pequenos grupos que procuraram migrar para várias regiões, baseados nesses fatos todos os historiadores acreditam que os habitantes primitivos da cidade de Chapadinha devem ser os índios Anapurus da Tribo Tupi. Em face da topografia plana e da cor das mulheres primitivas que habitavam o local, o povoado recebeu a denominação de Chapada das mulatas. Segundo antigos historiadores, chapadinha nasceu por volta do século XVIII, com fixação em 1783, e era aproximadamente a 5.0000 metros do centro da cidade na direção Sul, mais precisamente no bairro da Aldeia. Naquele local se encontravam descendentes dos índios Anapurus da Tribo Tupi, os mesmos habitantes terras do baixo Parnaíba, localizada na estrada entre o Porto da Manga (atualmente cidade de Nina Rodrigues) e Vila de Brejo (atualmente cidade de Brejo) natural das boiadas, de onde demandava Caxias e Piauí, ou daí procediam rumo a capital do Estado, o povoado prosperou rapidamente atraindo comerciantes e outras famílias. Hoje, após cerca de 231 anos de sua primeira povoação (foram 107 anos na condição de povoado, outros 48 anos como vila e agora 76 anos como cidade).

Guerra dos Balaios[editar | editar código-fonte]

Em Chapadinha houve uma revolução importante do Maranhão denominada de Balaiada, em razão da situação de miséria que passava o povo naquela época, pequenos grupos começaram a se rebelar.

Em 13 de dezembro de 1838, o vaqueiro Raimundo Jutaí, líder da revolução, juntando-se com mais nove homens, Ruivo, tempestade, Mulugueta, Milhomem, Pedregulho, Gaviões, Coco, Macabira e Preto Cosme que se autodenominava “D. Cosme, tutor e imperador das liberdades bem-te-vis.” invadiram a cadeia de vila da Manga soltando seu irmão e todos os presos que ali estavam, dando assim o começo da revolução, em pouco tempo já conseguiram agrupar milhares de homens, os quais eram chamados de “Balaios”, em razão de um dos homens ser fabricante de balaios, era o Manoel Francisco doa Anjos Ferreira, um de seus principais líderes que se juntou ao grupo de foragidos quando chegou a Brejo.

A partir daí começaram as investidas contra fazendeiros e proprietários, foram vários combates principalmente nos vales de duas hidrografias maranhenses, chegando atingir aos povos sitiados no Golfão Maranhense, do qual faz parte o rio Munim que integra o ecossistema natural do atual município de Vargem Grande, antiga Vila da Manga do Iguará, local de início da Guerra da Balaiada que se estendeu até aos Estados do Ceará e Piauí.

Com eclosão da balaiada na vila da Manga, os revoltosos não encontrando ali ou em Vargem Grande os recursos necessários às suas intervenções, deslocaram-se seguidamente para Chapadinha que sofreu inúmeras depredações. Ali mais especificamente no lugarejo Anjico a 12 km construíram seu forte.

Visando dar fim à rebelião e, ao mesmo tempo, livrar a vila de Brejo de qualquer invasão por parte dos rebeldes já que os mesmos se encontravam em Chapadinha, distante aproximadamente daquela vila 80 km, o seu prefeito enviou correspondência ao Comandante das Forças da Legalidade, Capitão Pedro de Andrade solicitando ajuda o qual foi atendido imediatamente. Segundo o historiador José Ribeiro de Amaral, as tropas eram (110 praças de linhas e 60 paisanos ou guardas nacionais) feito a junção com as forças locais trataram de marchar ao encontro dos balaios que se encontravam nas mediações.

Enfrentando águas e lamaçais e conduzindo vários feridos fadigados, chegaram ao lugar Anzico a 14 de abril do mesmo ano, onde foram atacados pelos rebeldes que se encontravam em melhor situação. Os mesmos dominaram as tropas que os aceitaram prontamente mas logo ao sair em direção ao quartel dos rebeldes, os mesmos assassinaram a tiro o Capitão Pedro Alexandrino de Andrade e seu colega o Tenente Coronel João José Alves mataram a facadas, fato que se deu em 18 de abril de 1839.

A revolta só foi dominada em toda a área do conflito, quando o regente do império, Pedro de Araújo Lima (Marquês de Oliveira) nomeou o coronel Luís Alves de Lima e Silva no dia 7 de fevereiro de 1840 como presidente e comandante de armas. Unindo as tropas públicas de diversas províncias para submeter os revoltosos a várias derrotas depois de um ano de guerrilha no dia 24 de Setembro de 2014, ocorreu à condição de General e ao título de Duque de Caxias.

Categoria de vila[editar | editar código-fonte]

Em 1870, o povoado já tinha uma sub-delegacia de polícia e um distrito de paz, um batalhão de guarda nacional, um comissário vacinador, uma cadeira de primeiras letras para meninos, criadas pela Lei Provincial nº 268 de setembro de 1849. A povoação dispunha de uma capela coberta de telhas embora as casas em sua maioria fossem verdadeiras palhoças, a lavoura constava de arroz, milho, feijão, algodão e fumo. A população de toda a freguesia era avaliada em mil pessoas.

Categoria de cidade[editar | editar código-fonte]

Pelo Decreto Lei nº45 de 29 de março de 1938, assinado pelo senhor Boanerges Neto Ribeiro, Secretário Geral do Governo do Estado do Maranhão, presidida pelo interventor Paulo Martins de Sousa Ramos (que se encontrava no Rio de Janeiro na ocasião), Chapadinha foi elevada a categoria de cidade.

Praça Coronel Luís Vieira

Geografia[editar | editar código-fonte]

Aspecto Demográfico[editar | editar código-fonte]

Segundo o IBGE a densidade demográfica da população de Chapadinha é de 22,56 habitantes por km² e possui uma área de 3.247,15 km²

Microrregião[editar | editar código-fonte]

Chapadinha, São Benedito do Rio Preto, Buriti, Urbano Santos, Milagres do Maranhão, Mata Roma, Anapurus, Belágua, Brejo.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é tropical úmido, possui temperatura média de 29°C e máxima de 37ºC. Variável e está a 110 mt do nível do mar. A estação chuvosa é diversificada entre novembro e maio.

Relevo[editar | editar código-fonte]

A topografia é denominada pela chapada baixa com vegetação de campos e cerrados abrangendo termos relevo plano.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A vegetação do município é do tipo cerrado e tem uma composição florística diversificada. Dentre as espécies mais comuns encontra-se o babaçu, carnaúba, buriti... Há também o pequizeiro, a mangabeira, faveira, bacuri e o jaborandi, árvore que é extraída para fins medicinais, entre outras espécies nativas.

Recursos naturais[editar | editar código-fonte]

São encontrados com muita facilidade minerais, areia, monazitica, pedra, argila e outros.


Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Três cursos d’água importante banham o município de Chapadinha.

Rio Munim[editar | editar código-fonte]

O Rio Munim é considerado o principal rio do município de Chapadinha, ele nasce em Aldeias Altas e corta a cidade no sentido Norte e Sul, passando por diversas localidades, recebendo as águas do Rio Iguará e do Rio Preto, passando nos municípios de Ninas Rodrigues, Morros, Axixá, e já se misturando as águas salgadas no município de Icatu. Muitos habitantes da cidade de Chapadinha vão ao rio nos finais de semana para se divertir, só que às vezes essa diversão não é muito saudável pois, como muitos moradores usam o rio como fonte de sobrevivência, tendo a pesca como o principal meio, os habitantes da cidade poluem o rio com sacos plásticos, garrafas peti, latas de cerveja e etc. Prejudicando assim os moradores da região. No inverno o rio tem um alto índice no aumento das águas. Em várias localidades o rio transborda e prejudica os moradores que têm vários pertences e plantações destruídas. Uma das piores cheias foi no ano de 2009, muitas pessoas tiveram suas casas inundadas. Nessa época surgiram várias campanhas na cidade, principalmente nas escolas, para ajudar os que tiveram perdas. O que podemos falar sobre o transbordamento dos rios? É simples, todos podem ver nos dias atuais como a natureza é tratada. No leito dos rios existem árvores que ajudam a manter a água mesmo quando ela está em um alto nível, só que essas árvores são derrubadas, causando assim o assoreamento nos rios, essa é a principal causa que leva as águas dos rios à transbordar. Pode-se concluir que apesar do rio ser benéfico para cidade, também pode causar danos por causa do desmatamento que causa assoreamento no leito dos rios, assim transborda na época das cheias, destruindo o meio de vida de muitas pessoas. Por: Tiago Silva Pinto

Rio Preto[editar | editar código-fonte]

O Rio Preto nasce na localidade de saquinho no município de Buriti, servindo de divisa entre os municípios de Anapurus, Mata Roma e Chapadinha desaguando no Rio Munim.

Rio Iguará[editar | editar código-fonte]

O rio Iguará nasce em Aldeias Altas, servindo de divisa também entre os municípios de Chapadinha e Timbiras, desaguando no rio Munim, pouco depois de Vargem Grande.

Riacho Itamacaoca[editar | editar código-fonte]

O riacho Itamacaoca nasce nas localidades Fonte Velha e Paredão no Município de chapadinha, aproximadamente a 3 km do centro da cidade. A 1 km desta nascente foi construída uma barragem pela Caema, que recebeu o nome de barragem Itamacaoca de grande utilidade para a comunidade chapadinhense, no abastecimento de água potável e tratada para a população. O nome Itamacaoca se deu em razão dos primeiros habitantes terem sido os índios e que suas casa eram conhecidas como “OCAS” e quem cujo local existirem muitas pedras em formas de grutas, das quais surgem olhos d’água, iniciando assim um córrego que os índios denominaram de riacho.

Outras fontes naturais são Chororó, Bica, Aldeia, Quebra-cabeça, Japão, juçaral, Angelim.

Economia[editar | editar código-fonte]

Atualmente, tem como grande atividade agrícola a plantação de soja, com crescente ampliação dos plantios de eucaliptos para atender a fabrica de paletes da Suzano em instalação no município. Sua economia é predominantemente baseada no setor de comércio e serviços, sendo incipiente a indústria (basicamente concentrada na construção civil, olarias, e também metalurgia). No passado a exploração do extrativismo de babaçu levou muita renda a este município que era um dos maiores produtores do estado do Maranhão.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

O sistema ainda é tradicional (roça queimada) onde se cultiva o feijão, milho, arroz, mandioca e outros, mas toda a produção é só para o consumo interno. Já existem pequenos projeto de roça mecanizada, mais ainda em fase experimental. Planta-se também cana-de-açúcar, é extraído a garapa,tijolos, cachaça, vinagre e mel.

Pecuária e Piscicultura[editar | editar código-fonte]

A pecuária de Chapadinha é de pouca expressividade, com sua produção voltada apenas para o consumo interno. Nos últimos anos através de um projeto social chamado Mesa Farta, de iniciativa particular tem incentivado a criação de peixes em pequenos tanques no fundo do quintal, o que de fato esta pequena produção induz além do objetivo central que é criar para comercializar. Segundo a Cooperativa dos Profissionais Autonomos do Estado do Maranhão, no ano de 2012 o Gov. Federal deu inicio à contratação de serviços de ATER para agricultores familiares em situação de extrema pobreza, como uma das ações do Plano Brasil Sem Miséria. Tal iniciativa tem dado grande impulso nas atividades de produção de frango caipira, horticultura, piscicultura e capinocultura. Sendo a mais significativa, a produção de frangos que em 2013 deve chegar a 70 ton/ano.

Fruticultura[editar | editar código-fonte]

Encontramos com muita variação quintais de algumas residências, frutas como: caju, acerola, manga, jaca, banana, abacate, laranja, limão, ata (fruta do conde, pinha), e outras frutas.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Com a complementação da BR 222 e a MA 230, ligando o Maranhão com o Ceará, através da ponte da Jandira sobre o rio Parnaíba, dando assim mais esperança a Chapadinha de melhorar sua estrutura socioeconômica em razão do fluxo de veículos que circula por este trecho, que diminuiu também a distância entre São Luís e a cidade de Fortaleza no Ceará. .

Avenida Oiveira Roma

Rodoviária[editar | editar código-fonte]

Nós temos duas principais linhas de acesso a BR 222 e a MA 230. no setor de transporte contamos com várias linhas interurbanas que atende na integra as necessidades da população, ligando as mais variadas localidades, hoje as empresas que operam em Chapadinha são: Guanabara, Boa Esperança, Transpiauí, Transbrasiliana, Solitur e Itapemirim.

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

A pista de pouso do aeroporto tem aproximadamente 1200 metros de asfalto, e foi inaugurada em setembro de 1989 (construída pelo Ministério da Aeronaútica). Tem capacidade de receber pequenos aviões e jatinhos. No entanto, as instalações do aeroporto encontram-se invadidas, funcionando em seu local um bar. A pista de pouso é constantemente acessada por motos, carros e pedestres que a utilizam como atalho para uma estrada que leva à zona rural, colocando em perigo sua utilização. Embora a camada asfáltica esteja em boas condições, a situação do aeroporto é de completo abandono.

Bairros[editar | editar código-fonte]

Vila N. Sª de Fátima, Parque Independência, Bairro da Cruz, Novo Castelo, Tigela, Campo Velho, Bairro Novo, APARECIDA, São José, Cohab, Terras Duras, Boa Vista, Corrente, Caterpillar, Centro, Aldeia, Japão, Areal, Recanto dos Pássaros, Vila Isamara, Multirão, Vila vitória, Vila Vagner, Liberdade e outros.

Serviços públicos[editar | editar código-fonte]

Órgãos públicos estaduais[editar | editar código-fonte]

Caema[editar | editar código-fonte]

Em Chapadinha a Caema registrou 8.500 residências atendidas pela rede de água encanada. A média de fornecimento de água é de 295 mt³/h. existem também tanto na sede quanto na zona rural, grande quantidade de poços e cacimbões.

Cemar[editar | editar código-fonte]

Em 2005 a Cemar registrou 11.997 residências com energia elétrica. A média de consumo geral de energia é de 1.358.526 w/h.

Ciretran[editar | editar código-fonte]

O Ciretran de chapadinha atende a toda a região do baixo Parnaíba e Alto Munim, com a emissão de carteira de habilitação e fiscalização do transito.

Segurança pública[editar | editar código-fonte]

Chapadinha tem um complexo policial que atende como delegacia de policia e cadeia Pública que além das selas comuns com capacidade para 60 detentos, tem uma sela especial.

Quartel de Policia Militar[editar | editar código-fonte]

Em Chapadinha tem sede a 4ª Cia Independente de Polícia Militar. Também sedia em Chapadinha a Guarda Civil Municipal, onde conta com um contingente de 62 Guardas Municipais.

Órgãos públicos federais[editar | editar código-fonte]

Tribunal Regional do Trabalho, IBGE, INSS, ICMBio (RESEX Chapada Limpa) e outros orgãos.

Secretaria Municipal de Saúde[editar | editar código-fonte]

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a mesma mantém 2 hospitais no município o Hospital municipal Benú Mendes e também o Hospital do Estado, Antonio Pontes de Aguiar (HAPA), que atualmente é administrado pelo município.

Outras organizações[editar | editar código-fonte]

Pastoral da criança, conselho tutelar, apae, comunidade kolping, sindicatos, cdl, associações, entidades estudantis. Em Chapadinha atualmente existem 4 Bancos, que abastecem além de Chapadinha toda a região com pequenas filiais; Bradesco, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal.

Ensino Superior[editar | editar código-fonte]

Chapadinha por ser uma cidade polo da microrregião em referência as demais cidades circunvizinhas, detém todos os polos de Universidades Públicas e Particulares. Assim como as Universidades Públicas UFMA (Universidade Federal do Maranhão) e UEMA (Universidade Estadual do Maranhão), se destacam várias outras particulares como a maior Faculdade Particular da cidade: FAP.

Na UFMA (Universidade Federal do Maranhão) podemos encontrar os cursos: Biologia, Zootecnia e Agronomia.

A construção de uma Universidade Pública/Federal na cidade facilitou a vida de muitos jovens que terminam o ensino médio, pois a universidade mais próxima é na capital São Luís, que fica a cerca de 300 km daqui. Apesar da distância, conseguir uma vaga em uma universidade federal da capital requer muito esforço e uma grande pontuação no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) que é o principal meio para conseguir estudar nela.

Telecomunicações[editar | editar código-fonte]

Na cidade de Chapadinha atualmente encontra-se a cobertura de 4 operadoras de telefonia móvel celular: OI, TIM, VIVO E CLARO. Além disso ainda existem serviços de Telefonia Fixa e Banda Larga da operadora OI assim como de o várias outras operadoras locais de internet via rádio.

Festas e cultura[editar | editar código-fonte]

Uma manifestação tradicional cultural e religiosa da cidade está no Festejo de Nossa Senhora das Dores que acontece todo ano no mês de setembro, e também as festividades carnavalescas que já foram declaradas as melhores, maiores e mais animadas do estado, exercendo forte influência até em estados vizinhos atraindo diversos visitantes de muitos lugares brasileiros e até estrangeiros.

Documentário sobre artista chapadinhense

Em 2014 foi lançado o documentário Tonny Cajazeira - O Astro do Maranhão (19'21'') sobre a vida do cantor e sanfoneiro Antonio Alves de Oliveira. Nascido no povoado Mucuím, e morador do povoado Cidade Nova (a 12 km do centro de Chapadinha), o multi-instrumentista TONNY CAJAZEIRA, há cinquenta anos nas festas pelos povoados pela região até Brejo (MA), pelas pequenas cidades do norte do Maranhão, em toda região do Baixo Parnaíba. É seguramente o maior símbolo musical da cidade de Chapadinha. Aprendeu a tocar sozinho e desenvolveu um estilo único de compor, tocar e cantar. O filme documentário foi dirigido pelo jornalista Dewis Caldas e foi lançado no Festival In-Edit, em SP. O lançamento em solo maranhense ocorreu no Cine Praia Grande, no centro antigo de São Luís e também em Chapadinha, na Praça do Povo, com show de Tonny Cajazeira e exibição do documentário para mais de mil pessoas. O filme ja exibido em vários estados do Brasil e em países como Itália, Indonésia, Canadá, Espanha, Colômbia, Portugal e Polônia.

Referências

  1. Resultado Final eleições 2012 no Maranhão. Página visitada em 13/01/2013.
  2. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 de dezembro de 2010.
  4. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  5. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  6. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  • SELBACH, Jeferson Francisco. Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro. Chapadinha: Ed. do Autor, 2007 [1]
  • SELBACH, Jeferson Francisco. LEITE, José Roberto de Souza Almeida (orgs.). Meio ambiente no Baixo Parnaíba: olhos no mundo, pés na região. São Luis/MA: EDUFMA, 2008, 216p. il. [2]
  • SELBACH, Jeferson Francisco. Vivências rurais: histórias de pessoas que vieram da zona rural para morar em Chapadinha/MA. São Luis/MA: EDUFMA, 2009 [3]


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