David Gilmour

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David Gilmour
David Gilmour em 2 de Julho de 2005 no Live 8.
Informação geral
Nome completo David Jon Gilmour
Nascimento 6 de Março de 1946 (68 anos)
Origem Cambridge, Inglaterra
País  Reino Unido
Gênero(s) Rock progressivo, psicodélico, hard rock
Instrumento(s) Vocal, guitarra, baixo, teclado, sintetizador, saxofone, banjo, bandolim, gaita, bateria, violão, programação
Modelos de instrumentos Guitarras: Fender Stratocaster, Fender Telecaster, Gibson Les Paul, Gibson Cascade, Contrabaixo Fender Precision
Violões: Gibson, Ovation, Takamine, Martin, Steinberger e Taylor
Período em atividade 1963 - atualmente
Gravadora(s) EMI, Capitol, Columbia, Sony
Afiliação(ões) Pink Floyd, Syd Barrett, Ron Geesin, Roger Waters, Unicorn, Roy Harper, Kate Bush, Wings, Atomic Rooster, Paul McCartney, Supertramp, Bryan Ferry, Nick Mason e Rick Fenn, Pete Townshend, Arcadia, The Dream Academy, Berlin, Rock Aid Armenia, Warren Zevon, All About Eve, Elton John, The Who, Paul Rodgers, B. B. King, Ringo Starr, Alan Parsons, Chris Jagger & Atcha, Dalbello, The Orb, Sam Brown
Página oficial www.DavidGilmour.com

David Jon Gilmour, CBE (Cambridge, 6 de Março de 1946)[1] é um guitarrista e cantor britânico, vocalista da banda inglesa Pink Floyd, tendo também editado álbuns a solo bem como colaborado com outros artistas. Depois da saída de Roger Waters a meio da década de 1980 tornou-se a principal figura da banda. Foi considerado o 14º melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nomeado Doutor em arte, nasceu em Cambridge, Inglaterra e cresceu em Grantchester Meadows. Seu pai Douglas Gilmour, foi um professor de Zoologia da Universidade de Cambridge. Sua mãe Sylvia também era professora. A sua educação teve lugar na Waldorf School e foi durante muitos anos um modelo para essa escola, tendo no entanto descrito a sua educação como “horrível”.[3] Aos 13 anos ganhou seu primeiro violão, e foi então que tudo começou.

Pink Floyd[editar | editar código-fonte]

Conheceu Syd Barrett desde infância, andaram na mesma escola, Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, embora não tenha pertencido á formação inicial dos Pink Floyd. Seu primeiro grupo chamava-se Joker’s Wild para quem começou a tocar em 1963. A banda mudou o seu nome para Flowers em 1967 tendo acabado nesse mesmo ano, tendo Gilmour formado os Bullitt. Juntou-se aos Pink Floyd em Janeiro do ano seguinte. A história de Gilmour com o Floyd começou em 1968, quando Dave foi convidado a integrar a banda de um antigo amigo de colégio; Roger Keith 'SYD' Barrett. Esta banda era o Pink Floyd (formado na época por Syd, Roger Waters, Richard "Rick" Wright e Nicholas "Nick" Mason). O grupo fez quatro ou cinco shows com os cinco integrantes. Logo depois, Syd, que infelizmente já apresentava sinais de grave desordem mental, foi forçado a se afastar do Floyd. Syd era aluno de guitarra de David Gilmour.

O primeiro disco do Pink Floyd a ter Gilmour como guitarrista foi "A saucerful Of Secrets" de 1968. E o primeiro crédito de David por autoria no Pink, foi pela faixa instrumental que dá nome ao disco. [4] O prestígio da banda cresce nos anos seguintes com os discos Ummagumma, Atom Heart Mother e Meddle, além das trilhas sonoras para dois filmes, More e Obscured By Clouds. O comando da banda havia sido assumido aos poucos com maestria por David Gilmour, que dividia com Roger Waters a responsabilidade de compor as músicas da banda.

Em 1973 a banda grava The Dark Side Of The Moon, um dos álbuns mais bem sucedidos da história, que viria a permanecer mais de 20 anos entre os mais vendidos. Com este disco o Pink Floyd prova definitivamente que não dependia apenas do gênio de Syd Barrett e supera em todos os aspectos a obra prima que foi o primeiro disco. A EMI chegou a construir fábricas para fabricar exclusivamente este disco, que marca uma fase de trabalho conjunto e harmonia entre os membros da banda.

Segue-se Wish You Were Here, um trabalho conceitual e um verdadeiro tributo a Syd Barret. O tema da ausência é o pretexto para indiretamente homenagear e analisar o gênio louco. Curiosamente durante as gravações deste disco Syd Barret compareceu ao estúdio, gordo, sujo e careca, com uma imagem tão degenerada que custou a ser reconhecido pelos companheiros. 

Pink Floyd durante a turnê The Wall em 1980

Animals, de 1977, inaugura a fase de protesto político-social da banda e também marca o início de um predomínio de Roger Waters sobre os outros músicos. O disco é baseado na peça teatral "A Revolução dos Bichos" de George Orwell e retrata as contradições e injustiças da sociedade capitalista.

Durante as gravações de The Wall surgem os primeiros atritos entre os membros, com Roger Waters tomando para si o controle da banda. The Wall era um tratado sobre a solidão e sobre o poder esmagador do sucesso, mas era antes de tudo uma auto-biografia do que Roger Waters se supunha ser. A obra, logo tachada de ópera-rock, seria lançada também em forma de filme.

Com o álbum The Final Cut agravam-se os problemas de relacionamento entre os membros, com Roger Waters tendo despedido Rick Wright e relegado os outros componentes da banda a pouco mais do que músicos de estúdio. Waters compôs o conceito e praticamente a totalidade das músicas, além de ter sido o responsável por todos os vocais. O álbum na realidade deveria ser um trabalho solo, mas a gravadora achou que seria mais lucrativo lança-lo como trabalho da banda.

Brigas entre os componentes restantes levaram Roger Waters a deixar o grupo em 1985 assumindo que sem ele o Pink Floyd se desmembrariam. Em vez disso, David Gilmour assumiu por completo o controle da banda e criou A Momentary Lapse Of Reason. Ele explica:

"Eu tinha um sem número de problemas com a direção da banda no passado recente, antes de Roger sair. Eu achava que as músicas tinham muitas palavras, e que devido ao significado dessas palavras serem tão importantes, a música tinha-se tornado um mero veículo para as letras, o que não era muito inspirador...The dark side of the moon e Wish you were here tiveram um enorme sucesso, não apenas devido à contribuição de Roger, mas também porque havia um equilíbrio maior entre a música e as palavras do que em álbuns mais recentes. É isso que estou tentando fazer em A Momentary Lapse Of Reason focar mais na música, restaurando o equilíbrio."

Em 1994, num clima de volta triunfal, após alguns anos sem gravar e sem se apresentar ao vivo, a banda volta com The Divison Bell, disco que teve excelente aceitação por parte da crítica e do público. Pouco mais tarde, em 1995 é lançado Pulse, uma outra gravação ao vivo.

Carreira solo[editar | editar código-fonte]

Durante os intervalos musicais dos Pink Floyd, passava o tempo tocando como músico de estúdio, produzindo discos e até fazendo às vezes como engenheiro de som de palco para uma enorme variedade de espectáculos incluindo, Roy Harper, Kate Bush, The Dream Academy, Grace Jones, Arcadia, Bryan Ferry, Robert Wyatt, Hawkwind, Paul McCartney, Ringo Starr, Sam Brown, Jools Holland, Propaganda, Pete Townshend, The Who, Supertramp (juntos criaram o êxito "Brother where you bound" do álbum com o mesmo nome), vários "supergrupos" de solidariedade e muito mais.

Lançou o seu primeiro álbum, na Primavera de 1978 simplesmente chamado de David Gilmour. O seu segundo álbum About face foi editado em 1984.

Em 2002 fez uma série de concertos acústicos em Londres e Paris, juntamente com Rick Wright (tecladista do Pink Floyd) e uma pequena banda e coro, e que foi documentado na edição de David Gilmour in Concert.

Recentemente em 2006 lançou mais um trabalho solo, "On An Island", considerado por ele o seu melhor trabalho em 30 anos. O álbum contou com um elenco de nomes de ouro na música, os quais já conhecidos pela maioria dos fãs de Gilmour como Guy Pratt, Jon Carin e Richard Wright , além das participações de David Crosby e Graham Nash, e a co-produção do guitarrista Phil Manzanera.

No ano de 2008, Gilmour lançou o DVD Duplo "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall" que sintetizou os grandes shows deste seu, até aqui, último trabalho. No segundo semestre do mesmo ano, David lançou o álbum "Live In Gdànsk", gravado na Polônia no ano de 2006, em comemoração aos 26 anos do partido Solidariedade. Assim como em "Remember That Night", este disco traz raridades e clássicos do Pink Floyd, além de seus recentes trabalhos.

Em outubro de 2010, foi anunciado o lançamento do álbum Metallic Spheres, da banda de música eletrônica The Orb, com a colaboração de David. O trabalho contém músicas inacabadas de Gilmour remixadas pelo The Orb em um novo formato de áudio tridimensional.

Guitarra[editar | editar código-fonte]

David Gilmour nos anos 70 com o Pink Floyd tocando uma Fender Stratocaster

Considerado um dos maiores e mais influentes guitarristas de todos os tempos, Gilmour é um músico com uma pegada muito sentimental. Ele transmite ao instrumento tudo o que ele realmente quer que seja executado ( isto é chamado pelos guitarristas de "feeling" ). Foi inovador no uso de efeitos sonoros na guitarra. Conhecido também por improvisar solos ao vivo feitos com a boca, com uma técnica magnífica, fazendo sua guitarra cantar. Recentemente, seu solo em "Comfortably Numb" foi considerado por um site especializado como sendo o melhor solo de guitarra de todos os tempos.

Gilmour tocando sua lap steel guitar em janeiro de 1977

Também utiliza em suas apresentações um modelo de guitarra estilo "mesa", a lap steel guitar, com a qual faz solos memoráveis e geniais, como em "Breathe", "High Hopes" e "One Of These Days", entre outras.

David possui, dentre muitas outras guitarras, uma das primeiras Fender Stratocaster fabricadas. Com número de série da primeira linha de stratocaster fabricada pela Fender. Um modelo de cor creme e metais dourados. Ele raramente a usa em shows, por ser considerada muito rara e especial, além do receio de que seja roubada. Ele pode ser visto tocando com esta guitarra no show comemorativo do aniversário de 50 anos da Fender Stratocaster, em 2004.

David Gilmour Signature Stratocaster NOS 

Black Strat Signature[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2006, A Fender Custom Shop anunciou duas reproduções da "Black" Strat de Gilmour para lançar em 22 de setembro de 2008. O técnico de guitarra Phil de Taylor juntamente com David supervisionaram o lançamento e escreveu um livro sobre a história desta guitarra que pode ser encontrada em www.theblackstrat.com A data do lançamento foi escolhida para coincidir com o lançamento de seu álbum Live in Gdansk. Ambas as guitarras são baseadas em extensas medições do instrumento original, cada um com diferentes graus de desgaste. A mais cara é a David Gilmour Relic Stratocaster que possui a cópia mais próxima do desgaste da guitarra original. A cópia pura da guitarra também é feita e chamada de David Gilmour NOS Stratocaster.

Stratocaster # 0001[editar | editar código-fonte]

David com a Stratocaster #0001

[5] David Gilmour possui uma coleção de guitarras que inclui alguns modelos raros e mais procurados, Mas a jóia, porém, é a Fender Stratocaster com o número de série #0001. Embora leve o número serial # 0001 ela não é a primeira Stratocaster construida pela Fender. A cor incomum do corpo e do hardware indicam que poderia ser uma peça de mostruário feito para uma ocasião especial ou para um empregado da Fender. O headstock possui uma assinatura que diz "TG 6,54", referindo-se a 'Taddeo Gomez, Junho de 1954' e o corpo tem uma assinatura manuscrita que diz "Mary 9.28.54", referindo-se a Maria (que pode muito bem ser Maria Lemus, funcionária da fábrica da Fender). Maria começou a trabalhar na Fender em 1954 como montadora, tornando-se uma supervisora de montagem final em 28 de Setembro de 1954. Segundo o jornalista e guitarrista David Mead, que examinou a guitarra para um artigo em 1995, o corpo 'Cinza' é de fato 'Branco', embora possa parecer uma 'Olympic White', 'Verde' ou mesmo 'Azul-Piscina' em algumas fotos. A guitarra possui um escudo cor 'ouro' de 8 furos de '1-camada', ponte tremolo e tarrachas Kluson deluxe também na cor 'ouro'. Os captadores parecem ser originais Fender 1954 com uma chave seletora de 3 posições, (as chaves de 5 posições não existiam em meados dos anos 70).

Em 1986, David explicou como ele colocou as mãos na guitarra: "Certa vez, Phil precisou de dinheiro para comprar uma casa, então eu o chantageei... Eu disse que a única maneira de lhe emprestar o dinheiro era se ele me vendesse a Strato branca ... ". Isto deve ter acontecido em meados de 1976. Aparentemente, a guitarra originalmente pertenceu a Leo Fender, que a deu (ou vendeu) para Seymour Duncan que depois vendeu para Phil Taylor em meados dos anos 70 por US $ 900.

A guitarra fez sua primeira aparição em alguns clipes da 'promo' do primeiro álbum solo de David em 1978. Não está documentado se ela foi utilizada no disco ou não. No entanto, ele a usou na gravação das bases de "Another Brick in The Wall Part.2" com a guitarra gravada diretamente na mesa. David também usou a guitarra na gravação de "Back to the Egg" (Paul McCartney) do álbum e da canção "So Glad to See You Here". A guitarra foi novamente utilizada nas filmagens do vídeo de Brian Ferry "Is You Love Strong enough". Em 1991 David foi filmado utilizando a guitarra com Jeff Baxter em Abbey Road em uma jam improvisada. Na celebração do 50º aniversário da Fender Stratocaster, em 2004, em Wembley Arena, era a ocasião perfeita para David utlizar a Stratocaster # 0001. Ele a utilizou em duas das três músicas que ele tocou durante o show que foram: 'Coming Back to Life' e 'Marooned' (esta foi a segunda vez que Marooned foi tocada ao vivo, sendo a primeira em Oslo, Noruega, em 1994, na turnê The Division Bell). David usou a Stratocaster "Red" Reissue 1983 na terceira canção, 'Sorrow'.

A teoria alternativa sobre as origens da guitarra

Houveram algumas discussões sobre as origens da Strat # 0001, em 2004 no fórum da Seymour Duncan existiram algumas controvérsias. De acordo com Sr. Seymour Duncan, haviam duas guitarras com o número serial #0001 e a guitarra de David seria uma "frankenstein", que consiste em um instrumento feito de várias partes diferentes. Aparentemente, em 1976 um cara chamado 'Richard Green' pediu ao Sr. Duncan para reparar sua Strat 1957. Duncan enviou o corpo para 'Charvel' mas o corpo estava muito desgastado e cheio de arranhões e então foi substituído por um corpo aleatório semelhante. O headstock foi reparado por Phil Kubicki, onde ele e Sr. Duncan ajustaram para o "novo" corpo, então ela foi entregue para Richard Green. A guitarra tinha um número de série # 0001 no neckplate. Mais tarde, Sr. Duncan ainda possuia o corpo original e passou para Charvel, que instalou um braço 1957 aleatório que ele tinha comprado de Phil Kubicki, instalou captadores 1960 e vendeu esta 'nova réplica' a Phil Taylor. Esta guitarra também tinha um número de série # 0001 no neckplate.

Então, resumindo, de acordo com o senhor Seymour Duncan, a # 0001 de David Gilmour é na verdade uma 'Stratocaster 1957 - Verde Menta' com um braço 1957, ela foi montada a partir de duas guitarras diferentes, e os captadores são Seymour Duncan personalizados 1960. Seymour também insiste que ele realmente não vendeu para Phil Taylor, mas para Alan Rogan (técnico de guitarra de Pete Towsend por muito tempo), que depois vendeu para Phil. O braço pode ser um modelo de 1954, mas Seymour lembra que tinha um braço '57' com algumas 'queimaduras' de cigarro no headstock, que a guitarra de David de fato tem. Seja esta (ou não) a verdadeira história da guitarra de David, não tem como sabermos com exatidão. Há poucas fontes e, embora Seymour Duncan possa ter uma boa memória, há alguns buracos em sua "teoria", até porque um exame feito na guitarra de David em 1995, revela fortes indícios de ser um modelo 1954 genuíno. Phil Taylor também parece negar a teoria insistindo em que Seymour está confundindo a "frankenstein" com outra guitarra. Pode-se também levantar a questão, por que Seymour pediu US $ 900 dela quando ele a vendeu para Taylor se ela de fato se tratava da Stratocaster # 0001? Foi um preço simbólico entre amigos? ou o fato de que o fenômeno não era um problema no momento?

O fato é que a Stratocaster # 0001 de David Gilmour é uma guitarra única e enquanto muitos colecionadores mantém seus itens atrás de um vidro ou em um depósito, David usa a Strato com certa freqüência, a guitarra foi apresentada pela última vez em uma sessão de fotos por Ross Halfin em 2006.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

David Gilmour e família em 2005.

Casou-se por duas vezes. Com sua primeira esposa, Ginger, teve quatro filhos: Alice (1976), Clare (1980), Sara (1982) e Matthew (1985).

Sua atual esposa é a jornalista e escritora Polly Samson. Casaram-se em 1994 durante a turnê The Division Bell. Tem neste casamento mais quatro filhos: Charlie adotivo (é filho de Polly e do poeta, ator e dramaturgo Heathcote Williams) e três biológicos: Joe, Gabriel e Romany.

É o membro mais novo do Pink Floyd. Foi convidado pouco tempo antes da saída de Syd Barrett da banda. O primeiro trabalho do Pink Floyd liderado por David Gilmour (após a era Roger Waters) foi o disco A Momentary Lapse of Reason que foi seguido por álbum duplo ao vivo chamado Delicate Sound Of Thunder. Depois de algum tempo fora, a banda voltou a lançar um disco com canções inéditas, The Division Bell. Em 1995 foi lançado outro álbum duplo ao vivo, gravado no teatro Earls Court, Londres, chamado P•U•L•S•E, com direção e liderança de David Gilmour.

Reconhecido por ações humanitárias[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua vida, tem colaborado ativamente em muitas organizações de caridade. Colabora com entidades como: Greenpeace, European Union Mental Health and Illness Association e Anistia Internacional. Realizou um projeto habitacional para os sem-teto e pessoas com deficiência intelectual.

Em 1996 foi induzido no Hall da Fama do Rock and Roll com os Pink Floyd. Em Novembro de 2003 foi-lhe atribuída a Ordem do Império Britânico.

A aviação[editar | editar código-fonte]

David Gilmour é também um piloto experiente. Sua empresa, Intrepid Aviation, acumulou um impressionante conjunto de aeronaves históricas. Ele decidiu vender a Intrepid, pelo seguinte motivo[6] :

"A Intrepid Aviation foi para mim uma forma de fazer meu hobby pagar a si mesmo , mas, gradualmente ao longo de alguns anos a Intrepid Aviation tornou-se um negócio, que tive de administrar. De repente eu percebi que em vez de ser um passatempo que desfrutava era uma empresa e por isso decidi vende-la. Não sou mais seu proprietário. Tenho apenas um bom e velho biplano no qual passeio pelo céu de vez em quando ..."

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns a solo[editar | editar código-fonte]

Gilmour tocando na O2 Arena,Londres, 2011.

Com o Pink Floyd[editar | editar código-fonte]

'Outros'

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Biografia Site oficial (davidgilmour.com).. Página visitada em 2-12-2007.
  2. The 100 Greatest Artists of All Time: David Gilmour (em inglês) Rolling Stone. Página visitada em 12 de janeiro de 2012.
  3. Texto original: Lucas Scarascia. Biografia. Página visitada em 22/09/2014.
  4. Pink Floyd http://www.bn.com.br/.+Página visitada em 22/09/2014.
  5. www.gilmourish.com. #0001 Stratocaster. Página visitada em 21/09/2014.
  6. retirada de uma entrevista a rádio BBC em 2002), tradução livre

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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