Livro sagrado

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Emblem-scales.svg
A neutralidade desse artigo (ou seção) foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.

Os livros sagrados são obras literárias presentes nas principais religiões cujos autores teriam recebido uma possível revelação divina. Na opinião dos adeptos das respectivas religiões, tais autores eram pessoas iluminadas, que podiam se comunicar com as divindades inspiradoras. São considerados profetas, muitas vezes.

São exemplos de livros sagrados (de acordo com a respectiva religião):

Tais livros são mais comuns nas religiões monoteístas.

Visão do cristianismo[editar | editar código-fonte]

Para os cristãos, os livros sagrados são os livros que foram aceitos no Cânon ou livros inspirados divinamente. São os livros bíblicos que os teólogos e estudiosos consideram que seus autores foram inspirados por Deus para escrevê-los, seja por uma revelação ou mesmo por fatos vivenciados, como os mencionados nos Atos dos Apóstolos ou nas cartas paulinas (cartas escritas pelo apóstolo Paulo por inspiração divina).

Os livros chamados apócrifos seriam considerados não-inspirados por Deus ou escritos de acordo com a vontade de seus autores, por inspiração humana.

Argumentam que, no livro de II Timóteo, capítulo 3, versículo 16, está escrito que toda escritura é divinamente inspirada é proveitosa para educar o homem na justiça e tornar o homem de Deus qualificado para toda boa obra.

E o próprio prólogo de Eclesiástico, Macabeus, capítulo 2, versículo 29 e capítulo 15, versículos 38 e 39 dizem não pretenderem ser inspirados e nem mesmo terem certeza da fidelidade dos fatos narrados.

Todos os livros sagrados, em parte - logicamente -, foram citados por Jesus em seus ensinamentos e há referências diretas a eles feitas pelos apóstolos.

Diferentes tradições cristãs possuem um diferente cânone para o Antigo Testamento. A Igreja Católica Romana utilizou , a partir do século I, como canônica a versão chamada Septuaginta, que foi uma tradução dos escritos hebraicos para o grego, feita antes mesmo do fechamento do cânone hebraico na tradição judaica. Assim, a Septuaginta inclui material que não foi incluído na Bíblia Hebraica, de fontes diferentes e divergentes, inclusive material original já escrito em grego. Os defensores da reforma protestante excluíram do cânone todos os livros ou fragmentos que não correspondiam ao texto hebraico massorético, e como resposta a isso o Concílio de Trento em 1546 determinou que os livros de Judite, Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1° Macabeus e 2° Macabeus, os capítulos 13 e 14 e os versículos 24 a 90 do capítulo 3 de Daniel, os capítulos 11 a 16 de Ester (todos existentes em língua grega) deveriam ser tratados como canônicos, ao passo que os textos conhecidos como oração de Manassés e os livros de 3 e 4 Esdras não mais o seriam. A Igreja Católica Ortodoxa acabou por decidir pela inclusão de Tobias, Judite, Sirácida e Sabedoria.[1]

Livros sagrados por religião[editar | editar código-fonte]

Cristianismo - Bíblia


Confucionismo[editar | editar código-fonte]

Hinduísmo[editar | editar código-fonte]

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons)[editar | editar código-fonte]

Igreja de Satã[editar | editar código-fonte]

Islamismo[editar | editar código-fonte]

Judaísmo[editar | editar código-fonte]

Taoísmo[editar | editar código-fonte]

Zoroastrismo[editar | editar código-fonte]

Fé Bahá'í[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre religião é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.