Maçã

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Maçã vermelha.

Maçã vermelha.
Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: angiospérmicas
Clado: eudicotiledóneas
Clado: rosídeas
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Subfamília: Maloideae
Género: Malus
Espécies

Malus domestica
Malus sieversii
entre outras.

Maçã
Valor nutricional por 100 g (3,53 oz)
Energia 218 kJ (50 kcal)
Carboidratos
Carboidratos totais 13,81 g
 • Açúcares 10,39 g
 • Fibra dietética 2,4 g
Gorduras
Gorduras totais 0,17 g
Proteínas
Proteínas totais 0,26 g
Água 85,56 g
Vitaminas
Vitamina A equiv. 3 µg (0%)
Tiamina (vit. B1) 0.017 mg (1%)
Riboflavina (vit. B2) 0.026 mg (2%)
Niacina (vit. B3) 0.091 mg (1%)
Ácido pantotênico (B5) 0.061 mg (1%)
Vitamina B6 0.041 mg (3%)
Ácido fólico (vit. B9) 3 µg (1%)
Vitamina C 4.6 mg (6%)
Minerais
Cálcio 6 mg (1%)
Ferro 0.12 mg (1%)
Magnésio 5 mg (1%)
Fósforo 11 mg (2%)
Potássio 107 mg (2%)
Zinco 0.04 mg (0%)
Percentuais são relativos ao nível de ingestão diária recomendada para adultos.
Fonte: USDA Nutrient Database

A maçã é o pseudofruto pomáceo da macieira,[1] árvore da família Rosaceae. É um dos pseudofrutos de árvore mais cultivados, e o mais conhecido dos muitos membros do género Malus que são usados ​​pelos seres humanos. As maçãs crescem em pequenas árvores, de folha caducifólia que florescem na Primavera e produzem fruto no Outono. A árvore é originária da Ásia Ocidental, onde o seu ancestral selvagem, Malus sieversii, ainda é encontrado atualmente. As maçãs têm sido cultivadas há milhares de anos na Ásia e Europa, tendo sido trazidas para a América do Norte pelos colonizadores europeus. As maçãs têm estado presentes na mitologia e religiões de muitas culturas, incluindo as tradições nórdica, grega e cristã. Em 2010, o genoma da fruta foi descodificado, levando a uma nova compreensão no controle de doenças e na reprodução seletiva durante a produção da maçã.

Existem mais de 7.500 plantações conhecidas de maçãs, resultando numa gama de características desejadas.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Maçã" originou-se do termo latino MALA MATIANA, que significa "maçãs de Mácio"[2] .

História[editar | editar código-fonte]

A maçã sempre foi uma importante fonte alimentícia em regiões de clima frio. Provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo pelo homem[carece de fontes?]. É a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo. As maçãs de inverno, colhidas no final do outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milênios na Ásia e na Europa e, desde 1800, nos Estados Unidos.

Informações nutricionais[editar | editar código-fonte]

O consumo regular de maçã é excelente para se prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, com a ingestão recomendada de uma unidade por dia. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca.[3]

Também auxilia no processo de emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da maçã libera o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo.

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Também apresenta propriedades medicinais, e produz efeitos benéficos sobre o coração, tanto pelo elevado teor de potássio, quanto pela presença de pectina, que evita a deposição de gorduras na parede arterial, prevenindo a arteriosclerose. Por tudo isto, melhora a circulação sanguínea, reduzindo, consequentemente, o trabalho cardíaco e prolongando a vida útil do coração.

Pode ser usada como uma espécie de laxante, pois auxilia na eliminação das fezes. Actua da seguinte maneira: durante a digestão, absorve a água, e, durante a eliminação, liberta esta água que ficou armazenada, não deixando que as fezes sequem e causem problemas posteriores, como a prisão de ventre.

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A maçã contém as seguintes vitaminas: B1, B2 e Niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro.[3]

Fermentada, é utilizada na elaboração de bebidas alcoólicas como a sidra asturiana, o Calvados francês e a sagardua basca.

É rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação de coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames. A maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso. A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como diurético.

Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi-la ao natural com casca, pois é junto dela que estão a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.

Na hora de comprar, escolha as de casca de cor acentuada e brilhante, polpa firme, pesadas, sem partes moles, furos ou rachaduras. Nessas condições ela se conserva até um mês no frigorífico.

Comércio[editar | editar código-fonte]

Variedades de maçãs que são comercializadas.

Em torno de 55 milhões de toneladas de maçãs foram cultivadas no mundo em 2005, dando um valor aproximado de 10 bilhões de dólares. Cerca de dois quintos desse total foi produzido na China.[4] Cerca de 7,5% foi produzido nos Estados Unidos.[5]

Nos Estados Unidos, mais de 60% ​​de todas as maçãs vendidas comercialmente são cultivadas no estado de Washington.[6] As maçãs importadas da Nova Zelândia e outras áreas mais temperadas estão competindo com a produção dos Estados Unidos e aumentando a cada ano.[4]

A maior parte da produção da Austrália é para o consumo interno. As importações provenientes da Nova Zelândia não são aceitas, por causa de uma lei que entrou em vigor em 1921.[7]

Os maiores exportadores de maçãs em 2006 foram: República Popular da China, Chile, Itália, França e os Estados Unidos, enquanto os maiores importadores no mesmo ano foram Rússia, Alemanha, o Reino Unido e a Holanda.[8]

Dez maiores produtores de maçã — 2009
País Produção (em toneladas) Notação*
 República Popular da China 31 684 445 F
 Estados Unidos 4 514 880 F
 Turquia 2 782 370 F
 Polónia 2 626 270 F
 Irã 2 431 990 F
 Itália 2 313 600 F
 França 1 953 600 F
 Índia 1 795 200 F
 Rússia 1 596 000 F
 Brasil 1 222 890 F
 Total Mundial 52 921 245 A
*Notação: Nenhuma letra = cifra oficial
F = estimativa da FAO
A = total agregado, incluindo valores oficiais e estimados
Fonte: FAO

Espécies cultivadas[editar | editar código-fonte]

Macieira florida.

Há mais de 7 500 espécies e variedades de maçãs. As diferentes espécies encontram-se em climas temperados e subtropicais, já que macieiras não florescem em áreas tropicais, pois necessitam de um número considerável de horas de frio, que é variável em função da variedade cultivada. As variedades da família da Gala, por exemplo, necessitam de um inverno com cerca de 700 horas de frio (temperatura abaixo de 7,2 °C) para terem o rendimento ideal na colheita.

A seguir, há uma lista das espécies cultivares mais comuns e onde são cultivadas, juntamente com o ano e local de origem:

Entre as variedades mais consumidas em Portugal, destacam-se:

Em Portugal apenas a Maçã Bravo de Esmolfe tem, desde 1994, Denominação de Origem Protegida (DOP) definida na legislação da União Europeia (UE).[9] [10] Já no que diz respeito à Indicação Geográfica Protegida (IGP) são quatro as variedades reconhecidas: Maçã de Alcobaça[11] , Maçã da Beira Alta[12] , Maçã da Cova da Beira[13] e Maçã de Portalegre[14] .

Aspectos culturais[editar | editar código-fonte]

"Brita como Iduna" (1901) por Carl Larsson.

Paganismo germânico[editar | editar código-fonte]

Na mitologia nórdica, a deusa Iðunn é retratada no Prosa Edda (escrito no século XIII por Snorri Sturluson) como a fornecedora de maçãs para deuses que lhes dão a juventude eterna. A acadêmica inglesa Hilda Ellis Davidson diz que práticas religiosas com maças eram desenvolvidas na mitologia nórdica. Ela ressalta que baldes de maçãs foram encontrados no navio Oseberg na Noruega, e que as frutas e nozes (Iðunn tendo sido descrito como sendo transformada em uma porca em Skáldskaparmál) foram encontrados nos túmulos dos primeiros povos germânicos na Inglaterra e outras partes da Europa, que pode ter tido um significado simbólico, e que as nozes são ainda um simboliza fertilidade, no sudoeste da Inglaterra.[15]

Davidson observou uma ligação entre maçãs e os Vanir, uma tribo de deuses associados com a fertilidade na mitologia nórdica, citando um exemplo de onze "maçãs douradas" a ser dada para cortejar a bela Gerðr por Skirnir, que era mensageiro dos principais deuses. Davidson também observa uma conexão ainda mais entre a fertilidade e as maçãs na mitologia nórdica no capítulo 2 da saga Völsunga quando a deusa principal Frigg envia ao Rei Rerir uma maçã, o mensageiro de Frigg (sob a forma de um corvo) deixa cair maçã em seu colo enquanto ele fica no topo de um monte.[16] O consumo das maças resulta na gravidez da mulher de Rerir, nascendo mais tarde o herói Volsungo.[17]

Além disso, Davidson assinala a "estranha" expressão "Maçãs de Hel" usada em um poema do século XI pelo skald Thorbiorn Brúnarson. Ela afirma que skald poderia ter pensado que maçã era o alimento dos mortos. Além disso, Davidson observa que a deusa germânica Nehalennia às vezes é representada com maçãs. Davidson afirma que, enquanto o cultivo da maçã no norte da Europa se estende até pelo menos no tempo do Império Romano e chegou à Europa a partir do Oriente, as variedades nativas da maçã são pequenas e amargos. Davidson conclui que na figura de Iðunn "devemos ter um pálido reflexo de um velho símbolo: o da deusa guardiã do fruto doador da vida do outro mundo".[15]

Mitologia grega[editar | editar código-fonte]

Na mitologia grega, as maçãs aparecem em muitas tradições religiosas, muitas vezes como um místico ou um fruto proibido. Um dos problemas para identificar as maçãs na religião, mitologia e lendas populares é que a palavra "maçã" era usado como um termo genérico para todos os frutos (estrangeiros).[18] Por exemplo, na mitologia grega, o herói grego Héracles, como parte de seus doze trabalhos, foi obrigado a viajar para o Jardim das Hespérides e pegar as maçãs de ouro da Árvore da Vida.[19] [20] [21]

A deusa grega da discórdia Eris, ficou insatisfeita depois que ela foi excluída do casamento de Peleu e Tétis.[22] Em retaliação, ela jogou uma maçã de ouro na festa de casamento.

A maçã foi considerada, na Grécia antiga, o símbolo do amor.[23]

O fruto proibido no Jardim do Éden[editar | editar código-fonte]

Embora não há uma especificação sobre o fruto proibido no livro de Génesis, a tradição popular cristã considerou que foi uma maçã que Eva persuadiu Adão a compartilhar com ela.[24] Em latim, a palavra "maçã" e "mal" são semelhantes (malum, "uma maçã", malum, "um mal, uma desgraça"). Isso também pode ter influenciado a maçã ter se tornando o "fruto proibido". A laringe na garganta humana tem sido chamada de "maçã de Adão".[24] A maçã também é um símbolo de sedução sexual.[24]

O fruto de Isaac Newton[editar | editar código-fonte]

Não se pode afirmar com certeza que a história de que Newton estava sentado embaixo de uma macieira e uma maçã caiu em sua cabeça seja verdadeira, mas o suposto ocorrido hipoteticamente fez com que o cientista ficasse ciente da existência da força da gravidade.

A maçã e Apple[editar | editar código-fonte]

A marca de eletrônicos Apple adotou a maçã como marca registrada. A dentada na maçã foi introduzida no design para que não fosse confundida com uma cereja. O nome Macintosh, um dos produtos da empresa, é inspirado no tipo de maçã McIntosh Red, variedade comum nos Estados Unidos.

Nutrição[editar | editar código-fonte]

O ditado Uma maçã por dia mantém o médico longe, mostra os efeitos da maçã na saúde, a citação foi criada no século XIX no País de Gales.[25] Uma pesquisa revelou que as maçãs podem reduzir o risco de câncer de cólon, câncer de próstata e câncer de pulmão.[25] Em comparação com muitas outras frutas e vegetais, a maçã contêm quantidades relativamente baixas de vitamina C, mas são uma fonte rica de outros antioxidantes compostos.[26] O teor de fibra, embora menos que na maioria dos outros frutos, ajuda a regular os movimentos intestinais e pode assim, reduzir o risco de câncer de cólon. Eles também podem ajudar com doenças cardíacas,[27] a perda de peso,[27] e ajudam a controlar o colesterol. A fibra contida nas maçãs reduz o colesterol, evitando a reabsorção, e (como a maioria das frutas e vegetais) são volumosos para o seu conteúdo calórico.[27] [28] No entanto, as sementes da maçã são levemente venenosas, contendo uma pequena quantidade de amygdalin. Ela geralmente não é forte o suficiente para oferecer perigo aos seres humanos, mas pode matar os pássaros.[29]

Há evidências de experimentos em que foi supostamente confirmado que as maçãs possuem fenólicos compostos que podem ser uma proteção contra o câncer.[30] O fenólicos predominante nas maçãs são a quercetina, epicatequina e procianidina B2.[31]

Além dos já citados benefícios, você irá encontrar outros nutrientes importantes e vitaminas da maçã, que sem dúvidas vão contribuir com a sua saúde, promovendo cada vez mais o seu bem estar e confirmar a frase citada acima Uma maçã por dia mantém o médico longe.

O suco de maçã tem um concentrado teor de neurotransmissor acetilcolina em camundongos, fornecendo um mecanismo potencial para a "prevenção do declínio da performance cognitiva que acompanha a deficiências alimentares e genéticas e combate o envelhecimento." Outros estudos têm mostrado uma "redução do dano oxidativo e declínio cognitivo" em ratos após a ingestão do suco de maçã.[32] Pesquisadores da Universidade Chinesa de Hong Kong descobriram que moscas que foram alimentados com um extrato de maçã viveram 10% mais em relação às outras moscas.[33]

Referências

  1. Maçãs acendem lâmpada de led e inspiram sustentabilidade. Yahoo!.
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 056
  3. a b Jocelem Mastrodi Salgado. Alimentos inteligentes. [S.l.]: Prestígio, 2005. ISBN 9788599170205
  4. a b Kristin Churchill. Chinese apple-juice concentrate exports to United States continue to rise. Great American Publishing. Página visitada em 22 de janeiro de 2008. Cópia arquivada em 16 de outubro de 2006.
  5. Ferree, David Curtis; Ian J. Warrington. Apples: Botany, Production and Uses. [S.l.]: CABI Publishing, 1999. ISBN 0851993575 OCLC 182530169
  6. Desmond, Andrew. The World Apple Market. [S.l.]: Haworth Press, 1994. 144–149 p. ISBN 1560220414 OCLC 243470452
  7. Gavin Evans (9 de agosto de 2005). Fruit ban rankles New Zealand - Australian apple growers say risk of disease justifies barriers. International Herald Tribune. Página visitada em 9 de agosto de 2005.
  8. FAO. Faostat.fao.org (2009-08-12). Página visitada em 2010-11-07.
  9. Maçã Bravo de Esmolfe na Base de Dados DOOR da União Europeia.
  10. Informação sobre Maçã em Portugal (2007) no sítio do Ministério com a pasta da Agricultura.
  11. Maçã de Alcobaça na Base de Dados DOOR da União Europeia.
  12. Maçã da Beira Alta na Base de Dados DOOR da União Europeia.
  13. Maçã da Cova da Beira na Base de Dados DOOR da União Europeia.
  14. Maçã de Portalegre na Base de Dados DOOR da União Europeia.
  15. a b Ellis Davidson, H. R. (1965) Gods And Myths Of Northern Europe, page 165 to 166. ISBN 0140136274
  16. Ellis Davidson, H. R. (1965) Gods And Myths Of Northern Europe, page 165 to 166. Penguin Books ISBN 0140136274
  17. Ellis Davidson, H. R. (1998) Roles of the Northern Goddess, page 146 to 147. Routledge ISBN 0415136105
  18. Sauer, Jonathan D.. Historical Geography of Crop Plants: A Select Roster. [S.l.]: CRC Press, 1993. p. 109. ISBN 0849389011
  19. Wasson, R. Gordon. Soma: Divine Mushroom of Immortality. [S.l.]: Harcourt Brace Jovanovich, 1968. p. 128. ISBN 0-15-683800-1
  20. Ruck, Carl; Blaise Daniel Staples, Clark Heinrich. The Apples of Apollo, Pagan and Christian Mysteries of the Eucharist. Durham: Carolina Academic Press, 2001. 64–70 p. ISBN 0-89089-924-X
  21. Heinrich, Clark. Magic Mushrooms in Religion and Alchemy. Rochester: Park Street Press, 2002. 64–70 p. ISBN 0-89281-997-9
  22. Herodotus Histories 6.1.191.
  23. Edmonds, J. M., trans.; rev. John M. Cooper. "Epigrams". Plato: Complete Works. Ed. John M. Cooper. Indianapolis: Hackett, 1997. p 1744, note to VII. Print.
  24. a b c Macrone, Michael; Tom Lulevitch. Brush up your Bible!. [S.l.]: Random House Value, 1998. ISBN 0517201895 OCLC 38270894
  25. a b For decreased risk of colon, prostate and lung cancer: Nutrition to Reduce Cancer Risk. The Stanford Cancer Center (SCC). Página visitada em 2008-08-18.
  26. Boyer, Jeanelle; Rui Hai Liu. (maio 2004). "Apple phytochemicals and their health benefits". Nutrition journal 3 (1): 5. Cornell University, Ithaca, New York 14853-7201 USA: Department of Food Science and Institute of Comparative and Environmental Toxicology. DOI:10.1186/1475-2891-3-5. PMID 15140261.
  27. a b c Apples Keep Your Family Healthy. Washington State Apple Advertising Commission. Página visitada em 22 de janeiro de 2008.
  28. Rajeev Sharma.. Improve your health with Apple,Guava,Mango. [S.l.]: Diamond Pocket Books (P) Ltd., 2005. p. 22. ISBN 8128809245
  29. Juniper BE, Mabberley DJ. The Story of the Apple. [S.l.]: Timber Press, 2006. p. 20. ISBN 0881927848
  30. Lee KW, Lee SJ, Kang NJ, Lee CY, Lee HJ. (2004) "Effects of phenolics in Empire apples on hydrogen peroxide-induced inhibition of gap-junctional intercellular communication". Biofactors 21 (1–4): 361–5. DOI:10.1002/biof.552210169. ISSN 0951-6433. PMID 15630226.
  31. Lee KW, Kim YJ, Kim DO, Lee HJ, Lee CY. (Outubro 2003) "Major phenolics in apple and their contribution to the total antioxidant capacity". J. Agric. Food Chem. 51 (22): 6516–6520. DOI:10.1021/jf034475w. ISSN 0021-8561. PMID 14558772.
  32. For prevention of dementia: Chan A, Graves V, Shea TB. (agosto 2006) "Apple juice concentrate maintains acetylcholine levels following dietary compromise". Journal of Alzheimer's Disease 9 (3): 287–291. ISSN 1387-2877. PMID 16914839.
  33. Maher, Theresa. Antioxidants Found in Apples May Extend Lifespan. Journal of Agricultural and Food Chemistry. Página visitada em 24 de março de 2011.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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