Samba-reggae

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Samba Reggae
Origens estilísticas Samba, reggae, funk
Contexto cultural Entre 1987 e 1994, na Bahia
Instrumentos típicos Agogô, percussão, atabaque, tambor, pandeiro
Popularidade Se tornado popular no Brasil
Subgêneros
De raiz, instrumentalizado
Formas regionais
Brasil

Samba-reggae, por vezes também chamado swingueira,[1] é um gênero musical nascido no estado da Bahia.

História[editar | editar código-fonte]

O samba-reggae, nasceu da difusão do Samba Duro (uma variante do Samba de Roda[2] ) com o Reggae e o Funk apresentando dois tambores, um pandeiro, um atabaque, uma guitarra ou viola eletrônica no lugar do cavaquinho e instrumentos da música latina, com forte influências do Merengue, da Salsa e de candomblé.[3]

O samba-reggae surgiu entre 1996 e 2000 na Bahia, criado pelo maestro Neguinho do Samba. Foi divulgado a partir de manifestações musicais de Margareth Menezes e Daniela Mercury[Banda Mel][ Banda Reflexus], cantores famosos de Axé Music e da antiga mistura entre olodum e reggae, que se espalhou pelo Brasil e todo o mundo

Pagode Baiano[editar | editar código-fonte]

Pagode Baiano é um ritmo baiano, advindo do Samba-reggae e do Samba de Roda do reconcavo (entre suas variações), caracterizado por uma levada mais próxima do que se pode carterizar como a fusão entre o Samba e o Reggae, responsável pelo destaque da harmonia - com linhas melódicas marcantes e percussão com destaque para o repique, que toca no acento característico da música.


Grupos como Terra Samba, Harmonia do Samba, É O Tchan, Gang do Samba, foram os precursores do ritmo. Já nos anos 2000 surgiram outros grupos de destaque como Psirico, Parangolé e Pagod'Art.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Bahia Notícias. Psirico estreia no Fortal e garante 'muita swingueira'. Acesso em 12 fev 2012.
  2. Almerinda Guerreiro. A trama dos tambores: a música afro-pop de Salvador. [S.l.]: Editora 34, 2000. 21 p. 8573261757, 9788573261752
  3. Adonay Ariza. Eletronic samba: a música brasileira no contexto das tendências internacionais. [S.l.]: Annablume, 2006. 306 a 309 p. 8574196037, 9788574196039

Ligações externas[editar | editar código-fonte]