Léo Santana & Parangolé

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Parangolé
Informação geral
Origem Salvador, Bahia
País  Brasil
Gênero(s) Pagode Baiano
Período em atividade 1997 – atualmente
Gravadora(s) Universal Music Brasil
Afiliação(ões) Carlinhos Brown
Claudia Leitte
Daniela Mercury
Edcity
Harmonia do Samba
Ivete Sangalo
Léo Santana
Psirico
Saulo Fernandes
Tierry
Página oficial www.bandaparangole.com.br
Integrantes Tony Salles
Nenel
Tiago Indio
Pretonell
Plinelson
Big Big
Telinho
Alisson Max
Ruan
Emerson Timbal
Ex-integrantes
Nailton Alves
Mucinho
Paulinho
Klebinho
Eddye
Bambam
Léo Santana
Júlio César
C'Du Guedes
Wandy Mateus
André Merenda
Luis Carlos
Rogério Abreu
Victor Leony
Tito Vinícius
Ricardo
Pé de Pato
Sandrinho
Fabrício Batera
Paulo Nick
Rafael Silva
Luciano Piu
Binho Brasil
Jadson
Thor Cruz
Selva Rodrigues
Hugo Sanbone
Everaldo Pequeno

Parangolé é uma banda de pagode baiano. Formada em 1997, tornou-se um dos principais grupos do gênero. É atualmente liderada por Tony Salles e é conhecida principalmente pelo single "Rebolation".[1]

História[editar | editar código-fonte]

O início[editar | editar código-fonte]

O Parangolé surgiu em 1997, em Salvador, no bairro da Federação, mais precisamente no "Bar de Dona Maria". Todas as tardes, Adriano Nenel e Nailton Alves se reuniam para jogar baralho e, sempre ao fim das partidas, faziam um pagode, misturando samba, salsa, axé e ritmos percussivos. O som agradava aos que passavam pelo local e o movimento se espalhou pela cidade. Com o tempo, só se ouvia um comentário: "que parangolé é aquele que está rolando na Federação?" E assim surgiu o grupo e também o nome 'Parangolé'.

Ascensão[editar | editar código-fonte]

Em 2000, ao se tornar pastor, Nailton segui carreira na música gospel e deixa a banda, sendo liderada entre 2000 e 2002 por Mucinho, e posteriormente por Paulinho, que gravaram músicas como "Swing do Cavaco", "Timanamanô", e "Colé Véio", lançando o sucesso do grupo para a Bahia. Um álbum duplo ao vivo foi lançado em 2002, porém não teve muito reconhecimento. A banda também foi liderada por Klebinho, mas sua passagem pelo grupo foi pouco notável.

Mais tarde, em 2004, foi liderada por Eddye (Edcity, atualmente em carreira solo e ex-vocalista da banda Fantasmão), com o cavaquinhista Nenel cantando em parceria com ele, gravando os sucessos "Delícia" e "Baculejo", e lançando em 2005, um álbum homônimo que também não teve bom reconhecimento.

Em 2006, tornando a banda bastante popular, Bambam assume ao lado de Nenel, que deixa o cavaco, ganhando mais espaço no canto. Tendo como principais hits as músicas "Só as Cabeças" e "Problemática", foi lançado no mesmo ano, o álbum A Verdade da Cidade, [2] e o primeiro DVD, Movimento Shake Style, gravado no evento Muquiverão em Salvador. Ambos foram bem reconhecidos, e além disso, a música "Fera Ferida" teve o primeiro clipe da banda, gravado também em Salvador[3] . O clipe mostrava os integrantes da banda se reunindo, tocando e cantando em uma laje, além dos moradores da comunidade em seu dia-a-dia.

Saída de Bambam e Nenel[editar | editar código-fonte]

Sempre encarado como uma pessoa extremamente temperamental, inconsequente e irresponsável, o então vocalista Bambam envolveu-se em mais uma briga com os empresários da banda, que culminou em sua saída em outubro de 2007.[4] Segundo informações, no último show com ele, realizado fora de Salvador, Bambam não quis atender às regras do evento e entrou em desacordo com a produtora da banda.[5] Após a demissão de Bambam, Nenel decide sair do Parangolé para entrar na banda LevaNóiz. [6] Um álbum que levava o mesmo nome da música “Sou Parangoleiro”, anunciado por Nenel no DVD anterior, não chegou á ser lançado.

Após a saída dos dois cantores, um sócio da banda mostrou um CD demo do então vocalista da banda Apert Play para a Salvador Produções, empresa que administra o Parangolé. Então, ainda á tempo do carnaval de 2008, Léo Santana assume os vocais.

Recomeço, morte de Rogério Abreu e Dinastia Parangoleira[editar | editar código-fonte]

Com a entrada de Léo, a banda assumiu uma nova "cara" e definitivamente consagrou-se como um dos mais poderosos nomes da música baiana. As apresentações do Parangolé passaram a ter uma produção diferenciada, com cenário e figurino diversificados, o que abriu os olhos dos produtores de eventos para o grupo.

Firmando a nova cara, a banda lançou no final de 2007 o álbum Dinastia Parangoleira: 10 Anos, contando com 20 faixas, entre elas "Sou Favela" - primeiro grande sucesso da "era Léo Santana", com a participação da banda LevaNóiz - e “Desce a Madeira”, músicas que estavam sempre entre as mais pedidas das rádios.

No dia 17 de abril de 2008, o baixista Rogério Abreu foi morto junto com o amigo Márcio Oliveira Gomes, numa tentativa de assalto perto do Condomínio Pararela Park, onde morava.[7] De acordo com as testemunhas, eles foram abordados por dois homens em uma moto enquanto saiam para a faculdade. Ao reagir, os dois foram atingidos várias vezes. O músico foi levado ao hospital São Rafael, mas não resistiu aos ferimentos. No dia seguinte, o músico foi enterrado na cidade de Pojuca, onde nasceu.[7]

No dia 12 de julho do mesmo ano, foi lançado o CD/DVD Dinastia Parangoleira: Ao Vivo, uma superprodução que projetou a banda nacionalmente. Contando com equipamentos de última geração: uma mega-estrutura de palco, som, iluminação e efeitos, foi gravado com a presença de 25.000 pessoas, contendo a participação de Nenel na faixa "Fera Ferida", e reuniu o que a banda fez de melhor ao longo de sua existência. O músico Rogério Abreu foi homenageado na música "Anjo Parangoleiro".

Uma semana depois da gravação, no dia 19, o acusado de matar Rogério e Márcio, Antônio Valério Amorim, foi capturado pela policia no Parque São Cristóvão. Segundo os agentes, Rogério foi morto por engano, já que Amorim desejava matar apenas Márcio, que era um ex-integrante do bando criminoso de Amorim, e que havia participado, dias antes, do assassinato de seu sobrinho, e que por causa disso, estava jurado de morte.[7]

"Rebolation"[editar | editar código-fonte]

Lançada como música de trabalho da banda para o carnaval de 2010, "Rebolation" - composição de Léo e Nenel - foi além das expectativas e, além de ser sucesso absoluto no carnaval, ganhando inclusive o Troféu Dodô e Osmar de melhor música, passou a ser executada em todo Brasil e a fazer parte do repertório dos principais artistas de música popular. O CD/DVD Dinastia Parangoleira: Ao Vivo ganhou uma nova edição com os clipes de Rebolation e Sou Favela, que foi relançada nacionalmente. O hit entrou na parada da Billboard Brasil na 5ª posição no Brasil Hot 100 Airplay, em abril de 2010.[8] O Parangolé enfim deixou de ser uma banda somente da Bahia e passou a ser um sucesso nacional.

A banda já participava das maiores festas e micaretas em todo o país, como por exemplo o Festival de Verão de Salvador, onde já se apresentou por 3 vezes, e já dividia espaço, na mídia e também no palco, com os grandes nomes da música baiana e nacional.

Negro Lindo e Todo Mundo Gosta[editar | editar código-fonte]

Embarcando no sucesso de "Rebolation", o Parangolé lançou em novembro de 2010 o álbum Negro Lindo, que contou com 13 canções inéditas - maioria de autoria ou co-autoria de Léo Santana - e mostrou ao público os novos sucessos "Negro Lindo", canção homônima, e "Tchubirabirom", esta última utilizada como música de trabalho para o carnaval 2011.

Apenas três meses após o lançamento de Negro Lindo, a banda já se preparava para a gravação de mais um CD/DVD ao vivo. Gravado no dia 17 de abril de 2011 como atração principal do evento Samba Salvador, Todo Mundo Gosta contou com uma estrutura nunca antes vista em um show de uma banda de pagode. Apesar de ser uma gravação ao vivo, contou com várias faixas inéditas entre os sucessos. Os principais hits foram "Madeira de Lei" - música de trabalho para o carnaval 2012 - e "Leite Condensado", gravada com participação especial de Rodriguinho. Outro convidado para a gravação foi Thiaguinho, que participou na faixa "Negro Lindo". Foi lançado em 6 de novembro de 2011.

Acusação de plágio[editar | editar código-fonte]

Em 19 de abril de 2011,[7] o guitarrista Kiko Loureiro da banda de heavy metal Angra descobriu um suposto plágio realizado pela banda e acusou o grupo via Twitter.[9] Um riff de uma de suas músicas mais conhecidas, Nova Era, do álbum Rebirth, 2001, havia sido plagiada[10] [11] na canção Azeviche,[12] do álbum Dinastia Parangoleira: 10 Anos,[13] de 2007.[9] Kiko Loureiro ao mandar a acusação via twitter foi retrucado por Léo, que respondeu agressivamente[12] e com xingamentos de baixo calão.[10] [12] Léo ainda gracejou, ameaçando "ouvir Angra para copiar mais ainda",[10] [12] claramente desinteressado pela acusação de plágio. O baixista do Angra, Felipe Andreoli, logo entrou na discussão pedindo explicações.[10] Léo finalmente contra-argumentou, dizendo que a canção havia sido deixada pelo compositor há 4 anos, e que ele não tinha menor ideia de que era do Angra.[12] [13] No outro dia, o assessor de imprensa do Parangolé reafirmou a explicação, e disse que o grupo irá "arcar com as consequências na justiça".[9] Em retaliação, os fãs de Angra criaram a hashtag #Parangolixo.[10] [12] Posteriormente, o guitarrista Luis Carlos admitiu que extraiu o riff de uma vídeo-aula de Kiko Loureiro, e o mostrou para o outro guitarrista, André Merenda, sem no entanto mencionar que o riff era de Kiko. André por sua vez, mostrou o riff durante uma passagem de som da banda, que decidiu usa-lo na música Azeviche.

Mudança de marca e Diferenciado[editar | editar código-fonte]

Á partir de 2013, a banda começa a ser chamada de "Léo Santana & Parangolé"[14] . A mudança de nome já era vista como os primeiros passos para a saída de Léo, porém segundo a acessoria da banda, a mudança de marca apenas firmava o crescimento do vocalista Léo Santana diante da banda[14] . Além disso, o cantor anúnciou o lançamento de um novo álbum, intitulado Diferenciado, que mistura vários ritmos musicais como o funk carioca, samba, pop, zouk, e axé, contando com a participação de Saulo Fernandes na faixa "Sossego". O albúm foi lançado no dia 9 de julho, sendo distribuído junto com o jornal Correio.

Saída de Léo[editar | editar código-fonte]

Foi anunciado na coluna Vip, do Jornal Correio, que Léo Santana iria deixar o Parangolé no carnaval de 2014, e anunciaria sua saída em cima do trio elétrico.[7] A assessoria de imprensa do cantor negou que havia data e local marcado, mas que havia a possibilidade da saída de Léo, e que ele mesmo já havia dito isso. Além disso, já haveria cantores cotados para substituir Léo, como André Ramon, até então vocalista do LevaNóiz, Tony Salles, na época líder do Raghatoni, e Biel Rios da Banda Pagodão.[7] O empresário da LevaNóiz, Luis Cláudio, confirmou que André foi mesmo cotado para substituir Léo, mas que a decisão ficaria por conta dele. No entanto, Júnior Santana, empresário da Banda Pagodão, e Tony Salles, por meio da sua assessoria de imprensa, negaram que houve a proposta dos cantores assumirem o grupo. No dia 25 de outubro, a banda participaram do programa Universo Axé da TV Aratu, transmissora do SBT na Bahia, onde Léo assumiu que pretendia seguir a carreira solo, mas que isso ainda estava sendo planejado com os empresários e os músicos.[7] Posteriormente, no programa Domingo Espetacular, Léo, Nenel, e o empresário Marcelo Brito, enfim oficializaram que o vocalista deixaria o Parangolé após o Carnaval, e que o grupo teria um intervalo, após o qual seria revelado o novo vocalista.

Tendo como carro-chefe a música Nossa Cor, que teve direito à um clipe, e que também foi gravada com Ivete Sangalo, o grupo lançou oficialmente em 14 de fevereiro um álbum promocional intitulado "Ao Vivo em Porto Seguro", o último com Léo Santana, e que contava com os principais hits do verão, além de 8 músicas inéditas. No dia 6 de março, em um show em Porto Seguro, junto com todos os músicos, Léo Santana se despede do Parangolé.

Reformação e Baianidade Total[editar | editar código-fonte]

No dia 10 de março, a Salvador Produções anunciou em nota divulgada á imprensa que Tony Salles é o novo vocalista do grupo[15] , e que logo entrariam em estúdio para a gravação de um novo álbum, mais tarde nomeado como "Baianidade Total", e lançado em 22 de abril de 2014, apresentando a nova formação da banda e o retorno de Nenel á segunda voz e ao cavaco. O álbum conta com 9 músicas inéditas, incluindo "Tchuco no Tchaco", nova música de trabalho, regravações de músicas conhecidas do Parangolé, Raghatoni, Shake Style e Timbalada, além da participação de Igor Kannário na faixa "Bala e Fogo", Junior Lord em "Série Limitada", e o guitarrista Bruno Michel em "Panhadinha". As dançarinas da época de Léo Santana foram substituídos por dançarinos: Adriel Torres e Dam Fernandes, que misturam passos de pagode baiano com break dance.

Carnaval[editar | editar código-fonte]

O Parangolé é uma das três principais bandas de pagode no carnaval de Salvador, ao lado de Psirico e Harmonia do Samba. Ao longo dos últimos anos, o grupo é atração de vários blocos, não somente de pagode, mas também dividindo grade com bandas de axé, fato muito grandioso para uma banda de pagode no carnaval.

Premiações e Indicações: Troféu Dodô e Osmar[editar | editar código-fonte]

  • 2009 - Léo Santana ganhou o prêmio de 'Cantor Revelação' do carnaval graças à canção "Sou Favela", desbancando o franco favorito Eddye, ex-vocalista do Parangolé, e então líder da banda de pagode Fantasmão.
  • 2010 - Ano de consagração. O grupo foi o maior vencedor da premiação, faturando três prêmios: 'Léo Santana como Melhor Cantor', Parangolé como 'Melhor Grupo de Pagode' e "Rebolation" como 'Melhor Música', categoria mais disputada.
  • 2011 - O Parangolé levou o prêmio de 'Melhor Grupo de Pagode' pelo segundo ano consecutivo. O grupo ainda foi indicado das categorias 'Melhor Cantor', com Léo Santana, e 'Melhor Música', com "Tchubirabirom".

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Ex-integrantes[editar | editar código-fonte]

  • Nailton Alves - voz
  • Mucinho - voz
  • Paulinho - voz
  • Klebinho - voz
  • Eddye - voz
  • Bambam - voz
  • Léo Santana - voz
  • Júlio César - backing vocal
  • C'Du Guedes - backing vocal
  • Wandy Matheus - backing vocal
  • André Merenda - guitarra
  • Luis Carlos - guitarra
  • Rogério Abreu - contrabaixo
  • Victor Leony - contrabaixo
  • Tito Vinícius - teclados
  • Ricardo - teclados
  • Pé de Pato - teclados
  • Sandrinho - teclados
  • Fabrício Batera - bateria
  • Paulo Nick - bateria
  • Rafael Silva - timbal, torpedo, pandeiro
  • Luciano Piu - timbal, congas, atabaque
  • Binho Brasil - caixa, efeitos
  • Jadson - bacurinha
  • Thor Cruz - surdo, eletrônicos
  • Selva Rodrigues - sax alto
  • Hugo Sanbone - trombone, barítono
  • Everaldo Pequeno - trompete

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de Estúdio[editar | editar código-fonte]

  • 2005 - Parangolé
  • 2006 - A Verdade da Cidade
  • 2007 - Dinastia Parangoleira: 10 Anos
  • 2010 - Negro Lindo
  • 2011 - Verão 2012
  • 2013 - Diferenciado
  • 2014 - Baianidade Total

Álbuns Ao Vivo[editar | editar código-fonte]

  • 2002 - Parangolé Ao Vivo
  • 2008 - Dinastia Parangoleira: Ao Vivo
  • 2010 - Rebolation
  • 2010 - Primavera 2010
  • 2011 - Ao Vivo no Salvador Fest 2011
  • 2011 - Todo Mundo Gosta
  • 2012 - Ao Vivo de Verão
  • 2014 - Ao Vivo em Porto Seguro

DVDs[editar | editar código-fonte]

  • 2006 - Movimento Shake Style
  • 2008 - Dinastia Parangoleira: Ao Vivo
  • 2011 - Todo Mundo Gosta

Singles[editar | editar código-fonte]

Ano Single Posições nas paradas Álbum
BRA
[16]
BRA
Bill.

[17]
POR
[18]
2005 "Delícia" Parangolé
2006 "A Santa" A Verdade da Cidade
"Fera Ferida"
2007 "Só as Cabeças"
"Bonde de Deus" Dinastia Parangoleira: 10 Anos
2008 "Mamoeiro" Dinastia Parangoleira: Ao Vivo
"Balacubaco"
2009 "Sou Favela"
"Rebolation" 1 5 2
"Só as Cadeiras"
2010 "Negro Lindo" Negro Lindo
2011 "Tchubirabirom" 21
"Leite Condensado" 21 Todo Mundo Gosta
2012 "Madeira de Lei" 45
"A Dança do Arrocha" 87 Ao Vivo de Verão
2013 "Me Domina" 51 Diferenciado
"Sossego"
2014 "Nossa Cor" Ao Vivo em Porto Seguro
"Traição Trocada"
"Dança Legal"

Videografia[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. [1]
  2. [2]
  3. [3]
  4. [4]
  5. [5]
  6. [6]
  7. a b c d e f g Músico do Parangolé morre em tentativa de assalto (em português) Terra Networks. (07 de abril de 2008). Página visitada em 07 de abril de 2008.
  8. (Março de 2010) "Brasil Hot 100 Airplay". Billboard Brasil: 80. Brasil: BPP.
  9. a b c No Twitter guitarrista do Angra acusa Parangolé de Plágio (em português) G1. (20 de abril de 2011). Página visitada em 23 de abril de 2011.
  10. a b c d e Guilherme C. Bragiola (19 de abril de 2011). Angra e Parangolé:possível plágio discutido no Twitter (em português) Whiplash.net.. Página visitada em 23 de abril de 2011.
  11. Guilherme C. Bragiola (21 de abril de 2011). Angra vs. Parangolé: Jornal da Globo discute caso (em português) Whiplash.net.. Página visitada em 23 de abril de 2011.
  12. a b c d e f Integrantes do Angra acusam Parangolé de plagiar sua música (em português) Vírgula UOL. (20 de abril de 2011). Página visitada em 23 de abril de 2011.
  13. a b Metaleiros versus pagodeiros: Angra acusa Parangolé de plágio (em português) VEJA. veja.abril.com.br (20 de abril de 2011). Página visitada em 23 de abril de 2011.
  14. a b Editoria Gente & Variedades (7 de maio de 2013). A pedido de Léo Santana, banda Parangolé altera nome; Entenda (em português). Página visitada em 30 de junho de 2013.
  15. Do G1 BA (10 de março de 2014). Tony Salles é anunciado como novo vocalista da banda Parangolé (em português). Página visitada em 10 de março de 2014.
  16. Parangole Biography, Discography, Chart History @ Top40-Charts.com
  17. "Billboard Brasil Hot 100 Airplay". Billboard Brasil. Brasil: BPP.
  18. Parangole - Chart history | Billboard

Ligações externas[editar | editar código-fonte]