MTV Unplugged (EP de Mariah Carey)

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MTV Unplugged
EP de Mariah Carey
Lançamento 2 de junho de 1992
Gravação 16 de março de 1992, nos Kaufman Astoria Studios, Nova Iorque
Gênero(s) R&B, soul, pop
Duração 28:45
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD
Gravadora(s) Columbia Records
Produção Mariah Carey, Walter Afanasieff
Cronologia de Mariah Carey
Último
Último
"Emotions"
(1991)
"Music Box"
(1993)
Próximo
Próximo
Singles de MTV Unplugged
  1. "I'll Be There"
    Lançamento: 26 de maio de 1992
  2. "If It's Over"
    Lançamento: 28 de agosto de 1992

MTV Unplugged é o primeiro extended play (EP) e álbum ao vivo da cantora e compositora norte-americana Mariah Carey, lançado nos Estados Unidos em 2 de junho de 1992 pela Columbia Records. Após o sucesso dos dois álbuns anteriores de Carey, os críticos comentavam cada vez mais sobre sua falta de turnês e insubstância de apresentações televisivas, a Sony BMG organizou um concerto no Astoria Studios Kaufman, Nova Iorque, em 16 de março de 1992. O show, intitulado MTV Unplugged, foi exibido na MTV para ajudar a promover o projeto em qual a cantora estava trabalhando, Emotions, bem como para ajudar a evitar que os críticos a considerassem uma possível artista de estúdio. No entanto, após seu sucesso, o concerto foi lançado para o público em um extended play, acompanhado por um VHS intitulado MTV Unplugged +3.

Após seu lançamento, o EP recebeu opiniões positivas de críticos musicais, que elogiaram os vocais de Carey. Comercialmente, o disco foi bem sucedido, atingindo a terceira posição na Billboard 200, uma parada musical americana voltada à álbuns, e recebeu o certificado de disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), vendendo mais de três milhões de cópias nos Estados Unidos. Além disso, o EP foi um forte sucesso em vários mercados internacionais, como Holanda e Nova Zelândia, onde alcançou a primeira posição nestes dois países e foi certificado como disco de platina duplo. MTV Unplugged ficou entre os cinco álbuns mais vendidos do Reino Unido neste ano, e entre os dez primeiros na Austrália e no Canadá.

"I'll Be There" foi escolhido como o primeiro single do álbum. Devido a repercussão das críticas recebidas, a canção foi lançada um mês antes do EP, tornando-se a sexta canção de Carey a atingir o topo da parada musical de êxitos nos Estados Unidos, e uma das poucas regravadas a conseguir este feito. Mundialmente, a canção foi bem sucedida, chegando ao topo das paradas de singles no Canadá, Holanda e Nova Zelândia, e ficando entre as cinco canções mais bem sucedidas na Irlanda e no Reino Unido naquele período. Depois de seu sucesso, "If It's Over", uma canção do álbum Emotions, foi lançada comercialmente devido ao seu sucesso no show e no EP.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após o lançamento do segundo álbum de estúdio liberado por Carey, Emotions (1991), críticos musicais começaram a se perguntar se a cantora finalmente iria embarcar em uma turnê mundial, o que não aconteceu na promoção do seu auto-intitulado álbum de estréia.[1] Apesar da cantora ter feito várias aparições esporádicas em premiações, bem como apresentações em programa de televisão, os críticos começaram a acusar a intérprete de ser uma artista de estúdio, não sendo capaz de oferecer ou replicar a mesma qualidade vocal ao vivo, especialmente seu whistle register.[1] Durante várias entrevistas na televisão, a artista abordou as acusações, alegando que ela não fez turnê por medo das viagens longas e distantes, bem como a tensão em sua voz em executar suas canções consecutivamente. No entanto, na esperança de colocar todas as reivindicações de ser uma artista fabricada, Carey e Walter Afanasieff decidiram reservar uma aparição no MTV Unplugged, um programa de televisão exibido pela MTV.[1] O concerto teve o objetivo de mostrar artistas de nome, e apresentam-os desprovidos de equipamentos de estúdio. Embora seja ao vivo, o programa permite vários músicos e vocalistas de fundo, enquanto o show acústico é gravado.[2] Os problemas enfrentados pela intérprete foi o conteúdo, pois a cantora não sabia qual material apresentar em um show otimista. Quando ela escolheu suas canções do gênero soul, sendo estas mais poderosas, foi decidido que o conteúdo mais popular desse estilo seria concluído.[2] Dias antes de ocorrer a gravação, Carey e Afanasieff pensaram em acrescentar uma versão cover de uma música antiga, a fim de proporcionar algo diferente e inesperado. Eles escolheram "I'll Be There", uma canção que se tornou popular pelo grupo The Jackson 5 em 1970, ensaiando-a algumas vezes antes da noite do programa.[2]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Kaufman Astoria Studios, local onde o concerto foi gravado.

A apresentação de Carey foi gravada em 16 de março de 1992, no estúdio Kaufman Astoria em Queens, Nova Iorque.[3] O projeto contou com um número total de dez pessoas para a filmagem e gravação, dentre eles, músicos e vocalistas de fundo. Dirigido por Larry Jordan, que trabalhou anteriormente com a cantora no vídeo da canção "Someday".[3] Dana Jon Chapelle foi escolhido como o técnico de som, tendo trabalhado com Carey em seus dois últimos álbuns de estúdio.[3] Na introdução, a cantora apresentou um número improvisado de a cappella gospel, elevando o coro da canção liderado por David Cole. O show começou com a canção "Emotions", a intérprete entrou no estúdio vestida com uma jaqueta preta, calça e botas.[3] Depois da canção, a artista apresenta a banda e a equipe; a sua esquerda havia uma fila de quatro cantores com Belinda Whitney Barnett, Cecilia Hobbs-Gardner, Garvey Wince e Corcos Laura, enquanto San Shea tocava o cravo e o harmônio.[3] A seção de ritmos era liderada por Gigi Conway no tambor, Randy Jackson no baixo, Vernon Black na guitarra, e com Sammy Figueroa e Ren Klyc nos instrumentos de percussão. Além disso, Carey tinha dez cantores no palco, liderados por Trey Lorenz e Patrique McMillan.[3] A próxima música do repertório foi "If It's Over", uma colaboração com Carole King. Walter Afanasieff substituiu Cole no piano, durante o qual em um conjunto de cinco músicos do sexo masculino foi trazido ao palco.[4] Eles foram os saxofonista barítono Lew Delgado; o tenor Lenny Pickett; alto George Young; o trompetista Earl Gardner; e o trombonista Steve Turre.[4] Eles estiveram presentes durante a apresentação ao vivo da cantora no Saturday Night Live alguns meses antes. Quando a artista apresentou o canção, ela disse: "Essa próxima canção eu escrevi com uma das minhas ídolas, Carole King", começando logo após, o desempenho.[4] Para "Someday", Cole voltou ao palco, substituindo Afanasieff no teclado.[5] Durante a canção, a intérprete muitas vezes colocou o dedo indicador sobre a orelha esquerda, especialmente durante a utilização do whistle register.[5] Ela explicou mais tarde para o público que essa canção a ajuda a ouvir-se com precisão, algo necessário para executar corretamente uma nota mais alta.[5] Mais uma vez, quando Carey começou "Vision of Love", seu primeiro single da carreira, Afansieff trocou de posição com Cole.[6] A apresentação variou muito da versão de estúdio, porque a chave era mais baixa e continham apenas vozes utilizadas de uma forma a cappella, sem instrumentação pesada.[6] Antes de começar a quinta canção do repertório, "Make It Happen" (1992), Afanasieff dividiu o órgão com Cole, tocando baixo enquanto o último tratava dos agudos.[6] Depois que a faixa começou, o apoio "empilhou seus vocais" sobre os de Carey, de acordo com o autor Chris Nickson, isso permitiu que a canção atingisse uma "sensação mais crente".[6] Ele sentiu que a canção ficou superior a versão de estúdio, devido ao seu desempenho despojado e os vocais:

A rugosidade desta versão conseguiu de uma forma que a edição gravada em 'Emotions' nunca poderia gerenciar. Na atmosfera estéril de um estúdio, onde a perfeição, tecnologia e overdubbing eram as regras, a espontaneidade não tinha lugar. No palco, ela foi valorizada, e esse desempenho teve isso. Todos estavam se empurrando para criar algo maravilhoso e, a julgar pela resposta, o público percebeu, assim como Mariah quando a música acabou.[6]
"I'll Be There"
Demonstração de 25 segundos de "I'll Be There", canção originalmente cantada por pelo grupo Jackson 5, e foi interpretada por Carey, sendo mais tarde lançada como single.

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Logo após concluir "Make It Happen", a cantora ansiosamente apresentou a última música do repertório, "I'll Be There". A forma como a música foi arranjada, a intérprete assumiu liderança de Michael Jackson, enquanto Trey Lorenz cantou a segunda liderança, originalmente cantada por Jermaine Jackson.[7] Depois de executar e cantar ao lado de um arranjo muito simples e instrumentais mínimos, os cantores de apoio começaram a cantarolar a melodia de "Can't Let Go", levando a artista a apresentar "outra canção final" para o show.[7] Vários dias depois do concerto, Carey conversou com Melinda Newman da Billboard, falando sobre a experiência de gravar o programa, bem como sua opinião sobre ele a partir de uma perspectiva criativa.[7] Ela disse: "Unplugged me ensinou muito sobre mim porque eu tende a ser excessivamente crítica com tudo o que faço e torná-lo um pouco perfeito, porque eu sou perfeccionista. Eu sempre vou passar por cima de uma matéria-prima, e agora eu cheguei ao ponto onde eu entendo que a matéria-prima é geralmente melhor."[7]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Originalmente, a MTV teria planejado exibir o show várias vezes, e era normal para as sessões do MTV Unplugged irem ao ar cerca de seis vezes durante o mês de lançamento, antes de serem arquivadas.[8] A versão da cantora foi recebida com aclamação da crítica e popularidade prolongada, isso fez com que a obra fosse mostrada com mais frequência do que a habitual.[8] Fãs de todo os Estados Unidos fizeram várias solicitações para o concerto ser exibido na televisão, e até o final de abril de 1992, o episódio da artista no MTV Unplugged foi ao ar três vezes mais do que um episódio médio iria. O concerto tornou-se um grande êxito, esse feito resultou na tentativa dos funcionários da Sony usarem de alguma forma como um álbum. No entanto, Carey e Afansieff já estavam a avançar em um novo álbum definido provisoriamente para ser liberado em 1993.[8] Assim sendo, a Sony decidiu lançá-lo como um EP, vendendo por um preço reduzido devido ao seu tamanho menor.[8]

Vídeo[editar | editar código-fonte]

Após o sucesso da liderança do primeiro single do EP "I'll Be There", a Sony optou por não só lançar o EP, mas um pacote com o acompanhamento de um VHS; um vídeo efetivo do concerto intitulado MTV Unplugged +3.[8] Além de conter as sete canções apresentadas no Kaufman Astoria Studios, ele armazenou três vídeos musicais, "Can't Let Go", "Make It Happen", e uma rara versão remix do video de "Emotions".[8] O vídeo atingiu o topo da parada de vídeos da Billboard e foi disco de platina pela RIAA, denotando vendas de mais de 100 mil unidades nos Estados Unidos.[9]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[10]
Entertainment Weekly (Favorável)[11]
The New York Times (Favorável)[12]
St. Petersburg Times (Favorável)[13]

MTV Unplugged recebeu revisões geralmente positivas dos críticos de música, onde a regravação de "I'll Be There" foi enaltecida. O editor Shawn M. Haney do portal Allmusic deu para o álbum três de cinco estrelas, elogiando os vocais da cantora, bem como a regravação da música do grupo Jackson 5.[10] Haney escreveu: "Aos poucos, o poder e a estima desses contos erguem a novas alturas e permanecem em um auge de tirar o fôlego, como no momento do desempenho de 'I'll Be There', música encantadora primeiramente cantada por Jackson 5."[10] Escrevendo para o St. Petersburg Times, Sabrina Miller chamou Carey de "artista" e escreveu: "Programas como o MTV Unplugged mostra um talento igual ao dela com um ponto de exclamação."[13] O jornalista e escritor Jon Pareles, do The New York Times marcou o desempenho como "fodido" e afirmou que o cover de Carey em "I'll Be There" "solta fogos de artifício".[12] Um escritor do Entertainment Weekly chamou a obra de "turnê de força vocal", e escreveu "além de seus tubos de tirar o fôlego, ela desenvolveu uma presença de palco".[11] Além disso, ele sentiu que o desempenho da intérprete em "I'll Be There" foi "matador" e concluiu sua revisão com escrevendo: "No processo, esta rara aparição pública nos lembrou que havia uma excelente artista dentro daquele vestido de festa".[11]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Carey ao lado de Lorenz, apresentando "I'll Be There" ao vivo durante o funeral de Michael Jackson em 2009.

MTV Unplugged estreou no número oito na Billboard 200, durante a semana de 20 de junho de 1992.[8] Em sua terceira semana, o álbum alcançou o número três.[14] No total, o disco permaneceu entre os vinte melhores durante catorze semanas, e no gráfico por cinquenta e sete (fazendo uma re-entrada). MTV Unplugged foi disco de platina triplo pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando a remessa de mais de três milhões de cópias em todo o país.[9] A partir de 2008, Nielsen SoundScan estima as vendas reais do álbum em mais de 2,731,000 nos Estados Unidos.[15] Em 20 de junho de 1992, MTV Unplugged entrou no gráfico Canadian RPM Singles Chart, no número 37, e acabou atingindo um máximo de número seis, cinco semanas depois.[16] [17] Durante a semana de 22 de novembro de 1992, o álbum passou sua última semana na parada, saindo em número de 87, depois de passar vinte e quatro semanas na parada de discos.[18] Até à data, o álbum foi certificado platina pela Music Canada, denotando a transferência de mais de 70,000 unidades em todo o país.[19] Na Austrália, o álbum estreou no número 34 no ARIA Charts, durante a semana de 24 de julho de 1992.[20] Semanas depois, ele chegou ao número sete, onde permaneceu por quatro semanas consecutivas, e um total de vinte e cinco semanas na parada.[20] O álbum foi certificado platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA), denotando a transferência de mais de 70,000 cópias.[21]

Fora dos Estados Unidos, o álbum também teve sucesso em vários mercados europeus. Na Áustria, o MTV Unplugged entrou na parada de álbuns no número 39, acabou atingindo o número 21 e passando um total de dez semanas na parada.[22] Na França, o álbum chegou ao número 17, e foi certificado ouro duplo pelo Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP), com vendas estimadas à 144,000 cópias.[23] [24] Na Holanda, o EP entrou no MegaCharts no número 66 durante a semana de 20 de junho de 1992[25] Ele finalmente chegou ao topo, permanecendo por três semanas consecutivas, e um total de 116 semanas na parada.[25] O Nederlandse Vereniging van Producenten en Importeurs van beeld- en geluidsdragers (NVPI) certificou o álbum duplo de platina, denotando a remessa de mais de 200,000 unidades em todo o país.[26] MTV Unplugged entrou na New Zealand Albums Chart no número quatro, durante a semana de 2 de agosto de 1992.[27] Depois de passar três semanas no número um, e um total de 19 no gráfico, o álbum foi certificado platina duplo pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ).[28] No Swiss Albums Chart de 13 de setembro de 1992, o álbum alcançou a posição de número dezenove.[29] Depois de apenas cinco semanas dentro da parada do país, ele foi certificado ouro pela International Federation of the Phonographic Industry (IFPI).[30] No Reino Unido, o álbum estreou em número três na UK Albums Chart, durante a semana datada em 18 de julho de 1992.[31] Depois de passar dez semanas na parada, o álbum foi certificado ouro pela British Phonographic Industry (BPI), denotando a transferência de mais de 100,000 unidades.[32]

Singles[editar | editar código-fonte]

Após ser feita a decisão de um lançamento do show em EP, a Sony decidiu lançar a versão ao vivo de Carey de "I'll Be There" como o único single, devido ao seu sucesso de crítica.[8] A canção estreou no número treze na Billboard Hot 100, tornando-se maior estreia da cantora no gráfico no momento.[8] Após quatro semanas, a canção liderou as paradas, tornando-se a sexto canção da artista a atingir este número nos Estados Unidos, passando duas semanas lá.[14] Seu sucesso em todo o mundo foi forte, chegando ao número um nas paradas de singles no Canadá, na Holanda, e Nova Zelândia, e chegou a número dois e três no Reino Unido e Irlanda, respectivamente.[33] [34] [35] [36] [37] "I'll Be There" foi disco de ouro por ambas Australian Recording Industry Association e Recording Industry Association of New Zealand, com embarques denotando de 35,000 e 7,500 unidades da canção em seus respectivos países.[21] [28] Depois de seu sucesso, "If It's Over", uma canção do segundo álbum de estúdio de Carey, Emotions, foi lançado devido ao sucesso do show e EP. Foi dado uma versão muito limitada, e apenas estreou no gráfico da Holanda, chegando ao número 80.[38]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Edição padrão
# Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "Emotions"   M. Carey, D. Cole, R. Clivillés Carey, Cole, Clivillés 4:00
2. "If It's Over"   M. Carey, Carole King Carey, King 3:47
3. "Someday"   M. Carey, B. Margulies Carey, Margulies 3:56
4. "Vision of Love"   M. Carey, B. Margulies Carey 3:36
5. "Make It Happen"   M. Carey, D. Cole, R. Clivillés Carey, Clivillés 4:09
6. "I'll Be There"   H. Davis, B. Gordy, W. Hutch, B. West) Carey, Afanasieff 4:42
7. "Can't Let Go"   M. Carey, Walter Afanasieff Carey, Afanasieff 4:35
Duração total:
28:45

Créditos de colaboração[editar | editar código-fonte]

Créditos de MTV Unplugged adaptados do site Allmusic.[39]

Notas de rodapé[editar | editar código-fonte]

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Nickson 1998, p. 70
  2. a b c Nickson 1998, p. 71
  3. a b c d e f Nickson 1998, p. 72
  4. a b c Nickson 1998, p. 73
  5. a b c Nickson 1998, p. 74
  6. a b c d e Nickson 1998, p. 75
  7. a b c d Nickson 1998, p. 76
  8. a b c d e f g h i Nickson 1998, pp. 78–79
  9. a b RIAA Gold & Platinum > Mariah Carey (em inglês). Recording Industry Association of America. Página visitada em 14 de janeiro de 2011.
  10. a b c Haney, Shawn M.. Mariah Carey: MTV Unplugged (em inglês). Allmusic. All Media Guide. Rovi Corporation. Página visitada em 30 de março de 2011.
  11. a b c Carey On (em inglês). Entertainment Weekly. Time. Time Warner (25 de dezembro de 1992). Página visitada em 30 de março de 2011.
  12. a b Pareles, Jon (13 de dezembro de 1993). Review/Pop; Venturing Outside the Studio, Mariah Carey Proves Her Mettle (em inglês). The New York Times. The New York Times Company.
  13. a b Miller, Sabrina (7 de agosto de 1992). Mariah Carey a hit on MTV production Series (em inglês). St. Petersburg Times. Times Publishing Company. Página visitada em 30 de março de 2011.
  14. a b Mariah Carey > Charts & Awards > Billboard Albums (em inglês). Billboard. Allmusic. Macrovision. Página visitada em 7 de abril de 2010.
  15. Trust, Gary (21 de agosto de 2009). Ask Billboard: Madonna vs. Whitney ...vs. Mariah (em inglês). Billboard. Nielsen Business Media, Inc. Página visitada em 7 de abril de 2010.
  16. Top Albums/CDs – Volume 56, No. 1, June 20, 1992 (em inglês). RPM (20 de junho de 1992). Página visitada em 25 de setembro de 2010.
  17. Top Albums/CDs – Volume 56, No. 5, August 01 1992 (em inglês). RPM (1 de agosto de 1992). Página visitada em 25 de setembro de 2010.
  18. Top Albums/CDs – Volume 56, No. 22, November 28, 1992 (em inglês). RPM (28 de novembro de 1992). Página visitada em 25 de setembro de 2010.
  19. CRIA Certifications > Mariah Carey (em inglês). Music Canada. Página visitada em 21 de agosto de 2009.
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  22. Mariah Carey: MTV Unplugged (em alemão). Austrian Albums Chart. Hung Medien. Página visitada em 20 de agosto de 2010.
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  25. a b Mariah Carey – MTV Unplugged EP (em neerlandês). MegaCharts. Hung Medien. Página visitada em 28 de março de 2011.
  26. Dutch Certifications Database – Mariah Carey (em neerlandês). Nederlandse Vereniging van Producenten en Importeurs van beeld- en geluidsdragers. Página visitada em 11 de março de 2010.
  27. Mariah Carey – MTV Unplugged EP (em inglês). New Zealand Albums Chart. Hung Medien. Página visitada em 28 de março de 2011.
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  29. Mariah Carey: MTV Unplugged (em alemão). Swiss Music Charts. Hung Medien. Página visitada em 20 de agosto de 2010.
  30. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês). Swiss Music Charts. International Federation of the Phonographic Industry. Hung Medien. Página visitada em 19 de novembro de 2010.
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  33. Top Singles – Volume 56, No. 2, July 11, 1992 (em inglês). RPM (11 de julho de 1992). Página visitada em 13 de setembro de 2010.
  34. Mariah Carey: I'll Be There (em neerlandês). Dutch Top 40. Hung Medien. Página visitada em 20 de agosto de 2010.
  35. Mariah Carey: I'll Be There (em inglês). New Zealand Singles Chart. Hung Medien. Página visitada em 20 de agosto de 2010.
  36. Search The Charts (em inglês). The Irish Charts. Irish Recorded Music Association. Página visitada em 23 de outubro de 2010.
  37. UK Charts > Mariah Carey (em inglês). Página visitada em 7 de abril de 2010.
  38. Mariah Carey: If It's Over (em neerlandês). Dutch Top 40. Hung Medien. Página visitada em 20 de agosto de 2010.
  39. Mariah Carey – MTV Unplugged: Credits (em inglês). Allmusic. All Media Guide. Rovi Corporation. Página visitada em 19 de março de 2010.