Emotions (álbum de Mariah Carey)

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Emotions
Álbum de estúdio de Mariah Carey
Lançamento 17 de setembro de 1991
Gravação 1991 em Skywalker Sound, The Plant Recording Studios (Sausalito, Califórnia), Right Track Recording, Axis Studios, Skyline Studios, Battery Studios & Giant Recording Studios (New York City)
Gênero(s) R&B, soul, pop, dance-pop, gospel
Duração 47:01
Gravadora(s) Columbia Records
Produção Mariah Carey, Walter Afanasieff, David Cole, Robert Clivillés
Cronologia de Mariah Carey
Mariah Carey
(1990)
MTV Unplugged
(1992)
Singles de Emotions
  1. "Emotions"
    Lançamento: 13 de agosto de 1991
  2. "Can't Let Go"
    Lançamento: 23 de outubro de 1991
  3. "Make It Happen"
    Lançamento: 4 de abril de 1992

Emotions é o segundo álbum de estúdio da cantora norte-americana Mariah Carey, lançado em 17 de setembro de 1991 pela Columbia Records. O álbum se desviou da fórmula aderida no auto-intitulado de estreia, com este a mesma tinha mais controle criativo sobre o material, levando-a a produzi-lo e gravá-lo. Além disso, Emotions traz influências de uma variedade de gêneros como o gospel, R&B, soul, pop e baladas dos anos 1950, 60 e 70. No álbum, Carey trabalhou com diversos produtores e escritores, incluindo Walter Afanasieff, o único que trabalhou em seu álbum anterior. Além disso, Carey escreveu e produziu o material do álbum com Robert Clivilles e David Cole do grupo C+C Music Factory e Carole King, com quem escreveu uma canção.

Após a liberação, Emotions recebeu opiniões mistas dos críticos de música contemporânea. O álbum estreou no número quatro na Billboard 200, surpreendendo muitos críticos após o sucesso do álbum de estreia de Carey, que passou 11 semanas no topo do ranking. Apesar de ter vendido muito menos do que Mariah Carey, Emotions foi certificado com platina quádrupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando embarques de mais de quatro milhões de cópias em todo o país, com vendas reais estimadas em 5.584.000 cópias. Emotions alcançou um sucesso maior fora dos Estados Unidos, entrando no top cinco na Austrália, Canadá, Holanda, França, Nova Zelândia, Noruega e Reino Unido. Seu sucesso no Japão foi forte, vendendo mais de um milhão de cópias no país. A partir de 2008, a Sony estimou as vendas mundiais de Emotions em mais de 12 milhões de cópias.

Três singles comerciais foram lançados do álbum. A faixa-título, canção que lidera o álbum, tornou-se o quinto primeiro lugar de Carey no Billboard Hot 100, fazendo dela a única artista na história a ter os seus cinco primeiros singles no topo da lista. Além disso, tornou-se terceiro single de Carey a chegar também no topo do Canadá, e chegou ao top dez da França, Holanda e Nova Zelândia. "Can't Let Go" foi lançado como segundo single de Emotions em 23 de outubro de 1991. Devido à remoção das cópias do single das lojas feita pela própria Columbia, numa tentativa de impulsionar as vendas do álbum, "Can't Let Go" não se tornou seu sexto primeiro lugar nos EUA, chegando ao número dois. O sucesso europeu e mundial foi muito limitado, atingindo o top vinte apenas no Canadá e Reino Unido. Da mesma forma, "Make It Happen" chegou ao número cinco nos EUA, e alcançou posições fracas nos gráficos internacionais, levando a Columbia a encerrar a promoção do álbum.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após o sucesso do álbum auto-intitulado de Carey, os críticos se perguntaram se ela não iria fazer uma turnê para promover o álbum nos principais mercados da música em todo o mundo.[1] No entanto, Carey expressou em várias entrevistas que devido à sua natureza árdua e as dificuldades enormes de suas canções ela temia uma turnê consecutiva, por isso não seria possível, além dos longos tempos e viagens constantes.[2] Com o tempo extra, Carey começou a escrever e produzir material para Emotions no mesmo tempo em que terceiro single de estreia, "Someday", foi lançado em dezembro de 1990. Durante este período de tempo na música, era tradicional para um artista lançar um álbum de estúdio a cada dois anos, permitindo que os singles conseguissem promover o álbum através nas rádio, e também com aparições na televisão.[3] Além disso, uma turnê também é uma forma de divulgação, com ela em seguida o artista lançaria o próximo álbum se ganharia novos fãs, que iriam procurar o catálogo do artista, e comprar o álbum anterior, na esperança de aprendizagem de seus trabalhos mais antigos.[3] Sony, no entanto, escolheu um mercado diferente para Carey, usando uma forma tradicional na década de 1960, onde os artistas lançavam um LP por ano.[4] Sentiram que a reputação de Carey de ser um "verme de estúdio" e um compositor de uma idade jovem seria cativante o suficiente para lançar um novo álbum com mais frequência do que a maioria.[4]

Quando a produção de composição para o álbum começou em andamento, Carey teve uma briga com Ben Margulies, o homem a quem Carey escreveu sete das onze músicas para seu álbum de estreia.[4] Juntos, a dupla havia escrito e produzido sete canções para a fita de Carey, demonstração que foi entregue a Tommy Mottola. Sua ida a rumos diferentes era devido a um contrato que Carey tinha assinado antes dos seu contrato com a Columbia.[4] Carey concordou em dividir não só os direitos autorais das composição das músicas, mas também metade dos seus ganhos, algo que ela nunca pensou enquanto escrevia músicas no porão da casa de seu pai.[4] No entanto, quando chegou a hora de escrever música para Emotions, os funcionários da Sony deixaram claro que só seria pago o valor justo dado aos co-autores do álbum.[4] Após a discussão, Margulies abriu uma ação judicial contra a Sony, afirmando que, sob contrato, ele teria o direito de trabalhar com Carey, bem como colher os benefícios extra. Depois de uma ação judicial de quase um ano, o juiz decidiu que Margulies iria ganhar dez por cento dos lucros que Carey iria receber das vendas do seu álbum, não incluindo uma renda a partir de qualquer outros empreendimentos.[4] Embora estivesse tudo resolvido, a relação dos dois não ficou como antes, ficou danificada pelo o que Carey considera traição. Em uma entrevista com Fred Bronson, Carey disse o seguinte a respeito do contrato: ". Eu o assinei cegamente. Depois, tentei fazer tudo certo para que pudéssemos continuar ... mas ele não quis aceitá-la".[4] Após tudo solucionado, Margulies falou de seus sentimentos sobre o assunto, alegando que ele teria esperança de um dia escrever novamente com Carey, colocando a maior parte da culpa sobre a gravadora e concluindo "Espero que um dia, a arte prevaleça sobre o negócio."[4]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Mariah Carey tinha sido originalmente gravado no porão da casa do pai de Margulies, com equipamento antigo e de baixa qualidade. Depois de ter assinado com a Columbia, as músicas que seriam usadas para o álbum foram re-masterizado e re-gravadas em estúdios profissionais.[5] No entanto, devido ao envolvimento da Sony no projeto, eles não permitiram que Carey produzisse a maioria das músicas do álbum, esperando a ajuda de vários produtores de discos famosos que seria capaz de assegurar o sucesso das canções de Carey. Após o sucesso do álbum no entanto, Carey teve mais liberdade na produção de Emotions do que na sua estreia.[5] Uma vez que ela já não tinha mais uma relação de trabalho ou pessoal com Margulies, ela optou por trabalhar com produtores que não trabalharam em seu álbum anterior, com a exceção de Walter Afanasieff, a única influência do álbum Mariah Carey.[5] Mesmo que ele só tinha co-escrito "Love Takes Time", e tinha produzido apenas parte do álbum, Carey sentiu uma química forte em trabalhar com ele, em breve desenvolveu uma forma única de compor ao lado dele. Além de Afanasieff, Carey trabalhou com Robert Clivilles e Cole David do grupo de música dance, C+C Music Factory.[5] Trabalhar com o grupo foi originalmente uma sugestão de Mottola, mas após a reunião com eles, Carey concordou e escreveu quatro músicas juntamente com eles.[5]

Além dos três homens, Carey trabalhou com Carole King, cantora e compositora que havia sido predominantemente popular na década de 1970.[6] No entanto, ao contrário de C+C Music Factory, King se aproximou Carey, na esperança de trabalhar com ela após ouvi-la tocar ao vivo na no programa The Arsenio Hall Show. Durante uma conversa com Carey, King sugeriu que ela cantasse o cover de "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman", uma canção que ela havia escrito com Gerry Goffin para Aretha Franklin.[6] Depois de pensar muito, Carey recusou, sentindo-se desconfortável fazendo uma versão da canção de suas influências musicais tão perfeitamente executada.[6] Ainda determinada a trabalhar com Carey, King voou para Nova York por um dia, na esperança de compor e produzir um tipo de balada.[6] Durante todo o dia, as duas compositoras trocaram ideias musicais e melodias no piano, até que "If It's Over" veio em concepção.[7] Em uma entrevista a seguir, a colaboradora, King disse o seguinte em relação Carey: "Eu amo a voz dela. Ela é muito expressiva. Ela dá muito sentido ao que ela canta".[7] Depois de gravar "If It's Over", Carey expressou a conexão musical que dividia com Afanasieff, bem como o formato criativo em que ela escreveu e produziu sua música junto com ele, ou trabalhar com C+C Music Factory.[8] Ao trabalhar com Afanasieff, a dupla se sentou em torno de um piano e criaram músicas, até que chegaram a nota certa e ao o arranjo. Durante uma entrevista em 1992, Carey descreveu como era estaro ao lado de Afanasieff, e começar a cantar notas diferentes e músicas que ela estava pensando, enquanto ele ia seguindo-a com o piano.[8] Ao fazer isso, ele iria ajudá-la a levá-la a nota certa e vice-versa. Carey descreveu sua relação de trabalho como "muito original", e sentiu que ele era muito parecido com a forma de trabalhar com Margulies.[8] Apesar das semelhantes, o processo criativo de Carey com Cole e Clivilles foi diferente. Eles traziam várias fitas diferentes e melodias, qual ela iria escolher. Depois, eles iriam trabalhar na construção da melodia já criada, e Carey podia adicionar o que quisesse, bem como escrever a letra e o refrão.[8]

Música e letra[editar | editar código-fonte]

Uma amostra do refrão da canção. Possui registros superiores Carey, bem como a influência da música gospel.

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Ao contrário do álbum de estreia de Carey, que contou com um pop mais contemporâneo e R&B de fundo, Emotions provou ser muito diferente. É usado vários gêneros que vão de gospel, R&B, soul, pop, com influência das canções dos anos 1960 e 1970.[9][10] O primeiro single do álbum "Emotions" usa pesadamente influências da música disco dos anos 1970, e usa a forte extensão vocal de Carey e o uso do whistle register.[11] A letra da canção foi descrita como "alegre" pelo autor Chris Nickson, e disse que sente emoção forte e profunda pela protagonista quando também pelo seu amante.[10] Uma das canções do álbum mais gospel infundido, "And Don't You Remember", caracteriza mudanças de acordes do órgão e realizada uma pequena produção, a fim de dar mais valor aos vocais" cru e capaz de ser sentir. "[10] E a música antiga faziam parte de um trio de faixas do álbum que foram significavas para homenagear as baladas da Motown Records, com a inclusão de coros macio de igreja, e arranjo musical exclusivo de Carey.[10] Sua letra reflete o coro-cru da canção, dizendo a garota que é prometido o mundo por seu namorado, e rapidamente se esqueça sobre ela e se move para a próxima. Após a decepção, o protagonista pede que ele "não se lembrar" de todas aquelas coisas que ele havia prometido a ela, e as coisas que eles tinham falado e sonhado juntos.[10] "Can't Let Go", segundo single do álbum, é uma balada lenta, com tristeza e saudade no conteúdo lírico.[12] Introduzindo da canção caracteristas de mudanças de acordes menores, e é influênciada pelas baladas dos anos cinqüenta.[12] Para a duração da primeira metade da música, Carey canta em seus registros mais baixos e roucos, crescendo na medida do tempo com falsetes e encerrando com o whistle.[12] Das dez faixas do álbum, Carey a letra mais autobiográfica foi apresentada em "Make It Happen", que conta a história de uma adolescente pobre com dificuldade na vida,, que seria Carey antes de assinar com a Columbia.[12] Ele continua dizendo da importância da fé e oração a Deus. Nickson descreveu sua instrumentação como "restrita" e "muito Motownish", também observando sua infusão evangelha suave.[12] Criticamente, a música mais esperada do álbum foi a colaboração de Carey com King. Foi influenciada pelas canções dos anos sessenta e setenta, música evangelha e outros gêneros da soul music.[13] De acordo com Nickson, a instrumentação da música e da base foi crucial para o desempenho de Carey durante a música. Além disso, ele descreveu seu conteúdo e a instrumentação:

Como uma canção cheia de influências gospel e soul, permitiu Mariah realmente deixar a lágrima solta e mostrar o que podia fazer - o que na realidade era muito mais do que a ginástica vocal que parecia compor sua reputação até agora. A partir de um profundo barulho para um gemido alto, ela cobriu cinco oitavas maravilhosamente, com o poder da melodia construída. Os backing vocals - que mais uma vez tiveram aquelas harmonias de igreja - preenchem a melodia de reposição, assim como as trompas majestosas, que entram no final. A música foi realmente uma vitrine vocal para Mariah.[14]

Lista das faixas[editar | editar código-fonte]

Edição padrão
N.º TítuloCompositor(es) Duração
1. "Emotions"  M. Carey, D. Cole, R. Clivillés 4:08
2. "And You Don't Remember"  M. Carey, Walter Afanasieff 4:26
3. "Can't Let Go"  M. Carey, W. Afanasieff 4:27
4. "Make It Happen"  M. Carey, D. Cole, R. Clivillés 5:09
5. "If It's Over"  M. Carey, C. King, W. Afanasieff 4:38
6. "You're So Cold"  M. Carey, D. Cole, R. Clivillés 5:06
7. "So Blessed"  M. Carey, W. Afanasieff 4:13
8. "To Be Around You"  M. Carey, D. Cole, R. Clivillés 4:37
9. "Till the End of Time"  M. Carey, W. Afanasieff 5:35
10. "The Wind"  M. Carey, R. Freeman, W. Afanasieff 4:41
Duração total:
46:02

Desempenho[editar | editar código-fonte]

Chart Posição Certificação Vendas
 Austrália - Albums Chart[15] 8 5× Platina 350,000[16]
 Canadá - Albums Chart[17] 5 7× Platina 700,000[18]
 Países Baixos - Albums Chart[19] 7 2× Platina 100,000[20]
 França - Albums Chart[21] 38 3× Platina 300,000[22]
 Itália - Albums Chart[23] 16 3× Platina 150,000[24]
 Japão - Albums Chart[25] 3 Diamante 1,750,000[26]
 Nova Zelândia - Albums Chart[27] 6 2× Platina 75,000[28]
 Suécia - Albums Chart[29] 13 Platina 80,000[30]
Suíça - Albums Chart[31] 15 Platina 40,000[32]
 Reino Unido - Albums Chart[33] 4 5× Platina 1,500,000[34]
União Europeia - Albums Chart[35] 12 2× Platina 2,200,000[36]
 Estados Unidos - Billboard 200[37] 4 5× Platina[38] 5,000,000[39]
mundo - Albums Chart[40] 12× Platina 12,000,000[40]

Referências

  1. Nickson 1998, p. 50.
  2. Nickson 2001, p. 50.
  3. a b Nickson 1998, p. 51.
  4. a b c d e f g h i Nickson 1998, p. 52.
  5. a b c d e Nickson 1998, p. 53.
  6. a b c d Nickson 1998, p. 54.
  7. a b Nickson 1998, p. 55.
  8. a b c d Nickson 1998, p. 56.
  9. Nickson 1998, p. 147.
  10. a b c d e Nickson 1998, p. 60.
  11. Nickson 2001, p. 60.
  12. a b c d e Nickson 1998, p. 61.
  13. Nickson 1998, p. 62.
  14. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Nickson10
  15. «Australian Albums Chart» 
  16. «Accreditations». ARIA. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  17. «Canadian Albums Chart» 
  18. «CRIA». Cria. Consultado em 11 de fevereiro de 2018.. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2005 
  19. «Dutch Albums Chart» 
  20. NVPI
  21. «French Albums Chart» 
  22. «SNEP». Disqueenfrance. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  23. «Italian Albums Chart» 
  24. «FIMI». FIMI. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  25. «Oricon Albums Chart» 
  26. «RIAJ». Oricon. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  27. «New Zealand Albums Chart» 
  28. «RIANZ». Vodafone New Zealand. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  29. «Swedish Albums Chart» 
  30. «IFPI Sweden». IFPI. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  31. «Swiss Albums Chart» 
  32. «IFPI Switzerland». Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  33. «UK Albums Chart» 
  34. «BPI». BPI 
  35. «European Albums Chart» 
  36. «IFPI» 
  37. «U.S. Albums Chart» 
  38. «Gold & Platinum - RIAA». RIAA (em inglês). Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  39. http://www.billboard.com/#/column/chartbeat/ask-billboard-madonna-vs-whitney-vs-mariah-1004005695.story  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  40. a b Albums Chart

Bibliografia[editar | editar código-fonte]