Emotions (álbum de Mariah Carey)

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Emotions
Álbum de estúdio de Mariah Carey
Lançamento 17 de setembro de 1991 (1991-09-17)
Gravação 1991
Estúdio(s)
Gênero(s)
Duração 47:01
Formato(s)
Gravadora(s) Columbia
Produção
Cronologia de Mariah Carey
Mariah Carey
(1990)
MTV Unplugged
(1992)
Singles de Emotions
  1. "Emotions"
    Lançamento: 13 de agosto de 1991 (1991-08-13)
  2. "Can't Let Go"
    Lançamento: 23 de outubro de 1991 (1991-10-23)
  3. "Make It Happen"
    Lançamento: 4 de abril de 1992 (1992-04-04)

Emotions é o segundo álbum de estúdio da artista musical estadunidense Mariah Carey, lançado em 17 de setembro de 1991 pela Columbia Records. O álbum se desviou da fórmula aderida no auto-intitulado álbum de estreia, com este a mesma tinha mais controle criativo sobre o material, levando-a a produzi-lo e gravá-lo. Além disso, Emotions traz influências de uma variedade de gêneros como o gospel, R&B, música soul e pop e baladas dos anos 1950, 60 e 70. No álbum, Carey trabalhou com diversos produtores e escritores, incluindo Walter Afanasieff, o único que trabalhou em seu álbum anterior. Além disso, Carey escreveu e produziu o material do álbum com Robert Clivilles e David Cole do grupo C+C Music Factory e Carole King, com quem escreveu uma canção.

Após a liberação, Emotions recebeu opiniões mistas dos críticos de música contemporânea. O álbum estreou no número quatro na Billboard 200, surpreendendo muitos críticos após o sucesso do álbum de estreia de Carey, que passou 11 semanas no topo do ranking. Apesar de ter vendido muito menos do que Mariah Carey, Emotions foi certificado com platina quádrupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), pelas mais de quatro milhões de unidades do produto comercializadas em todo o país, com vendas reais estimadas em 5.584.000 cópias. Emotions alcançou um sucesso maior fora dos Estados Unidos, entrando no top cinco na Austrália, Canadá, Holanda, França, Nova Zelândia, Noruega e Reino Unido. Seu sucesso no Japão foi forte, vendendo mais de um milhão de cópias no país. A partir de 2008, a Sony estimou as vendas mundiais de Emotions em mais de 12 milhões de cópias.

Três singles comerciais foram lançados do álbum. A faixa-título, canção que lidera o álbum, tornou-se o quinto primeiro lugar de Carey no Billboard Hot 100, fazendo dela a única artista na história a ter os seus cinco primeiros singles no topo da lista. Além disso, tornou-se terceiro single de Carey a chegar também no topo do Canadá, e chegou ao top dez da França, Holanda e Nova Zelândia. "Can't Let Go" foi lançado como segundo single de Emotions em 23 de outubro de 1991. Devido à remoção das cópias do single das lojas feita pela própria Columbia, numa tentativa de impulsionar as vendas do álbum, "Can't Let Go" não se tornou seu sexto primeiro lugar nos EUA, chegando ao número dois. O sucesso europeu e mundial foi muito limitado, atingindo o top vinte apenas no Canadá e Reino Unido. Da mesma forma, "Make It Happen" chegou ao número cinco nos EUA, e alcançou posições fracas nos gráficos internacionais, levando a Columbia a encerrar a promoção do álbum.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após o sucesso do álbum auto-intitulado de Carey, os críticos se perguntaram se ela não iria fazer uma turnê para promover o álbum nos principais mercados da música em todo o mundo.[1] No entanto, Carey expressou em várias entrevistas que devido à sua natureza árdua e as dificuldades enormes de suas canções ela temia uma turnê consecutiva, por isso não seria possível, além dos longos tempos e viagens constantes.[1] Com o tempo extra, Carey começou a escrever e produzir material para Emotions no mesmo tempo em que terceiro single de estreia, "Someday", foi lançado em dezembro de 1990. Durante este período de tempo na música, era tradicional para um artista lançar um álbum de estúdio a cada dois anos, permitindo que os singles conseguissem promover o álbum através nas rádio, e também com aparições na televisão.[2] Além disso, uma turnê também é uma forma de divulgação, com ela em seguida o artista lançaria o próximo álbum se ganharia novos fãs, que iriam procurar o catálogo do artista, e comprar o álbum anterior, na esperança de aprendizagem de seus trabalhos mais antigos.[2] Sony, no entanto, escolheu um mercado diferente para Carey, usando uma forma tradicional na década de 1960, onde os artistas lançavam um LP por ano. Sentiram que a reputação de Carey de ser um "verme de estúdio" e um compositor de uma idade jovem seria cativante o suficiente para lançar um novo álbum com mais frequência do que a maioria.[3]

Quando a produção de composição para o álbum começou em andamento, Carey teve uma briga com Ben Margulies, o homem a quem Carey escreveu sete das onze músicas para seu álbum de estreia.[3] Juntos, a dupla havia escrito e produzido sete canções para o material de Carey, demonstração que foi entregue a Tommy Mottola. Sua ida a rumos diferentes era devido a um contrato que Carey tinha assinado antes dos seu contrato com a Columbia.[3] Carey concordou em dividir não só os direitos autorais das composição das músicas, mas também metade dos seus ganhos, algo que ela nunca pensou enquanto escrevia músicas no porão da casa de seu pai.[3] No entanto, quando chegou a hora de escrever música para Emotions, os funcionários da Sony deixaram claro que só seria pago o valor justo dado aos co-autores do álbum.[3] Após a discussão, Margulies abriu uma ação judicial contra a Sony, afirmando que, sob contrato, ele teria o direito de trabalhar com Carey, bem como colher os benefícios extra. Depois de uma ação judicial de quase um ano, o juiz decidiu que Margulies iria ganhar dez por cento dos lucros que Carey iria receber das vendas do seu álbum, não incluindo uma renda a partir de qualquer outros empreendimentos.[3] Embora estivesse tudo resolvido, a relação dos dois não ficou como antes, ficou danificada pelo o que Carey considera traição. Em uma entrevista com Fred Bronson, Carey disse o seguinte a respeito do contrato: "Eu o assinei cegamente. Depois, tentei fazer tudo certo para que pudéssemos continuar ... mas ele não quis aceitá-la".[3] Após tudo solucionado, Margulies falou de seus sentimentos sobre o assunto, alegando que ele teria esperança de um dia escrever novamente com Carey, colocando a maior parte da culpa sobre a gravadora e concluindo "Espero que um dia, a arte prevaleça sobre o negócio".[3]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Mariah Carey tinha sido originalmente gravado no porão da casa do pai de Margulies, com equipamento antigo e de baixa qualidade. Depois de ter assinado com a Columbia, as músicas que seriam usadas para o álbum foram re-masterizado e re-gravadas em estúdios profissionais.[4] No entanto, devido ao envolvimento da Sony no projeto, eles não permitiram que Carey produzisse a maioria das músicas do álbum, esperando a ajuda de vários produtores de discos famosos que seria capaz de assegurar o sucesso das canções de Carey. Após o sucesso do álbum no entanto, Carey teve mais liberdade na produção de Emotions do que na sua estreia.[4] Uma vez que ela já não tinha mais uma relação de trabalho ou pessoal com Margulies, ela optou por trabalhar com produtores que não trabalharam em seu álbum anterior, com a exceção de Walter Afanasieff, a única influência do álbum Mariah Carey.[4] Mesmo que ele só tenha co-escrito "Love Takes Time", e tivesse produzido apenas parte do álbum, Carey sentiu uma química forte em trabalhar com ele, em breve desenvolveu uma forma única de compor ao lado dele. Além de Afanasieff, Carey trabalhou com Robert Clivilles e Cole David do grupo de música dance, C+C Music Factory.[4] Trabalhar com o grupo foi originalmente uma sugestão de Mottola, mas após a reunião com eles, Carey concordou e escreveu quatro músicas juntamente com eles.

Além dos três homens, Carey trabalhou com Carole King, cantora e compositora que havia sido predominantemente popular na década de 1970.[5] No entanto, ao contrário de C+C Music Factory, King se aproximou Carey, na esperança de trabalhar com ela após ouvi-la tocar ao vivo na no programa The Arsenio Hall Show. Durante uma conversa com Carey, King sugeriu que ela cantasse o cover de "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman", uma canção que ela havia escrito com Gerry Goffin para Aretha Franklin.[5] Depois de pensar muito, Carey recusou, sentindo-se desconfortável fazendo uma versão da canção de suas influências musicais tão perfeitamente executada.[5] Ainda determinada a trabalhar com Carey, King voou para Nova York por um dia, na esperança de compor e produzir um tipo de balada.[5] Durante todo o dia, as duas compositoras trocaram ideias musicais e melodias no piano, até que "If It's Over" veio em concepção.[6] Em uma entrevista a seguir, a colaboradora, King disse o seguinte em relação Carey: "Eu amo a voz dela. Ela é muito expressiva. Ela dá muito sentido ao que ela canta".[6] Depois de gravar "If It's Over", Carey expressou a conexão musical que dividia com Afanasieff, bem como o formato criativo em que ela escreveu e produziu sua música junto com ele, ou trabalhar com C+C Music Factory.[7] Ao trabalhar com Afanasieff, a dupla se sentou em torno de um piano e criaram músicas, até que chegaram a nota certa e ao o arranjo. Durante uma entrevista em 1992, Carey descreveu como era estaro ao lado de Afanasieff, e começar a cantar notas diferentes e músicas que ela estava pensando, enquanto ele ia seguindo-a com o piano.[7] Ao fazer isso, ele iria ajudá-la a levá-la a nota certa e vice-versa. Carey descreveu sua relação de trabalho como "muito original", e sentiu que ele era muito parecido com a forma de trabalhar com Margulies.[7] Apesar das semelhantes, o processo criativo de Carey com Cole e Clivilles foi diferente. Eles traziam várias fitas diferentes e melodias, qual ela iria escolher. Depois, eles iriam trabalhar na construção da melodia já criada, e Carey podia adicionar o que quisesse, bem como escrever a letra e o refrão.[7]

Música e letra[editar | editar código-fonte]

Uma amostra do refrão da canção. Possui registros superiores Carey, bem como a influência da música gospel.

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Ao contrário do álbum de estreia de Carey, que contou com uma sonoridade mais pop contemporânea e R&B de fundo, Emotions provou ser sonoramente muito diferente. É explorado vários gêneros que vão de gospel, R&B, música soul e pop, com influência de canções dos anos 1960 e 1970. O primeiro single do álbum "Emotions" usa pesadamente influências da música disco dos anos 1970, e usa a forte extensão vocal de Carey e o uso do whistle register.[8] A letra da canção foi descrita como "alegre" pelo autor Chris Nickson, e disse que sente emoção forte e profunda pela protagonista quando também pelo seu namorado.[8] Uma das canções do álbum mais gospel infundido, "And Don't You Remember", caracteriza mudanças de acordes do órgão e realizada uma pequena produção, a fim de dar mais valor aos vocais" cru e capaz de ser sentir".[8] E a música antiga faziam parte de um trio de faixas do álbum que foram significavas para homenagear as baladas da Motown Records, com a inclusão de coros macio de igreja, e arranjo musical exclusivo de Carey.[8] Sua letra reflete o coro-cru da canção, dizendo a garota que é prometido o mundo por seu namorado, e rapidamente ele se esquece dela e parte para uma próxima. Após a decepção, a protagonista pede que ele "não se lembre" de todas aquelas coisas que ele havia prometido a ela, e as coisas que eles tinham falado e sonhado juntos.[8] "Can't Let Go", segundo single do álbum, é uma balada lenta, com tristeza e saudade no conteúdo lírico.[9] Introduzindo da canção caracteristas de mudanças de acordes menores, e é influênciada pelas baladas dos anos cinquenta.[9] Para a duração da primeira metade da música, Carey canta em seus registros mais baixos e roucos, crescendo na medida do tempo com falsetes e encerrando com o whistle.[9] Das dez faixas do álbum, Carey a letra mais autobiográfica foi apresentada em "Make It Happen", que conta a história de uma adolescente pobre com dificuldade na vida, que seria Carey antes de assinar com a Columbia.[9] Ele continua dizendo da importância da fé e oração a Deus. Nickson descreveu sua instrumentação como "restrita" e "muito Motownish", também observando sua infusão suave evangélica.[9] Criticamente, a música mais esperada do álbum foi a colaboração de Carey com King. Foi influenciada pelas canções dos anos sessenta e setenta, música gospel e outros gêneros da soul music.[10] De acordo com Nickson, a instrumentação da música e da base foi crucial para o desempenho de Carey durante a música. Além disso, ele descreveu seu conteúdo e a instrumentação:

Como uma canção cheia de influências gospel e soul, permitiu Mariah realmente deixar a lágrima solta e mostrar o que podia fazer - o que na realidade era muito mais do que a ginástica vocal que parecia compor sua reputação até agora. A partir de um profundo barulho para um gemido alto, ela cobriu cinco oitavas maravilhosamente, com o poder da melodia construída. Os backing vocals - que mais uma vez tiveram aquelas harmonias de igreja - preenchem a melodia de reposição, assim como as trompas majestosas, que entram no final. A música foi realmente uma vitrine vocal para Mariah.[10]

A próxima música na lista de faixas do álbum, "You're So Cold", foi originalmente planejada para ser o primeiro single de Emotions, eventualmente sendo trocada pela faixa-título. A introdução da música apresenta um piano e um vocal a capella, trabalhando em seu refrão.[10] Chris Nickson escreveu: "A música entrou no refrão, impulsionada pelo trabalho de casa e piano, o ritmo borbulhante e sedutor escondendo as letras irritadas, o tom otimista da voz".[10] Como Nickson insinuou, suas letras apresentavam uma mensagem irritada, chamando um amante infiel e perguntando como ele poderia ser "Tão frio". "So Blessed" foi uma canção que Carey escreveu com Afanasieff, infundindo a balada pop dos anos cinquenta. A voz de Carey na música é muito contida, pois ela permanece dentro de seus registros mais baixos durante a duração da faixa.[10] "To Be Around You" foi descrito por Nickson como "muito mais destacado". Sua produção e melodia pretendiam homenagear "Got to Be Real" de Cheryl Lynn, além de apresentar vozes faladas até o final da música.[10] Nickson descreveu "Till the End of Time" como uma "suave melodia de canção de ninar". É uma balada de amor, preparando o ouvinte para a faixa final da música, "The Wind". A última música apresentou a influência mais forte do jazz no álbum, e experimentou uma melodia de piano do pianista Russell Freeman, durante a década de 1950.[11] Depois que Afanasieff apresentou a Carey a melodia que ele havia descoberto, ela a inspirou a escrever a melodia e a letra, que contou sobre um amigo que morreu em um acidente por dirigir embriagado.[11] Musicalmente, o álbum cumpriu seu maior desafio, de acordo com os críticos. Isso ajudou a dominar o uso de Carey e a mostrar sua capacidade de passear por diversos gêneros em que ela não havia tocado durante seu trabalho de estréia.[11]

Promoção[editar | editar código-fonte]

Como em Mariah Carey no ano anterior, Carey não embarcou em uma turnê para promover o álbum, com receio dos longos tempos de viagem e agendas extenuantes que causariam danos em sua voz.[12] No entanto, enquanto não estava em turnê pelo mundo, Carey promoveu Emotions através de uma série de aparições em programas televisivos e premiações musicais, nos EUA e em toda a Europa.[12] Carey apresentou "Emotions" ao vivo pela primeira vez no MTV Video Music Awards de 1991, apoiada por vários vocalistas de apoio masculinos e femininos.[12] Após a aparição na premiação, ela performou "Emotions" no The Arsenio Hall Show, exibido em 23 de setembro de 1991. Além disso, Carey cantou a música no Soul Train Music Awards de 1992, e no programa de musical britânico e no talk show Top of the Pops e Des O'Connor, respectivamente.[13] Paradas européias adicionais incluíram Sondagstoppet e Kulan na Suécia em meados de setembro de 1991. Todas as performances acima mencionadas incluíram "Can't Let Go" como uma performance secundária durante a noite.[13] "Can't Let Go" foi cantado em programas adicionais como o Saturday Night Live, um clipe de estúdio pré-filmado no Today, foi exibido. Enquanto o último single do álbum, "Make It Happen" foi lançado apenas alguns meses depois de Emotions ser lançado, a música não foi executada durante promoção original do álbum, no entanto, esteve presente no set-list de várias turnês seguintes de Carey.[13] Em 26 de fevereiro de 1992, Carey cantou "If It Over" no 34º Grammy Awards, com uma orquestra completa e vários cantores de apoio.[12]

Singles[editar | editar código-fonte]

Três canções do álbum tornaram-se singles comerciais para divulgar Emotions. A faixa-título tornou-se o primeiro single do álbum e se tornou o quinto número um de Carey nos Estados Unidos, fazendo dela o único artista da história a ter seus primeiros cinco singles a alcançar o topo das paradas no país.[14][15] Além disso, "Emotions" liderou a parada de singles no Canadá, alcançando o top cinco na Nova Zelândia, e atingiu o pico entre os vinte melhores na Austrália, Países Baixos e Reino Unido.[16][17][18][19] A canção recebeu resposta positiva da crítica, com Bill Lamb da About.com, classificando-a como "entre as melhores".[14] Steve Morse de The Boston Globe chamou os altos gritos de Carey na canção de "sentimento de pura alegria", enquanto Jan DeKnock, do Chicago Tribune, descreveu a voz de Carey como "de tirar o fôlego".[20][21] O videoclipe da música apresenta cenas diferentes de Carey cantando e se divertindo em um passeio de carro pelo campo, bem como uma pequena comemoração com vários dançarinos.

O segundo lançamento do álbum, "Can't Let Go", alcançou a segunda posição na lista Billboard Hot 100, não alcançando o topo do ranking devido à retração do single pela Columbia, a fim de aumentar as vendas do álbum.[15] Além do Canadá, onde alcançou o número três, "Can't Let Go" teve um desempenho fraco em toda a Europa continental, alcançando o top 20 apenas no Reino Unido.[22][23] O vídeo correspondente da música foi filmado em preto e branco, e apresentou o cabelo de Carey em um estilo esticado pela primeira vez em sua carreira. O vídeo apresenta predominantemente cenas de close-up de Carey por uma pequena fonte ao ar livre, bem como rosas brancas florescendo. "Make It Happen" foi lançado como o terceiro e último single de Emotions em 4 de abril de 1992. Chegou ao número cinco nos Estados Unidos, e como "Can't Let Go", saiu-se mal comercialemnte em toda a Europa, chegando ao número sete no Canadá, dezessete no Reino Unido, e trinta e cinco e quarenta e sete na Austrália e Países Baixos, respectivamente.[15][24][25][26][27] A canção foi elogiada pelos críticos; Morse chamou de "uma fatia clara de autobiografia espiritual", e chamou o último refrão de 'glorioso'.[21] da mesma forma, DeKnock chamado a canção 'optimista e inspirado'.[20] O vídeo filmado para "Make It Happen" contou com a atuação de Carey em frente a uma platéia em uma grande igreja parecida com uma catedral, ao lado de cantoras de fundo e dançarinas mirins.

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
About.com 3.5 de 5 estrelas.[14]
AllMusic 4 de 5 estrelas.[28]
Christgau's Consumer Guide Negativo[29]
Chicago Tribune 3 de 4 estrelas.[20]
Encyclopedia of Popular Music 3 de 5 estrelas.[30]
Entertainment Weekly C[31]
Los Angeles Times 2 de 4 estrelas.[32]
Q 3 de 5 estrelas.[33]
Rolling Stone 2 de 5 estrelas.[34]
The Rolling Stone Album Guide 3 de 5 estrelas.[35]

Em uma crítica contemporânea, o crítico da Rolling Stone, Rob Tannenbaum, achou o Emotions dependente dos exercícios vocais indulgentes de "dance-pop comercial" e de Carey, tornando difícil para os ouvintes se conectarem com as letras. "Carey tem um notável presente vocal, mas até hoje, infelizmente, seu canto foi muito mais impressionante do que expressivo", escreveu Tannenbaum.[34] Dennis Hunt do Los Angeles Times disse que a voz "espetacular e impressionante" de Carey era comparável à de Whitney Houston, mas criticou as composições e a produção por "tocar alto na escala angustiante".[32] No The New York Times, Stephen Holden acreditava que o disco exibia as forças vocais de Carey mais efetivamente do que sua estréia, mas não mostrou melhora na composição das letras, que Holden disse "descrever os altos e baixos desesperados do relacionamentos em clichês contundentes, com rimas mínimas".[36] Arion Berger da Entertainment Weekly achou o álbum "mais frio e mais calculado" do que o anterior, descrevendo Emotions como "a progênie híbrida de uma tradição venerável - a tradição da diva R&B - e instintos comerciais grosseiros. É gospel sem alma, canções de amor sem paixão, pop sem empulso".[31] A editora Parry Gettelman do Orlando Sentinel, também criticou as acrobacias vocais de Carey, escrevendo que a cantora se tornou "tão apaixonada pela parte de frequência ultra-alta de seu alcance vocal, que estou começando a suspeitar que ela possa ser uma espiã intergaláctica tentando restabelecer as comunicações com o longínquo Planeta dos Cães".[37] Steve Morse do The Boston Globe, ficou mais entusiasmado em sua crítica, considerando Emotions "um salto quântico na maturidade e confiança" adquirida em seu primeiro álbum. Ele chamou as letras de "notáveis", as baladas de "indescritivelmente lindas" e a capacidade vocal e de composição de Carey de "ilimitada".[21]

Em uma análise retrospectiva, A revista Q saudou Emotions como "um exemplo tecnicamente perfeito de R&B mainstream", ostentando os elegantes vocais de Carey e "a elegância habitual de uma produção multimilionária".[33] A editora da AllMusic, Ashley S. Battel, chamou o álbum de "jornada musical" e "forte acompanhamento" ao primeiro álbum de Carey, que reproduziu com sucesso a fórmula do seu antecessor de "dance/R&B /baladas". Battel chamou "Emotions" e "Make It Happen" como destaques do álbum.[28] Robert Christgau permaneceu impressionado, no entanto, e classificou Emotions como um "fracasso", indicando "um disco ruim cujos detalhes raramente merecem mais reflexão".[29]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Ao longo de 1992, Carey, o álbum e seus singles acompanhantes receberam reconhecimento pela indústria da música em forma de vários prêmios. No 19º American Music Award, Carey levou para casa o prêmio de Favorite Soul/R&B Female Artist.[38] No 3º Billboard Music Awards, Carey levou dois troféus para o álbum e "Emotions", Top Female Album Artist e Top Female Single.[38] Além disso, Carey foi indicado ao prêmio Grammy na 34ª cerimônia anual, como Producer of the Year e Best Female Pop Vocal Performance, perdendo nas duas categorias.[38] Todos os três singles do álbum foram premiados com o BMI Pop Awards em 1993.[39][40][41]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Carey performando "Make It Happen" na Flórida, durante sua Adventures of Mimi Tour

Emotions estreou na quarta posição na Billboard 200, com vendas na primeira semana de 129.000 cópias, surpreendendo os críticos após o sucesso de Mariah Carey (1990). No total, o álbum passou vinte e sete semanas no top vinte e um total de cinquenta e cinco na parada de álbuns, tornando-se o álbum de menor posição de Carey até Glitter (2001). Emotions foi certificada de platina-quadrupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), pelas mais de quatro milhões de cópias do produto sendo comercializadas nos Estados Unidos.[42] De acordo com a Nielsen SoundScan, as vendas do álbum nos Estados Unidos são estimadas em 3.595.000.[43] Na Canadian RPM Albums Chart, Emotions estreou no número catorze, na edição de 5 de outubro de 1991.[44] Quatro semanas depois, na data de emissão 2 de novembro de 1991, o álbum alcançou seu pico no sexto lugar, ficar lá por uma semana.[45] No final do ano, Emotions terminou o número 35 na Parada de Fim de Ano de 1991.[46] Até o momento, o álbum foi certificado de platina-quadrupla pela Canadian Recording Industry Association (CRIA), pelas mais de 400.000 unidades adquiridas do produto.[47] No Japão, Emotions estreou no número três na parada oficial da Oricon e, de acordo com a Sony Music, já vendeu 1.000.000 de cópias em todo o país.[48][49] Na Austrália, o álbum estreou em número de noventa e seis na ARIA Albums Chart durante a semana que terminou em 6 de outubro de 1991, atingindo sua posição de pico no número oito quatro semanas depois.[50] O álbum passou trinta semanas no top 100, sendo certificado como platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA).[51]

Na França, Emotions recebeu uma certificação de ouro do Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP), pelas mais de 100.000 unidades comercializadas do produto.[52] O álbum fez sua estréia no Dutch Top 40 no número setenta e nove.[53] Na semana seguinte, subiu para o número cinquenta e nove, o que se tornou a sua posição de pico nos gráficos.[53] No total, Emotions passou seis semanas nas paradas holandesas, sendo certificado como platina pela Nederlandse Vereniging van Producenten en Importeurs van beeld- en geluidsdragers (NVPI), pelas mais de 100.000 unidades vendidas.[54] Durante a semana de 17 de outubro de 1991, Emotions estreou em sua posição de pico do número seis, passando um total de dezesseis semanas no New Zealand Albums Chart.[55] A Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ) certificou o álbum como platina, pelas vendas de 15.000 unidades dentro do país.[56] Na Suécia, Emotions estreou no número 26 na Swedish Albums Chart, chegando ao número treze e passando um total de cinco semanas flutuando no gráfico.[57] Após a sua saída do gráfico, o álbum foi certificado pela International Federation of the Phonographic Industry (IFPI), o que representa vendas de 100.000 unidades.[58] Em 13 de outubro de 1991, Emotions estreou no número 16 no Swiss Albums Chart, alcançando sua posição de pico de quinze na semana seguinte.[59] Após uma série de nove semanas na parada de álbuns, o álbum foi certificado como ouro pela IFPI, por comercializar 50.000 cópias.[60] Na UK Albums Chart, na data de 26 de outubro de 1991, o álbum estreou no número dez.[61] Em sua décima sétima semana, Emotions alcançou sua posição de pico no número quatro, ficando acima do alcance de estréia de Carey com seis.[62] Depois de figurar no Reino Unido por quarenta semanas, o álbum foi certificado de platina pela British Phonographic Industry (BPI), pelas vendas de 300.000 unidades.[63] Emotions vendeu 8 milhões de cópias em todo o mundo, menos do que os 15 milhões vendidos por seu álbum de estréia de 1990.[64]

Lista das faixas[editar | editar código-fonte]

N.º TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Emotions"  
  • Clivillés
  • Cole
  • Carey
4:09
2. "And You Don't Remember"  
  • Carey
  • Afanasieff
4:26
3. "Can't Let Go"  
  • Carey
  • Afanasieff
  • Carey
  • Afanasieff
4:27
4. "Make It Happen"  
  • Carey
  • Clivillés
  • Cole
  • Carey
  • Clivillés
  • Cole
5:10
5. "If It's Over"  
  • Carey
  • Afanasieff
4:38
6. "You're So Cold"  
  • Carey
  • Cole
  • Carey
  • Clivillés
  • Cole
5:05
7. "So Blessed"  
  • Carey
  • Afanasieff
  • Carey
  • Afanasieff
4:13
8. "To Be Around You"  
  • Carey
  • Cole
  • Carey
  • Clivillés
  • Cole
4:37
9. "Till the End of Time"  
  • Carey
  • Afanasieff
  • Carey
  • Afanasieff
5:35
10. "The Wind"  
  • Carey
  • Russell Freeman
Carey 4:41

Exemplos de créditos

  • "Can't Let Go" contém amostras de "Make It Last Forever" de Keith Sweat e Jacci McGhee (1987)
  • "Make It Happen" contém amostras de "I Want to Thank You" de Alicia Myers (1981)
  • "The Wind" contém amostras de "The Wind" de Chet Baker e Russ Freeman (1954)

Créditos[editar | editar código-fonte]

Adaptado do AllMusic.[65]

  • Mariah Carey – arranjadora, mixagem, produtora, arranjo vocal, vocais, vocais de fundo
  • Walter Afanasieff – violão , arranjador, baixo, bateria, arranjos de metais, piano de cauda, teclados, órgão, órgão (Hammond), percussão, piano, produtor, programação, cordas, synclavier, sintetizador, baixo sintetizador, pandeiro, vibrafone, arranjo vocal
  • Vernon "Ice" Black – guitarra
  • Bruce Calder – engenheiro assistente
  • Dana Jon Chappelle – engenheira, mixagem
  • Gary Cirimelli – programação, synclavier
  • Robert Clivillés – arranjador, bateria, arranjos de teclado, mixagem, produtor
  • David Cole – arranjador, vocais de fundo, arranjos de teclado, teclados, mixagem, produtor
  • Lew Del Gatto – saxofone barítono, arranjos de trompa
  • Josephine DiDonato – direção de arte
  • Phillip Dixon – fotografia
  • Cornell Dupree – guitarra
  • Lawrence Feldman – saxofone tenor
  • Alan Friedman – programação
  • Earl Gardner – trompete
  • Lolly Grodner – engenheiro assistente
  • Carl James – guitarra baixo
  • Acar S. Key – engenheiro
  • Ren Klyce – programação, synclavier, sintetizador
  • Manny Lacarrubba – engenheiro assistente
  • Michael Landau – guitarra
  • Will Lee – baixo
  • Trey Lorenz – vocais de fundo
  • Bob Ludwig – masterização
  • Jon Mathias – engenheiro
  • Patrique McMillian – vocais de fundo
  • Bruce Miller – engenheiro
  • Cindy Mizelle – vocais de fundo
  • Tommy Mottola – produtor executivo
  • Keith O'Quinn – trombone
  • Paul Pesco – guitarra
  • Bob Rosa – mixagem
  • Craig Silvey - engenheiro assistente
  • MT Silvia – engenheira assistente
  • Steve Smith – bateria
  • George Young – saxofone tenor

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Vendas e certificações[editar | editar código-fonte]

Região Certificação Vendas
Austrália (ARIA)[51] Platina 70,000^
Canadá (Music Canada)[89] 4× Platina 400,000^
Estados Unidos (RIAA)[90] 4× Platina 3,595,000[43]
França (SNEP)[91] Ouro 100,000*
Japão (RIAJ)[92] Diamante 1,000,000[49]
Nova Zelândia (RMNZ)[93] Platina 100,000^
Países Baixos (NVPI)[94] Platina 100,000^
Reino Unido (BPI)[95] Ouro 300,000
Suécia (GLF)[96] Platina 100,000^
Suíça (IFPI Suíça)[97] Ouro 25,000^

*números de vendas baseados na certificação
^números de vendas baseados somente na certificação

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

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