Marilyn Monroe na cultura popular

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Está é um artigo sobre o legado cultural da atriz norte-americana Marilyn Monroe.[1]

Sex symbol[editar | editar código-fonte]

Marilyn em 1957.[2]

Mesmo cinquenta anos após a sua morte, nenhuma mulher se aproxima mais do ideal coletivo de Sex symbol do que Marilyn Monroe.[3] Não se sabe ao certo se são as ondas platinadas, as curvas vertiginosas, os lábios vermelhos ou a pele luminosa que a alçaram a esse status, mas o fato é que, além do inexplicável je ne sais quoi que a atriz possuia, alguns truques de beleza ajudavam - e muito! - a cultivar o ar de perene sensualidade e frescor.[4] Abaixo você confere algumas lições de beauté que toda mulher deveria aprender com Marilyn.[5][6][7]

Talvez o maior símbolo sexual na mente dos homens, a personalidade carismática e provocante da atriz ainda sobrevive. Vendida pela mídia como uma mulher superficial, os cabelos loiros e o batom vermelho adotados por Monroe contribuíram imensuravelmente para o estereótipo de sensualidade que reina até hoje na cultura popular – a amada e odiada "loira burra".[8] Mas a loiraça não baixou o topete, e chegou a declarar publicamente que era "um produto artificial"[9][10][11]

Moda[editar | editar código-fonte]

Monroe em Os homens Preferem as Loiras.

A influência de Marilyn no mundo da moda e do glamour não se limitou a este aspecto. "Marilyn foi o epítome de um tipo de ideal feminino",[12] na opinião de Christopher Nickens, co-autor do livro recentemente publicado Marilyn in Fashion, uma peculiar revisão da influência da diva na moda.[13]

Com seus paletós jutos ou seus jerseys largos, suas calças curtas ou acima do tornozelo e seus emblemáticos vestidos apertados na cintura, Marilyn criou em sua época um estilo novo que consistiu, mais que em inovar, em adaptar à vestimenta diária peças que realçavam seu corpo[14] Esse foi o principal legado da atriz à indústria da moda, segundo Nickens, para quem, embora em vida não fosse considerada um ícone da moda, Marilyn compartilhava essa característica com outras mulheres como Jackie Kennedy, Grace Kelly e Audrey Hepburn.

Como elas, a loira mais famosa da história não seguiu tendências. Conhecia seu corpo e sabia o que lhe favorecia. Graças a isso construiu um protótipo de feminilidade que pode ser resumido em dois de seus emblemáticos vestidos. O primeiro deles, um dos mais famosos da história, foi usado no filme O Pecado Mora ao Lado. Nele, a atriz se refresca do calor nos respiradouros do metrô de Nova York enquanto seu vestido branco se levanta, exibindo suas belas pernas.

O outro apareceu no filme Os Homens Preferem as Loiras, na cena em que canta a famosa canção "Diamonds are a Girl's Best Friend". De um rosa intenso, com um decote matador e um grande laço no final das costas, Marilyn acentuou a sensualidade do modelito com longas luvas no mesmo tom. Marilyn é um tipo de estilo imitado ininterruptamente durante o último meio século. Desde o peculiar loiro platinado de seus cabelos ondulados até seus saltos de agulha, desenhados em seus últimos anos por Salvatore Ferragamo, tudo relacionado com ela segue estando em moda.[15]

Com um modelo de beleza que, segundo Truman Capote, "às vezes podia ser etéreo e outras o da garçonete de um café qualquer", este ícone sexual[16] foi emulado por estrelas do pop, modelos ou atrizes que buscaram de uma forma ou de outra aproximar-se de seu estilo.[17] Entre todas elas se sobressai Scarlett Johansson, cujo físico já lembra o da mítica loira, como pôde ser visto recentemente no anúncio da Dolce & Gabbana no qual a atriz nova-iorquina aparece vestindo um sensual vestido branco, maquiada e penteada ao estilo da diva.[18][19]

A este estilo também não puderam resistir outras estrelas como Nicole Kidman, Charlize Theron, Christina Aguilera, Rihanna e Madonna, que homenageou Marilyn em vários videoclipes. Cada celebridade mostra sua própria versão do simbólico estilo de Marilyn Monroe, no qual os lábios voluptuosos - pintados com um intenso batom vermelho - da idolatrada deusa da tela é outro de seus traços diferenciados, que dentro de outros 50 anos, provavelmente seguirão inspirando às novas gerações.[20]

Na cultura popular[editar | editar código-fonte]

Há pouco, materializou-se numa estátua de oito metros de altura, exposta numa praça de Chicago.[21] Ao mesmo tempo que a atriz reacendia a discussão sobre a liberdade das mulheres com sua atitude, sua inocência muitas vezes foi retratada como ignorância.[22][23] No entanto, as belas formas aliadas a uma espontaneidade contagiante fizeram da jovem Mortensen uma mulher irresistível.[24][25]

O estilo de Marilyn está mais presente que nunca em 2016, com um retorno da tendência retrô dos anos 50 e 60 no mundo da moda. Nas passarelas e nos tapetes vermelhos dos maiores eventos como o Festival de Cannes, as celebridades não hesitam em imitar o look e o penteado da sex-symbol.[26]

A beleza de Marilyn fascine mesmo além do universo da moda. Uma pesquisa feita no início de julho para a companhia aérea American Airlines mostrou que a atriz é a aeromoça dos sonhos dos britânicos na categoria das celebridades da era do ouro do cinema hollywoodiano.[27][28]

Influência[editar | editar código-fonte]

Nesses 50 anos, seu rosto nunca saiu da mídia, e sua imagem em "O Pecado Mora ao Lado", com o vestido branco esvoaçando e a calcinha à mostra, foi copiada, caricaturada e explorada de todo jeito, por fãs sinceros ou apenas espertos.[29][30]

Passado tanto tempo, ela ainda é a protagonista da cena mais famosa das telonas, em que aparece segurando seu esvoaçante vestido branco sobre a ventilação do metrô de Nova York, no filme “O Pecado Mora ao Lado”.[31] Mas ela também é um ícone fashion, que ditou tendências comportamentais, de moda e beleza.[32][33]

Monroe ainda hoje é uma das maiores influencias do cinema moderno.[34] Foi representada em filme cono Mister Lonely,por Samantha Morton,Monkeybone,Pulp Fiction,The Smurfs,e em Sete Dias com Marilyn,com Michelle Williams,que lhe rendeu uma indicação ao Oscar,e um Prêmio Globo de Ouro.[35][36]

Referências[editar | editar código-fonte]

Pin up de Monroe.

Animação[editar | editar código-fonte]

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Charges[editar | editar código-fonte]

Enquetes[editar | editar código-fonte]

  • E!: Sex Symbol do Século (1999)
  • Empire: Estrela de Cinema Mais Sexy (1995)
  • Ladies Home Journal: 100 Mulheres Mais Importantes do Século 20 (1998)
  • People: Mulher Mais Sexy do Século (1999)
  • Playboy: #1 Estrela Sexy do Século (1998)
  • Premiere: #2 Maior Estrela do Cinema de Todos os Tempos (2005)
  • Time: 100 Pessoas Mais Importantes do Século 20 (1998)

Internet[editar | editar código-fonte]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Moda[editar | editar código-fonte]

Música[editar | editar código-fonte]

Ópera[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

Videoclipes[editar | editar código-fonte]

Representações[editar | editar código-fonte]

No cinema[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

Referências

  1. Vankin, Jonathan; Whalen, Jon (2004). The 80 Greatest Conspiracies of All Time. [S.l.]: Citadel Press. ISBN 9780806525310 
  2. «BBC World Service - Witness, The Death of Marilyn Monroe». BBC. Consultado em 30 de dezembro de 2014 
  3. Social Security Death Index showing "Gladys Eley, last residence Gainesville, Alachua, Florida, Born: 27 May 1900, Died: Mar 1984, SSN issued by Oregon (Before 1951)"
  4. Spoto, Donald (2001). Marilyn Monroe: The Biography. [S.l.]: Cooper Square Press. pp. 13–14. ISBN 978-0815411833 
  5. California Death Index (on microfilm) 1905-1929 on vitalsearch-ca.com showing "Otis Monroe, age 44, died 22 July 1909. San Bernardino County"
  6. *California Birth Index showing Berniece and "Hermitt" [as listed].
  7. " 1920 Census Sheet 12A, Dwelling 95, Family 95, Precinct 5, Venice, Los Angeles Co, California showing "Jasper N Baker, 31 b KY; Gladys 18 b Mexico; Hermit 1 11/12 b CA; Berneice 2/12 b CA; Audry, brother, 18, b KY
  8. Slatzer, Robert (1992). The Marilyn Files. [S.l.]: SP Books. ISBN 9781561711475 
  9. «Birth of Marilyn Monroe Shown to Be Legitimate». Associated Press date=February 13, 1981. 13 de fevereiro de 1981. Consultado em 21 de julho de 2007. Eighteen years after Marilyn Monroe's death, the widely held belief that the movie star was born illegitimate has been disproved. Authorities say they have found copies of her birth certificate at the home of a dead man they believe was her father. Martin Edward Mortensen, 85 years old, died on Tuesday, apparently of a heart attack, Lisle Ford, a Riverside County coroner's investigator, said. He said that he had found copies of Monroe's birth certificate at Mortensen's apartment, as well as marriage and divorce papers for Mortensen and Gladys Baker, Monroe's mother. The birth certificate states that Marilyn Monroe was born Norma Jean Mortensen on June 1, 1926, in Los Angeles. Her father is listed as Edward Mortensen, address unknown, age 29. Monroe died in Los Angeles on August 5, 1962, apparently a suicide from an overdose of barbiturates. 
  10. World War I Draft Registration Card showing "Edward M Mortensen, born 26 February 1897, in Vallejo, California; Gas Fitter for LA Gas & Electric Corp, father born in Norway, mother Stella; registered in Los Angeles County, California 5 June 1918."
  11. Les Harding They Knew Marilyn Monroe: Famous Persons in the Life of the Hollywood Icon, Jefferson, NC: McFarland, 2012, p.2
  12. [1]
  13. Tilden, Imogen (1 de junho de 2001). «Marilyn Monroe». The Guardian. London. Consultado em 1 de maio de 2010 
  14. Hitchens, Neal; Riese, Randall (1987). The Unabridged Marilyn: Her Life From A To Z. [S.l.]: Condgon & Weed. ISBN 9780865531673 
  15. Summers, Anthony (1986). Goddess: The Secret Lives of Marilyn Monroe. New York, NY: New American Library. pp. 266–267 
  16. cite book|last=Summers|first=Anthony|title=Goddess: The Secret Lives of Marilyn Monroe|year=1986|publisher=New American Library|location=New York, NY|pages=266-67
  17. Summers, Anthony (1986). Goddess: The Secret Lives of Marilyn Monroe. New York, NY: New American Library. pp. 266–267 
  18. «Joe DiMaggio Jr.; Son of Yankees Baseball Legend Led Troubled Life». Los Angeles Times. 8 de agosto de 1999. Consultado em 26 de abril de 2012 
  19. Summers, Anthony (1986). Goddess: The Secret Lives of Marilyn Monroe. New York, NY: New American Library. pp. 326–29 
  20. Ellis, Chris & Julie (2005). Celebrity Murder: Murder played out in the spotlight of maximum publicity. [S.l.]: Constable & Robertson. ISBN 1-84529-154-9 [falta página]
  21. "Happy Birthday, JFK"[carece de fontes?]
  22. Recording
  23. Video
  24. "How Bobby betrayed Marilyn" Sydney Morning Herald March 17, 2007. Retrieved August 24, 2013.
  25. "FBI file links Kennedy to Monroe's death" Sydney Morning Herald March 17, 2007. Retrieved August 24, 2013.
  26. Derschowitz, Jessica (20 de janeiro de 2012). «Blake Lively channels Marilyn Monroe on "Gossip Girl"». CBS News. Consultado em 31 de janeiro de 2012 
  27. Prial, Frank J. (6 de março de 2007). «Voice of the Many, but Rarely Herself». New York Times. Consultado em 20 de abril de 2009 
  28. «AFI's 100 YEARS...100 SONGS». American Film Institute. Consultado em 19 de fevereiro de 2008. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2007 
  29. - Monroe e Sua Influencia
  30. "Opera for a Sex Goddess: Sooke Poet's Words About Marilyn Monroe Become Libretto" The Victoria Times Colonist June 12, 2010
  31. "Madison Square Garden III" on Ballparks.com
  32. "Casa Ricordi Catalogue" ricordi.it
  33. "Review/Music; New Milieu for Monroe: City Opera's 'Marilyn'" New York Times October 8, 1993 February 24, 2010
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  35. Harding, Les (24 de agosto de 2012). They Knew Marilyn Monroe: Famous Persons in the Life of the Hollywood Icon. [S.l.]: McFarland. p. 10. ISBN 978-0-7864-9014-1 
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  38. Nate Beeler (28 de setembro de 2011). «Chris Christie Teases COLOR». The Columbus Dispatch (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2017 
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  41. «Dolce & Gabbana Highlights Marilyn Monroe». The Marilyn Monroe Collection (em inglês). 4 de março de 2009. Consultado em 12 de agosto de 2017 
  42. «Shoes & Bags». Betsey Johnson (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2017 
  43. Lisa Niven (27 de setembro de 2012). «Marilyn Monroe By MAC». Vogue (UK) (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2017 
  44. «Macy's Unveils Exclusive "Marilyn Monroe™" Collection». Business Wire (em inglês). Berkshire Hathaway. 28 de fevereiro de 2013. Consultado em 12 de agosto de 2017 
  45. «Custom Kicks – Nike Air Max 90 Andy Warhol/Marilyn Monroe». Kicks On Fire (em inglês). 28 de setembro de 2009. Consultado em 12 de agosto de 2017 
  46. Jane L. Levere (10 de fevereiro de 1997). «An undergarment maker hopes the Marilyn Monroe image has not lost its sizzle.». The New York Times (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 12 de agosto de 2017 
  47. verolina8 (5 de maio de 2011). «Citizen Cope at the Cactus Cafe - "Healing Hands"». YouTube (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2017 
  48. LAZEandROYAL (18 de set de 2008). «LAZE & ROYAL - Marilyn Monroe (feat. Tyler Sherritt)». YouTube (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2017 
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  52. Edward Rothstein (8 de outubro de 1993). «Review/Music; New Milieu for Monroe: City Opera's 'Marilyn'». The New York Times (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 13 de agosto de 2017 
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  54. Brian Feldman (27 de junho de 2012). «Lana Del Rey Plays Marilyn Monroe And Jackie O». BuzzFeed (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2017 
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  56. "MasterCard Says Blue Jeans are 'Priceless'" Adweek June 29, 2009 February 23, 2010
  57. "Assessing Levi's Patch Job" Brandweek Nov 6, 2000 via findarticles.com February 21, 2010
  58. "'Ad'ded Value for the Library" LOC.gov Blog February 23, 2010
  59. "Paint: Marilyn" Advertolog February 23, 2010
  60. "Hubba Bubba Gum: Marylin Monro" Advertolog February 23, 2010

Ligações externas[editar | editar código-fonte]