O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão

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O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão
O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão.jpg
 Brasil
1977 •  cor •  82 min 
Direção J.B. Tanko
Codireção Victor Lustosa
Adriano Stuart
Produção J. B. Tanko Filmes
Roteiro Renato Aragão / Domingos Demasi / Victor Lustosa / Dedé Santana / Adriano Stuart / J.B. Tanko
Elenco Renato Aragão
Mussum
Dedé Santana
Monique Lafond
Francisco Di Franco
Vera Setta
Wilson Grey
Género comédia / aventura
Música Remo Usaí
Direção de fotografia Antônio Gonçalves
Figurino Arthur Maia
Lançamento 19 de dezembro de 1977[1]
Idioma português
Cronologia
O Trapalhão no Planalto dos Macacos (1976)
Os Trapalhões na Guerra dos Planetas (1978)
Página no IMDb (em inglês)

O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão é um filme brasileiro de 1977, do gênero comédia e aventura, dirigido por J.B. Tanko e estrelado pelos Trapalhões Renato Aragão, Dedé Santana e Mussum.

O filme é baseado no conto As Minas do Rei Salomão, escrito pelo britânico Henry Rider Haggard (1856-1925).

A maquiagem da bruxa foi feita por Eric Rzepecki. Segundo a Cinemateca Brasileira, as cenas do início do filme foram gravadas na Ilha de Paquetá.

O filme levou 5,8 milhões de espectadores aos cinemas. Este foi o filme de maior bilheteria dos Trapalhões. Dentre os filmes de maior público da história do cinema nacional, este ocupa atualmente o 7º lugar.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Os amigos Pilo (Renato Aragão) e Duka (Dedé Santana) ganham a vida em brigas simuladas nas praças e feiras públicas do interior, enquanto o cabo Fumaça (Mussum) recolhe o dinheiro das apostas. A jovem Glória (Monique Lafond), então, contrata os três para uma expedição às minas do Rei Salomão, onde o pai dela, o arqueólogo Aristóbulo (Carlos Kurt), é prisioneiro. Oferece como prêmio um fabuloso tesouro desconhecido do qual ela tem a única pista existente, um medalhão que é alvo de muita cobiça pelos vilões ao longo do filme. Pilo logo se apaixona por Glória, que no entanto, está interessada em Alberto (Francisco Di Franco), também integrado à expedição. Durante a jornada, enfrentam vários perigos, como um grupo de ciganos mal-intencionados, um rei paxá e seus asseclas beduínos, a tribo africana Maumau e os malvados ninjas Quaretz. O maior perigo, no entanto é uma bruxa malvada (Vera Setta) e seu fiel ermitão (Wilson Grey) dispostos a tudo para impedir que eles cheguem até o tesouro e ao paradeiro de Aristóbulo.

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Elenco[editar | editar código-fonte]

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Recepção[editar | editar código-fonte]

Rodrigo Carreiro em sua crítica para o Cine Repórter disse que "com todos os efeitos, o filme que melhor resume a comédia fuleira, espontânea e infantil dos quatro comediantes mais amados pelas crianças brasileiras. Em resumo, uma beleza de filme B para meninos com menos de 8 anos."[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão. Cinemateca Brasileira. Página visitada em 28 de julho de 2013.
  2. Rodrigo Carreiro (5 de dezembro de 2005). «Trapalhão nas Minas do Rei Salomão, O». www.cinereporter.com.br. Consultado em 20 de outubro de 2016 
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