O Cangaceiro Trapalhão

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O Cangaceiro Trapalhão
O Cangaceiro Trapalhão.jpg
 Brasil
1983 •  cor •  90 min 
Direção Daniel Filho
Roteiro Renato Aragão
João Paulo Carvalho
Doc Comparato
Daniel Filho
Aguinaldo Silva
Elenco Renato Aragão
Regina Duarte
Nelson Xavier
Tânia Alves
Dedé Santana
Zacarias
Mussum
José Dumont
Bruna Lombardi
Gênero Comédia
Idioma Português
Cronologia
Último
Os Trapalhões na Serra Pelada (1982)
Atrapalhando a Suate (1983)
Próximo
Página no IMDb (em inglês)

O Cangaceiro Trapalhão é um filme brasileiro de 1983 do grupo de comediantes brasileiros Os Trapalhões e inspirado na história do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, também conhecido como Lampião, o assim chamado "Rei do cangaço". O filme também é inspirado na minissérie Lampião e Maria Bonita exibida em 1982 e estelado por Nelson Xavier e Tânia Alves que nesse filme voltam a interpretarem os mesmos personagens.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Severino do Quixadá, pastor de cabras, salva Capitão e seu bando de cangaceiros de uma emboscada do tenente Zé Bezerra. Na confusão, os amigos Mussum e Zacarias fogem da cadeia e todos se encontram no esconderijo dos cangaceiros, onde Gavião é homem de confiança do chefe. Observando sua semelhança com Severino, Capitão lhe dá uma missão, que acaba revelando-se uma emboscada. Com a ajuda de Aninha, sobrinha do prefeito, conseguem fugir e salvam Expedita, filha do Capitão e de Maria Bonita que fora sequestrada pelo bando do Tenente Bezerra, no caminho desbravando a seca do sertão , encontram uma misteriosa bruxa-fada que os ajuda na missão.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Elenco Personagem
Renato Aragão Severino do Quixadá
Regina Duarte Aninha
Nelson Xavier Capitão Virgulino
Tânia Alves Dona Maria Bonita
Dedé Santana Gavião
Mussum Mussum
Zacarias Zacarias
José Dumont Tenente Zé Bezerra
Bruna Lombardi Secabri, a Bruxa-Fada / Rainha das Águas
Daniele Rodrigues Expedita
Tarcísio Meira Namorado de Aninha (Participação sem falas)
Danton Jardim Rastejador do Zé Bezerra
Lutero Luiz Prefeito de Águas Lindas
Cininha de Paula Mulher do Médico
Doc Comparato Sacristão
Lupe Gigliotti Mulher do Juiz
Gabriela Duarte

Recepção[editar | editar código-fonte]

Leonardo Ribeiro em sua crítica para o Papo de Cinema escreveu: "[O]s elementos fantásticos [do filme] que surgem destoam do que parecia ser a proposta inicial. Mesmo com esta falta de consistência do roteiro, o filme possui alguns momentos marcantes, como a sequência musical quase surrealista embalada por 'Lagartixa', de Rita Lee (...) Ao final, outras características típicas dos filmes do grupo voltam a aparecer: um leve teor de crítica social. (...) Uma das ideias fantasiosas mais bizarras da obra dos Trapalhões, que aqui tem um de seus exemplares mais bem resolvidos, querido pelos fãs e pela crítica."[1]

Citações[editar | editar código-fonte]

O filme faz citações e referencias a Raiders of the Lost Ark aonde a caixa que o Cangaceiro Lampião buscava fazia uma referencia a Arca da Aliança no filme de Indiana Jones assim como a cena que Severino do Quixadá (Renato Aragão) vai da carroça como Indiana Jones cai do caminhão nazista na famosa cena de perseguição, e o Tenente Bezerra antagonista do filme dos Trapalhões lembrava René Belloq o antagonista de Raiders of the Lost Ark assim como Severino descer num poço com caranguejos numa referência ao Poço das Almas, filme de Steven Spielberg e George Lucas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Leonardo Ribeiro (28 de março de 2016). «O Cangaceiro Trapalhão». www.papodecinema.com.br. Consultado em 21 de outubro de 2016. 
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