Os Trapalhões e a Árvore da Juventude

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Os Trapalhões e a Árvore da Juventude
Os Trapalhões e a Árvore da Juventude.jpg
 Brasil
1991 •  cor •  100 min 
Direção José Alvarenga Júnior
Roteiro Mauro Wilson / Paulo Andrade
Elenco Renato Aragão
Dedé Santana
Mussum
Cristiana Oliveira
Andréia Faria
Carlos Loffler
Duda Little
Glenda Kozlowski
Género comédia / infantil
Idioma português
Cronologia
O Mistério de Robin Hood (1990)
O Noviço Rebelde (1997)
Página no IMDb (em inglês)

Os Trapalhões e a Árvore da Juventude é um filme brasileiro de 1991, do gênero comédia infantil, dirigido por José Alvarenga Júnior e estrelado pela trupe humorística Os Trapalhões. O filme foi criado e feito especialmente para comemorar os 25 anos dos Trapalhões, sendo premiado no III Festival de Cine Infantil de Ciudad Guayana (Venezuela), em 1993.

Este foi o último filme d'Os Trapalhões como o trio remanescente, após a morte de Zacarias em 1990. Foi também o último filme de Mussum, falecido em 1994. Em 1997, é lançado o filme O Noviço Rebelde, em 1998 é lançado o filme Simão, o Fantasma Trapalhão, e também em 1999 é lançado o filme O Trapalhão e a Luz Azul, somente com Didi e Dedé, sendo que este já não trabalhava na Rede Globo. Somente em 2017, com Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood, foi que outro filme com Renato Aragão voltou a ter Os Trapalhões em seu título.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Na Amazônia, Didi, Dedé e Mussum são os atrapalhados guardas do posto florestal 3 onde lutam contra a ação de contrabandistas que secretamente estão sob comando pelo americano Dr. Stone (John Stanley). O trio é ajudado pela engenheira Juliana (Cristiana Oliveira) e de um grupo de estudantes. Em meio às lutas com serralheiros, aparece a mística fonte da juventude (localizada as margens de uma grande árvore dentro de uma caverna), cuja água torna criança e jovem aquele que a beber.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Atores[editar | editar código-fonte]

Dubladores[editar | editar código-fonte]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Thomas Boeira em sua crítica para o Papo de Cinema disse que "mesmo ficando longe de ser um filme perfeito, é capaz de deixar marcas satisfatórias tanto no público infantil quanto no adulto."[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Thomas Boeira (10 de abril de 2016). «Os Trapalhões e a Árvore da Juventude». www.papodecinema.com.br. Consultado em 24 de outubro de 2016. 
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