Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood

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Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood
Pôster promocional
 Brasil
2017 •  cor •  99 min 
Direção João Daniel Tikhomiroff
Produção Eliane Ferreira
Hugo Janeba
Michel Tikhomiroff
João Daniel Tikhomiroff
Coprodução Globo Filmes
Downtown Filmes
Produção executiva Rômulo Marinho
Roteiro Mauro Lima
Baseado em Os Saltimbancos, de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov
Elenco Renato Aragão
Dedé Santana
Letícia Colin
Emilio Dantas
Roberto Guilherme
Marcos Frota
Alinne Moraes
Maria Clara Gueiros
Nelson Freitas
Lívian Aragão
Rafael Vitti
(ver mais)
Gênero Comédia
Musical
Direção de arte Claudio Amaral Peixoto
Direção de fotografia Helcio Alemão Nagamine, ABC
Edição Leticia Giffoni
Companhia(s) produtora(s) Globo Filmes
Mixer
RA Produções
Distribuição Downtown Filmes
Paris Filmes
Lançamento Brasil 19 de janeiro de 2017
Idioma Português
Orçamento R$ 8 milhões[1]
Cronologia
Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Página no IMDb (em inglês)

Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood é um filme de comédia e Musical brasileiro de 2017 produzido por Globo Filmes, Mixer e RA Produções e distribuído por Downtown Filmes e Paris Filmes. É uma adaptação roteirizada por Mauro Lima a partir do livro Os Saltimbancos escrito por Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov. Foi dirigido por João Daniel Tikhomiroff e estrelado por Renato Aragão e Dedé Santana. O elenco ainda conta com Emilio Dantas, Marcos Frota, Alinne Moraes, Maria Clara Gueiros e Roberto Guilherme.[2][3][4]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Esta secção contém revelações sobre o enredo.

Desde a proibição de animais em espetáculos, o Grande Circo Sumatra, localizado na fictícia cidadezinha de Barra Feia, enfrenta uma grande crise financeira. Barão (Roberto Guilherme), dono do circo, aceita propostas indecorosas do prefeito Aurélio Gavião (Nelson Freitas) para realizar leilões de gado, comícios e outros eventos alternativos no circo. Infelizes com a notícia, os artistas circenses decidem se reunir para montar um novo número e voltar a atrair o público, liderados por Didi (Renato Aragão), Dedé (Dedé Santana) e a jovem Karina (Letícia Colin), filha do Barão e recém-chegada da capital. O roteiro das atrações é idealizado por Didi a partir de sonhos mirabolantes que ele tem com animais falantes. Ele e sua trupe vão enfrentar a arrogância do gerente do circo Assis Satã (Marcos Frota), a cumplicidade de Tigrana (Alinne Moraes), a ganância do Barão e a prepotência do prefeito corrupto para tentar salvar o circo e levar adiante a ideia de um novo e sensacional espetáculo.[5]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Vozes (dublagem)[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Em 2014, Renato Aragão e Dedé Santana atuaram em Os Saltimbancos Trapalhões - O Musical, montada por Charles Möeller e Claudio Botelho,[3] a peça no entanto não é um remake do filme original, mas sim uma nova adaptação do musical Os Saltimbancos[nota 1] de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, inspirado no conto Os Músicos de Bremen, dos irmãos Grimm, que em 1977 ganhou uma versão brasileira e músicas adicionais de Chico Buarque. No ano seguinte, foi confirmado um novo filme inspirada no musical,[8] não se tratando de um remake, mas sim de um reboot.[9]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Escrevendo sua crítica de cinema para O Globo, Daniel Schenker escreveu: "A direção de arte de Claudio Amaral Peixoto e os figurinos de Bia Salgado merecem menções elogiosas. Irregular como comédia (...), o filme presta bela homenagem, ao final, ao célebre quarteto.[10]

Do CineClick, Iara Vasconcelos: ""Saltimbancos Trapalhões" acaba tendo tom de nostalgia. Renato Aragão repete a mesma fórmula de humor que fez sucesso nos tempos áureos do grupo, entretanto as piadas soam datadas e ingênuas demais para apelar aos padrões do humor atual."[10]

Do Cineweb, Alysson Oliveira publicou um comentário menos elogioso: "Um filme repleto de boas intenções, mas quase nunca se encontra: é uma homenagem? é um remake? E, por fim, a ausência de Mussum e Zacarias – que são lembrados com uma imagem do longa original - é sentida."[10]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. I Musicanti no original[7]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]