Simbad, o Marujo Trapalhão

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Simbad, o Marujo Trapalhão
Simbad, o Marujo Trapalhão.jpg
 Brasil
1975 •  cor •  80 min 
Direção J.B. Tanko
Roteiro J.B. Tanko
Elenco Renato Aragão
Dedé Santana
Carlos Kunstat
Rosina Malbouisson
Edson Rabello
Jorge Cherques
Género comédia
Idioma português
Cronologia
O Trapalhão na Ilha do Tesouro (1974)
O Trapalhão no Planalto dos Macacos (1976)
Página no IMDb (em inglês)

Simbad, o Marujo Trapalhão é um filme brasileiro de 1975, do gênero comédia, dirigido por J.B. Tanko e estrelado pelos Trapalhões Renato Aragão e Dedé Santana.

Produção[editar | editar código-fonte]

Um filme com duração de 90 minutos, lançado em 1975, ainda antes da formação tradicional do quarteto dos Trapalhões. O roteiro foi de J.B. Tanko, baseado em história escrita em parceria com Victor Lustosa; produção foi de J.B.Tanko Filmes e Embrafilme. A trilha sonora foi de Edino Krieger, fotografia de Antônio Gonçalves, os desenhos de produção foram de Régis Monteiro e Selma Paiva, o figurino foi de Selma Paiva e a edição foi de Manoel Oliveira.

Um total de 4 407 719 espectadores foram assistir a este filme no cinema.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Kiko e Duda, trabalhadores de um circo, envolvem-se em uma grande confusão quando Kiko é confundido com o trapezista Simbad. O rapaz trapalhão é então raptado pelos asseclas do mágico Ali Tuffi, que já tem em seu poder o gênio da lâmpada mágica, mas precisa do trapezista Simbad para localizar a pedra filosofal com a qual tornar-se-á um homem muito rico, com muita fortuna e poder. Na tentativa de ajudar os amigos, Simbad e a namorada Luciana também terminam por ficar prisioneiros no navio dos bandidos. Após uma confusão, todos vão parar em uma ilha repleta de perigos, onde a tal pedra está escondida.

Elenco[editar | editar código-fonte]

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Recepção[editar | editar código-fonte]

Alexandre Derlam em sua crítica para o Papo de Cinema destacou: "Perseguições de carro, correrias, brigas aceleradas, gritarias e tiroteios motivam as gargalhadas. Rever o filme hoje, quase quatro décadas depois, é uma boa experiência, já que ele ainda consegue entreter com suas piadas inofensivas, os característicos tapas na cara, chutes, acrobacias, paneladas e todo coquetel de um cinema por vezes pastelão, tosco, dotado de um humor genuinamente brasileiro."[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Alexandre Derlam (15 de março de 2016). «Simbad, o Marujo Trapalhão». www.papodecinema.com.br. Consultado em 21 de outubro de 2016 
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