TV Shoptime

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Foi proposta a fusão deste artigo ou se(c)ção com Shoptime. Pode-se discutir o procedimento aqui. (desde junho de 2018)
TV Shoptime
Tipo Canal de televisão comercial
País  Brasil
Fundação 6 de novembro de 1995
por Grupo Globo
Pertence a Shoptime
Proprietário B2W Digital (Lojas Americanas)
Cidade de origem Bandeira do Município do Rio de Janeiro.png Rio de Janeiro, RJ
Sede Bandeira do Município do Rio de Janeiro.png Rio de Janeiro ,RJ
Estúdios Bandeira do Município do Rio de Janeiro.png Rio de Janeiro, RJ
Formato de vídeo 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Cobertura Nacional
Página oficial shoptime.com
Sky
Canal 31
Oi TV
Canal 78 (Satélite SES-6)
StarOne C1
3950 MHz @ 3200 ksps, Vertical (SDTV)
StarOne C2
4110 MHz (1040 MHz Banda L), Vertical (Analógico)
Disponibilidade por cabo
NET
Canal 29

Canal 529 (espelho) [1]

TVN
Canal 17
Cabo Telecom
Canal 134
TCM
Canal 167

TV Shoptime é um canal de TV brasileiro sediado na cidade do Rio de Janeiro que anuncia produtos da empresa de varejo Shoptime, a serem vendidos pelo telefone.

História[editar | editar código-fonte]

A TV Shoptime foi concebido como parte de um plano de expansão da Multicanal, operadora de televisão a cabo. O objetivo principal era iniciar uma operação própria de DTH no Brasil (televisão via satélite). Para isso, a operadora investiu para montar um projeto de programação. Seriam lançados novos canais, como um de filmes de aventura, um infantil e outro voltado ao público feminino; entre os planos, estava um canal de vendas, batizado de Shoptime. Inspirado no modelo estadunidense de home shopping, que já contava com redes como HSN e QVC, sua programação seria 24 horas dedicada às televendas.[2] O projeto de DTH da Multicanal e o lançamento dos demais canais foram interrompidos devido a divergências entre os acionistas da operadora, o que interrompeu os preparativos. O Shoptime, no entanto, já estava pronto para iniciar suas operações.[3]

Dessa forma, em 6 de novembro de 1995, entrou no ar como o primeiro canal brasileiro de televendas.[4] Somando investimentos de 5,5 milhões de dólares, o Shoptime foi inicialmente gerido em sociedade entre a Multicanal, as Organizações Globo (que detinha 40% de participação) e as Lojas Americanas (10%).[2]

A empresa proprietária do canal foi comprada pelo grupo controlador das Lojas Americanas[5] (empresa brasileira no segmento de varejo), que logo o integrou ao grupo B2W Digital — onde as Americanas também fazem parte — e o qual pertence até hoje.[6]

Ainda sob os termos da venda do Shoptime ao grupo B2W, as operadoras Net e Sky ofereceriam espaço gratuito em suas grades para o canal até o ano de 2014.[7] Com o término desse período, as renegociações começaram. Chegou-se a calcular, na imprensa especializada, que cerca de 3 milhões de reais seriam necessários para custear a presença da TV Shoptime nas grades de programação.[8] No entanto, em 2015, foi anunciado que o canal renovou o contrato com a Net e a Sky e passaria a pagar pelo espaço, assim como os demais canais de televendas.[7]

Em 17 de maio de 2017, o canal saiu da SKY[9] devido a crise que o canal enfrentava desde novembro de 2016 por conta da queda das vendas. Porém, acabou voltando para a grade de programação da operadora um dia depois.[10] Em julho de 2017, a Shoptime deixa de ser exibida pela operadora ClaroTV.[11]

Transmissão[editar | editar código-fonte]

A programação do canal é transmitida para todo o Brasil em sinal analógico através do satélite Star One C2 no canal 1040 MHz, vertical 18 MHz,[12] e em sinal digital por meio do satélite Star One C1 na frequência 3950 MHz, com symbol rate de 3200, na polarização horizontal, com transmissão digital,[13] sua programação também é reproduzida através do site da Shoptime na internet.[14]

Apresentadores[editar | editar código-fonte]

Atuais[editar | editar código-fonte]

Anteriores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Grade de canais "Juntinho"
  2. a b Paulino Neto, Fernando; Blecher, Nelson (12 de outubro de 1995). «TV fará vendas diretas durante 24 horas». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 
  3. Possebon 2009, pp. 75–76
  4. Neto, Fernando Paulino (3 de novembro de 1995). «Lojas Americanas terá marketing direto». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 
  5. Globo Online (18 de agosto de 2005). «Americanas.com compra Shoptime». Imirante.com. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 
  6. «Shoptime renova com operadoras e garante permanência na TV paga brasileira». Consultado em 11 de outubro de 2015. 
  7. a b Jimenez, Keila (16 de fevereiro de 2015). «Desfiles perdem espaço, TV prefere folia em Salvador». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de fevereiro de 2015.. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2015 
  8. Annyston, Endrigo (28 de novembro de 2013). «Canal de vendas Shoptime pode sair do ar». RD1. Consultado em 18 de fevereiro de 2015.. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2015 
  9. «SKY retira o canal Shoptime da sua grade de programação». O Universo da TV. Consultado em 13 de junho de 2018. 
  10. «Após um dia fora do ar, Shoptime retorna a grade de programação da SKY». O Universo da TV. Consultado em 13 de junho de 2018. 
  11. «TV Shoptime deixa a grade de canais da Claro em julho». TV Magazine. Consultado em 13 de junho de 2018. 
  12. «Canais do satélite Star One C2». portal BSD. Consultado em 11 de outubro de 2015. 
  13. «Canais do satélite Star One C1». portal BSD. Consultado em 11 de outubro de 2015. 
  14. «TV Shoptime está de volta à internet no site da loja». Consultado em 11 de outubro de 2015. 
  15. «Ligue já!». IstoÉ Dinheiro. 18 de maio de 2005. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 
  16. Sallum, Erika (3 de setembro de 2000). «Apresentadores vendem a própria imagem». Folha de S. Paulo. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  17. «Cozinha da Ofélia muda». Folha de S. Paulo. 6 de março de 1998. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  18. a b Campos, Vanessa (8 de março de 1998). «Shoptime troca de cozinheiro». Folha de S. Paulo. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  19. Scalzo, Mariana (30 de março de 1997). «Shoptime lança televendas com produtos eróticos». Folha de S. Paulo. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  20. Padiglione, Cristina (27 de fevereiro de 1998). «Novela da Band já tem o elenco fechado». Folha de S. Paulo. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  21. «Close substitui Monique». Folha de S. Paulo. 3 de setembro de 2000. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  22. Scalzo, Mariana (31 de agosto de 1997). «Para chef, programas evoluíram». Folha de S. Paulo. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. 
  23. Padiglione, Cristina (28 de março de 1998). «Ratinho supera a Globo com menino deformado». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 
  24. Valladares, Ricardo (15 de outubro de 2003). «Vai um boi aí?» (Flash). São Paulo: Abril. Veja (1824). 118 páginas. ISSN 0100-7122. Consultado em 18 de fevereiro de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]