Banco Pan

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Banco Pan
Banco PanAmericano S/A
Slogan Melhorar a vida das pessoas através do crédito
Tipo Banco
Cotação BPNM4 (BOV) - R$ 3,72 (Em 07/04/2014)
Indústria Setor bancário.
Gênero Instituição financeira de Capital aberto.
Fundação 1990 (Banco multiplo)
Fundador(es) Silvio Santos
Sede São Paulo,SP
Áreas servidas Brasil
Proprietário(s) Silvio Santos (1969-2011)
Caixa Econômica Federal (desde 2010)
BTG Pactual (2011-)
Presidente José Luiz Acar
Vice-presidente André Esteves
Pessoas-chave André Esteves (CEO do BTG Pactual)
Produtos Crédito direto ao consumidor

Financiamento à empresas Seguros

Parentesco BTG Pactual
Subsidiárias Baú da Felicidade
Acionistas BTG Pactual (51%)

CEF - Caixa Econômica Federal (49%)

Valor
de mercado
R$ 2,3 bi
Lucro - 182,9 mi (2013)
Antecessora(s) Real Sul S/A
Baú Financeira
Banco PanAmericano
Página oficial www.bancopan.com.br

O Banco Pan (até 15 de maio de 2013 era chamado de Banco PanAmericano[1] ) é um banco brasileiro, com sede em São Paulo, fundado por Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos, controlado de 1990 até 2011 pelo Grupo Silvio Santos[2] . Seu foco é o financiamento ao varejo, financiamento de veículos, cartões de crédito, empréstimo pessoal e consignado, muito embora haja uma nova campanha de expansão de produtos que fortalecerá a atuação do banco no setor imobiliário e de adquirência por meio de aquisições de empresas com a Brazilian Mortgages e Brazilian Securities (Que irão compor à nova marca Pan na sua casa). Presente em todas as capitais e principais cidades brasileiras e em seus mais de 28 mil parceiros comerciais, tem como essência "Melhorar a vida das pessoas através do crédito".

Histórico[editar | editar código-fonte]

O Grupo Silvio Santos assumiu o controle acionário da Real Sul S/A, em 21 de fevereiro de 1969, uma empresa que atuava no mercado desde 1963 em São Caetano do Sul, e transformou-se na Baú Financeira S/A.

Em 1990, autorizado para atuar como banco múltiplo passou a ser denominado Banco PanAmericano S/A.

Em dezembro de 2009 a Caixa Econômica Federal (CEF) pagou R$ 739,2 milhões para adquirir parte do banco PanAmericano. O banco estatal, por meio da Caixa Participações S.A. (Caixapar), adquiriu pouco mais de um terço do capital total da instituição financeira. A Caixa comprou 49% das ações preferenciais mais 20,69% das ações preferenciais do PanAmericano. Considerando os dois tipos de ações, a Caixapar passou a deter 35,54% do capital total do banco.[3]

Rombo de 2010[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de novembro de 2010, Silvio Santos, Proprietário do Grupo Silvio Santos, anuncia empréstimo de 2,5 bilhões de reais para cobrir uma fraude contábil nos caixas do banco PanAmericano. O empréstimo, por Fundo Garantidor de Crédito e garantido por bens do patrimônio empresarial do Grupo Silvio Santos, foi necessário para restabelecer o pleno equilíbrio patrimonial porque o banco continuou contabilizando carteiras de crédito que já foram vendidas para outras instituições financeiras, falsificando assim o patrimônio.[4] [5]

Venda para o grupo BTG Pactual[editar | editar código-fonte]

Em 29 de janeiro de 2011, o jornal Folha de São Paulo anunciou que o rombo que o banco tinha era de 4,1 bilhões de reais (1,6 bilhões de reais a mais do que anunciado anteriormente). Em tal situação, Sílvio Santos vendeu o Banco PanAmericano S/A para o grupo BTG Pactual. O empresário não receberia nenhum valor em troca, já que o grupo BTG Pactual assumiu toda a dívida acumulada. Sílvio Santos disse ainda que as demais empresas do Grupo Silvio Santos não estão mais à venda[6] . Contrariando essa afirmação, em 31 de julho de 2011, a Magazine Luiza adquire o Baú da Felicidade.

Surge a marca Banco Pan[editar | editar código-fonte]

Em 15 de maio de 2013, o nome do banco muda para Banco Pan[7] , que segundo a diretoria, foi uma mudança estratégica a fim de agilizar os processos e aumentar a eficiência do banco, a divulgação da marca ocorre na final do Campeonato Paulista de futebol em uma decisão entre Corinthians e Santos quando o novo logo aparece estampado nas camisetas do alvinegro paulista, que foi campeão naquele dia.[8]

Prejuízos de 2013 e uma nova esperança para 2014[editar | editar código-fonte]

No quarto trimestre de 2013 o prejuízo liquido do banco aumentou para R$182,9 milhões, número assustadoramente maior que os 38,4 milhões das perdas no mesmo período de 2012. Esse resultado foi impactado principalmente pela adesão ao Refis, programa de negociação de débitos fiscais. Com isso já espera-se que o banco comece a apresentar bons resultados já no primeiro trimestre de 2014.[9]

Já em março de 2014 foi noticiado que os acionistas do banco (BTG Pactual e [[Caixa Econômica Federal]]) irão realizar juntos uma injeção de capital da ordem de R$ 1,5 bi, para fortalecer a estrutura patrimonial do banco e ficar em condições de utilizar os mais de 2 bilhões de reais em isenções fiscais que o banco possui em seu patrimônio, espera-se que com essa injeção o índice de basileia do banco também saia de níveis alarmantes.[10]

Referências

Ligaçôes externas[editar | editar código-fonte]


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