Máxima Zorreguieta
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| Máxima | ||
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| Princesa dos Países Baixos Princesa de Orange-Nassau |
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| A princesa Máxima em 2003. | ||
| Nascimento | 17 de maio de 1971 | |
| Buenos Aires, |
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| Consorte | Guilherme Alexandre (2002-presente) | |
| Filhos | Catarina Amália (n. 2003) Alexia (n. 2005) Ariana (n. 2007) |
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| Casa Real | Orange-Nassau | |
| Pai | Jorge Zorreguieta | |
| Mãe | Maria del Carmen Cerruti | |
Máxima Zorreguieta Cerruti (Buenos Aires, 17 de maio de 1971) é a esposa do príncipe Guilherme Alexandre dos Países Baixos, o herdeiro aparente ao trono neerlandês.
Em virtude de seu casamento, ela é conhecida oficialmente como princesa dos Países Baixos e princesa de Orange-Nassau, detendo o tratamento de Sua Alteza Real.
Índice |
[editar] Biografia
Nascida na Capital da Argentina, Máxima Zorreguieta Cerruti é a filha mais velha do político e fazendeiro Jorge Zorreguieta e de sua segunda esposa, Maria del Carmen[1]. Ela tem dois irmãos, uma irmã e três meias-irmãs.
Máxima graduou-se em Economia pela Universidade Católica Argentina, em 1995. Trabalhou para grandes companhias internacionais de finança em seu país, em Nova York e na Europa.
[editar] Relacionamento com o príncipe
Máxima Zorreguieta e o príncipe Guilherme Alexandre conheceram-se em Sevilha, na Espanha, durante a Feira de Abril. Em uma entrevista, eles disseram que o príncipe se apresentou apenas como "Alexandre" e que ela não sabia que se tratava de um membro da realeza. Máxima pensou que ele estava brincando quando disse que era um príncipe.
Combinaram então um novo encontro, em Nova York, onde Máxima trabalhava para o Deutsche Bank. O relacionamento amoroso entre eles aparentemente começou aí, mas a princesa não conheceu os pais de seu namorado, a rainha Beatriz e o príncipe Claus, por um tempo.
As notícias do relacionamento e dos planos de casamento causaram controvérsia nos Países Baixos.
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Máxima era, afinal, estrangeira, católica e filha de um ex-ministro da ditadura militar de Jorge Videla, embora ele não tivesse se envolvido diretamente nas atrocidades cometidas durante o governo Videla[2].
O parlamento neerlandês aprovou o matrimônio; porém, o pai de Máxima decidiu não comparecer à cerimônia, e sua esposa, mãe de Máxima, também se ausentou.
[editar] Nacionalidades e religião
Máxima obteve a nacionalidade neerlandesa em maio de 2001, provocando protestos, já que nenhuma concessão desse tipo antes do casamento era habitual no país (mas requerida pela lei para a uma mulher da realeza). Sob circunstâncias normais, demoram-se alguns anos para obter cidadania.
Máxima Zorreguieta foi também titulada princesa dos Países Baixos alguns dias antes de seu casamento, pela rainha Beatriz.
Diferentemente do que o povo acredita, Máxima manteve-se fiel à Igreja Católica, ao invés de se converter à religião do príncipe. Contudo, ambos concordaram em educar seus filhos como protestantes.
Os casamentos das princesas Irene e Cristina com homens católicos sem a aprovação do parlamento culminaram sua exclusão da linha de sucessão ao trono.
[editar] Casamento
O casal anunciou o noivado em 30 de março de 2001. A princesa falou com a nação em uma língua neerlandesa quase fluente, em transmissão ao vivo pela televisão.
Por decreto real, em 25 de janeiro de 2002, ela ganhou seu próprio brasão de armas e seu estandarte pessoal.
Máxima e Guilherme Alexandre casaram-se no dia 2 de fevereiro de 2002, em uma cerimônia civil em Beurs van Berlage, Amsterdã. A cerimônia religiosa, por sua vez, ocorreu em Nieuwe Kerk, também na Capital.
O vestido de casamento da princesa foi desenhado pelo estilista Valentino Garavani.
[editar] Descendência
O casal teve três filhas:
- Catarina Amália, nascida em 7 de dezembro de 2003, em A Haia;
- Alexia, nascida em 26 de junho de 2005, em A Haia;
- Ariana, nascida em 10 de abril de 2007, em A Haia;
[editar] Trabalhos como princesa
Além de representar seu novo país no exterior, a princesa Máxima dedica-se à integração de imigrantes na cultura neerlandesa, dando ênfase à importância da aprendizagem da língua holandesa para que participem da sociedade.
Ela costumava viajar a diferentes lugares do mundo, como a África e países da América Latina, para promover o Microcrédito, em um programa das Nações Unidas.
É também patrona, dentre outras instituições, da Fundação Orange, a qual promove o bem-estar em seu país.
A princesa é um dos poucos membros da realeza que lutam pelos direitos gay. Ela já se reuniu com representantes das quatros maiores cidades do país — Amsterdã, Roterdã, A Haia e Utrecht — para promover a política de tolerância e respeito aos homossexuais nas escolas, quer professores, quer alunos, quer funcionários. Nos Países Baixos, os casais homossexuais têm, desde 2002, direitos iguais aos dos heteressexuais, podendo adotar crianças inclusive[3].
[editar] Referências
- ↑ http://www.geneall.net/H/per_page.php?id=54329
- ↑ http://veja.abril.com.br/060601/p_094.html
- ↑ http://revistadom.wordpress.com/2008/02/28/cinema-coca-cola-e-a-princesa-maxima/

