Estação Ferroviária do Rossio

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(Redirecionado de Estação do Rossio)
Lisboa-Rossio
BSicon BAHN.svg
aspeto da entrada principal da estação do Rossio
Identificação:[1] 59006 LRO (Lis-Rossio)
Denominação: Estação Satélite de Lisboa-Rossio
Administração: Infraestruturas de Portugal (centro)[2]:3.3.3.2
Classificação: ES (estação satélite)[3]
Tipologia: A [2]5.3.1.1
Linha(s): Linha de Sintra (PK 0,000)
Altitude: 35 m (a.n.m)
Coordenadas: 38°42′51.8″N × 9°8′29.84″W

(≍+38.71439;−9.14162)

(mais mapas: 38° 42′ 51,8″ N, 9° 08′ 29,84″ O)
Concelho: bandeiraLisboa
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Campolide
Sintra
  S   Terminal
Campolide
M.S.-Meleças
   

Coroa: L
Conexões:
Ligação a autocarros
✈1 207 51E 709 711 732 736 759 794
Ligação ao metro
Metropolitano Lisboa logo.svgRestauradoresMetroLisboa-linha-azul.svg
Serviço de táxis
LSB
Equipamentos: Informações - Gabinete de Apoio ao Cliente Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Pessoal de apoio na estação Lavabos Telefones públicos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Zona Comercial Elevadores Escadas rolantes Guarda de bagagem Posto de perdidos e achados Estacionamento para bicicletas
Endereço: Rua 1.º de Dezembro, s/n
PT-1249-970 Lisboa
Inauguração: 18 de maio de 1890 (há 132 anos)
Website:
Complexo da Estação do Rossio, visto do Castelo de São Jorge.
Disambig grey.svg Nota: Para a estação de metropolitano com o mesmo nome, veja Estação Rossio. Para a estação de metropolitano que serve esta estação ferroviária, veja Estação Restauradores. Para a estação ferroviária situada em Rossio ao Sul do Tejo, veja Estação Ferroviária de Abrantes.

A Estação Ferroviária do Rossio ou Gare do Rossio (nome anteriormente grafado como "Rocio"), também chamda Estação Central de Lisboa e Estação de Lisboa-Rossio,[1] é uma interface da Linha de Sintra, sendo uma das principais estações de Lisboa, capital de Portugal. Está situada junto às praças do Rossio e dos Restauradores, no centro da cidade.[4]

Entrada principal, à noite.
Aspeto da gare.
Acesso lateral e zona pedonal anexa à estação.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Automotora 2300 com destino a Sintra.

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

Situa-se na cidade de Lisboa, na freguesia de Santa Maria Maior (até 2013, Santa Justa), tendo acessos pela Rua 1.º de Dezembro[5] e Praça D. João da Câmara, contígua à praças dos Restauradores e do Rossio, e, a um nível mais elevado, pela Calçada do Carmo (via Largo Duque de Cadaval).[carece de fontes?]

Vias e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011, a gare do Rossio tinha cinco vias de circulação, com comprimentos entre os 147 e 196 m; as plataformas tinham 132 a 208 m de extensão, e apresentavam todas 90 cm de altura.[6]

Edifício[editar | editar código-fonte]

Foyer superior da estação.

O edifício de passageiros situa-se ao topo da via,[7][8] já que esta foi concebida como estação terminal.[9] Edificado em finais do séc. XIX em estilo neomanuelino, do risco do arquitecto José Luís Monteiro, está classificado desde 1971 como imóvel de interesse público,[10] estando igualmente integrado numa zona de protecção conjunta dos imóveis classificados da Avenida da Liberdade e área envolvente.[11]

Originalmente, o complexo incluía o edifício da estação com a cobertura metálica, um prédio anexo que albergava o hotel, o Túnel do Rossio, e as rampas de acesso ao Largo do Carmo.[12] A nave da gare, de grandes dimensões, é coberta por um alpendre de ferro e vidro e tem 130 m de comprimento e 21 m de altura, tendo nove vias em 1989.[13]

O complexo da estação compreende-se por vários níveis, vencendo, através de pisos intermédios, o grande desnível entre a altura das vias férreas e a cota do Rossio e dos Restauradores,[14] incluindo também no seu subsolo o acesso à estação Restauradores do Metropolitano de Lisboa, de construção mais recente.[15] Este tipo de estação elevada é raro em Portugal, sendo o Rossio o principal exemplo no país.[14]

Entrada do Túnel do Rossio, visto a partir da gare.

Túnel do Rossio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Túnel do Rossio

O acesso dos comboios à estação faz-se, a partir da estação de Campolide, por um túnel em via dupla com 2613 m de comprimento e com um perfil abobadado de 8 m de largura por 6 m de altura máxima.[16] Entre a boca do túnel em Campolide e o seu final na Estação do Rossio este desce 24,26 m, o que corresponde a um declive de aproximadamente 1%.[16] Possui um poço de escapatória para a superfície a meio do percurso, com saída próxima do cruzamento com a Rua Alexandre Herculano.[16]

Entre 2004 e 2008 o túnel esteve encerrado para obras de reabilitação, levando também à desativação da Estação do Rossio por igual período.[17] Com esta reabilitação todo o túnel passou a estar dotado de uma plataforma de via em betão com carris embebebidos, possibilitando assim um acesso facilitado também a veículos rodoviários de serviço ou de socorro.[carece de fontes?]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "lxvCONTg@F ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c"
 
(n) Azambuja 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vKBHFa-L" Unknown route-map component "dBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "c" Urban head station Unknown route-map component "c"
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "c" Urban station on track Unknown route-map component "c"
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exKBHFa"
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "cGRZq"
Unknown route-map component "vBHF" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "dSTR ochre" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
Unknown route-map component "vKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-exBHF-R ochre"
Unknown route-map component "uSHI1+l" + Unknown route-map component "ulBHF-L"
Unknown route-map component "uexdBHF-R"
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Penteado (a)
(n) Alverca 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdKBHFa-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Moita (a)
(n) Póvoa 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
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 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
Unknown route-map component "fvKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-exBHF-R ochre" Unknown route-map component "uTRAJEKT" Unknown route-map component "uexdSTR"
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre"
Unknown route-map component "d" + Urban End station
Unknown route-map component "uexv-STR"
 Terreiro do Paço (a)
 
Unknown route-map component "kSTRc2.r ochre" + Unknown route-map component "fvSTR"
Unknown route-map component "kSTR3+l.r ochre" + Unknown route-map component "vSTR"
Unknown route-map component "STR2h+r ochre" + Unknown route-map component "SHI1+r" + Unknown route-map component "v-SHI1l ochre"
Unknown route-map component "SHI1c3 ochre" + Unknown route-map component "exSHI1+r ochre"
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Unknown route-map component "uexBHF"
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "kSTR+1.r ochre" + Unknown route-map component "fvSHI2l"
Unknown route-map component "udSTRc4"
Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "vSHI2l"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "vSHI2+r-"
Unknown route-map component "dKBHFe-L" Unknown route-map component "vKBHFe-exKBHFe-R ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "uexvKBHFa-BHF"
 Coina (u)
(z) Marvila 
Unknown route-map component "vSTR- ochre" + Unknown route-map component "fv-STR"
Unknown route-map component "fdSTR" Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdKBHFa-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdBHF-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdBHF-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Pragal (u)
 
Unknown route-map component "dSTR ochre"
Unknown route-map component "fvSHI2l" + Unknown route-map component "fvSTR+l-"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "vSTRl-" + Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "fv-STR+l" + Unknown route-map component "fSTRq"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "xmSPLel"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "vSTR+r-" + Unknown route-map component "v-STR+r" + Unknown route-map component "fSTRq" + Unknown route-map component "lvINT"
Unknown route-map component "d"
Unknown route-map component "uexdSTRq" + Unknown route-map component "fSPLa+r"
Unknown route-map component "uexSPLer"
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
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 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "vSTR" Unknown route-map component "vKBHFa-L saffron" Unknown route-map component "dKBHFa-R saffron"
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
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 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
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Unknown route-map component "fvSHI1l" + Unknown route-map component "SHI1c3 ochre"
Unknown route-map component "fSHI1c3" + Unknown route-map component "fvSHI1l"
Unknown route-map component "vKBHFe" + Unknown route-map component "fSHI1c3"
Unknown route-map component "vBHF-L saffron" Unknown route-map component "dBHF-R saffron"
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
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 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
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 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
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 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Paço de Arcos (c)
 
Unknown route-map component "SHI1l ochre" + Unknown route-map component "fSHI1c1"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fvSHI1+r-"
Unknown route-map component "fvSHI2l" Unknown route-map component "fvSHI2+r" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
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 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dKBHFe-L saffron" Unknown route-map component "vBHF-R saffron"
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Parede (c)
(s) Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvKBHFe-L" Unknown route-map component "fdKBHFe-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 São Pedro Estoril (c)
(o) Sabugo 
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 São João Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Estoril (c)
(o) Mafra 
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 Monte Estoril (c)
(o) Malveira 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vKBHFe saffron"
 Cascais (c)
(o)** Jerumelo 
Unknown route-map component "vSTRl ochre"
Unknown route-map component "vBHFq ochre" + Unknown route-map component "GRZ"
Unknown route-map component "vCONTfq ochre"
 

2019-2021 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**) BSicon exSTR steel+GRZq.svg continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Enquadramento[editar | editar código-fonte]

Faz parte de um conjunto de quatro estações ferroviárias no Centro de Lisboa, terminais das ligações radiais:

Estes quatro terminais encontram-se ligados entre si por intermédio de carreiras de transportes urbanos, operadas pela Carris e pelo Metro:

Serviços[editar | editar código-fonte]

A estação do Rossio integra-se na família de serviços da Linha de Sintra, parte da rede de comboios urbanos de Lisboa, operada pela empresa Comboios de Portugal — não se efetuando aqui atualmente[quando?] quaisquer outros serviços ferroviários regulares.[carece de fontes?]

Esta interface foi frequentemente servida pelo Sud Expresso, ao longo do séc. XX,[18][19] desde 1930.[17] Também recebeu comboios de mercadorias, dispondo em 1940 de um serviço de despacho próprio para este tipo de transporte.[20] Também serviu como um entreposto para o correio transportado por via ferroviária, tendo albergado um serviço de triagem com carimbos próprios.[21]

História[editar | editar código-fonte]

Estação em construção em 1886.

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Planeamento e construção[editar | editar código-fonte]

Um alvará de 7 de Julho de 1886 autorizou a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construir uma via férrea entre a Linha do Leste, em Xabregas, à Linha do Oeste, em Benfica, e em 9 de Abril de 1887 outro alvará autorizou a Companhia Real a construir e explorar um ramal urbano, em via dupla, que ligasse a Linha do Oeste a uma interface no centro de Lisboa, que serviria para passageiros e mercadorias.[9] Um terceiro alvará, publicado no dia 23 de Julho, autorizou a Companhia a construir dois ramais na futura Linha de Cintura, de forma a ligar à Estação Central de Lisboa (posteriormente chamada Estação do Rossio).[9]

A Estação do Rossio começou a ser planeada e construída na década de 1880, como um ramal da Linha de Cintura.[9] A sua nave foi planeada entre 1886 e 1887,[22] pelo arquitecto José Luís Monteiro,[23] tendo a construção sido executada pelas firmas DuParcly & Bartissol, Papot & Blanchard, e E. Beraud.[13] Nesse ano, iniciou-se a demolição de vários prédios, para libertar o espaço onde deveria ser construída a estação, tendo-se planeado que o edifício teria cerca de 43,5 por 23 m, e o corpo lateral, 45 por 19 m.[24]

Em 1888, já estava em construção a linha até ao Rossio,[25] em Abril de 1889 já tinham sido concluídos o Túnel do Rossio e a Estação Central, e a primeira composição atravessou o túnel a 8 de abril.[17]

Obras de construção da Estação do Rossio (Largo Duque de Cadaval).

Década de 1890[editar | editar código-fonte]

A cerimónia de inauguração ocorreu em 18 de Maio de 1890.[26] Devido à sua situação como estação central na cidade de Lisboa, tornou-se o ponto terminal dos mais importantes comboios internacionais de passageiros, incluindo (desde 1930)[17] o Sud Expresso, que antes partia de Lisboa-Santa Apolónia.[27]

Um despacho de 6 de Junho de 1890 ordenou que fosse instalado um sistema de sinalização na estação do Rossio, no esquema Saxby & Farmer.[26] Em Setembro desse ano, já tinha sido concluída a construção da fachada da estação.[28] Em 16 de Maio de 1891, já tinha sido anunciado que os comboios-correio do Norte e Leste iriam passar para o Rossio.[29]

Em 1 Novembro de 1893, a Gazeta dos Caminhos de Ferro informou que tinha sido aberto o concurso para o fornecimento e instalação de iluminação eléctrica na estação e no túnel, com equipamentos próprios para a geração de electricidade.[30] Em Junho de 1894, já tinham entrado ao serviço os sistemas de iluminação eléctrica.[31]

Em Fevereiro de 1895, os elevadores foram suspensos para manutenção, tendo os serviços de venda de bilhetes e despacho de bagagens, que normalmente se realizavam no vestíbulo inferior, sido passados para o vestíbulo superior, ao nível da gare.[32] Em Maio de 1896, estava a ser construída uma cabina para a venda de bilhetes para o elevador e acesso à gare.[33]

Em 1899, a Companhia Real introduziu as locomotivas da Série 261 a 272, que foram postas nos comboios rápidos entre a Gare do Rossio e o Porto.[34]

Assassinato de Sidónio Pais no Rossio, em 14 de Dezembro de 1918 (bilhete postal).

Século XX[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1900 e 1910[editar | editar código-fonte]

Em 16 de Janeiro de 1902, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que estava prevista a instalação de novos relógios, de grandes dimensões, da casa Garnier, na gare e nos vestíbulos superior e inferior.[35] A Gazeta de 1 de Agosto desse ano relatou que a Companhia Real tinha contratado a firma francesa Hallé & Cie, para substituir os permutadores hidráulicos nesta estação, por uns eléctricos, prevendo-se, nesta altura, que também os elevadores, monta-cargas, sinais e os aparelhos de mudança de via fossem adaptados à energia eléctrica.[36] Em Setembro de 1903, já tinham entrado ao serviço os novos permutadores.[37]

Em 4 de Dezembro de 1909, o rei D. Manuel II chegou à estação do Rossio, depois de uma viagem ao Reino Unido.[38] Em 1910 é instalado um sistema de informação sobre as partidas e chegadas iminentes, colocado na parede do vestíbulo.[17]

Nos princípios de 1914, ocorreu uma das maiores greves de ferroviários em Portugal; no primeiro dia da greve, em 14 de Janeiro, foram destacados soldados para guardar a estação do Rossio, onde se encontrava a administração da empresa, e não circularam comboios na Linha de Sintra devido a actos de sabotagem por parte dos trabalhadores.[39] No dia seguinte, as forças militares e policiais estabeleceram a sua base de operações no Rossio, e saiu um comboio da estação, carregado de soldados e polícias, que no entanto foi forçado a parar em Campolide devido aos protestos dos grevistas.[40] Nos dias seguintes, a greve começou a dar sinais de abrandar, mas voltou a acender-se no dia 22 de Janeiro, quando a polícia dispersou uma multidão que se tinha juntado na estação do Rossio para apoiar a greve.[41] No dia 23, voltaram a ser feitos vários actos de sabotagem, e a presença policial e militar voltou a ser reforçada nas estações da Linha de Sintra; ainda assim, na madrugada do dia 24, rebentaram duas bombas na gare do Rossio, e uma terceira foi encontrada junto à boca do túnel.[42]

Em 1916 entraram ao serviço as locomotivas a vapor da série 070-097,[43][44] encomendadas para servir especificamente no serviço tranvia entre Lisboa-Rossio e Sintra, via Túnel do Rossio.[17]

Em 14 de Dezembro de 1918, Sidónio Pais foi assassinado na estação do Rossio.[45] Em 1919, esta foi uma das estações em que foi utilizado o vagão fantasma, um sistema de segurança utilizado para impedir actos de sabotagem por parte dos grevistas.[46]

Acidente no Rossio, em 1922.

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

Em 1925, entraram ao serviço as locomotivas a vapor da Série 501 a 508, que começaram desde logo a rebocar os comboios rápidos entre o Rossio e Vila Nova de Gaia.[47] Em 1923 realizaram-se obras no edifício, tendo o vestíbulo superior sido dotado de bilheteiras.[17]

Em 1 de Julho de 1926, relatou-se que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses já tinha iniciado um concurso para a electrificação da Linha de Sintra, incluindo o troço até a Estação do Rossio.[48] A 25 de junho de 1932, parte desta estação o primeiro Comboio Mistério, um comboio especial promovido pelo Serviço de Turismo.[17][49] Em 1934, a Companhia realizou obras parciais de reparação na estação do Rossio.[50]

Interior da estação após a intervenção de Cottinelli Telmo, em 1934.

Em 1934, o arquitecto Cottinelli Telmo foi premiado num concurso para a renovação estética do Rossio.[51] Em 1938, foi projectada a modernização da estação, cujas obras iniciaram-se em 1948,[52] e em 1939 foi elaborado o projecto para a torre de sinalização.[53] Nessa altura, a estação do Rossio ainda era considerada como a gare central de Lisboa e a mais importante do país, com ligação aos principais comboios internacionais, embora já se tivesse começado a tornar desadequada para esta função.[52] Um dos principais problemas era o aspecto interior, muito pobre em relação ao exterior, e pouco adequado à imagem do Rossio como a gare internacional de Lisboa.[52] Assim, Cottinelli Telmo debruçou-se especialmente às áreas públicas, tendo o átrio inferior sido profundamente modificado, e os pavimentos, as paredes e as colunas de ferro foram revestidos com placas de mármore.[52] As antigas cabanas de madeira onde estavam instaladas as bilheteiras foram substituídas por grandes vidraças com perfis metálicos cromados, e no vestíbulo superior, de acesso às plataformas, foi instalada uma bateria de cabinas de controle com torniquetes metálicos, que criou um cenário de movimento, apropriado para o grande tráfego de passageiros no interior da estação.[52]

Gare do Rossio em Julho de 1956, antes da electrificação.

Décadas de 1940 e 1950[editar | editar código-fonte]

Em 1943, foi no Rossio que se iniciou a viagem inaugural do Lusitânia Expresso.[49] Em 1948, a C. P. colocou ao serviço uma série de locomotivas a gasóleo que passaram a assegurar a condução dos comboios rápidos entre Lisboa e o Porto, embora os comboios desde o Rossio até Campolide continuassem a ser feitos por locomotivas a vapor, uma vez que o material a diesel-elétrico não podia passar pelo Túnel do Rossio,[47] por falta de circulação de ar; este problema viria a ser obviado com a instalação em 1948 de unidades de ventilação Westinghouse.[17] Em 1947 a gare fora alvo de obras, tendo sido substituído por mármore o ferro das colunas e a betonilha do pavimento; uma nova secção de informações instala-se no antigo depósito de bagagens.[17]

Um dos 14 painéis decorativos de azulejo de Donnat e Amaral, instalados na gare em 1956.

Em 18 de Novembro de 1954, foi determinada a interrupção da circulação no Túnel do Rossio, de forma a proceder a obras de electrificação.[54][55] O tráfego foi desviado para as estações de Sete Rios, Entrecampos e Santa Apolónia,[56] tendo esta última retomado a sua função como a principal gare para os serviços de longo curso em Lisboa.[20] No entanto, esta medida criou graves inconvenientes à população, que utilizava o Rossio devido à sua localização no centro da cidade, e que passou a ter de utilizar outros meios de transporte para aceder aos comboios.[56] Embora inicialmente tivesse sido previsto um prazo de três meses para as obras,[54] este foi prolongado para quatro meses, tendo a estação sido reaberta em Julho de 1955.[56] No dia 11 de Julho, o Ministro das Comunicações, Manuel Gomes de Araújo, em conjunto com várias autoridades do estado e da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, visitou as obras na estação e no túnel do Rossio.[56] Entre as modificações na estação, foi alterada a iluminação, que passou a ser feita com lâmpadas fluorescentes, foram instalados novos pavimentos com novas vias, melhoradas as curvas de entrada e a sinalização, e removidas as gruas de fornecimento de água às locomotivas, que deixaram de ser necessárias com a introdução da tracção eléctrica.[56] No dia seguinte, foram reiniciados os serviços de passageiros no Rossio, com os dois primeiros comboios a sair de manhã com destino a Sintra e Estação de Vila Franca de Xira.[56] Em 1955, os comboios de passageiros de longo curso deixaram de servir a Gare do Rossio, tendo sido passados para a estação de Santa Apolónia.[47]

A inauguração da tracção eléctrica na Linha de Sintra foi marcada para o dia 28 de Outubro de 1956,[54] mas devido ao atraso das obras, só foi realizada em 28 de Abril de 1957.[57] Foi organizado um comboio especial entre Lisboa e Sintra, tendo o tipo de tracção sido mudado nessa noite.[57] Com a electrificação, passaram a circular diariamente 75 comboios entre o Rossio e Sintra, cumprindo 119 marchas por dia, tendo o tempo de viagem sido reduzido de 59 para 36 minutos.[57]

Ainda em 1956, os serviços de mecanografia da CP passaram de Santa Apolónia para o Rossio, tendo sido adquirido material electromecânico Bull de cartões perfurados.[58] Em 9 de Julho desse ano, foi inaugurada uma biblioteca técnica para uso do pessoal da Companhia.[59]

Cartazes eleitorais na fachada da Estação do Rossio, em 1975

Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Em 15 de Abril de 1970, entraram ao serviço novas máquinas automáticas para a venda de bilhetes. Em 1976[17] esta interface foi alvo da primeira experiência em Portugal de rentabilização de espaços ferroviários, através da instalação do Centro Comercial do Rossio,[60], também chamado Centro Comercial Terminal[17] (e que incluia um cinema com este nome) — ocupava os níveis intermédios do edifício principal.[carece de fontes?]

Estação do Rossio, em 1984.

Na manhã do dia 25 de Abril de 1974, os comboios na Linha de Sintra não circularam até ao Rossio, tendo sido parados nas estações intermédias da linha.[61] Em 1 de Julho de 1975, os passageiros organizaram um protesto nesta estação, contra os aumentos das tarifas.[62]

Alguns dos 13 painés decorativos de azulejo, de Lima de Freitas, instalados na gare em 1996.

Modernização[editar | editar código-fonte]

A partir de finais do Século XX, a Estação do Rossio passa a servir regularmente apenas comboios suburbanos, da Linha de Sintra.[carece de fontes?]

Na década de 1990, a companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses iniciou um programa de modernização da Linha de Sintra, onde se encontrava prevista a remodelação de todas as estações.[63] No caso do Rossio, estas obras contemplavam a supressão de cinco vias no interior, a construção de uma ligação ao Metropolitano de Lisboa,[64] e o desmantelamento do Centro Comercial do Rossio.[carece de fontes?] A estação foi reaberta a 7 de Outubro de 1996, agora dotada de uma interface de ligação direta ao Metropolitano de Lisboa, constituída por um vasto átrio com escadas rolantes sob as plataformas, comunicando com uma galeria subterrânea (entre o Hotel Éden e o Palácio Foz) com passadeiras mecânicas, que desemboca no átrio sul da estação Restauradores.[15]

Em 29 de maio de 1998, a estação do Rossio esteve encerrada, devido a uma greve dos trabalhadores dos Caminhos de Ferro Portugueses.[65]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

O Túnel do Rossio esteve encerrado ao tráfego entre 22 de Outubro de 2004 e 16 de Fevereiro de 2008, para obras de reabilitação, durante as quais a Estação do Rossio esteve desactivada, tendo o edifício e espaço envolvente (L. Dq. Cadaval) sido alvo de obras reabilitação concluídas em março de 2007.[17] Chegou a ser equacionada a sua não-reabertura, numa fase de dificuldades técnicas nos trabalhos do túnel, propondo-se a reutilização do imóvel para fins hoteleiros.[66]

Até 2016 (esq.), em 2016-2021 (centro), e desde 2021 (d.ta).

Em 3 de maio de 2016, a estátua do rei D. Sebastião da autoria de Gabriel Farail (1838-1892), que se encontrava num nicho à porta da estação desde a sua construção,[67] ficou totalmente destruída, desfeita em 90 fragmentos,[68] depois de um jovem turista subir ao local para tirar fotografias.[69] Existe uma réplica desta escultura no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto, em Lisboa, bem como os respetivos moldes, no Museu do Chiado.[67] Em 2021, a Infraestruturas de Portugal anunciou que, após o restauro que decorreu em parceria com a Direção Geral do Património Cultural, concuído em agosto de 2020,[68] a enfraquecida estátua iria ser reposta em exposição pública na estação mas «em local seguro para que não seja alvo de outros atos de vandalismo»,[67] nomeadamente numa redoma de vidro a erigir no átrio inferior, ao mesmo tempo que uma réplica da autoria do escultor Pedro Lino iria ocupar o local original na fachada da estação[68] — o que acabou por se verificar na primeira metade de 2021.[carece de fontes?]

Referências literárias[editar | editar código-fonte]

Os cafés da Praça D. João da Câmara, fronteira à entrada principal da estação do Rossio, na década de 1950.
Nisto, uma tropa de viajantes apressados, ajoujados de malas, e sacos, atravessou o largo de corrida, a caminho da estação. Olhei o relógio lá em cima, e conferi as horas no pulso: «À 1.50 sai o rápido para Sintra», comentei. E dei um pulo. O cavalheiro que, na mesa ao lado, se esforçava por ler nas entrelinhas do jornal, sobressaltou de medo, receando talvez uma agressão. Paguei a despesa, e, atrás do grupo, que já subia os degraus da entrada, deitei a correr através do largo cheio de sol e de estrépito.
Fui direito à bilheteira:
— Sintra, ida e volta. Ainda apanho o rápido?
O empregado olhou o relógio e respondeu com placidez:
— Tem cinco minutos.
Era então certo! Surpreendido e feliz, impaciente como há vinte anos com a lentidão dos ascensores, subi dois a dois a escadaria.
(…) Daí a momentos, encaixado por milagre na carruagem de segunda, com este grato sabor de fumarada, tornei a ouvir o apito nostálgico da locomotiva, o mesmo de há (…)
José Rodrigues Miguéis, Léah e outras histórias (1958)

Notas e referências

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  3. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

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O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre a Estação do Rossio

Ligações externas[editar | editar código-fonte]