Estação Ferroviária de Agualva-Cacém

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Agualva-Cacém
BSicon BAHN.svg
Estação de Agualva-Cacém em 2020.
Coordenadas:
38° 45′ 59,59″ N, 9° 17′ 54,97″ O
Concelho: bandeiraSintra
Linha(s):
Coroa: 3
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
M.S.-Meleças
Leiria
Fig. Foz
  CP Regional   Sete Rios
Lisboa S.Ap.
M.S.-Meleças
terminal
  CP Lisboa
Linha de Sintra
  M.á-Barcarena
Rossio
Rio de Mouro
Sintra
   
    M.á-Barcarena
Oriente
Alverca

Conexões: 112 126 140 149 150 151 160 161 170 170A 170B 215 24F 448 463
Equipamentos: Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Lavabos
Inauguração:
  • original: 2 de Abril de 1887 (há 133 anos)
  • modernização: 6 de Maio de 2013 (há 7 anos)
Website:
Escultura erigida na estação do Cacém em 2013, com o logótipo da Refer, extinta em 2015.

A Estação Ferroviária de Agualva-Cacém, originalmente denominada de Cacem, é uma interface da Linha de Sintra da rede de comboios suburbanos de Lisboa. Serve a cidade de Agualva-Cacém, no município de Sintra, em Portugal. Entrou ao serviço em 2 de Abril de 1887,[1] tendo conhecido importantes obras de expansão e modernização ao longo da sua história, incluindo a construção de um armazém de víveres na Década de 1930, e a adaptação à tracção eléctrica na Década de 1950.[2] Foi profundamente modificada durante o projecto de modernização da Linha de Sintra, que incluiu a quadruplicação da via férrea, tendo a nova estação sido inaugurada pela Rede Ferroviária Nacional em 6 de Maio de 2013.[3] Atualmente é das estações com maior número de passageiros de Lisboa e a nível nacional.[carece de fontes?]

Descrição[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

Esta interface situa-se junto ao Largo da Estação, na localidade de Agualva-Cacém.[4]

Panorama das plataformas, em 2020, já com quatro vias.

Vias de circulação e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011, contava com duas vias de circulação, com 273 e 297 m de comprimento; as plataformas tinham ambas 220 m de extensão e 90 cm de altura.[5]

A estação conta agora com quatro vias de circulação, devido a modernização: No mês de Julho de 2013, estavam a ser concluídas as obras de construção do novo terminal rodoviário subterrâneo que veio substituir o terminal para o efeito situado à frente da estação.

Gare de Cacém, em 1887.

História[editar | editar código-fonte]

Século XIX[editar | editar código-fonte]

O primeiro caminho de ferro a servir Cacém foi a Linha de Sintra do Larmanjat, um sistema ferroviário ligeiro que funcionou entre 1873[6] e 1877.[7]

Dez anos depois do fim do larmanjat, a ferrovia convencional chegava ao Cacém: Em 2 de Abril de 1887, entraram ao serviço os troços de Alcântara-Terra ao Cacém[1] e do Cacém a Sintra, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[8] O primeiro troço da Linha do Oeste, desde o Cacém até Torres Vedras, entrou ao serviço em 21 de Maio do mesmo ano, tendo sido igualmente construído pela Companhia Real[8], embora só tenha sido inaugurado no dia 25 de Maio.[9] Nos horários de 1891, surgia com a denominação de Cacem.[10]

Em 1895, a via foi duplicada entre Campolide e o Cacém.[11]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Anúncio de 1902 da Companhia Real, para bilhetes a preços reduzidos na Linha de Sintra. Esta estação aparece com a designação original, Cacem.

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

Em finais de 1922, foi concluída a renovação de via entre esta estação e Torres Vedras.[12]

Esta interface foi premiada com o quarto prémio, no concurso do ajardinamento da Linha de Sintra de 1936.[13]

Antiga gare de mercadorias e armazém de víveres, em 2007, pouco antes da sua demolição.

Em 1937, foi projectado o armazém de víveres nesta estação, baseado num modelo do arquitecto Cottinelli Telmo.[14] Este edifício foi construído em 1938.[15]

Década de 1940[editar | editar código-fonte]

Em 1941, foi ampliado o armazém de víveres.[14]

Em 17 de Junho de 1948, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses organizou um comboio especial entre o Rossio e Sintra, com paragem no Cacém, para experimentar as novas carruagens Schindler.[16]

Em 24 de Abril de 1948, deu-se uma colisão entre dois comboios no Cacém; o comboio n.º 202 estava a estacionar quando foi abalroado por uma locomotiva em manobras, provocando graves prejuízos materiais.[1] Nesse mês, já estavam prontas as terraplanagens no troço entre o Cacém e Sintra, para a futura duplicação da via.[17] A via foi duplicada entre Mercês e Agualva-Cacém em 17 de Outubro de 1948,[18] tendo a linha sido totalmente duplicada em 20 de Janeiro de 1949.[19] Para este projecto, foi necessária a ampliação da Passagem Inferior do Cacém.[20]

Décadas de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

Entre as Décadas de 1950 e 1960, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses executou um projecto de modernização da Linha de Sintra, que incluiu a electrificação da via e a introdução de novos sistemas de sinalização e de controlo da circulação; no caso do Cacém, foram instaladas agulhas motorizadas e encravamentos a relés do tipo Siemens DRS.[21]

Um diploma do Ministério das Comunicações, publicado no Diário do Governo n.º 294, II Série, de 21 de Dezembro de 1955, aprovou o projecto da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses para a ampliação e modificação da estação do Cacém, tendo para isso ordenado a expropriação de duas parcelas de terreno entre os PK 17,262.68 e 17,393.50 da Linha do Oeste (ou seja: da Linha de Sintra), do lado direito.[22]

Na Gazeta dos Caminhos de Ferro de 16 de Outubro de 1956, foi publicada uma nota de imprensa do presidente do Conselho de Administração da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, Mário de Figueiredo, onde relatou que devido a problemas com a entrega do material circulante, não seria possível fazer a inauguração da tracção eléctrica no dia 28 de Outubro, como estava planeado, e explicou como seria feita a organização dos serviços de passageiros após a electrificação da Linha de Sintra: unidades triplas fariam os comboios rápidos até Sintra, que só teriam paragens além do Cacém, completando o percurso em 29 minutos, enquanto que os ómnibus, feito pelas mesmas unidades, contavam com paragens intermédias e teriam uma duração de 38 a 42 minutos.[23] Seriam também criados comboios rápidos até à Amadora e Queluz, e seriam mantidos os outros serviços mais lentos e com mais paragens.[23] Em 28 de Abril de 1957, foi inaugurada a tracção eléctrica na Linha de Sintra. [24]

Em 16 de Agosto de 1968 a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que o troço entre Cacém e Caldas da Rainha iria ser parcialmente renovado, no âmbito de um programa de remodelação de via da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.[25]

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Na Década de 1990, o Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa iniciou um novo programa de modernização da Linha de Sintra, que incluiu a instalação de novos sistemas de sinalização, a remodelação das estações, e a quadruplicação do troço entre Campolide e o Cacém.[26]

Em 1992, entraram ao serviço novas automotoras quádruplas eléctricas, no lanço entre Campolide e Cacém.[27]

Em 1996, estava em curso a primeira fase de execução da sinalização no lanço entre Campolide e Cacém, incluindo a via quádrupla, tendo sido seleccionada uma solução electrónica do tipo ESTW L 90.[28] Nessa altura, previa-se que as obras de quadruplicação até Cacém seriam terminadas entre 2000 e 2001.[29] Também estava prevista a construção de uma nova gare ferroviária nas Mercês, o que permitiria a criação de uma nova família de comboios com origem nesta estação, aumentando a oferta no lanço até ao Cacém.[29]

Murais na barreira sonora instalada junto à estação em 2009

Em 2000, foram postas ao serviço automotoras de dois pisos, no percurso entre Cacém e Alverca.[30]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 1 de Abril de 2002, noticiou-se que a operadora Comboios de Portugal iria repor os comboios Intercidades na Linha do Oeste no Verão, sendo uma das paragens previstas na estação do Cacém.[31]

Painel de azulejos na estação nova

Em 28 de Novembro de 2002, um funcionário da estação do Cacém foi assaltado, tendo sido roubadas duas malas com 150 euros e senhas de passes sociais ao montante de cerca de 65 mil euros.[32]

Modernização[editar | editar código-fonte]

Entrada do lado sul, pela R. Elias Garcia.

Em Junho de 2007, a Rede Ferroviária Nacional estava a planear a realização de obras desde Novembro daquele ano até finais de 2011, relativas à quadruplicação da Linha de Sintra entre os quilómetros 13,750 e 18,200, e à remodelação das estações do Cacém e Massamá-Barcarena.[33] No entanto, em Novembro de 2007, o início dos trabalhos já tinha sido atrasado para Janeiro de 2008, mantendo-se a previsão de Novembro de 2011 como fim das obras.[34] A intervenção na Estação Ferroviária do Cacém incluía a construção de duas passagens inferiores, uma rodoviária e outra pedonal, um silo automóvel, uma nova interface para transportes públicos, e a reorganização dos ruas de acesso à nova estação; com estas obras, esperava-se uma optimização do serviço prestado, uma maior intermodalidade entre os transportes, e o aumento das condições de segurança.[34]

Interface com os transportes rodoviários, no subsolo sob o Largo da Estação.

Em Março de 2010, os comerciantes com estabelecimentos no Largo da Estação queixaram-se de terem sofrido grandes quebras no movimento, uma vez que o acesso à nova gare tinha deixado de se fazer por aquele lado, passando a ser realizado pela Rua Elias Garcia; previa-se que só após a conclusão das obras, em 2011, é que o Largo voltaria a ter acesso à gare.[35] No entanto, a nova estação só foi inaugurada em 6 de Maio de 2013, numa cerimónia que teve a presença do Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços: BSicon BHFq saffron.svg Cascais (CP)BSicon fBHFq.svg Sintra (CP)BSicon BHFq.svg Azambuja (CP)
BSicon uBHFq.svg Sado (CP+Soflusa)BSicon vBHF-exBHFq ochre.svg CP Regional (R+IR)BSicon uexBHFq.svg Fertagus
 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "lxvCONTg@F ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c"
 
(n) Azambuja 
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 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
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 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exKBHFa"
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
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Unknown route-map component "vBHF-L" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
Unknown route-map component "vKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
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Unknown route-map component "uSHI1+l" + Unknown route-map component "ulBHF-L"
Unknown route-map component "uexdBHF-R"
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Penteado (a)
(n) Alverca 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdKBHFa-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Moita (a)
(n) Póvoa 
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 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
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 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
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 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
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 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
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Unknown route-map component "d" + Urban End station
Unknown route-map component "uexv-STR"
 Terreiro do Paço (a)
 
Unknown route-map component "kSTRc2.r ochre" + Unknown route-map component "fvSTR"
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Unknown route-map component "STR2h+r ochre" + Unknown route-map component "SHI1+r" + Unknown route-map component "v-SHI1l ochre"
Unknown route-map component "SHI1c3 ochre" + Unknown route-map component "exSHI1+r ochre"
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Unknown route-map component "uexBHF"
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
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Unknown route-map component "udSTRc4"
Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "vSHI2l"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "vSHI2+r-"
Unknown route-map component "dKBHFe-L" Unknown route-map component "vKBHFe-exKBHFe-R ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "uexvKBHFa-BHF"
 Coina (u)
(z) Marvila 
Unknown route-map component "vSTR- ochre" + Unknown route-map component "fv-STR"
Unknown route-map component "fdSTR" Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdKBHFa-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
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 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdBHF-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Pragal (u)
 
Unknown route-map component "dSTR ochre"
Unknown route-map component "fvSHI2l" + Unknown route-map component "fvSTR+l-"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "vSTRl-" + Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "fv-STR+l" + Unknown route-map component "fSTRq"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "xmSPLel"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "STR+r" + Unknown route-map component "fSTRq" + Unknown route-map component "lvINT"
Unknown route-map component "d"
Unknown route-map component "uexdSTRq" + Unknown route-map component "fSPLa+r"
Unknown route-map component "uexSPLer"
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
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 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Straight track Unknown route-map component "vKBHFa-L saffron" Unknown route-map component "dKBHFa-R saffron"
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Straight track Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
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Unknown route-map component "fvSHI1l" + Unknown route-map component "SHI1c3 ochre"
Unknown route-map component "fSHI1c3" + Unknown route-map component "fvSHI1l"
End station + Unknown route-map component "fSHI1c3"
Unknown route-map component "vBHF-L saffron" Unknown route-map component "dBHF-R saffron"
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
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 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
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 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Paço de Arcos (c)
 
Unknown route-map component "SHI1l ochre" + Unknown route-map component "fSHI1c1"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fvSHI1+r-"
Unknown route-map component "fvSHI2l" Unknown route-map component "fvSHI2+r" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
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 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
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 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Parede (c)
(s) Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvKBHFe-L" Unknown route-map component "fdKBHFe-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
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 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vKBHFe saffron"
 Cascais (c)
(o) Malveira 
Unknown route-map component "vSTRl ochre" Unknown route-map component "vBHFq ochre"
Unknown route-map component "vBHFq ochre" + Unknown route-map component "GRZ"
Unknown route-map component "vCONTfq ochre"
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**) BSicon exSTR steel+GRZq.svg continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

Referências

  1. a b c NONO, Carlos (1 de Abril de 1950). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1495). p. 71-72. Consultado em 15 de Setembro de 2014 
  2. MARTINS et al, 1996:266
  3. a b «Inauguração da Estação de Agualva-Cacém». Rede Ferroviária Nacional. 6 de Maio de 2013. Consultado em 5 de Fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 9 de junho de 2013 
  4. «Agualva-Cacém». Comboios de Portugal. Consultado em 12 de Novembro de 2014 
  5. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  6. BIVAR, Carlos (1 de Maio de 1947). «A Companhia Tramway a Vapor Lisboa - Sintra (Larmanjat)» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 59 (1425). p. 89-90. Consultado em 21 de Fevereiro de 2015 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]