Estação Ferroviária do Cais do Sodré

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Cais do Sodré
BSicon BAHN.svg
Fachada da estação, em 2010.
Identificação:[1] 69005 CSO (Cais Sodré)
Denominação: Estação de Cais do Sodré
Classificação: E (estação)[2]
Coordenadas:
38° 42′ 21,51″ N, 9° 08′ 44,63″ O
Concelho: bandeiraLisboa
Linha(s): Linha de Cascais (PK 0,000)
Coroa: L
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Terminal   CP Lisboa
Linha de Cascais
  Alcântara-M.
Cascais
    Santos
Cascais
    Santos
Oeiras

1980s:
Cascais todas Cascais semi-rápido Cascais rápido São Pedro rápido Oeiras todas Oeiras semi-rápido Algés todas
Conexões:
Estação de MetrôMetropolitano Lisboa logo.svgCais do SodréMetroLisboa-linha-verde.svg
Ligação a autocarros ✈1  15E 18E 201 202 206 207 208 210 706 728 732 735 736 758 760 781 782
Ligação a barcos~C~ ~M~ ~S~
Serviço de táxis
Equipamentos: Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Zona Comercial Parque de estacionamento Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Informações - Gabinete de Apoio ao Cliente Guarda de bagagem Posto de perdidos e achados
Inauguração:
Website:
Átrio da estação principal.
Escadas rolantes que substituiram as vias no edifício pincipal.
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação ferroviária. Para estação fluvial contígua, veja Estação Fluvial do Cais do Sodré. Para estação de metro contígua, veja Estação Cais do Sodré. Para Estação Ecoturística Cais do Imperador, no Recife, Brasil, veja Cais do Imperador. Para outros significados, veja Cais do Sodré.

A Estação Ferroviária do Cais do Sodré é uma interface ferroviária da Linha de Cascais, situada na cidade de Lisboa, em Portugal; foi inaugurada em 4 de Setembro de 1895.[3] Está classificada desde 7 de novembro de 2012 como Imóvel de Interesse Público.[4]

Composições parqueadas na estação.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

A estação situa-se junto à Praça Duque de Terceira, na freguesia de Misericórdia (São Paulo), em Lisboa.[5]

Vias e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011, tinha 6 vias de circulação, com 287 a 298 m de comprimento; as plataformas tinham 206 a 220 m de extensão, e apresentavam todas 110 cm de altura.[6]

Relógio do átrio principal.

Edifício[editar | editar código-fonte]

O edifício da estação do Cais do Sodré apresenta um estilo modernista.[7] Foi desenhado pelo arquitecto Pardal Monteiro, e inaugurado em 1928.[8]

Enquadramento[editar | editar código-fonte]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços: BSicon BHFq saffron.svg Cascais (CP)BSicon fBHFq.svg Sintra (CP)BSicon BHFq.svg Azambuja (CP)
BSicon uBHFq.svg Sado (CP+Soflusa)BSicon vBHF-exBHFq ochre.svg CP Regional (R+IR)BSicon uexBHFq.svg Fertagus
 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "lxvCONTg@F ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "c"
 
(n) Azambuja 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vKBHFa-L" Unknown route-map component "dBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "c" Urban head station Unknown route-map component "c"
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "c" Urban station on track Unknown route-map component "c"
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exKBHFa"
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "cGRZq"
Unknown route-map component "vBHF-L" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" + Unknown route-map component "GRZq"
Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
Unknown route-map component "vKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uvBHF-exBHF"
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-exBHF-R ochre"
Unknown route-map component "uSHI1+l" + Unknown route-map component "ulBHF-L"
Unknown route-map component "uexdBHF-R"
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
Unknown route-map component "vBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Penteado (a)
(n) Alverca 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdKBHFa-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Moita (a)
(n) Póvoa 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre" Urban station on track Unknown route-map component "uexdSTR"
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
Unknown route-map component "fvKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-exBHF-R ochre" Unknown route-map component "uTRAJEKT" Unknown route-map component "uexdSTR"
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R ochre" Unknown route-map component "exdSTR ochre"
Unknown route-map component "d" + Urban End station
Unknown route-map component "uexv-STR"
 Terreiro do Paço (a)
 
Unknown route-map component "kSTRc2.r ochre" + Unknown route-map component "fvSTR"
Unknown route-map component "kSTR3+l.r ochre" + Unknown route-map component "vSTR"
Unknown route-map component "STR2h+r ochre" + Unknown route-map component "SHI1+r" + Unknown route-map component "v-SHI1l ochre"
Unknown route-map component "SHI1c3 ochre" + Unknown route-map component "exSHI1+r ochre"
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Unknown route-map component "uexBHF"
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "kSTR+1.r ochre" + Unknown route-map component "fvSHI2l"
Unknown route-map component "udSTRc4"
Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "vSHI2l"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "vSHI2+r-"
Unknown route-map component "dKBHFe-L" Unknown route-map component "vKBHFe-exKBHFe-R ochre" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "uexvKBHFa-BHF"
 Coina (u)
(z) Marvila 
Unknown route-map component "vSTR- ochre" + Unknown route-map component "fv-STR"
Unknown route-map component "fdSTR" Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdKBHFa-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdBHF-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "vBHF-M" Unknown route-map component "uexdBHF-R" Unknown route-map component "uexvBHF"
 Pragal (u)
 
Unknown route-map component "dSTR ochre"
Unknown route-map component "fvSHI2l" + Unknown route-map component "fvSTR+l-"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "vSTRl-" + Unknown route-map component "fvSHI2+r-" + Unknown route-map component "fv-STR+l" + Unknown route-map component "fSTRq"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "xmSPLel"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "STR+r" + Unknown route-map component "fSTRq" + Unknown route-map component "lvINT"
Unknown route-map component "d"
Unknown route-map component "uexdSTRq" + Unknown route-map component "fSPLa+r"
Unknown route-map component "uexSPLer"
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Straight track Unknown route-map component "fvKBHFe" Unknown route-map component "d"
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Straight track Unknown route-map component "vKBHFa-L saffron" Unknown route-map component "dKBHFa-R saffron"
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Straight track Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
Unknown route-map component "dSHI1l ochre"
Unknown route-map component "fvSHI1l" + Unknown route-map component "SHI1c3 ochre"
Unknown route-map component "fSHI1c3" + Unknown route-map component "fvSHI1l"
End station + Unknown route-map component "fSHI1c3"
Unknown route-map component "vBHF-L saffron" Unknown route-map component "dBHF-R saffron"
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF-L saffron" Unknown route-map component "dBHF-R saffron"
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dSTR ochre" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dBHF-L ochre" Unknown route-map component "fvBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-M" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Paço de Arcos (c)
 
Unknown route-map component "SHI1l ochre" + Unknown route-map component "fSHI1c1"
Unknown route-map component "c" + Unknown route-map component "fvSHI1+r-"
Unknown route-map component "fvSHI2l" Unknown route-map component "fvSHI2+r" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "vBHF saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
Unknown route-map component "vKBHFa-BHF-L ochre" Unknown route-map component "fdKBHFe-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "vSTR saffron" Unknown route-map component "dSTR saffron"
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "dKBHFe-L saffron" Unknown route-map component "vBHF-R saffron"
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Parede (c)
(s) Sintra 
Unknown route-map component "vSTR ochre" Unknown route-map component "cd" Unknown route-map component "fvKBHFe-L" Unknown route-map component "fdKBHFe-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vBHF saffron"
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
Unknown route-map component "vBHF ochre" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "vKBHFe saffron"
 Cascais (c)
(o) Malveira 
Unknown route-map component "vSTRl ochre" Unknown route-map component "vBHFq ochre"
Unknown route-map component "vBHFq ochre" + Unknown route-map component "GRZ"
Unknown route-map component "vCONTfq ochre"
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**) BSicon exSTR steel+GRZq.svg continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

A Estação é uma dos mais movimentados interfaces da cidade, permitindo a articulação da Linha de Cascais, da qual é terminal, com:

Situa-se no centro de Lisboa, a 10 minutos (a pé) da Praça do Comércio.[carece de fontes?] Faz parte de um conjunto de quatro estações ferroviárias no Centro de Lisboa, terminais das ligações radiais:

Estes quatro terminais encontram-se ligados entre si por intermédio de carreiras de transportes urbanos, operadas pela Carris e pelo Metro:

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História da Linha de Cascais

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Antecedentes e planeamento[editar | editar código-fonte]

Na déc. 1890, vista de nordeste.
Na déc. 1900, vista de sul.
Duas vistas da área do Cais do Sodré, com a estação provisória.

Em 1855, o conde Clarange du Lucotte apresentou um programa para a urbanização da margem do Tejo na zona Ocidental de Lisboa, que incluía a construção de um caminho de ferro do Cais do Sodré até Sintra.[9] No entanto, este projecto não conseguiu avançar devido à oposição encontrada, tendo o contrato sido anulado em 1861.[9] Posteriormente, surgiram outras propostas para a requalificação da margem do Tejo, como uma de 1876 pelo empresário Moser, da qual também fazia parte um caminho de ferro, mas que foi igualmente anulada.[9] Os trabalhos só se iniciaram definitivamente nos finais do Século XIX, já englobando a construção da Linha de Cascais.[9] Em 9 de Abril de 1887, um alvará autorizou a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construir uma linha férrea da Estação de Santa Apolónia a Cascais, passando por Belém.[10] O principal objectivo deste projecto era melhorar o acesso de Lisboa às praias, que já eram então muito procuradas pela população da capital, e que então era feito por uma estrada costeira e por uma carreira de vapores, que demoravam cerca de 75 minutos na viagem do Cais do Sodré até Cascais.[10]

Inauguração e primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Em 30 de Setembro de 1889, entrou ao serviço o primeiro lanço da Linha de Cascais, de Pedrouços a Cascais, sendo a ligação entre Pedrouços e a capital feita através de barcos que partiam da ponte do Cais do Sodré.[11]

Em 6 de Dezembro de 1890, a Linha de Cascais chegou a Alcântara-Mar, e em 4 de Setembro de 1895, foi prolongada até ao Cais do Sodré, concluindo aquele caminho de ferro.[12] A estação original do Cais do Sodré era apenas composta por um edifício modesto, construído em madeira.[13] Embora este edifício tenha sido construído apenas de forma provisória, os sucessivos atrasos na construção da estação definitiva levaram a que tenha sido utilizado durante muitos anos, situação que também se verificou noutros pontos do país.[14]

Em 1 de Fevereiro de 1897 noticiou-se que já estava terminada a segunda via entre o Cais do Sodré e Alcântara Mar, e que em breve iria entrar ao serviço, ficando assim concluída a duplicação de toda a Linha de Cascais.[15] Reportou igualmente que ainda não estava concluída a terraplanagem da zona entre a estação e a ponte dos vapores, onde estava prevista a construção da estação definitiva.[15] A via dupla entrou ao serviço em 4 de Julho desse ano.[16]

Horários dos comboios em 1905, incluindo a Linha de Cascais.

Século XX[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1900 e 1910[editar | editar código-fonte]

Em 16 de Abril de 1902, a Gazeta informou que a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses já tinha ordenado a construção de vários abrigos para passageiros no Cais do Sodré,[17] tendo esta obra sido incluída no orçamento para 1902 da companhia.[18]

Comboios no Cais do Sodré, vistos do rio — inícios do séc. XX.

Em 16 de Fevereiro de 1903, a Gazeta reportou que na sessão da Câmara dos Pares do dia 3 de Fevereiro o sr. Dantas Baracho tinha criticado o facto da gare ferroviária do Cais do Sodré ainda funcionar num edifício provisório, tendo-a classificado como «uma estação vergonhosa para a capital do paiz».[19] A construção da gare definitiva, que então estava planeada no eixo da Rua do Alecrim, só podia iniciar-se após a conclusão das obras do porto, que no entanto estavam paralisadas devido a uma questão no tribunal arbitral.[19]

Em 1 de Dezembro de 1914, a Gazeta informou que a Companhia Real tinha recentemente apresentado um projecto de tarifa especial para o transporte de cortiça, que abrangia as principais estações onde se fabricava ou exportava aquele produto, como o Cais do Sodré.[20]

Durante muitos anos a hora legal de Portugal era marcada a partir de um relógio instalado junto ao Cais do Sodré, tendo o primeiro sido colocado em 1914; foi substituído, em 2001, por um relógio digital, sendo o original exposto na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Alcântara.

Em 1918, a Companhia Real subarrendou a exploração da Linha de Cascais à Sociedade Estoril, ficando esta empresa responsável por instalar a tracção eléctrica na linha.[21][22] No entanto, nessa altura ainda se faziam sentir os efeitos económicos da Primeira Guerra Mundial, o que, em conjunto com outros factores, forçaram ao adiamento das obras até aos meados da Década de 1920.[10]

Comboio do Batalhão de Sapadores dos Caminhos de Ferro no Cais do Sodré, em 1935.

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

Numa entrevista publicada na Gazeta de 1 de Agosto de 1926, o engenheiro Manuel Belo, dos serviços de tracção da Sociedade Estoril, falou sobre o programa de modernização e electrificação da Linha de Cascais, tendo informado que já tinha sido concluído o projecto para uma nova estação no Cais do Sodré.[23] Revelou que as obras ainda não se tinham iniciado, uma vez que que o espaço destinado para a nova estação ainda estava ocupado por barracões da Câmara Municipal de Lisboa e da Alfândega, prevendo-se que estaria construída dentro de um ano.[23] O projecto, elaborado pelo arquitecto Pardal Monteiro,[24] orientava para uma traça sóbria mas monumental do edifício,[23] utilizando linhas arquitectónicas no estilo modernista.[10] A nova estação deveria ser capaz de garantir a continuidade do serviço e atender às necessidade do público,[10] e ao mesmo tempo melhorar a zona em que se inseria a estação, dando uma imagem renovada à Linha de Cascais, reforçando a sua reputação como uma linha turística internacional.[8]

Também estava previsto que a nova estação iria incluir uma oficina para reparações de material circulante.[23] A 15 de Agosto desse ano, deu-se a cerimónia de inauguração da tracção eléctrica na Linha de Cascais, tendo o primeiro comboio a tracção eléctrica partido da estação do Cais do Sodré às 11.30, com destino ao Estoril.[25] A inauguração deu-se ainda na antiga estação do Cais do Sodré, que nessa altura era composta por um velho barracão, rodeado de quiosques e pontos de venda de hortaliças, e onde se acumulavam canastras de peixe.[10] Já se tinha procedido anteriormente a modificações nas plataformas, de forma a ficarem mais elevadas.[10] Pouco depois da cerimónia, a Sociedade Estoril iniciou a demolição da antiga estação e da limpeza do largo em frente, e a construção do novo edifício.[10] Além do Cais do Sodré, a Sociedade Estoril também reconstruiu outras estações na Linha de Cascais, no âmbito do programa de modernização.[10] No caso da estação de Cascais, a composição geral das vias e das plataformas foi construída de forma a ser idêntica à do Cais do Sodré.[10]

Gare nova.

Um decreto publicado no Diário do Governo de 26 de Agosto de 1926 aprovou um projecto da Sociedade Estoril para várias alterações na divisão interior do primeiro andar, no edifício da estação do Cais do Sodré.[26]

A nova estação do Cais do Sodré foi inaugurada em 18 de Agosto de 1928.[27]

Entretanto, na Década de 1920 continuou a intenção de ligar o Cais do Sodré a Santa Apolónia por uma linha marginal, tendo o engenheiro António Belo idealizado uma estação ferroviária e marítima em frente do torreão da Alfândega, sendo a linha até ao Cais do Sodré subterrânea.[28] Este projecto foi cancelado quando foi reconstruída a Estação do Sul e Sueste.[28]

Em 1931, foi instalado no Cais do Sodré um posto eléctrico de comando central de agulhas e encravamentos, com os correspondentes sinais, tendo sido o primeiro deste género em Portugal.[10]

Detalhe da fachada.

Em 1934, a Sociedade Estoril fez obras de calcetamento nas plataformas do Cais do Sodré.[29]

Em 14 de Fevereiro de 1937, foi organizado um comboio especial do Cais do Sodré até Cascais para inaugurar cinco novas carruagens, viagem que contou com a presença do presidente Óscar Carmona e de outras altas individualidades do governo e dos caminhos de ferro.[30]

Horários da Linha de Cascais em 1943.

Década de 1940[editar | editar código-fonte]

Um despacho da Direcção Geral dos Caminhos de Ferro, publicado no Diário do Governo n.º 114, II Série, de 19 de Maio de 1949, aprovou um projecto da Companhia dos Caminhos de Ferro portugueses para uma tarifa especial de grande velocidade, em acordo com a Sociedade Estoril, para o transporte de fruta fresca de mesa, hortaliças e legumes verdes desde a região do Algarve até à estação do Cais do Sodré.[31]

Décadas de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

Em 1950, foi anunciado um novo projecto para uma gare marítima, que se deveria situar no alinhamento da estação do Cais do Sodré, nos terrenos do Arsenal da Marinha e do Terreiro do Paço.[28] Teria ligação ferroviária por um ramal que sairia da Linha de Cascais junto à Estação de Santos e seguiria em perfil interior até à gare marítima, onde teria plataformas para passageiros e mercadorias, continuando depois até Santa Apolónia.[28]

Em 1 de Fevereiro de 1951, a Gazeta noticiou que um comboio de passageiros tinha chocado contra uma composição de mercadorias no interior da estação do Cais do Sodré, fazendo uma vítima mortal e mais de 40 feridos.[32] Nessa altura, pensava-se que este acidente tinha sido provocado por erro de um agulheiro.[32]

Um diploma do Ministério das Comunicações de 24 de Novembro de 1951, publicado no Diário do Governo n.º 246, Série I, de 24 de Novembro, alterou as condições do imposto ferroviário para a Linha de Cascais, de forma a permitir a realização de várias obras no sentido de melhorar as condições de segurança na linha, incluindo a remodelação da sinalização na estação do Cais do Sodré.[33]

Em 25 de Janeiro, 23 de Fevereiro e 14 de Julho de 1952, ocorreram três acidentes nas agulhas da estação do Cais do Sodré.[34] A Sociedade Estoril realizou dois inquéritos, um deles por técnicos especializados, onde foram apontadas as causas dos acidentes, e em 23 de Julho publicou uma nota de imprensa onde afirmou que tinham sido tomadas várias precauções, e que tinha sido encomendada uma instalação complementar ao sistema de agulhas, que deveria embarcar antes do final do mês e ser montada logo que fosse possível.[34] Informou igualmente que tinha ordenado a realização de um terceiro inquérito devido ao acidente de 14 de Julho, estando à espera dos resultados.[34]

Em 16 de Agosto de 1955, iniciaram-se os trabalhos de modernização da via férrea no lanço entre Belém e Alcântara-Mar, esperando-se que logo em seguida se iniciariam as obras entre Alcântara-Mar e o Cais do Sodré.[35] Em finais desse ano, o Diário Popular publicou um artigo onde exigiu a construção de uma passagem inferior de acesso à estação do Cais do Sodré, devido aos problemas de segurança que existiam no atravessamento da Avenida 24 de Julho, especialmente nas horas de ponta, quando se verificava um grande movimento de passageiros:[36] Tal passagem não seria construída.[carece de fontes?]

Edifício da estação antes do desabamento, ainda com reclamo Tofa.
Em 28 de Maio de 1963, a cobertura interior da estação, construída no fim da década de 1950, desabou sobre a gare fazendo 49 mortos e cerca de 40 feridos.[37]
Ver artigo principal: Desastre do Cais do Sodré

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Nos princípios da Década de 1990, o Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e a empresa Caminhos de Ferro Portugueses iniciaram um programa de modernização das vias férreas suburbanas da capital, que incluiu a remodelação da estação do Cais do Sodré, e as suas interfaces com os serviços do Metropolitano de Lisboa, da Carris e da Transtejo.[38] Em Julho de 1990, a estação estava a ser alvo de uma intervenção de restauro e pintura, como parte de um programa de recuperação de edifícios históricos na zona ribeirinha do Tejo, em Lisboa.[39] Em 29 de Maio de 1998, esta interface foi temporariamente encerrada, devido a uma greve dos trabalhadores da empresa Caminhos de Ferro Portugueses.[40]

Plataformas da estação e edifício novo.

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Ao longo dos primeiros anos do século XXI a estação foi ampliada e construídos novos cais de embarque de acordo com projeto de arquitetura de Pedro Botelho e Nuno Teotónio Pereira (Prémio Valmor 2008).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  3. MARTINS et al, 1996:251
  4. Lusa (7 de novembro de 2012). «Estação de comboios do Cais do Sodré, em Lisboa, classificada monumento de interesse público». Público. Consultado em 18 de Novembro de 2012 [ligação inativa]
  5. «Cais do Sodré». Comboios de Portugal. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  6. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  7. NUNES, José de Sousa (16 de Junho de 1949). «A Via e Obras nos Caminhos de Ferro de Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). p. 418-422. Consultado em 19 de Julho de 2017 
  8. a b REIS et al, 2006:62
  9. a b c d PERESTRELO, Afonso de Mello Cid (1 de Fevereiro de 1938). «O Porto de Lisboa e as suas obras» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1203). p. 72-75. Consultado em 15 de Julho de 2017 
  10. a b c d e f g h i j k «Sociedade "Estoril"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). 16 de Junho de 1949. p. 423-425. Consultado em 19 de Julho de 2017 
  11. NONO, Carlos (1 de Setembro de 1948). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1457). p. 486-487. Consultado em 15 de Julho de 2017 
  12. TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  13. MARTINS et al, 1996:31
  14. «O nosso director, engenheiro Fernando de Sousa, concedeu uma sensacional entrevista ao "Jornal de Notícias" sôbre os serviços da rêde ferroviária do Norte de Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1183). 1 de Abril de 1937. p. 180-183. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  15. a b «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1179). 1 de Fevereiro de 1937. p. 88-89. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  16. NONO, Carlos (1 de Julho de 1948). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1453). p. 362-363. Consultado em 15 de Julho de 2017 
  17. «Linhas Portuguezas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 15 (344). 16 de Abril de 1902. p. 124. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  18. «Orçamento da Companhia Real» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 15 (340). 16 de Fevereiro de 1902. p. 51. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  19. a b «No Parlamento» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (364). 16 de Fevereiro de 1903. p. 55-56. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  20. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 27 (647). 1 de Dezembro de 1914. p. 359. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  21. REIS et al, 2006:63
  22. CORRÊA, António de Vasconcelos (1 de Fevereiro de 1939). «A Vida da C. P. desde o convénio de 1894» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1227). p. 101-106. Consultado em 15 de Julho de 2017 
  23. a b c d «A electrificação da Linha de Cascais» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 39 (927). 1 de Agosto de 1926. p. 228. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  24. «Linhas Portuguesas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 39 (927). 1 de Agosto de 1926. p. 239. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  25. «A Electrificação da Linha de Cascais» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 39 (928). 16 de Agosto de 1926. p. 245. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  26. «Linhas Portuguesas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 40 (954). 16 de Setembro de 1927. p. 264. Consultado em 25 de Julho de 2017 
  27. MARTINS et al, 1996:257
  28. a b c d MAIO, José da Guerra (16 de Setembro de 1950). «A nova gare marítima de Lisboa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1506). p. 307-308. Consultado em 7 de Agosto de 2017 
  29. «O que se fez nos caminhos de ferro em Portugal, em 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1129). 1 de Janeiro de 1935. p. 27-29. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  30. «Sociedade «Estoril»: Inauguração de Carruagens» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1182). 16 de Março de 1937. p. 151-153. Consultado em 11 de Julho de 2017 
  31. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). 16 de Junho de 1949. p. 434. Consultado em 24 de Julho de 2017 
  32. a b BETTENCOURT, Rebelo de (1 de Fevereiro de 1951). «Notas da Quinzena» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1515). p. 517. Consultado em 17 de Julho de 2017 
  33. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 64 (1536). 16 de Dezembro de 1951. p. 398-399. Consultado em 25 de Julho de 2017 
  34. a b c «Sociedade «Estoril»» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1551). 1 de Agosto de 1952. p. 207. Consultado em 25 de Julho de 2017 
  35. «A Sociedade Estoril e a modernização da sua linha férrea» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1625). 1 de Setembro de 1955. p. 309-313. Consultado em 25 de Julho de 2017 
  36. «Recortes sem Comentários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1633). 1 de Janeiro de 1956. p. 57-58. Consultado em 25 de Julho de 2017 
  37. Jornal Última Hora (29 de maio de 1963). «Marquise de 67 m desmorona em Portugal 84 mortos e feridos». Arquivo Público do Estado de São Paulo. Consultado em 13 de Fevereiro de 2010 [ligação inativa] 
  38. MARTINS et al, 1996:215-218
  39. «Pintado de fresco». Diário de Lisboa. Ano 70 (23275). Lisboa. 5 de Julho de 1990. p. 20. Consultado em 18 de Outubro de 2020 – via Casa Comum / Fundação Mário Soares 
  40. «Caos à Portuguesa e à Chuva». Público. Ano 9 (2998). Lisboa: PÚBLICO Comunicação Social S. A. 30 de Maio de 1998. p. 22 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre a Estação de Cais do Sodré

Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • ANTUNES, J. A. Aranha; et al. (2010). 1910-2010: o caminho de ferro em Portugal. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e REFER - Rede Ferroviária Nacional. 233 páginas. ISBN 978-989-97035-0-6 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Univ. Nova de Lisboa. 145 páginas 
  • VARANDA, Paulo (2001). Estação de Caminhos de ferro do Cais do Sodré. Col: Lisboa porta a porta. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. 31 páginas. ISBN 972-8672-12-8 
  • VILLAS-BOAS, Alfredo Vieira Peixoto de (2010) [1905]. Caminhos de Ferro Portuguezes. Lisboa e Valladollid: Livraria Clássica Editora e Editorial Maxtor. 583 páginas. ISBN 8497618556 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]