Maria Ana de Áustria, Rainha de Espanha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde agosto de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Maria Ana da Áustria

Mariana de Áustria (23 de dezembro de 1634, Viena, Áustria16 de maio de 1696, Madrid, Espanha), rainha consorte de Espanha de 1649 a 1665 como segunda esposa de Filipe IV e regente de 1665 a 1675 como mãe de Carlos II.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Mariana era filha do Imperador Fernando III de Áustria e da infanta Maria Ana de Espanha (irmã de Filipe IV). Desde pequena estava comprometida com seu primo Baltasar Carlos, Príncipe das Astúrias, mas ao morrer inesperadamente este jovem em 1646, o rei Felipe IV de Espanha, viúvo após a morte de sua primeira esposa, Isabel de Bourbon, se ofereceu como noivo da jovem arquiduquesa austríaca.

O casamento aconteceu em 7 de outubro de 1649 em Madrid. Dessa união nasceram vários filhos, mas apenas dois alcançaram a idade adulta: a Infanta Margarida Teresa, posteriormente Imperatriz do Sacro Império Romano-Germânico por seu matrimônio com o Imperador Leopoldo I em 1666; e o futuro rei Carlos II de Espanha.

Ao falecer seu marido em 1665, Mariana se converteu em regente do reino durante a minoridade de seu filho Carlos. A figura mais influente em seu governo foi seu confessor, o padre Juan Everardo Nithard, que encontrou forte oposição em D. João José de Áustria, único filho ilegítimo reconhecido por Felipe IV e inimigo declarado de Mariana, pois esta lhe era antipática. D. João José liderou contra a rainha Mariana a oposição de 1665 a 1677 e conseguiu expulsar da corte o seu favorito, o padre Juan Everardo Nithard. Por sete anos haveria dois centros políticos distintos, quase duas cortes, a madrilenha, onde a Rainha e seu novo valido Fernando de Valenzuela imperavam, e a de Saragoça, onde D. Juan José se preparava para ocupar o governo.

Em 1668 assinou o Tratado de Lisboa que pôs fim à Guerra da Restauração com Portugal que já durava há 28 anos e que desgastava os dois países Ibéricos, e engajou a Espanha na guerra de Devolução (1667-1668) contra Luís XIV de França. Mariana morreu de câncer no peito em 16 de maio de 1696.

Filhos[editar | editar código-fonte]

Do seu casamento com Felipe IV de Espanha nasceram os seguintes filhos:

Precedida por:
Isabel de Bourbon
Rainha de Espanha
Coat of Arms of Mariana of Austria, Queen Consort of Spain.svg

16491665
Sucedida por:
Maria Luísa de Orléans