Romantismo na Alemanha

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O Romantismo alemão surge num contexto de resistência ao movimento Iluminista francês. A crítica é ao modo excessivamente racionalista e materialista de conceber o homem e o mundo que gera reduções positivistas. Por isto, o combate ao excessivo racionalismo e submissão ao método, que são características da filosofia analítica.

Esta forma de pensar (filosofia da linguagem), que é característica de um dos principais autores da filosofia da linguagem romântica alemã teve, entre outras, consequências para o pensamento político. Herder afirmou o caráter próprio de um período histórico ou civilização. Seria reducionista a atitude de procurar regras universais. Para explicar o pensamento de um povo é preciso se situar no momento histórico particular daquela sociedade. A Herder se atribui as noções relacionadas ao nacionalismo, historicismo e Volksgeist (espírito da nação), bem como se ressalta a sua liderança na "romântica revolta" contra o racionalismo e a fé na onipotência do método científico.

Escritores e filósofos[editar | editar código-fonte]

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Joseph von Eichendorff

Artistas visuais[editar | editar código-fonte]

Philipp Otto Runge, Autorretrato, 1802-1803, Kunsthalle, Hamburgo

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Karl Friedrich Schinkel. Projeto de uma igreja em Oranienburger Vorstadt, Berlim

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. Vaughan (2004), 7.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Benz, Ernst. The Mystical Sources of German Romantic Philosophy, translated by Blair R. Reynolds and Eunice M. Paul. London: Pickwick Publications, 2009. ISBN 978-0-915138-50-0. (Original French edition: Les Sources mystiques de la philosophie romantique allemande. Paris : Vrin, 1968.)
  • Börsch-Supan, Helmut. Caspar David Friedrich, translated by Sarah Twohig. New York: George Braziller, 1974. ISBN 0-8076-0747-9.
  • Breckman, Warren. "Introduction: A Revolution in Culture," in European Romanticism: A Brief History with Documents. Ed. W. Breckman. New York: Bedford/St Martin's, 2007.[1]
  • Gossman, Lionel. “Making of a Romantic Icon: The Religious Context of Friedrich Overbeck’s ‘Italia und Germania.’” American Philosophical Society, 2007. ISBN 0-87169-975-3. [2]
  • Gossman, Lionel. “Orpheus Philologus: Bachofen versus Mommsen on the Study of Antiquity.” American Philosophical Society Transactions, 1983. ISBN 1-4223-7467-X.
  • Grewe, Cordula. Painting the Sacred in the Age of German Romanticism. Aldershot: Ashgate Books, 2009.[3]
  • Johnston, Catherine, et al. Baltic Light: Early Open-Air Painting in Denmark and North Germany. New Haven and London: Yale University Press, 1999. ISBN 0-300-08166-9.
  • Safrankski, Rüdiger. Romantik. Eine deutsche Affäre. Munich: Carl Hanser Verlag, 2007. ISBN 978-3-446-20944-2.
  • Siegel, Linda. Caspar David Friedrich and the Age of German Romanticism. Branden Publishing Co, 1978. ISBN 0-8283-1659-7.
  • Vaughan, William. German Romantic Painting. New Haven and London: Yale University Press, 1980. ISBN 0-300-02387-1.
  • Vaughan, William. Friedrich. London: Phaidon Press, 2004. ISBN 0-7148-4060-2
  • Wolf, Norbert. Friedrich. Cologne: Taschen, 2003. ISBN 3-8228-2293-0
  • O'Neill, J, ed. (1981). German masters of the nineteenth century : paintings and drawings from the Federal Republic of Germany. New York: The Metropolitan Museum of Art. ISBN 0-87099-264-3 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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